Heroes of Olympus RPG

[Missão Narrada | Edward Mason] O Ouro de Tolo.

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[Missão Narrada | Edward Mason] O Ouro de Tolo. publicado em em Ter Out 02, 2018 6:08 pm

Heroes of Olympus


Edward tinha mais um dia como todos os outros depois que a paz chegou ao Acampamento Meio Sangue. Além dos árduos treinos, podia dedicar mais tempo a forja e seus projetos. Muita coisa havia se passado desde o último incidente com os Deuses e as missões eram escassas, Quíron já não precisava mais enviar os garotos para os lugares mais longínquos do mundo. Muitos daqueles que um dia ele conheceu morreram ou simplesmente a idade fez com que eles deixassem o acampamento tomando rumos desconhecidos. Mas naquela manhã as coisas estavam diferentes, havia um algo a mais no ar e Mason podia sentir isso. Ainda não era nem metade da manhã quando um Filho de Hermes invadiu a forja da prole de Hefesto: — Edward... Quíron pede que você vá ao encontro dele o mais rápido possível. — Com a mesma velocidade que ele apareceu, o garoto sumiu sem dar chance alguma de perguntar do que se tratava.

O centauro esperava o garoto na grande varanda da Casa Grande, observando o garoto se aproximar. Seu semblante estava um pouco mais sério que o comum, o que era um pequeno sinal de que algo estava muito errado. Ele encarou o garoto e depois de um longo suspiro começou a falar: — Seu pai pediu que eu lhe passasse uma missão. Uma que entre você e sua irmã, somente você pode desempenhar. Inicialmente pode parecer algo fácil, mas não será assim que chegar ao lugar da missão. — Ele fez uma nova pausa e encarou o jovem: — Hécate pediu que seu pai criasse um artefato mágico. Algo que não é difícil para ele, contudo, uma das ligas metálicas que ele necessita está perdida no Ferro Velho do Olimpo aqui na terra. Ele a escondeu por se tratar de uma matéria-prima muito rara, algo que se cair em mãos erradas, pode causar muitos problemas. Está em uma caixa dourada, ela é protegida por uma redoma que seu pai criou e somente ele ou um de seus filhos podem pega-la. — Ele fez uma pausa e encarou os olhos de Ed com um pouco mais de preocupação: — Mas desde que seu pai retornou para o Olimpo e o Ferro Velho foi abandonado, muitas criaturas fizeram daquele lugar seu lar. Por tanto, além das armadilhas de Hefesto, você terá que enfrentar outras criaturas também. Leve suas melhores armas... Você vai precisar. — Advertiu o jovem semideus depois de dar as últimas instruções.

A viagem até Los Angeles foi mais rápida do que o semideus pudesse imaginar, era uma cidade quente, de pessoas bonitas. Apolo parecia viver ali, tamanha era a imponência do astro rei no lugar. Contudo, em uma das regiões mais afastadas da cidade, estava o Ferro Velho do Olimpo. Era um lugar onde à primeira vista haviam pilhas e pilhas de carros velhos, montanhas de metal e lata, quase um lixão. A placa estava pendurada e caída, o grande cadeado, porém, parecia novo, como se tivesse acabado de ser colocado ali. Quíron havia passado a chave para o semideus, pelo algo para ajuda-lo Hefesto havia enviado. Mas assim que o portão se abriu, fazendo um ranger estrondoso, Edward pode escutar um som como o de engrenagens sendo ativadas. O jogo estava começando. Havia muito mais do que aquele amontado de lixo mortal, mas espadas retorcidas, escudos quebrados, todo o tipo de coisa que os Deuses do Olimpo poderiam jogar lá. Mas aquela não era uma jornada fácil e assim que os primeiros passos foram dados ele percebeu as pilhas de carros desabando. O chão a sua frente se abriu formando um poço de lava incandescente e o caminho eram apenas pequenas pedras que ele teria que pular para chegar do outro lado. Mas seria seguro atravessar? Claro que não! Um monstro o aguardava do outro lado.


OBS.:


Olá semideus! Bem-vindo a nossa primeira missão. Ela será dividida em quatro postagens, vamos evoluindo a cada post. Ok?


*Narre para mim como foi seu encontro com Quíron e a viagem até Los Angeles

*Encontre uma maneira criativa de atravessar o fosso de lava. São sete pedras até chegar ao final, mas lá dentro há 12, cinco são falsas. Ache uma maneira de encontrar as certas. Use sua criatividade.

*Do outro lado há uma Myrmekos gigante. Narre a luta com o monstro e encerre seu post após derrota-la.

* Pode levar até três armas. Deixe tudo documentado em spoiler no fim do post, inclusive os poderes.

- Myrmekos - São formigas extremamente grandes, com carcaças blindadas e de cor vermelho-sangue. Eles adoram metais brilhantes, principalmente ouro. Possuem grandes pinças e as usam de arma, suas mordidas ( picadas que injetam veneno ) e uma gosma borrifada que dói muito quando atinge mucosas ( olhos, nariz, ouvidos.. )

Boa sorte <3

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Re: [Missão Narrada | Edward Mason] O Ouro de Tolo. publicado em em Qua Out 10, 2018 2:26 pm


FUCK
MISSÃO EDWARD
VINGADOR
07:00am

A grande forja da Prole de Hefesto ficava um pouco mais afastada das demais. A estrutura feita de mármore, reluzia um dragão feito a bronze celestial acima da porta.  Diversas colunas brancas rodeavam o ambiente, como uma forma de sustento a estrutura. A porta, feita a bronze celestial polido, reluzia com os raios solares. Um pouco acima da porta e abaixo do dragão, a placa escrito:

‘’ O Dragão do Olimpo.
Forja de Edward Mason, n° 35.
Com Aval – Hefesto. ‘’

Adentro, o jovem-adulto trabalhava em mais uma de suas obras primas. O experiente ferreiro forjava uma arma mágica para um veterano do acampamento. Honra? Não. Já estava mais acostumado, suas obras eram mais que requisitadas do acampamento, ainda mais após que virará um Vingador de Nêmesis, pouco tempo se tinha para criar armas. A brasa aquecia a barra feita de ouro celestial. Podia-se observar a cor ouro-queimado tomando uma tonalidade avermelhada. As chamas iluminavam todo o ambiente. As marteladas claras mostravam a precisão do ferreiro. Podia ser apenas mais um dia normal na vida do jovem adulto Edward, mas não era isso que a prole sentia. Seu coração palpitava, como se algo a mais acontecesse naquela manhã. Não tinha boa intuição a respeito do seu dia, talvez, fosse apenas um alarde.  

A enorme porta feito de bronze polido rinchou ao ser aberta, chocando-se com os pezinhos colocados às beiras da parede para que um estrondoso barulho não fosse feito. Passos apressados podiam ser ouvidos pelo vingador. Uma respiração ofegante vinha da silhueta que adentrara a grande forja, iluminada apelas pelas velas espalhadas nas extremidades da parede. Ao se voltar para o inesperado visitante, Edward o reconhecerá: Bardo, uma das proles de Hermes. Trajava as famosas vestes do acampamento: uma camisa alaranjada, com as siglas ‘’CHB’’ que cobriam quase toda a frente da camisa, um shorts roxo que se estendia até o joelho do jovem, e um par de sapato NIKE AIR branco. As sardas salpicavam do rosto do menino louro, à medida que as velas iluminavam o rosto da prole de Hermes. – Edward! – Disse, como se o seu coração fosse sair para fora. Pausadamente, o garoto repousou sobre seus joelhos, fixando um olhar assustador no Vingador. – Quíron! Ele quer lhe ver, o mais rápido possível.

Assim como o vento, a prole de Hermes dera meia volta, voltando-se a andar na mesma velocidade em que entrou, rumo a porta. A porta novamente ruía, e os feixes solares agora entravam pela abertura que Bardo deixará. Edward, sem ao menos indagar do que se tratava, estralou os dedos, fazendo com que sua forja magicamente desativasse. Caminhou em direção a porta sobreaberta.

[...]

A casa grande parecia que estava sediando a final do Super Bowl. Por mais que estivessem na época dos famosos dias de verão do acampamento, há tempos que o Vingador não via aglomerado de semideuses passeando pela estrutura. Com apenas um detalhes: o rosto de todos julgavam um sinal de desespero, estavam cabisbaixo. Franzindo o cenho pela curiosidade do que estava ocorrendo, Edward apressou os passos até a sala de Quíron. A porta estava a sua frente. Apesar da curiosidade do Semideus, estava nervoso. Apalpou a maçaneta com sua canhota, virando-a lentamente, até o ponto que pudesse destrancar a fechadura e empurrar a porta, revelando todo o interior da sala. Suas paredes eram pintadas de uma cor pastel, em suas extremidades vaso de orquídeas estavam para deixar o ambiente mais calmo. Duas enormes janelas levavam a visão em direção aos campos de morango. Quíron estava atrás de uma larga mesa feita a madeira cascalho. Seu olhar era preocupante, oque assustara o semideus. Seu semblante passava seriedade a respeito da situação.  

– Quíron? Está tudo bem? – Perguntou, apoiando sobre a cadeira de visitantes. – Bardo disse que queria falar comigo.

O semblante sério permaneceu por mais alguns instantes fitando o semideus, até que por fim, depois de um suspiro, o centauro começara a falar. – Seu pai pediu que eu lhe passasse uma missão. Uma que entre você e sua irmã, somente você pode desempenhar. Inicialmente pode parecer algo fácil, mas não será assim que chegar ao lugar da missão. O centauro fez uma nova pausa, oque fez com que o semideus mordesse seus lábios, impaciente. — Hécate pediu que seu pai criasse um artefato mágico. Algo que não é difícil para ele, contudo, uma das ligas metálicas que ele necessita está perdida no Ferro Velho do Olimpo aqui na terra. Ele a escondeu por se tratar de uma matéria-prima muito rara, algo que se cair em mãos erradas, pode causar muitos problemas. Está em uma caixa dourada, ela é protegida por uma redoma que seu pai criou e somente ele ou um de seus filhos podem pega-la. – Edward arqueou uma sobrancelha. Por que seu pai não pode descer até esse tal ferro velho e pegar o que precisa? Precisava de outro favor de Edward. Algo que Edward não tinha prazer em fazer. Mas a divindade era seu pai. E o semideus era submisso. Deverás, poderia ser uma missão fácil ao jovem que já enfrentará um titã com seus amigos uma vez. Seria uma missão tediosa. Porém, Quíron encarava Mason com um olhar de preocupação, fazendo com que o garoto soltasse um ''Que foi?''

— Mas desde que seu pai retornou para o Olimpo e o Ferro Velho foi abandonado, muitas criaturas fizeram daquele lugar seu lar. Por tanto, além das armadilhas de Hefesto, você terá que enfrentar outras criaturas também. Leve suas melhores armas... Você vai precisar. — Quíron advertiu o semideus, que agora estava com um meio sorriso no canto de sua boca. Apesar da preocupação estar estampada no rosto do centauro, o vingador havia tomado ânimo para a missão. Deverás, sempre teve a vontade de conhecer a antiga forja de seu pai na Terra.

[...]

A viagem havia sido um verdadeiro caos. Nunca gostará de andar em um cavalo-voador, mas no momento era o único meio de locomoção para Los Angeles. Assim que o Pegasus pousará, o Vingador em um pulo descia do animal, cambaleando para o lado, e com as mãos em seu estômago. O trote nas alturas lhe causava enjoo. Os raios solares brilhavam contra o rosto do semideus. Tamanho era a imponência do astro de Apolo, que brilhava fortemente naquela manhã. Antes que pudesse fazer algum esforço, Mason já estava soando, sua camisa regata, encharcada, como se o próprio semideus fosse o Santa Clara River. As gotículas de suor escorriam por seu rosto, algumas caindo até mesmo em seus olhos, fazendo com que o jovem pestanejasse algumas palavras.

Edward estava no centro da grande cidade. As pessoas pareciam agitadas, todas de boa aparência. Seja de empresários a faxineiros, a maioria era indistinguível, inclusive sua classe social. E as mulheres, ah, as mulheres. Eram todas muito belas. Por alguns segundos o jovem semideus se imaginará no paraíso. Porém, os momentos de delírio do jovem terminará rapidamente. Não era para isso que estava ali. Precisava ajudar o seu pai, por mais que não entendesse por que o Deus simplesmente não pode descer ao ferro velho e pegar o material que precisa. Um trovão ricocheteou no ensolarado dia.

– Tá bem, tá bem – Retrucou, levantando os olhos como indignação. – Eu já entendi, pai. Sem esses pensamentos!

A caminhada foi um pouco longa. Edward teve de cruzar boa parte do centro de L.A. até chegar em uma zona um pouco mais afastada, a periferia. De longe, podia-se observar o montante de sucata e carros empilhados, como se formasse uma espécie de cúpula para outros não conseguirem olhar o que lá dentro havia. Surgiram até boatos de que ali, era um ferro velho mal assombrado.

Edward estava diante dos enormes portões. Uma cerca de arame farpado rodeava todo o local, impossibilitando a entrada exceto pelo portão. A placa, S.U.P.Y.L.Oestava caída a frente da entrada. Os metais estavam enferrujados, mostrando o descuido do local, inclusive, os portões. Indicavam o tempo que o ferro velho ficou exposto sem alguém para administra-lo. Edward remexeu os bolsos de sua calça, apanhando um montante de chaves. Uma em especial, era diferente, possuía um formato ‘H’. Quíron havia lhe dado para que o semideus não tivesse dificuldades em entrar no local – ao menos, isso seu pai lhe ajudará. A chave encaixava-se perfeitamente na fechadura do cadeado – este, por sua vez era o único que aparentava ser novo, e brilhava em tom bronze celestial – O cadeado caiu ao chão acompanhado das grossas correntes que entrelaçavam o portão.

Magicamente, as grades de ferro se abriram, mostrando a passagem para o jovem semideus, um estrondoso som pode ser ouvido, e som de engrenagens rangendo, se chocando, era totalmente perceptível. ‘Armadilhas... sendo ativadas’ Penso um pouco receoso. Com passos cuidadosos, adentrou o local. Edward estava nervoso, suas mãos estremeciam e pulsavam sobre seus pingentes, aliás, estava diante de um local repleto de monstros e armadilhas. Quem sabia lhe dizer afinal, o que lhe esperava mais a fundo do ferro velho?

Havia todo tipo de lixo que os deuses poderiam lançar ali: Espadas retorcidas, escudos e elmos amaçados, armaduras destroçadas. Havia de tudo ali, inclusive lixo dos mortais, todos amontoados em enormes pilhas de sucata. De fato, o garoto poderia fazer diversas coisas com os artefatos que ali estavam presentes.

Edward não conseguiu andar sequer dez metros. Bastasse alguns passos, para que pisasse em um dos vários dispositivos instalados de Hefestos. Em um piscar de olhos, as pilhas de carros desabaram, em um buraco que se abriu ao chão. A prole de Hefesto pode ouvir o som das carrocerias se chocando contra um amontoado de pedras, em seguida de um borbulhar, como se os carros estivessem sendo derretidos.

– Mas que porra é essa... – Disse, ao ver que um brilho reluzia do buraco. Aproximou-se mais um pouco, notando que aonde os carros caíram havia lava. Havia 12 pedras espalhadas pela ‘piscina’ enfervescente. – Mas nem fodendo eu vou pisar nessas pedras. Meu pai não seria burro o suficiente para colocar uma passagem fácil por essa lava. – Astuto, a prole de Hefesto faria com que um par de asas brancas crescesse em suas costa. As asas emergiam uma luz esbranquiçada, semelhante à um ser angelical. O garoto com passos acelerados, corriam em direção as bordas, alçando voo assim que estivesse perto das mesmas. Daria um pulo com ajuda das asas, saltando rapidamente para a outra ponta do poço, apoiando-se sobre suas pernas para amortecer o impacto. As asas se encurtavam para dentro das costas do Vingador, até que sumissem por completo. Antes que pudesse se recompor, ouviu passos atrás de si. Não de duas pernas somente, mas de algo que possuía diversos apoios para ficar em pé.

Foi o tempo do Vingador virar-se para trás, e ver enormes mandíbulas aproximando de seu corpo. Por puro reflexo e experiência do semideus, um escudo formava-se em seu antebraço, sendo colocado a frente de seu rosto. O impacto causado pelo choque do escudo com as pinças lançava fazia Edward recuar dois passos, enquanto a cabeça da criatura era desviada para sua esquerda. Rapidamente, o semideus faria com que toda a frontal do escudo choca-se contra a cabeça da formiga gigante, fazendo com que a mesma se afastasse do jovem lutador. Puxando o colar com um pingente de balança, uma lança aparecia sobre a canhota do semideus. A arma possuía em média um metro e meio, com uma fita vermelha em sua extremidade. Sua ponta era feita de marfim, com um musgo avermelhado sobre a mesma. O corpo de Ed era tomado por uma armadura ouro celestial. O brilho reluzente destacava as marcações com símbolo de fogo. A mesma, parecia estar até mesmo mudando de cor, como se estivesse aquecida.

A formiga já estava prostada para batalha diante do semideus, Edward trocou a posição da lança, incentivando a formiga para os primeiros golpes. Os olhos da criatura focavam-se na armadura do jovem – o fato de gostarem de objetos que brilhavam, principalmente o ouro celestial, era de fato, real – pronto para degustar a prole de Hefesto. O monstro avançou. A lâmina da lança tocou ao chão, Edward deu dois passos rumo monstro. Sabia que sua pele era praticamente blindada, teria de agir de uma forma cautelosa, era experiente em batalha e este fato ajudaria muito contra tal atrocidade. A formiga investia com a cabeça contra Edward, que apenas precisou colocar o escudo entre si e a formiga. Com um movimento rápido, o semideus atacaria em forma de meia lua com a lateral da lança. Não tentaria perfurar a pele da criatura, apenas afastaria de perto de si, usando a força bruta com a lança. O garoto deverás possuía uma força física anormal, uma de suas qualidades.

A formiga cambaleou duas vezes, Edward abriu um leve sorriso. Em questão de segundos, o monstro virou a cabeça para o semideus, lançando uma gosma esverdeada de sua glândula. O projétil viajou até o rosto do vingador. Edward só teve o tempo necessário para fechar os olhos, antes da viscosidade atingir o seu rosto. Apesar de não causar danos ao jovem, Edward acabara respirando tal substância. Todo o seu sistema respiratório começará a arder, como se pegasse fogo. O jovem urrou de dor e ajoelhando ao chão, antes do monstro lhe desferir outra cabeçada, lançando o semideus contra uma pilha de sucata. A ombreira da armadura havia afundado, cortando superficialmente o ombro de Edward. Com a respiração acelerada, o semideus levantou-se com dificuldades. As mandíbulas em forma de pinça se chocavam uma com a outra, mostrando estar pronta para ceifar a vida do jovem ali mesmo.

– Que droga... Maldição. – Pestanejou o vingador, apoiando-se sobre sua canhota. O garoto soltará a lança com o impacto da enorme formiga, fazendo com que a mesma deslizasse sobre o terreno, parando a alguns metros de distância. Antes que pudesse sequer pensar em recuperar a arma, a formiga pôs-se em direção a prole de Hefesto. Com suas largas pinças apontadas para o garoto, aquele seria um ataque mortal. Até mesmo sua armadura não resistiria um novo choque com a mandíbula do monstro. Edward pensou rapidamente. A formiga dirigia-se rapidamente em direção do garoto. As mãos do Vingador começavam a serem envoltas de fogo. Antes que a formiga pudesse lhe atingir, uma rajada de chamas era disparada contra a formiga. Dessa forma, a deixaria em combustão, mesmo que fosse por alguns segundos. Seria o tempo suficiente para que a prole de Hefesto se concentrasse. Em segundos, seu corpo era envolto de uma aura avermelhada. Com um urro de guerra referente a Hefesto, Edward colocou o escudo a frente. O mesmo reluzia com a luz avermelhada. O vingador então investiu-se contra a formiga, jogando todo o seu corpo contra a mesma. Poderia ser um esforço falho, mas o monstro cambaleou para trás, escorregando na beira do poço, e caindo sobre o amontoado de lava.

– Mas por que diabos meu pai não fechou este lugar? – Questionou o semideus segurando seu braço. Apanhou a lança, olhando os caminhos que teria disponível para si.


Afins:

Itens:

♠️  Lança Cerimonial do Castigo: Uma lança de bronze que mede um metro e meio e tem uma fita vermelha amarrada na extremidade inferior que não se rasga nem pode ser retirada. Esta arma é letal, mas não mata diretamente um alvo. Sua ponta de marfim bem afiada possui veneno que causa danos periódicos no alvo, causando-lhe uma morte lenta e dolorosa. Os estágios do veneno são respectivamente ardência, sangramento, inflamação, dores no corpo e morte.

[ Titan ] { Armadura }
Descrição: Uma armadura forjada toda a ouro celestial. Os detalhes mostram pequenos simbolos de chamas. Seu interior é formado de couro, para melhor comodidade. É praticamente imperfurável, apenas armas resistentes e poderosa para tal ação consegue assim fazer. / Caso encoste em seu inimigo, o mesmo sentirá um incomodo, como se algo o queimasse por dentro {Jóia - Imperfurável}

— { Vulcanos } / Escudo [Um escudo todo forjado a ouro e prata. Possui status para bloquear até mesmo ataques de espadas com perfeitas qualidades de penetração. No centro, possui a imagem de um martelo. Seu interior, é todo revestido a couro, para melhor comodidade. Transforma-se em um bracelete com uma pérola em seu centro. (Nível Mínimo: Cool {Não controla nenhum elemento} [ Recebimento presente primeira Forja ]

Poderes:


Investida Flamejante: Os filhos de Hefesto irão se concentrar, se concentrar muito, até que, eles ficarão envoltos em uma aura avermelhada e irão com tudo em cima dos inimigos, causando uma investida. Causa danos físicos.

Pyrocinese [intermediária]: Idem ao primeiro nível da habilidade, mas a quantidade de fogo e a velocidade do ataque aumentam.

♦️ Veloz Voo - Consegue voar em uma alta velocidade

♦️ Asas Angelicais II - A partir deste nível seu uso de asas são normais, e ocorrem sem problemas fatais, ou perda de algo.

∆ LYL - FG
Edward Mason Líder dos Vingadores de Nêmesis
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Ficha do Semideus
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