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Teste para Filhos dos Três Grandes

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Teste para Filhos dos Três Grandes

Mensagem por Zeus em Seg Ago 27, 2018 10:09 am

Frase

Progenitor Divino:

onde nos encontrou?

nome completo aqui

PHOTOPLAYER:
IDADE:
NACIONALIDADE:
PROGENITOR MORTAL: Nome do pai ou mãe mortal.
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?:

Físico

Descreva detalhadamente como sua personagem é. Aparência, o que gosta de vestir. Novamente dizendo que vocês não precisam, necessariamente, ficar nas mesmices de, por exemplo, ser filho de Poseidon e ser bronzeado. São livres para criar seus personagens como bem entenderem.

Mental

Escreva, de forma detalhada, sobre o psicológico de sua personagem. A forma de pensar, os medos, e tudo aquilo que achar relevante sobre a personalidade da personagem. Uma coisa: vocês não são obrigados a agirem como tal, por exemplo: só por que são filhos de Hades, não significa que precisam, necessariamente, ser maus. Thalia era filha de Zeus e tinha medo de altura.

História

A história da sua personagem. Desde o nascimento até o momento em que descobriu ser um semideus. É livre para criar a história que desejar para seu personagem. Não haverá limite de linhas, desde que seja bem escrito, coerente e detalhado.

Teste de Narrativa


- Uma narração: Aqui deverá postar uma narração livre, com seu personagem já reclamado. Nesta parte da história, você deverá ter uma conversa com seu pai imortal, e ele passará uma tarefa para vocês, testando-os:
  a) Os filhos de Zeus deverão recuperar a Águia Dourada de Zeus;
  b) Os filhos de Poseidon deverão se livrar de um pequeno Kraken no lago de canoagem;
  c) Os filhos de Hades deverão levar para o submundo a alma de Jack, o Estripador (este é um semideus, filho de Hades)
  É importante ressaltar que, na narração, vocês poderão se utilizar dos poderes de seus progenitores até o nível 5, tanto ativos quanto passivos.





Código:

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<center><link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Six+Caps' rel='stylesheet' type='text/css'><style type="text/css">.Dilua01 {background-image:url(https://i.imgur.com/vQg78bn.png);opacity: 100; width: 400px; height: 200px;-webkit-transition: opacity 1s ease;-moz-transition: opacity 1s ease;  overflow: auto; opacity: 0.0; line-height: 130%; overflow:} .Dilua01:hover {opacity: 1} </style> <div style="width:400px; height:200px; border: 5px solid #290606; background-image:url(https://i.imgur.com/iePFK7g.png);opacity: 10;"><div class="Dilua01"><div style="width: 300px;  height: 200px; border-radius: 200px 200px 200px 200px; background: #290606; color: #808080; font-family: Orator Std; font-size: 9px;text-align:center; padding: 5px; text-transform: uppercase; letter-spacing: 3px;position: relative; top: 40px;">Frase</div><br><div style="width: 300px;  height: 200px; border-radius: 200px 200px 200px 200px; background: #290606; color: #808080; font-family: Orator Std; font-size: 9px;text-align:center; padding: 5px; text-transform: uppercase; letter-spacing: 3px;position: relative; top: 40px;">Progenitor Divino:</div><br><div style="width: 300px;  height: 200px; border-radius: 200px 200px 200px 200px; background: #290606; color: #808080; font-family: Orator Std; font-size: 9px;text-align:center; padding: 5px; text-transform: uppercase; letter-spacing: 3px;position: relative; top: 40px;">onde nos encontrou?</div></div></div><br><div style="background-color: #180303; width: 250px; height: 20px; padding: 10px; text-align: center; color: #f5f5f5; font-size: 20px; line-height: 115%; font-family: 'Six Caps', sans-serif; letter-spacing: 3px; text-transform: lowercase;border-bottom: 8px solid #290606;">nome completo aqui</div><br><div style="width: 410px; height: autopx; background-color: #;border:solid 2px #290606;padding: 3px;"><div style="width: autopx; height: autopx; background-color: #290606;border:dotted 1px #fff; color:#fff;position:center; font-family:calibri;padding: 20px; Font-size 7px; text-align: justify; ">[b]PHOTOPLAYER:[/b]
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<div style="background-color: #290606; width: 400px; height: 18px;text-align: left;"><div style="width: 400px; height: autopx; font-size: 20px; line-height: 115%; font-family: 'Six Caps', sans-serif; letter-spacing: 5px; padding: 3px; color: white; font-size: 25px;text-align: right; ">Mental</div></div>
<div style="background-color: black; width: 400px; height: autopx;letter-spacing: 1px; font-family: calibri; padding: 15px; color: white; font-size: 11px;text-align: justify; ">Escreva, de forma detalhada, sobre o psicológico de sua personagem. A forma de pensar, os medos, e tudo aquilo que achar relevante sobre a personalidade da personagem. Uma coisa: vocês não são obrigados a agirem como tal, por exemplo: só por que são filhos de Hades, não significa que precisam, necessariamente, ser maus. Thalia era filha de Zeus e tinha medo de altura.
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<div style="background-color: #290606; width: 400px; height: 18px;text-align: left;"><div style="width: 400px; height: autopx; font-size: 20px; line-height: 115%; font-family: 'Six Caps', sans-serif; letter-spacing: 5px; padding: 3px; color: white; font-size: 25px;text-align: justify; ">História</div></div>
<div style="background-color: black; width: 400px; height: autopx;letter-spacing: 1px; font-family: calibri; padding: 15px; color: white; font-size: 11px;text-align: justify; ">A história da sua personagem. Desde o nascimento até o momento em que descobriu ser um semideus. É livre para criar a história que desejar para seu personagem. Não haverá limite de linhas, desde que seja bem escrito, coerente e detalhado.
</div>
<div style="background-color: #290606; width: 400px; height: 18px;text-align: left;"><div style="width: 400px; height: autopx; font-size: 20px; line-height: 115%; font-family: 'Six Caps', sans-serif; letter-spacing: 5px; padding: 3px; color: white; font-size: 25px;text-align: justify; ">Teste de Narrativa</div></div>

<div style="background-color: black; width: 400px; height: autopx;letter-spacing: 1px; font-family: calibri; padding: 15px; color: white; font-size: 11px;text-align: justify; ">- Uma narração: Aqui deverá postar uma narração livre, com seu personagem já reclamado. Nesta parte da história, você deverá ter uma conversa com seu pai imortal, e ele passará uma tarefa para vocês, testando-os:
  a) Os filhos de Zeus deverão recuperar a Águia Dourada de Zeus;
  b) Os filhos de Poseidon deverão se livrar de um pequeno Kraken no lago de canoagem;
  c) Os filhos de Hades deverão levar para o submundo a alma de Jack, o Estripador (este é um semideus, filho de Hades)
  É importante ressaltar que, na narração, vocês poderão se utilizar dos poderes de seus progenitores até o nível 5, tanto ativos quanto passivos.

</div><div style="background-color: #290606; width: 400px; height: 18px;text-align: left;"><div style="width: 400px; height: autopx; font-size: 20px; line-height: 115%; font-family: 'Six Caps', sans-serif; letter-spacing: 5px; padding: 3px; color: white; font-size: 25px;text-align: center; ">[url=http://cupcakegraphics.forumeiros.com/u1][color=#ffffff]copyright to GG[/color][/url]</div></div><br><br></center>
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Re: Teste para Filhos dos Três Grandes

Mensagem por Ióle Lótus em Sex Set 21, 2018 5:26 pm

O manto da morte cobrirá toda esta terra

Progenitor Divino:Hades

Por MP

Ióle (Violet) Lótus

PHOTOPLAYER: Dove Cameron
IDADE: 16 Anos
NACIONALIDADE: Grécia  (Mykonos)
PROGENITOR MORTAL: Prentiece Lótus
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Bom sempre gostei mais da história de Hades, por ele ser de certo modo único e assim como ele tenho minhas fases de rebeldia, sem tirar o respeito que ele impõe no mundo, por que fala serio, não, é qualquer um que pode comandar um submundo inteiro e ainda ser deus supremo, e assim como ele é sou única a minha maneira , um pouco mandona e posso pender para lado do mal de vez em quando e assim como ele só pareço ser frágil quando, na verdade sou capaz de acabar com tudo a minha volta.

Físico

Ela uma jovem loira com os cabelos compridos e  prateados que em alguns momentos tem uma tonalidade roxa, olhos verdes claros, que por vezes mudam de cor para um verde amarelado. Com seu 1,57 e uma jovem de pele branca e delicada. Em seu rosto muitas sardas, mais são clarinhas. Sua boca e bem feita  carnuda e rosada. Tem  uma pequena cicatriz nos lábios. Adora se vestir casualmente como qualquer jovem. Usa vestidos com tênis all stars e as vezes usa salto. Com uma aparência angelical de uma boneca de porcelana. Por ela ser pequena parece ter uma fragilidade. Enganasse  pois a garota é muito forte.

Mental

Violet por vezes e uma jovem rebelde e muito sensível totalmente o oposto da prole de Hades, sua cabeça e de uma garota com grandes aspirações, e mentalmente sadia por se dizer é muito centrada no que faz. Tem um temperamento mandão e super fraca ao ver sangue chega até ser cômico. Não é totalmente do mal e nem do bem. Quando está em missão ou brava seus cabelos mudam para um roxo intenso com ‘nuances’ avermelhadas que em batalhas ficam totalmente colorido. A sua frieza realmente é quando está em (modo) guerreira ainda assim tem um grande coração.

História


Julho de 2002

Bahamas

— Doutora Lótus o tempo está mudando é melhor irmos embora! — O piloto da pequena embarcação disse, com os olhos preocupados no céu. Não estava previsto uma mudança tão drástica no tempo, mais de repente o tempo estava se fechando como se o humor de alguém estivesse mudando, mas a bióloga não estava se importando com isso, ela queria apenas chegar à praia, onde tinha o novo conjunto de corais.

Os olhos claros da bióloga foram para o alto, é como para concorda com o piloto, um trovão alto irrompeu no céu. A mulher quase pulou da própria pele, e afirmou com a cabeça para o homem. — Sim vamos embora. — Uma grande parte sua queria voltar e continuar, mais ela não era burra para colocar sua própria vida e a de outra pessoa em risco por pura imprudência.  Amanhã os corais estariam no mesmo lugar. Sua cabeça se ergueu, quando gotas de chuva começaram a molhar seus cabelos e corpo. Um xingamento saiu dos lábios do homem, e ele aumentou a velocidade do barco, mais em minutos ver ficou extremamente difícil até mesmo para alguém experiente como ele. Ela não soube como aconteceu, minutos atrás estava tentando se segurar no barco, e agora seu corpo estava frio, mais ela não conseguia realmente sentir o ar gélido, sua mente estava envolta em uma névoa. Ela estava naquele lugar entre a consciência e a inconsciência, quando sentiu algo a agarrar antes de mergulhar completamente incônscio. — Ela está viva? — Uma fala preocupada pediu, e antes de abrir os olhos ela pode reconhecer a voz como a do piloto. A primeira vez que ela tentou abrir os olhos, os fechou rapidamente pela luz forte que a ofuscou. A mulher estendeu a mão sobre a face, um rosto apareceu em sua linha de percepção e ela não o conhecia mesmo com a visão embaçada ela piscou atordoada com a beleza do homem.

Fazia três meses que ela estava com Poseidon, depois de ele salvar a ela e o piloto na tempestade repentina, mais de repente ele sumiu, ela sabia que ele era um deus, por mais que ela fosse grega e soubesse dos cultos ainda existentes a deuses em alguns lugares da Grécia, ela não acreditava neles. Por isso o choque quando descobriu para dizer o mínimo, ela deveria saber que ele sumiria, mas isso não a impediu de ficar brava.

Um xingamento saiu dos lábios da mulher, quanto ela esbarrou em alguém quase indo ao chão. Um braço forte envolveu sua cintura, evitando que ela caísse de bunda, seus livros e papéis se espalharam pelo chão. Ao se erguer os olhos a respiração ficou presa em sua garganta, o homem a sua frente era galante, mais belo que Poseidon ela tinha que admitir, e o olhar em seus olhos deixavam claro problemas, ele exalava perigo e mistério. — Cuidado querida… Meu nome é Hades… — Ele disse a firmando no lugar, com um sorriso sedutor nos lábios.

Ele adoraria roubar algo de “seu irmãozinho”.

Agosto de 2006

— Então foi aí que a senhora conheceu meu papai? - A menininha pediu, tirando uma mecha de cabelos loiros de seus olhos curiosos. — Sim querida, eu amei seu pai desde o primeiro momento que o vi, deveria saber o que poderia acontecer depois, mais… - Um sorriso se espalhou por seus lábios. - Ele me deu você afinal de contas, não me arrependo por isso, mais deveria saber que me envolver com outro deus daria em problemas. - A mulher riu apertando o nariz de sua filha suavemente. Ela observou sua filha brincar com algo desconhecido de chazinho e estremeceu, preocupação tomou conta de seu rosto, por mais que ela ainda amasse o pai de sua princesa, ela não queria que ela tivesse as mesmas habilidades de seu genitor… Tudo o que ela queria era que sua pequena garota tivesse um futuro feliz, com uma vida normal, e não corre-se perigo de vida, por ser filha de um deus grego…

Mais ela observava sua menina desde o momento que nasceu ela era diferente, e desde seus dois anos sempre se empolgou com coisas que ela mesma não conseguia ver, desenhava rostos que ela nunca viu, e quando ficou preocupada de que sua pequena estivesse conversando com estranhos e procurou que eram ninguém sabia dizer quem era, e a única pessoa que ela encontrou… Foi à neta de um senhor que havia morrido há pouco tempo… Foi quando os cabelos de sua filha começaram a mudar de cor também, a primeira vez, ela quase gritou com a baba por achar que a mulher havia pintado o cabelo de sua garotinha, mais aos poucos ele foi mudando para a cor natural novamente. Nesse momento foi quando ela teve certeza que sua menina era mais especial, do que ela previa.

Agosto de 2018

Apesar do que sua mãe queria Ióle, cresceu como uma adolescente isolada, mais por vontade própria do que por culpa de outras pessoas, ela teve poucos amigos em sua curta idade, não que ela se importasse ela gostava de ficar sozinha, com seu bloco de desenho, enquanto ouvia uma boa música. Ióle cresceu ouvindo de sua mãe, histórias sobre deuses, que ela sempre amou principalmente o deus do submundo Hades, por ter o mesmo nome de seu pai, sua genitora nunca contou muito sobre ele, ou seu sobrenome. Seus olhos subiram do caderno de desenhos distraidamente, quando sua mãe começou a parar o carro. Seus olhos se arregalaram em surpresa ao ver a polícia na frente de sua casa, a porta estava visivelmente arrombada, praticamente arrancada das dobradiças, o gramado estava completamente bagunçado, o jardim de sua avó estava destruído, isso causaria um infarto nela provavelmente. — Fique aqui! — Sua mãe ordenou com urgência, tirando o cinto de segurança, e abrindo a porta com força.

A mulher loira mais velha, incrivelmente parecida com sua filha caminhou quase correndo para sua casa, para saber o que estava acontecendo. Mais em seu subconsciente ela sabia que aquilo, provavelmente era obra de alguém atrás de sua menina… Que provavelmente havia chegado a hora de se separar de sua menina. Seus olhos se encheram de lágrimas, e ela pode sentir a queimação na parte de trás. Ela amava sua filha, não queria deixá-la… Mais era perigoso de mais mantê-la por perto, ela não podia deixar, seja o que for achar sua filha.

Depois de falar com a polícia, ela correu para dentro da casa, para o quarto de sua filha e a destruição era maior lá, mais o que chamou mais sua atenção foi o cesto de roupas sujas revirados e jogado no chão. Ela estremeceu e seu rosto se tornou pálido, seus olhos passaram rápidos pelas roupas, suas mãos apalparam os tecidos, e ela pode identificar as que estavam faltando, o moletom favorito de sua filha, e a camisa de seu time favorito que ela havia usado ontem havia sumido, não havia nenhuma chance de sua garota a ter lavado, a mulher sabia disso. Ignorando o policial a suas costas que fazia perguntas e pedia respostas, ela começou a arrumar uma mala para sua princesa, jogando roupas e as coisas mais importantes. Pulando os degraus de dois em dois, ela irrompeu pela porta sem se importa com as pessoas que estavam gritando para ela, verificando o talão de cheque em seu bolso, ela estancou de repente e voltou para dentro de casa, correndo para a lavanderia e puxando roupas sujas de seu irmão do cesto de roupas. Ela saiu pela própria cozinha para evitar as pessoas gritando por ela.

Seu peito se apertou ao ver sua filha olhando para a casa, com irritação em seus olhos, enquanto seus dedos finos brincavam com o medalhão da moeda de óbolo, que seu pai havia deixado para ela, que estava em seu pescoço desde seu nascimento. - Nós vamos para algum lugar? - Ióle pediu a sua mãe, sua irritação transparecendo em sua voz, seus olhos claros, foram de sua mãe para a casa, e os policiais que se dirigiam ao carro. Sua mãe acenou com a cabeça e murmurou um sim, pisando no acelerador, fazendo suas costas baterem contra o banco do carro. Seus olhos se arregalaram, em sua opinião Prentiece Lótus, sua mãe, estava mais estranha que o normal, ela era falante, e de repente ela estava um túmulo, e havia simples saído de sua casa, que havia acabado de ser invadida, sua cuidadora era muito protetora para agir assim. — Vista isso, sem discussão! - Sua mãe ordenou a fazendo estreitar os olhos. A roupa fedia, era obviamente de seu tio, ela o adorava mais depois de chegar do trabalho ele não era a pessoa mais cheirosa do mundo, e a roupa obviamente havia ficado abafada, e estava fedendo ainda mais a suor. Antes que pudesse abrir a boca, o olhar de sua mãe a fez se manter calada, sua mãe nunca, nunca levantou a voz para ela ou foi grossa… Ou lê lançou aquele olhar, algo sério estava acontecendo, mais do que ela podia suspeitar.

Quase uma hora e meia depois, quando elas conseguiram finalmente sair da Interestadual, sua mãe voltou a falar, sua voz estava triste, seus olhos cheios de lágrimas, e ela não gostava disso. — Você se lembra das histórias que te contei sobre deuses gregos? Sei que geralmente você pensou que eram lendas gregas… Uma brincadeira, mais não é querida… E agora isso está batendo em nossa porta… - A mulher suspirou seus olhos voltando para a estrada. Ióle piscou franzindo a testa em confusão, mais a verdade brilharam em sua mente. - A senhora está me dizendo que é verdade? Que deuses existem? Que meu pai é um deus? Que ele é realmente Hades? - Murmurou com descrença.

Ela como sua mãe “cultuavam”, os deuses gregos, mesmo para Prentiece sendo geralmente cheia de vida, ela orava e fazia oferendas ao deus do submundo, e a havia ensinado a amar e gostar dele, até mesmo tinha uma oração para ele, ela acreditava que ele podia existir mais não que era… Seu pai, e que sua mãe aparentemente havia sido “cantada” por dois deuses. — Sim querida… Por seu pai ser quem é, e perigoso para você continuar aqui… Chegou à hora, você precisa ir para o acampamento por sua própria segurança, eu não sei a localização certa, mais vou deixar você perto. Ore para seu pai, que ele vai te ajudar a chegar lá, essa pequena voz que você ouve em sua cabeça, é ele… Ele sempre está com você, e irar te ajudar a chegar lá.— Olhou para sua garota.

Long Island.

New York...

Próximo da Colina Meio Sangue.

Depois de horas em um avião, sua mãe havia explicado mais sobre seu pai, mesmo que ela praticamente já soubesse tudo, ela passou a viagem passando os últimos acontecimentos e informações em sua cabeça. Mesmo que ela estivesse sendo lógica, ao chegar ao ponto conhecido por sua mãe, ela estancou, e uma queimação começou em seus olhos. Ela realmente não lembrava a última vez que havia chorado, ou com vontade disso, mais ao pensar em se despedir de sua mãe, ficar sem ela, principalmente em ver os olhos vermelhos de sua protetora por tentar não chorar e ser forte por ela, ela se viu querendo. — Você precisa ir meu amor, não é seguro ficar aqui, monstros rondam esse lugar, vá e fique em segurança… Quando souber que pode se proteger, vá me ver… Se puder mantenha contato… — Sua mãe pediu, envolvendo seu rosto com ambas as mãos, sua voz estava embargada. Ela mesma não foi capaz achar sua própria voz, apenas conseguiu envolver sua mãe em um abraço apertado e demorado, tentando ao máximo conter suas lágrimas, mais Prentiece não foi tão bem sucedida, ela pode sentir gotas molhadas contra seus cabelos. - É melhor eu ir… Não é seguro para a senhora ficar aqui… - Ióle disse com a voz um pouco rouca pelo choro contido.

— Reze para seu pai que ele irá te guiar… - Sua mãe disse, dando um passo para trás, se recostando contra o carro alugado. Ela ficou encarando sua mãe por quase um minuto inteiro, antes de dar as costas, erguer os ombros, e caminhar pela colina a sua frente, no início ela realmente não estava atrás do acampamento, ela só queria se livrar daquela dor em seu peito por se despedir de sua amada mamãe, mais minutos depois ela respirou profundamente, se agachou no chão, colocando uma mão na terra meio úmida e fechando os olhos.

*Se sou das trevas como tu, troco meu inferno pelo teu. Abrande meu cerne com teu fogo incandescente, queima minha doutrina! Não me deixe perecer nas mãos dos que me assolam. Tornar-me Invisível e Invencível aos meus inimigos, não me deixe morrer!*


Depois de orar por seu pai, foi como se sua mente torna-se clara, uma voz sussurrada estava em sua cabeça a guiando para onde devia ir, e ela sabia que era ele. Seus pés começaram a guiá-la antes mesmo de perceber, ela já confiava em seu pai, ele já havia a ajudado antes. Meia hora depois ela chegou lá onde devia ser o acampamento, a inscrição acima do arco de entrada era em grego e dava as Boas-vindas aos novos campistas. Com um suspiro resignado, ela deu um passo à frente atravessando a barreira mágica, e se deparou com muito mais adolescentes e até mesmo crianças, do que ela esperava.


Teste de Narrativa


Ióle estava guardando suas coisas, quando os cabelos de sua nuca se arrepiaram, e ela sentiu uma presença a suas costas. Aquela presença era diferente, ela nunca havia sentido antes, não podia ser de um de seus irmãos, os que haviam estavam em missão, ou fora do acampamento, e um semideus não transmitia tanto poder. Lentamente para não chamar a atenção, fingindo que ainda estava arrumando suas coisas, ela puxou sua adaga da bainha em sua cintura, e lançou com rapidez e fluidez ao intruso. Um bidente estava em sua mão, e ela estava em uma posição defensiva ao girar para o intruso. Seus olhos claros correram para o homem, que tinha sua adaga em uma das mãos e brincava com ela, a sombra de um sorriso estava em seus lábios. — Bom lançamento, poderia ter feito um estrago, se fosse um mortal… — O homem disse, se recostando contra o batente da porta, cruzando os braços sobre o peito.

Seus olhos se arregalaram por dois segundos, seus cabelos começaram a voltar à cor natural, ela voltou à posição normal, seu coração batia rapidamente, apesar de seu rosto continuar neutro, após sua reação inicial. — Pai? — Ióle disse com a voz firme, mais a desconfiança, confusão e felicidade eram óbvias em sua fala. A garota sempre sonhou com o momento em que conheceria seu pai, ela o idolatrava, apesar de nunca tê-lo visto, ou as histórias que contavam sobre ele.

— Sim Violet… — Ele murmurou a olhando, ambos se encaravam, nenhum dos dois era de demonstrar emoção. Pai nem filha sabiam o que fazer realmente naquela situação. — Preciso de sua ajuda com algo, tenho uma missão especial para você. — O homem disse, voltando a uma posição ereta. — Quero que colete uma alma para mim… Ele reencarnou, é perigoso, um assassino em série, você terá que ser duas vezes mais rápida inteligente e fria que ele, pode ser que veja coisas que não está preparada, pois, ele não é bom… - Sua voz estava tão vil, que ela não soube, se ele estava tentando protegê-la ou se alguém já havia falado na missão. — Pode me dar pelo menos uma localização próxima ou o nome? — Ela pediu voltando para suas coisas, e colocando algumas peças de roupa, em sua mochila novamente. No fundo de sua mente, ela estava passando pela informação de reencarnação… Então não era só especulação? Tínhamos uma vida após a outra, outra e outra, com chances para consertar nossos erros?

— Isso vai lhe ajudar a manter a alma dele aqui dentro… — Ele disse pegando algo que parecia uma lâmpada antiga. — Acenda e ele ficar preso, ele é ardiloso, se perdê-lo ele continuará vagando e causando desastres por aí, vivo ou morto. Ele está em Londres e se chama Jack, o estripador. — Seu pai disse a deixando para absorver a informação e desaparecendo. Ela fechou os olhos por dois segundos, tentando absorver a informação, e como seguiria com a missão, ela precisaria descobrir o que estava acontecendo realmente, traçar um perfil para encontrá-lo. Ele estava seguindo os passos do antigo Jack, o estripador. Fazendo o mesmo que havia feito em sua outra vida, as mulheres segundo suas pesquisas tinham pelo menos o mesmo primeiro nome dos antigos casos conhecidos de 1888, ele já havia matado quatro moças, os fatos popular e relacionados a ele estava acabando, ela tinha apenas uma chance de achá-lo e precisava de ajuda. Com isso ela foi à delegacia para pegar os dados da mulher assassinada e saber onde o corpo estava até mesmo fingiu chorar, a mulher ser parecida com ela ajudou com a farsa.

Ele estava atacando novamente em (nome da cidade), isso já era conhecido, a polícia estava caçando um imitador, mal sabia que era o verdadeiro, e ela teria que passar a noite o procurando, mais a cidade havia crescido bastante desde 1888, ela precisaria de alguma ajuda se não ela o perderia de vista até o próximo assassinato. Ióle havia conseguido os pertences da última vítima, e ela planejava uma cerimônia de invocação, ela precisaria da maior ajuda que conseguiria, para evitar a próxima morte, mais principalmente porque era um pedido de seu pai, ela não iria decepcioná-lo. Ele se levantou seus olhos passando por seus troféus, os órgãos que ele havia conseguido de suas vítimas, nessa vida como já outra ele era médico, mais nessa vida ele era muito melhor, mais minucioso, mais talentoso. Nessa vida ele ironicamente veio com o mesmo nome, *Jacob, Jack*, ele gostava como seu cognome soava. Com os pés descalços e nu, caminhou até a sala de seu amplo apartamento, ele era um médico conhecido, que ganhava bem, tinha o que queria mais ele precisava de mais, necessitava saciar aquela fome que sempre o acompanhava.

*Depois que se deixa as trevas entrar, é difícil fazê-las ir embora.*.

Ele precisava realizar aquele desejo primitivo, ele gostava de ter o sangue em suas mãos, sentir e ouvir o coração parar de bater… Sim ele podia escutar, sendo filho de Hades ele tinha a habilidade de ouvir muito melhor durante a noite, e ele gostava disso, não apenas do anonimato e a facilidade de encontrar vítimas sozinhas. Quando jovem ele tentou lutar contra aquele desejo, mais quando matou pela primeira vez… O monstro saiu, e ele não tinha remorso por isso. Mais o que ele adorava acima de tudo ouvir o coração parar, o sangue deixar de correr pelas veias, era ver a luz se apagar dos olhos delas, o medo em seu rosto, além de que ele podia distinguir a dor, pânico e implorando para que parasse, ele gostava disso. Seus olhos correram pela parede, onde ele tinha os dados sobre suas próximas vítimas e as anteriores, ele as caçou como um animal, antes de decidir sobre elas, ele queria ter certeza de que elas eram quem eram também, ele até mesmo as protegeu mais tudo porque ele tinha um propósito, quando ele acha-se que suas habilidades estavam afiadas o suficiente, ele atacaria, e ele já havia começado… Faltava apenas uma agora… Voltando para o quarto, ele precisava começar sua preocupação para essa noite.

Um sorriso surgiu em seus lábios.

Ióle fez uma pequena oração e oferenda para seu pai, antes de fazer a invocação para o espírito da última mulher assassinada. Minutos depois e nada aconteceu, ela já havia feito isso antes, e dessa vez ela tinha mais coisas do que já teve, ela tinha uma foto da mulher, nome, e um ‘item’ dela, um colar a qual havia uma pequena inscrição com sua alcunha e a frase “Nós te amamos, mamãe e papai”, na parte de trás, além de comida. — Obrigada… Posso dizer que muitos que morreram não tiveram a chance de um banquete… - A mulher murmurou baixo, aparecendo de repente, mordendo uma maçã. Ela parecia desconfiada, mas confiante. Seus olhos correram pelo local, e voltaram para a loira a sua frente. — Eu quero pegar quem te matou, mais para isso preciso de qualquer informação que possa me dá e conseguir, ele vai matar novamente, faz uma semana de sua morte… Se estiver certa ele vai voltar a matar logo, mais não posso está em toda a cidade, e não tem pessoas o suficiente para proteger. - Ióle falou sem rodeios, seus olhos fixos no fantasma. A mulher acenou com a cabeça, podia se dizer que ela era linda quando viva. Até mesmo morta, ela parecia ter uma pele levemente bronzeada, cabelos escuros sedosos, alta e com um olhar penetrante.

- Hoje, ele vai matar hoje novamente… Ele tem uma lista em sua casa, sobre as vítimas, todas nós o conhecemos antes… Ele nos protegia cuidava de nós… Mais era apenas porque ele mesmo queda nos matar… Nós somos semideusas.  Ele já fez mais vítimas do que já descobriram… Perto do metrô, a última chega tarde do trabalho, ela é uma enfermeira, filha de Panacéia… Ele cheira a hospital e algo parecido com tabaco... — A moça disse e desapareceu, ela queria poder ajudar um pouco mais, mais se lembrar de sua morte era muito doloroso ainda. Já era noite e a loira ainda estava tentando absorver as informações, então ele estava atrás de semideusas, não só prostitutas como em sua antiga vida, mais semideusas… Isso deixava um leque de opções do que ele realmente poderia ser, e ela teria que tomar cuidado em dobro, para não se tornar uma vítima em potencial. Afinal ele estava indo atrás de mulheres jovens, com aparências diferentes, gostos… A única coisa incomum segundo. Sua última vítima era serem semideusas e ter o mesmo primeiro nome das primeiras vítimas.

Ela já havia dado cinco voltas ou mais ao redor do metrô, não havia ninguém que chamasse sua atenção, ou parecesse um semideus, uma semideusa, já era quase 01h00minhrs da manhã. - É ela. — Uma voz surgiu a seu lado, e ela quase pulou de sua própria pele com a aparição repentina, e fantasmagórica. Uma mulher diferente da qual ela havia invocado mais cedo, com roupas de época, e um cabelo amarrado com fios soltos estava a seu lado, ela estava com um olhar frio, e irritado. — Mate aquele desgraçado, lenta e dolorosamente se puder. - A fantasma desconhecida disso com raiva e sumiu. Ióle saiu de seu choque inicial, seus olhos seguiram a enfermeira, a mulher iria passar por ela, e a loira começou a segui-la, ambas estavam passando por um trecho mal iluminado quando ela sentiu uma presença em suas costas. Algo foi mais rápido que ela, a puxou para trás, a fazendo bater contra uma pilastra, o fôlego escapou de seus pulmões por um segundo, mais ela logo se recuperou, batendo a cabeça contra o nariz de seu agressor. Puxando sua adaga, ela girou a lâmina passando a centímetros do rosto de um homem, a ponta de sua adaga ainda raspou sua face, tirando sangue. Os olhos dele foram para o símbolo na adaga e ele riu uma risada estrondosa, e puxou dois conjuntos de bidentes médios, aproximadamente com lâminas de 30 centímetros, e cabo dez.

- Oh! Então mandaram uma criança para me matar… Diga… Ele te disse quem sou filha de Hades? —
Um sorriso maníaco surgiu em seus lábios. Ióle puxou sua espada inferium, um presente de seu pai e avançou para o homem. Ela não se importava com quem ele era ele estava causando problemas para seu pai e matando outros semideuses. - Eu não me importo. – Pronunciou. Ele conseguiu se desviar de seu primeiro golpe, ele era rápido, e desapareceu em segundos, ela girou para proteger suas costas, ele estava usando as sombras para se esconder e pegá-la desprevenida. Sua espada perfurou algo, e uma risada fria percorreu a noite. - Você foi rápida… Ninguém conseguiu me derrubar tão rápido… Gostei de você *irmãzinha*. — Ele murmurou um filete de sangue saindo de seus lábios. Ele se moveu rápido, batendo sua cabeça contra a dela, um gemido saiu entre os lábios da loira, e ela o socou o rosto com o cabo da espada. — Você não pode simplesmente morrer? - Murmurou, mais um arrepio subiu por suas costas, com a ideia de esse homem ser realmente seu irmão. Ela não esperava que ele tentasse avançar novamente, com um ferimento no lado do abdômen, o sangue já estava pingando no chão, formando uma poça, mais mesmo assim ele avançou para ela, com as mãos envolvendo seu pescoço.

Seu corpo esguio bateu contra o chão, o ar estava longe de seus pulmões, mais ela continuou lutando, suas mãos foram para as dele, arranhando e tentando empurrar, enquanto ela tentava livrar uma de suas pernas das dele, ele começou a cantarolar uma melodia macabra. Tirando uma das mãos das dele, ela puxou sua adaga, sua visão estava ficando turva, e instintivamente ela apunhalou seu irmão mais uma vez. Ióle estava à frente da entrada para o submundo no mundo mortal, estava quase anoitecendo, mesmo que ela tentasse sua cabeça ainda estava rondando com as coisas que seu “irmão”, havia dito antes de morrer. Ela não era uma pessoa amorosa, ou carinhosa, mais ela não acreditava que todos estavam fadados a ser mãos, por causa de seus pais, ou sua vida passada, talvez a reencarnação seja para isso, a fim de poder crescer e evoluir. A lâmpada com a alma de seu irmão estava em suas mãos, depois de apunhala-lo, a garota necessitou usar a lâmpada antiga que era transfigurada em um isqueiro precisou ser usada, e ela se sentiu quase mal por matá-lo, mesmo que ele estivesse matando pessoas inocentes e causando problemas a seu pai.

— Eu vou entregar ao Lord Hades. - O homem velho disse ao abrir a passagem, um capuz sobre seu rosto. Ela estendeu a lâmpada para ele, e girou para voltar para o acampamento que era sua casa agora.




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Re: Teste para Filhos dos Três Grandes

Mensagem por Psiquê em Sab Set 22, 2018 2:18 pm

Heroes of Olympus

Ióle,  sua ficha não ficou ruim, ficou bem escrita, sem erros, mas uma coisa me incomodou. Sendo filha dos 3 Grandes, habitando na Grécia, o lar da mitologia, como nunca foi atacada por monstros? Por mais que sua mãe a protegesse, estando no berço da mitologia, isso seria possível. Então, um teste complementar lhe será passado. Deverá postar na Floresta, um post de chegada, onde obrigatoriamente, deverá enfrentar um monstro a sua escolha. Este será avaliado, especifique ser parte do teste, com o link desta postagem. Poderá usar os poderes de crias de Hades até o nível 10 e o presente, quando o fizer, envie-me o link por MP.


Parcialmente Aprovada como filha de Hades!
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Re: Teste para Filhos dos Três Grandes

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