Heroes of Olympus RPG

{Missão teste - Lucius Darkvolk - Infernus}

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{Missão teste - Lucius Darkvolk - Infernus} publicado em em Ter Nov 20, 2018 2:53 pm

HEROES OF OLYMPUS



Não era segredo para ninguém que os filhos de Hades eram os menos amados do acampamento meio sangue. Eram tidos como estranhos, psicopatas, perturbados e daí a pior. O próprio pai deles, o Hades, era muitas vezes esnobados pelos outros. Tanto campistas como mesmo os deuses. Mas a verdade é que eles eram tão necessários quanto qualquer outro semideus. Talvez fosse isso que mais irritasse as pessoas no geral, talvez não. Como poderia se saber?

Naquele dia, dormindo no chalé de Hades, Lucius recebeu uma carta. Da maneira mais inusitada possível. Era uma carta vinda dos mortos.

Prole de Hades...


Meu filho, meu pobre filho, veio se juntar a mim, aqui no mundo inferior. Mas ele desceu ainda com vida! Tentou ludibriar Caronte, dando-lhe drácmas que seu pai lhe dera. Mataria Ares se eu mesma não estivesse morta, e se ele não fosse um deus! Meu pequeno Becky... Ele atravessou o Estige e se perdeu nos confins do submundo! Se ele descobrir que estou prestes a ser julgada e levada aos campos de punição, jamais me perdoaria... Falei com seu pai, Hades. Ele não pode se meter em assuntos dos semideuses, mas seus filhos podem. Salve ele e terá suas recompensas...


Ele poderia ignorar, qualquer um o faria. Mas não eram todos os dias que se recebia uma carta vinda do inferno. Pensando nisso, achou melhor mostrá-la a Quíron, e, para sua surpresa, ele autorizou sua ida. Se voltaria com vida ou não, era outra história. Provavelmente ninguém ligaria.
Regras:


— Olá filho! Primeiro: boa sorte.
— Essa missão será totalmente ambientada no mundo inferior e para isso quero que:
> Narre sua saída do acampamento;
> Vá até a entrada do submundo nas placas de hollywood;
> Enfrente um monstro de sua preferência nesse meio  tempo;
> Encontre-se com Caronte e pague pela viagem;
> Ao chegar no Cerbero deverá procurar pelo garoto de Hades, primeiro deve ir na direção do Lete onde será atacado por Harpias e cairá de leve no rio, tendo a memória parcialmente apagada, porém, vai se lembrar do que está fazendo ali;
> Caminhará na direção do Flegetone e beberá suas águas para se recuperar;
> Encontrará o filho de Ares se afogando no Estige, deve saltar no rio e salvar o garoto, segurando-se em algo que o prenda a sua vida no mundo real;
> Quando terminar, deve levar o garoto ao acampamento.

— Na missão, dois NPC's irão com você, porém, ambos morrerão no mundo inferior e o peso da morte deles deve ficar evidente na narração do seu personagem.
— Terá quinze dias para a postagem.
— Pode usar os presentes de reclamação e os poderes até nível 5.
— Dúvidas: chatbox e mp.
— Para aumento de prazo basta me mandar mp.
— Boa sorte!



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Hades

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Re: {Missão teste - Lucius Darkvolk - Infernus} publicado em em Qui Nov 22, 2018 8:52 am

Quíron com toda a certeza estava ficando caquético: ele não só me deixou descer até o inferno sem qualquer objeção, como enviou dois adolescentes para ir comigo: Anna, filha de Apolo e Erick, filho de Marte foram os dois semideuses destacados para me acompanhar na jornada.

Anna era uma menina com um rosto esquisito, apesar de bonito, cerca de um metro e sessenta de altura e tem 16 anos e Erick era um rapaz troncudo de 15 anos, cabelo raspado com máquina e um projeto mal feito de barba. A garota foi escolhida por sua habilidade com espadas a despeito de ser filha do deus do arco e flecha e o rapaz é irmão do genial filho de Ares que resolveu dar uma volta no submundo. Eu, evidentemente, fui escolhido por ser filho de Hades e a carta veio para mim.

Ainda que ninguém ali soubesse que eu passei alguns bons anos morando no inferno, eu era uma escolha óbvia para aquele tipo de missão. Argos, o segurança do Acampamento, que tinha centenas de olhos, nos escoltou até certo ponto na estrada e depois disso, alugamos um carro para seguir viagem.

- Eu estou com fome, precisamos parar logo. Dizem que se você come algo no submundo, fica preso lá para sempre e além disso, eu preciso ir ao banheiro e quero esticar as pernas, Lucius. - Disse o filho de Ares, depois de algum tempo. Eu o ignorei.

- Lucius, preciso ir ao banheiro também. Vamos parar só um pouco? - A filha de Apolo finalmente disse, depois de mais algum tempo. Minha paciência estava curta, mas eu tinha que parar em algum momento para aqueles fracos se alimentarem, afinal, Erick tinha razão: se comessem algo do submundo, ficariam presos lá para o resto da eternidade.

Quando paramos em uma loja de conveniência, pedi aos pirralhos que me trouxessem algum salgado e esperei no carro, porque eu não estava ansioso para conversar e eles com toda a certeza iriam querer que eu matasse curiosidades sobre o submundo: no carro eu tinha a desculpa de estar dirigindo e por isso não poder conversar. Vinte minutos se passaram e nenhum deles havia retornado, o que me fez supor que ou eles estavam com um problema, ou arrumariam um problema quando eu os pegasse.

Entrei na loja e olhei ao redor, mas não vi ninguém.

- Com licença, você viu uma menina baixinha e um rapaz esquisito de cabelo curto por aqui? - Perguntei ao caixa, enquanto sentia uma onda de frio muito familiar.

- Ah eu os vi sim. Eles estão inconscientes na dispensa porque eu quero que eles me vejam torturar e matar você para que contem a história para que aquele centauro velho saiba com quem ele está lidando. - Disse o caixa, com um sorriso macabro.

- Eidolon. Quem foi você em vida? - Perguntei.

- Meu nome era Donald Patynson e eu era o mais talentoso e poderoso legionário de Nova Roma na minha época, um filho de Vulcano. Eu detesto todos os gregos, principalmente os que são filhos do submundo: seu detestável pai me segurou por muito tempo naquela prisão fétida mas isso acabou. Eu estou livre para fazer o que eu quiser e o que eu quero agora é te matar!

Donald, o espírito maligno puxou um revólver calibre 38 e apontou para o meu peito: de algum modo, me parecia no mínimo inusitado morrer baleado depois de descobrir que eu sou um semideus e passar anos no inferno. Levantei as mãos em sinal de rendição e pude notar um risinho maligno escapando pelos lábios do caixa.

A satisfação dele, no entanto, não duraria muito porque com as mãos levantadas eu tinha um excelente ângulo para agir: ativei meu anel mágico que se transformou em duas correntes em um tom púrpura quase negro. A corrente da mão esquerda eu usei para desarmar meu oponente que, atônito, demorou demais para reagir e não conseguiu me acertar quando disparou, explodindo uma garrafa de refrigerante do outro lado da loja.

Quando o corvo metálico da ponta da corrente atingiu o pulso de Donald, sua mão foi decepada em uma cena grotesca de violência. Com a outra corrente, perfurei a coxa dele, que caiu com um grito ensurdecedor.

- Você acha que é o mocinho dessa história? - Ele perguntou, rindo.

Transformei as correntes no anel e peguei o 38 do chão.

- Veja o que você fez com o pobre Tom, atendente do posto. - O espírito liberou o corpo que possuía.

O rapaz gritava e agonizava e eu não tive escolha: dei um chute no rosto dele usando a sola do meu pé, para evitar os gritos e improvisei um curativo em suas mãos. Libertei meus companheiros de viagem e Anna arrumou o curativo de Tom, garantindo que ele não morreria de hemorragia. Ela também cuidou do ferimento na coxa, que disse ser grave por causa da possibilidade de ferimento arterial, o que felizmente não havia ocorrido.

Chamamos a polícia e saímos do local rapidamente, prosseguindo com a viagem até a entrada do submundo nas letras de Hollywood e finalmente chegamos à casa de meu pai: lar doce lar. Já era noite e eu podia escutar os batimentos cardíacos de Anna e Erick facilmente, tamanho era o pavor que eles estavam experimentando.

Encontramos com o deus Caronte, filho de Nyx em seu barco. Trêmulos, os garotos pegaram duas dracmas cada um e deixaram na mão do barqueiro infernal, que nada disse. Fiz o mesmo e seguimos viagem até a outra margem do rio, onde fomos deixados. Caronte seguiu seu rumo sem trocar uma palavra sequer conosco e nós continuamos nossa jornada.

Os garotos empunharam as espadas e fingiram coragem enquanto caminhavam. Depois de passar por Cérbero, o cão gigante de três cabeças de meu pai, caminhamos por um tempo que pareceram séculos, às margens do Rio Lete procurando pelo semideus que viemos resgatar e fomos atacados por Harpias: a pior parte de lutar contra essas criaturas é que elas voam e por essa razão, são difíceis de acertar.

Duas harpias ergueram Anna do chão e a partiram ao meio em menos de vinte segundos e meu coração deu um salto: pela primeira vez eu tinha a mais absoluta certeza de que havia um risco real ali. Não era como das outras vezes em que eu estive ali soba proteção de meu pai, dessa vez eu estava com dois semideuses vivos e talvez Hades não gostasse nem um pouco de tudo aquilo.

Ao todo eram cinco harpias prontas para nos matar e duas delas estavam se refestelando com os restos mortais de Anna em uma cena brutal e três estavam nos rondando, como abutres prontos para devorar a carcaça de algum animal morto ou moribundo. Transformei meu anel em correntes e fiquei costas a costas com Erick, que ergueu sua espada grega, uma xiphos em desafio.

Uma das harpias, provavelmente a menos experiente, decidiu se aventurar e avançou sobre Erick que a cortou ao meio em um golpe brutal. As outras adotaram uma tática mais inteligente: nos atacavam em investidas rápidas e depois voavam para longe, abrindo vários cortes em nossos corpos. Quando as duas harpias que estavam destroçando a Anna voltaram as atenções para nós dois, nossa desvantagem aumentou.

As criaturas decidiram adotar a mesma tática que usaram com Anna, agora se aproveitando que já estávamos cansados e feridos e duas delas agarraram Erick, partindo o garoto ao meio e me banhando de sangue e vísceras do adolescente. Eu não tive como salvar o filho de Ares, o ataque foi rápido demais e eu estava ocupado tentando sobreviver às duas harpias que estavam me atacando.

Tomado de ódio, desespero e dor depois de ver dois campistas sendo despedaçados diante dos meus olhos, cravei as pontas das correntes nos estômagos de duas das quatro harpias e as arremessei no Rio Lete. Feridas e com as penas molhadas, elas foram incapazes de nadar até a borda com seus pés de galinha e morreram afogadas.  

Duas, no entanto, restavam e conseguiram me erguer, do mesmo modo que fizeram com os outros dois semideuses: Eu tinha minha corrente, no entanto, e arremessei suas pontas contra o chão e elas ali se fincaram. Consegui me puxar para o chão com força e aquilo foi o suficiente para nos desequilibrar em pleno voo: caímos e eu e uma das harpias acabamos caindo na beira do Rio Lete.

- O que? O que é você? - perguntei.

A harpia deu um pio hostil e eu passei minhas mãos por seu pescoço e a afoguei ali mesmo. A outra estava se recuperando e avançou na minha direção, mas eu instintivamente a ataquei com a ponta da corrente, que perfurou seus pulmões e lhe causou uma morte instantânea. Eu não tinha a menor ideia de quem eu era, mas me lembrava que estava procurando um garoto.

Eu sentia um aperto profundo no coração, uma tristeza inexplicável, mas não tinha ideia do motivo: eu não conseguia me lembrar da razão de todo aquele luto, de toda aquela culpa. Depois de muito caminhar, vi o rio Flagetonte, um corpo de fogo líquido ou assim me pareceu. Eu tinha um proundo conhecimento sobre aquele lugar, ainda que não me lembrasse como eu havia parado ali e nem como eu sabia daquilo. O fato é que eu sabia que precisaria beber daquele fogo se eu quisesse viver.

Bebi do rio, vomitei e depois voltei a beber: meus cortes se fecharam e minha memória começou a retornar. Então toda a culpa, todo o ódio e toda a tristeza acumulada pela morte dos adolescentes me abateu e eu senti vontade de apenas permanecer ali, me martirizando e remoendo o fato de que eu deveria ter previsto o ataque, de que eu poderia ter arrumado um caminho melhor ou que eu poderia ter vindo sozinho, já que a carta era para mim.

Por duas horas me lamentei antes de reunir forças físicas e psicológicas para me levantar mas quando eu finalmente fiz isso, estava decidido. Eu sabia onde procurar: o semideus que vim resgatar era filho de Ares o deus da guerra. O garoto tentaria invadir os Campos de Punição mas para fazer isso, precisava de poder. Havia apenas um jeito de conseguir isso e esse jeito era mergulhar no Rio Estige.

O Rio Estige torna quem nele mergulha e sai vivo para contar a história, completamente invulnerável exceto por um ponto específico do corpo. Aquiles foi mergulhado no rio e tinha apenas o calcanhar como vulnerabilidade e aquilo o transformou no maior guerreiro de toda a Guerra de Troia. Com essa conclusão, segui viagem até o rio e vi um garoto não muito mais novo do que  eu se debatendo na água.

- Ei, moleque! - gritei, transformando meu anel em correntes.

- Agarre isso! - joguei as correntes para ele.

A cabeça dele estava submersa e ele estava se debatendo cada vez mais devagar: ele estava se afogando e não pegaria as correntes. Porcaria de garoto, eu devia ter deixado ele se afogando, mas não poderia. Não depois da morte de Anna e Erick, aquilo não seria em vão. Transformei as correntes em anel e pulei na água do rio. A sensação foi como se cada parte do meu corpo estivesse sendo perfurada e queimada ao mesmo tempo. Eu podia ouvir os gritos de Anna e Erick, podia ouvir minha mãe berrando que me odiava, podia ouvir tudo aquilo ao mesmo tempo e percebi que eu morreria ali com o filho de Ares. Percebi quão vazia e estúpida foi minha vinda até ali.

Então eu me lembrei de toda a rejeição, de todo o ódio que eu tinha dentro de mim. Aquilo era real, eu queria provar para todos que eu era bom o suficiente, que eu era necessário. Eu queria resgatar o garoto para que a morte daqueles campistas tivesse algum propósito, eu precisava sair dali. Me concentrei nesses pensamentos e escolhi um ponto que deveria ser minha fraqueza física: a parte do meu pulso esquerdo, abaixo da articulação do polegar, uma área escondida o suficiente para que eu não tomasse uma flechada como Aquiles levou.

Puxei o garoto para fora do rio e saí: ele estava pálido, mas não estava morto. Eu saberia se ele estivesse. Fiz massagem cardíaca no semideus até que ele cuspisse toda a água e quando ele finalmente se recompôs, eu disse a ele:

- Acabou a brincadeira. Você vem comigo e sua mãe fica aqui.

- Eu não vou deixar minha mãe aqui, se você quiser voltar que volte sozinho então. - o garoto retrucou.

Com pouca paciência, dei um soco no maxilar do rapaz que caiu nocauteado na mesma hora. Aparentemente ele não havia completado o ritual no Rio Estige e era vulnerável. Para voltar eu tinha um estoque de pérolas de Perséfone, minha madrasta, que eu utilizava para sair de lá quando fosse necessário cumprir alguma diligência fora do Mundo Inferior para meu pai.

Pisamos as pérolas, imaginando o Acampamento Meio-Sangue e fomos materializados na entrada do local magicamente protegido. O garoto que causou todo o problema foi recebido de maneira calorosa, como se não tivesse feito nada de errado. Eu, no entanto, fui tratado como se trouxesse ainda mais agouro para o lugar quando relatei que os outros dois semideuses não retornaram com vida.  
Spoiler:


Poderes Passivos:

- Mestre do Ferro Estígio

O ferro estígio é considerado o “metal oficial” de Hades, por assim dizer, sendo assim, todo filho de Hades tem uma aptidão nata para manusear qualquer arma de ferro estígio como se já tivesse treinado muito com ela.
Requisito: Level 1

- Frieza

Todo filho de Hades tem sempre uma frieza psicológica que as vezes assusta. Eles podem raciocinar normalmente mesmo que sua vida ou a de outras pessoas esteja em alto risco, também podem camuflar ou sufocar seus próprios sentimentos, isso não significa que não os tenha, apenas que consiga controlá-los
Requisito: Level 2

- Precognição da morte

Você pode sentir se uma pessoa em particular esta morta ou não. Não se tem uma clareza de como essa habilidade funciona. Voce apenas sabe se alguem esta realmente morto ou não, apenas pensando sobre a pessoa. Talvez seja a ligação mistica que você tenha com a sua parte paterna. Ou apenas uma visão bizarra dos seus poderes.
Requisito:Level 3

- Audição Noturna

Após conseguir ver durante a noite, os filhos de Hades podem ouvir bem a noite. Sua audição pode ser até incríveis cinco vezes melhor que a de um humano comum, conseguindo ouvir passos em um silêncio absoluto facilmente. Muitas vezes se tem a impressão que o filho de Hades tem melhores reflexos durante a noite, mas isso se deve mais ao fato de que ele consegue indentificar mais rapidamente a origem e o instante em que se propagou esse som, dando então um maior tempo de reação cerebral e consequentemente, maior facilidade em se preparar para um golpe, ou algo parecido. Ao cerrar os olhos e apurar os ouvidos, os filhos de Hades podem escutar ainda um pouco melhor.
Requisito:Level 3


Spoiler:


Equipamentos:

- ÔNIX: Anel prateado com pedra de cor roxa, tão escura que pode ser confundida com o próprio negro. Este anel consegue transformar-se em correntes de mesma cor, capazes de percorrer até 300 metros de distância. As correntes são envoltas com águas do Flegetone, tão quentes ao toque que podem carbonizar em segundos a carne. Presos em suas pontas, dois corvos de olhos vermelhos gralham, e, com seus bicos metálicos, causam lacerações caso toquem na pele inimiga. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

Lucius Darkvolk Filhos deHades
Lucius Darkvolk
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Ficha do Semideus
Vida Vida:
50/100  (50/100)
MP MP:
20/100  (20/100)
Nível Nível: 1

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Re: {Missão teste - Lucius Darkvolk - Infernus} publicado em em Sex Nov 23, 2018 7:53 am

HEROES OF OLYMPUS



Parabéns Lucius! Você conseguiu fazer a missão com uma escrita impecável, seguindo todos os pontos que lhe foram pedidos, contando com excelência todos os pensamentos e sentimentos de seu personagem. Certamente foi uma das melhores missões que eu já li em termos de seguir exatamente o que havia sido solicitado. Meus parabéns!

+ {BENÇÃO DE AQUILES: Reflexos apurados, instintos naturais, velocidade dobrada e pensamentos muito mais ágeis que qualquer semideus. Com armas consegue ser imbatível, não errando quase nenhum golpe. Sua pele e dura como o próprio aço, aguentando vários golpes sem sofrer ferimentos. Seu único ponto fraco: o pulso esquerdo. Ao ser atingindo ou mesmo ferido, poderá causar a morte instantânea do garoto.}

+ {MALDIÇÃO DO LETE: Ao adentrar em suas águas suas memórias foram completamente apagadas, o Flegetone conseguiu resgatar algumas, as mais recentes, porém, suas lembranças mais antigas se foram junto com amigos e parentes antigos, agora, totalmente esquecidos e ocultados dentro de sua própria mente. Uma sensação constante de nostalgia vive presente, mas não consegue saber nem identificar sua causa}

PERDAS:

- 80 de Energia
- 50 de Life

GANHOS:

Reclamado como prole de Hades.

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Hades

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Re: {Missão teste - Lucius Darkvolk - Infernus} publicado em

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