Heroes of Olympus RPG

EVENTO — BAILE DE INVERNO

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EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Ter Nov 06, 2018 8:06 am

Relembrando a primeira mensagem :

Heroes of Olympus



Novembro havia chegado e com ele o clima de fim de ano, nostalgia, retrospectiva e, claro, o próprio inverno, haviam chegado junto. No acampamento os campistas estranhavam a presença constante da neve, não era comum outros eventos climáticos acontecerem ali dentro. O céu limpo e sol forte, na maioria das vezes, predominava e o sinais climáticos adversos já traziam preocupações para os administradores do camping. Por algum motivo as fronteiras haviam deixado as nuvens pesadas e carregadas de neve adentrarem, congelando o rio, cobrindo as plantações de morangos e deixando tudo com um aspecto um tanto natalino. Para não alertar os campistas a respeito do possível transtorno que viria a seguir, e, claro, para tentar recuperar a sanidade de alguns após o evento na cabana em meio a floresta, o instrutor de atividades do acampamento, Quíron, decidiu que seria uma boa ideia fazer um baile de fim de ano, para instigar os campistas a continuarem em suas atividades apesar do caos que estava começando a querer de estabelecer.

Após conversar com o senhor D, o centauro partiu junto com as proles de Apolo e Afrodite para o anfiteatro. Não era comum que se fizessem eventos ali, geralmente apenas peças ou concertos de música, mas, por algum motivo, fazer um baile a céu aberto poderia ser inovador e diferente. Os campistas de Apolo ficaram responsáveis por tirar toda a neve do lugar, afinal, eles eram quentes! As proles de Afrodite pediram ajuda aos campistas de Hefesto para que construíssem uma enorme tenda que cobrisse todo o palco do anfiteatro e demais regiões, deixando apenas algumas partes da arquibancada descobertas. Pediram para que as proles de Deméter enfeitassem o local com algumas plantas, aos campistas de Perséfone foram solicitadas as flores e rosas, e, claro, aos de Dionísio, o vinho. O próprio chalé de Afrodite fez questão de organizar toda a decoração, tudo em tons de branco e azul, remetendo o gelo e o frio, e, claro, com uma imensa árvore de natal bem no meio do salão.

Todos os campistas do acampamento estariam convidados, fossem acompanhados ou não, o importante é que fossem. O que não esperavam é que, em meio ao baile, uma surpresa fosse surpreendê-los.

DECORAÇÃO:

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Hades
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 1:02 pm



The darkness inside... Is the greatest...

Daughter of Hades.


As lágrimas escorreram dos meus olhos antes mesmo que eu pudesse notar. Então aquele era o nosso destino. Morrer ali nas mãos de nossos colegas de Acampamento, ou dos visitantes romanos. Eu não sabia que quando havia escolhido meu vestido mais cedo, estava escolhendo o look do meu enterro. De forma instintiva, retribui o aperto de Archie. Sentir a mão dele na minha era o único consolo por saber que alguém ali se importava comigo. Eu não estava sozinha. Lembrei de minha mãe, e da forma como a doença a matara tão depressa. Lembrei dos meus amigos, mortos de forma violenta por minha causa. Mortos por ordens de Éris. Olhei para a deusa com fúria homicida. Se ela não fosse imortal, eu adoraria destruí-la. Aproveitadora maldita. É claro que havia me posto em seu grupo, apenas pelo prazer de me ver sofrer. Eu não tinha mais medo, ela havia esquecido. Não desde que enfrentara aquele eidolon, arrancando-o à força do corpo do meu padrasto. Eu sabia que Hades era comigo. Nossa natureza excluída fazia com que meu pai se identificasse com seus filhos. E dos Três Grandes, ele era surpreendentemente o mais afetuoso. Não importava que eu não tivesse poderes nem armas. Não as tinha levado mesmo. Mas o isolamento total, a desesperança e o ódio, nunca mais seriam os meus companheiros. Olhei com novo para o pomo dourado. Não desejava tocar naquela coisa nem para salvar a minha vida. É óbvio que eu lutaria por ela, mas não para conquistar aquele troféu maldito. Quando eles desapareceram e eu percebi que podia me mover de novo, lembrei de Cam, meu ex-namorado. Ele infelizmente fora uma das vítimas do Estripador. Desde os seus lábios, eu não tocara os de mais ninguém. Solucei de leve, chorando enquanto rasgava meu vestido na altura das coxas. Aquele tanto de pano não podia mais me atrapalha. Secando uma lágrima ao ver Theodore se afastando, coloquei uma mão na nuca de Archie e o beijei apaixonadamente, ficando em sua altura. Precisava fazer aquilo antes de morrer.

- Sei que não nos conhecemos, e que estou agindo como uma doida. Mas eu não vou soltar a sua mão. Por favor, não solte a minha. - Pedi, com os olhos marejados. Ele então começou a correr, puxando-me, e o segui com empenho.

Nos aproximamos de um casal bonito, que nos olharam com desconfiança. Archie e o menino trocaram algumas palavras e eu permaneci olhando ao redor. Vi que um garoto do Acampamento romano tinha atacado o filho de Hécate que me cumprimentara mais cedo quando nos cruzamos à caminho dos Chalés. A aparência gentil do menino de cabelos platinados não correspondia com a ferocidade em seu olhar. Muito menos com as risadas que deixavam seus lábios. As pessoas estavam enlouquecendo ali! Okay, Ronie, foco. Sobreviva. Seja a Final Girl por quanto tempo puder. Você já passou por isso antes.

- O plano é nos afastarmos da carnificina. Se entrarmos em combate, vamos morrer feito insetos. Temos que deixar os assassinos virem atrás de nós. - Proferi, nervosa. Ainda estava olhando em volta, preparando-me para defender meus aliados com pomos de ouro nas adagas. Olhei para uma garota próxima dos lobos. O menino romano que tentara protege-la a tinha abandonado perto de seus colegas de equipe. Mesmo a garota estranha, Abby, estava perigosamente próxima dela. - Ela está morta, não podemos ajudá-la. Tem muitos lobos por perto. Vamos contornar o Anfiteatro, ficar perto da redoma. Se nos atacarem, jogamos o sujeito na energia vermelha e deixamos Morrigan fazer o serviço. Se nos comportarmos como um time seremos caçados, mas teremos a vantagem de nos defender. Deixem que venham até nós. - Olhei para Archie, levando a mão dele aos meus lábios. - No três, corremos. Um… Dois… Corram! - Sem esperar pelos outros dois (parecia que se chamavam Visenya e Theon), corri na direção do extremo da cúpula, afastando-me da carnificina. Foi quando avistei um rapaz afastado dos demais. Ele parecia confuso, e tinha um lobo em sua adaga.

Sem pensar muito sobre quem aquele garoto era, porque saber sobre a pessoa só tornaria tudo mais difícil, arremeti sobre ele apoiando meu peso em Archie. Um chute preciso em seu estômago o faria se curvar para a frente, momento no qual eu cravaria minha adaga em sua caixa torácica, entre a costela e o plexo solar, no coração. Sem ignorar meus arredores, preparava-me para defender um contra-golpe com uma esquiva rápida e um salto para trás, onde estavam meus companheiros. Tinha que continuar me movendo e pensando. Nada mais importava além do instinto de sobrevivência. Aquele pesadelo era como a porra dos Jogos Vorazes. E eu era a pior Katniss da história...


Look do Baile:


Veronika L. Snyder Filhos deHades
Veronika L. Snyder
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 1:24 pm


big jet plane
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O beijo de Veronika ainda se mantinha quente em seus lábios, tudo acontecera rápido demais para assimilar uma informação com a outra, nem mesmo sabia o motivo dela tê-lo beijado, certamente se fosse um baile comum ele não teria conseguido aquela proeza. Por um segundo, um mísero segundo, sentiu-se feliz por aquilo. Mas aí lembrou-se da carnificina que estava acontecendo a sua volta e voltou a odiar aquele lugar tanto quanto antes. Ronnie não soltaria sua mão, ele não soltaria a dela. Estavam juntos. Theon e Visenya ainda pareciam estar assimilando o que estava acontecendo ali, o garoto havia trocado umas poucas palavras em resposta as palavras de Archie mas ele não achava que deixaria a prole de Poseidon sozinha. Suspirou e assentiu para Veronika. Era um bom plano. Tinham mais chances de sobreviver se fizessem aquilo.

Ainda segurando sua mão, correu em direção da cúpula junto com ela. No caminho, encontrando um garoto perdido. Um lobo. Ronnie agiu mais rápido que ele poderia imaginar. Tomou impulso e saltou, segurando sua mão. Deu um chute no garoto, Archie aproveitou para dar uma rasteira e jogá-lo no chão, deixando que a prole de Hades finalizasse o serviço. Ele a puxou para perto de si, ela estava levemente suja de sangue.

— Você está bem? — Perguntou preocupado, sabia o quão tenso era matar alguém.

Quando ela assentiu ele voltou a correr para próximo da redoma. Olhou para trás em busca de Visenya e Theon mas não sabia se os dois vinham atrás de si, o caos rolava solto.
*Baile de inverno
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Archie L. Andrews Filhos de Apolo
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 1:46 pm



Voyageur, pourquoi ne repose-tu pas avec moi ici? Je chanterai une seule chanson spatialement pour vous.


Ela ouviu o grito antes de conseguir se virar e logo foi abraçada por Aileen, que jogou os braços ao seu redor. Se tinha uma coisa que a filha de Hades odiava era contato físico - traumas de estupros anteriores ainda se faziam presentes em seu corpo -, mas sabia que a feiticeira não sabia disso, como também sabia que a amiga jamais lhe machucaria (e o contrário também era válido: Abby tinha apenas 5 amigos, 4 vivos e 1 morto). Sem que ninguém visse ela deu um pequeno sorriso sincero e então se separou da filha de Hefesto, lhe lançando o sorriso único de Abby Black.

— Faz tempo que não nos vemos, Aileen. Como tem passado? — perguntou, ambas as mãos nos ombros firmes da semideusa. Abriu a boca para falar outra coisa quando viu Calvin chegando, cumprimentando a filha de Hefesto e logo dirigindo a palavra para si. — Olá Calvin. Quem é vivo às vezes aparece, não é? —  soltou uma risadinha suave. Se permitia usar seu lado legal com eles. — Depois que fui expulsa daqui, nunca mais vi ninguém. Muita coisa aconteceu. Querem beber? Conto tudo pra vocês.

Mas, antes que tivesse a chance de sentar e contar sua experiência no Edifício dos Assassinos, algo aconteceu. Como se o tempo tivesse fechado de repente, a pele de Abby começou a formigar de uma forma estranha, e então ela segurou o pulso de Aileen, pronta para proteger a menina se necessário, as íris ficando vermelhas graças ao Éter. E, antes que pudesse fazer qualquer coisa, sentiu uma presença diferente no lugar.

As íris avermelhadas correram o anfiteatro e qual foi sua surpresa ao ver que Quíron, com quem conversou antes, tomou a forma de uma serpente gigante, e depois transfigurou-se até virar um homem. Mas não um qualquer: já o vira em muitas imagens de livros antigos sobre mitologias, e seu coração vacilou em uma batida, fazendo as íris voltarem ao verde natural, a boca abrindo em um "o" perfeito. Se ele fosse quem pensava que era, seria o melhor dia de sua vida.

Escutou as palavras dele e teve certeza de que era Loki, o deus nórdico das trapaças, e um de seus favoritos no mundo todo - depois de Érebo, Loki era sua paixão desde que aprendeu sobre ele com Grimm, seu professor particular sobre o mundo mitológico - Grimm era um semideus de Atena, que foi contratado por seus pais adotivos para lhe ensinar tudo que a menina sabe sobre mitologia em geral. Um suspiro saiu de seus lábios e ela provavelmente se jogaria aos pés do deus, mas seria uma cena ridícula para ela: mesmo que amasse aquele deus, não pagaria o ridículo, sabia se portar perante as situações.

Sentiu as pernas tremerem de leve quando ele olhou para si e piscou, a chamando de querida e comentando sobre seu poder. Sorriu e mandou um beijo para o deus, não em forma de deboche, mas demonstrando o quanto gostava dele. Não se importava em ficar sem o Éter, já que não usava muito ele mesmo - não sabia controlar muito bem quando o mesmo saía, e acabava destruindo muita coisa no caminho.

Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca quando viu que mais duas entidades se fizeram presentes depois de Loki, e escutou tudo que tinham a dizer. Cada palavra proferida parecia música aos ouvidos da filha de Hades: Abby era odiada por mais da metade dos deuses gregos, se não todos - seu pai incluso - e ver a queda deles, ou pelo menos o caos instalado, seria seu feriado favorito. Segurou a adaga que Morrigan fez aparecer, vendo o corvo desenhado e então sorriu, as íris ficando avermelhadas novamente: Loki podia ter lacrado seu poder, mas a excitação deixava suas íris vermelhas da mesma forma.

Faria o que fosse necessário para ganhar a atenção do deus que admirava, e se isso incluía matar alguém... Bem, ela o faria. Girou a adaga nas mãos, segurando o cabo de forma que a lâmina ficasse rente ao antebraço, então voltou-se para Aileen e Calvin.

— Não morram. — ordenou e então voltou-se para uma menina que estava parada perto de si, pulando nela sem dó. O golpe, se desse certo, acertaria seu pescoço, afinal seu treinamento de assassina profissional lhe permitia acertar pontos vitais com certa precisão, mesmo que nada saísse 100%. Após o golpe, jogou o corpo para cima do balcão de bebidas, rolando para dentro do bar para se proteger.

Observações Importantes:
Abby não usou o Éter, mas mesmo lacrado a íris dela fica vermelha. Não significa que ela vai usar o poder, já que ela não pode :v
Pessoa atacada:
Clair Darkcastle
Vestindo:

NOTAS AQUI

— Ross
Abby Black Necromantes de Érebo
Abby Black
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 1:59 pm

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Rolagem de dados e narração escrita em andamento. Por favor, não postem mais até que eu vire o turno...



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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 2:30 pm

Heroes of Olympus



O silêncio logo foi quebrado pelo som das respirações de cada semideus presente. Fôlegos, beijos, lágrimas e gritos encheram o ar, enquanto os dezesseis semideuses presos sob a redoma tentavam de modo desesperado criar estratégias e sobreviver. Poucos ou nenhum deles chegou a notar, que todos os funcionários ou campistas trabalhando no Evento haviam desaparecido, quase como se nunca tivessem estado ali. Apenas o DJ permanecia. O filho de Apolo continuava a tocar sua playlist, alheio ao horror que se desenrolava. Quase como uma ilusão ou miragem. Ele, contudo, era a última das preocupações dos presentes, enquanto o pomo dourado continuava a cantar sua canção maldita. Emanando de si, a magia da discórdia, que penetrava olhos e ouvidos. Alguns, como a filha de Hades Veronika e a filha de Íris Sarah, pareciam alheios ao seu poder, fosse por índole ou ódio. Mas outros caíam em seus encantos, entre eles os filhos de Hécate, Taylor e Kitt. A primeira, envolta em uma ambição que desconhecia, atacou o filho de Selene Theodore, quando este veio em sua direção. O menino vira a adaga na mão de Kitt Monroe, e julgara que Tay também fazia parte do seu time. Diante do ataque da bruxa de Hécate, ele reagiu e tentou se defender, mas os movimentos da garota foram mais velozes e sua adaga atravessou a jugular do rapaz. A dor foi poderosa e surpreendente, mas durou pouco. O corpo sem vida caiu, enquanto o semideus romano Daniel partia para o ataque, mirando Kitt Monroe.

Parecia que os lobos de Loki estavam famintos. Com brutalidade e racionalidade típicos do militarismo de Roma, o filho de Júpiter atacou o filho de Hécate. Contudo, o descendente do Senhor do Olimpo não podia esperar pela caótica entidade que assomava o corpo do rapaz de cabelos platinados. Seus fios tornaram-se ainda mais claro, brancos como mármore. Seus olhos arderam em um púrpura espectral. O menino agarrou o pé de Daniel e o derrubou, montando sobre si com uma fúria animalesca. Um golpe profundo abaixo do queixo findou a vida do rapaz, que ouvia em choque a revelação final. Medeia estava presente. Traidora e dissimulada, ela rapidamente voltou-se contra Taylor, depois que a garota deixara o corpo do filho de Selene. Com múltiplos golpes e seu busto e no pescoço, o ato cruel cobriu o filho de Hécate do sangue de sua própria irmã. A cena dantesca só não era superada pela fúria da Necromante de Érebo Abby, que não demorou a agir.

Abandonada por Daniel, Clair viu-se sozinha em meio aos lobos. A jovem pomo dourado foi rapidamente surpreendia pela assassina de olhos vermelhos, e suas defesas foram nulas diante de um mal tão grande. Tão brutal. Ela tentou resistir, mas Abby atingira a base de sua espinha pelas costas, provocando uma perda imediata dos movimentos das pernas. Em seguida a habilidosa matadora cortou a garganta da jovem, refugiando-se no balcão atrás do bar.

Longe dali, mas com igual determinação, Veronika Snyder e Archie Andrews organizavam o pequeno grupo de pomos dourados, de modo que sobrevivessem. Afastando-se do resto dos semideuses, seguiram para junto da cúpula vermelha, onde encontraram um Erick Night ainda entorpecido e tonto. Ele ainda perguntava-se onde estaria Jason, já que seu namorado nunca retornara do banheiro. Surpreendido pelo filho de Apolo, Erick foi rapidamente imobilizado e subjugado, morto pela lâmina da filha de Hades. Ronie atingira seu coração de uma só vez, poupando-o de uma morte dolorosa. Limpo, o desenlace do filho de Phobos fora o mais pacífico dentre aqueles que iniciavam a carnificina de Morrigan. Em meio ao caos, o cenário podia ser bem delineado. No centro, próximo à pista de dança, os lobos restantes se reuniam. Haviam perdido mais membros que qualquer outro grupo. Evan e Sarah estavam próximos de Abby, que praticamente arrancara Clair de suas mãos. Mais ao sul, Theon e Visenya acompanhavam Ronie e Archie, seus colegas de equipe. Próximos ao bar, Aileen e Calvin podiam ver claramente Kitt e a romana Lucile, que parecia finalmente sair de seu torpor e voltar-se na direção dos noivos. Diferente de todos os outros, a filha de Baco fora capaz de ver o verdadeiro símbolo na adaga de Calvin, e sabia de sua falsidade. Enquanto o pomo cantava ainda mais alto, envolvendo as almas, os jogos pareciam prestes a atingir um novo ápice...

Grupos:


Pomos Dourados:
- Visenya;
- Calvin;
- Theon;
- Veronika;
- Archie;

Corvos Vermelhos:
- Kitt;
- Aileen;
- Abby;
- Lucile;

Lobos Negros:
- Evan;
- Sarah;



Observações (LEIAM TUDO) :
A sorte está guiando o desenhar do Evento, mas sua morte no plano de tortura não significa que sua participação acabou!

- Revendo a necessidade dos turnos e da narração, passo a limitar dois posts por turno;
- No seu post, deve ter no máximo duas ações;
- Também pode proteger outro jogador, mas deve defender o ataque que este sofreu e contra atacar;
- Ferimentos fatais serão determinados pelos dados, para não arrastar a narração;
- A partir desta rodada, descontos de HP não serão feitos, contando apenas a morte ou sobrevivência dos semideuses.
- Membros inativos ou que não se defenderem em até 6 horas (ou antes que o turno virem), poderão ser considerados mortos;
- Quando um jogador é atacado, rola-se um dado de defesa automático, mesmo que este não tenha postado uma defesa;
- Quando eu achar necessário, irei interferir com alguma narração adm, ou lançamento de dados;
- Não adianta usar poderes, e suas armas não poderão ser invocadas. Nenhuma;
- Nenhuma atualização fora do evento (nível ou HP/MP) será considerada;
- Para fins de trama, todos estão equalizados com 100/100 de HP. Não precisarão de energia;
- Esse é o filme de terror da tia Nyx, mas antes que surtem ou chorem, ninguém vai morrer de verdade!

Todo mundo sabe que ninguém morreu de verdade, então cada um dos "eliminados" deve postar despertando no salão do Anfiteatro, logo após terem a sensação da morte. Vocês verão os corpos dos outros semideuses ainda em transe, mas não serão capazes de acordá-los. Mesmo no plano físico, o local ainda está isolado pela energia vermelha. Mas muitos campistas se reúnem do lado de fora da barreira, tentando ajudar. Postem o despertar e as reações de vocês. Os "mortos" ainda terão o que fazer, o Evento NÃO acabou para vocês. Aguardem o próximo turno.


Resultados dos Dados:


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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 3:34 pm

JUST HELL

Taylor havia saltado sobre um garoto e matado ele! Ela prendeu a respiração quando o fez, quando acertou sua jugular e quando o sangue quente dele manchou seu rosto e suas roupas. Por quê ela havia feito aquilo? Certo, ela as vezes era um tanto pirada, mas, chegar naquele ponto? A adaga caiu da mão da garota e ela levou as mãos aos cabelos loiros, olhando para o cadáver de Theodore, caído no chão. Seu ar começou a lhe faltar e ela olhou para frente, a tempo de ver Abby matar uma garota a sangue frio. A garota havia sido expulsa do acampamento e agora voltara. Aileen e Calvin trocavam votos de amor. Clair estava morta. Evan e Sarah estavam ali mas... Daniel?

Ela olhou a sua volta e viu Kitt dilacerando o garoto. Seus olhos se arregalaram. O que... Foi então que ele ergueu o rosto e olhou para ela. Ainda era ele mas... Mas tinha algo diferente. Seus cabelos estavam mais claros, os olhos histéricos. O que estava acontecendo!? Tay deu um passo para trás.

— Kitt? — Engoliu em seco. — Kitt o que...

Não conseguiu terminar a pergunta. Ele voou em cima de si e desferiu uma série de estocadas em seu colo, atingindo o coração. Os olhos de Baudry fitaram os dele e aos poucos foram ficando sem vida, até que ela caiu no chão, desacordada.

"Nunca pensei em como iria morrer, mas, morrer no lugar de alguém que amo parece uma boa forma de partir..." Não! Porra! Não era crepúsculo! Kitt havia matado ela! Aquele desgraçado! Taylor levantou-se, suspirando como se acordando de um pesadelo. Foi aí que viu o salão do anfiteatro, todos caídos no chão. Havia acabado? Ela estava morta? Foda-se. Viu o corpo de Kitt jogado no chão e o pegou pelo colarinho.

— Seu rola bosta! Me apunhalando desse jeito! Quem porra você acha que é? — Ela começou a socar o rosto do irmão e logo levantou-se e chutou seu estômago. Quando viu que ele não estava acordando percebeu que algo estava errado.

Ergueu seu rosto e viu os campistas do lado de fora. Quíron a olhava e implorava para parar de espancar o irmão. Baudry não entendeu nada, mas, com leitura labial, ela compreendeu o que o instrutor dissera: era um sonho. Estavam em transe. Porra! Como ela olharia para Theodore agora? Revirou os olhos e procurou ele e Daniel, esbofeteando-os para que acordassem.

— Acordem seus merdas. — Sacudiu os corpos. — Desculpa se te matei, Theo. Foi o álcool.

ROUPINHA:


- ]url=https://hips.hearstapps.com/ell.h-cdn.co/assets/16/45/1479068686-cara-delevingne.jpg]Aqui[/url]

Tay Hooks Baudry Mentalistas de Psique
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 4:04 pm


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O corpo do garoto, Erick, jazia no chão, assim como o corpo de outros semideuses presentes ali naquela carnificina. Ele engoliu em seco vendo Taylor matar Theodore, o filho de Selene que a pouco estava com eles. Se não tivesse se separado talvez ele mesmo houvesse matado ele ou até pior... Talvez tivesse matado Ronie... Não, ele não permitiria que a machucassem. Respirou um tanto ofegante, e arregalou os olhos quando Kitt matou a própria irmã. Os semideuses estavam loucos. Desesperados por salvar suas próprias vidas ou apenas loucos com a influência daqueles deuses em suas cabeças. Ele virou-se para Veronika, suas mãos estavam sujas de sangue e ela tremia, encarando-as. Tal como se a cena trouxesse algo de volta a sua memória.

Ele nem hesitou, ignorou o fato de que poderiam ser atacados a qualquer momento e logo tirou a própria camisa e a usou para limpar as mãos da prole de Hades, tomando cuidado para tirar todo o vermelho dali. Segurou de forma firme sua cintura e a afastou do corpo do garoto caído. Não sabia o que passava na mente dela mas queria confortá-la o máximo que pudesse. Mas estavam em cenário de guerra e a guerra nunca descansa. Uma semideusa romana chegou por trás dele e lhe desferiu um mata leão. Lucille. Sim, esse era o nome dela. Ele soltou a mão de Ronie e automaticamente a frase: "não solto sua mão se você não soltar a minha" vieram a mente dele. Quando ela virou-se para encarar ele pediu desculpa com o olhar.

Levou as duas mãos ao braço de Lucille, tentando afrouxar o mata leão mas ela tinha muita força, ele bem sabia que o treinamento romano era bem mais intenso que o grego. Como viu que não surtiria efeito, desferiu uma cotovelada no estômago alheio, esperava que aquilo a afastasse ou fizesse com que ela ficasse menos lenta para que Ronie pudesse se defender ou correr. Ele morreria apenas quando visse que ela não se machucaria. Não sabia ao certo o porquê daquele sentimento estar se agigantando, talvez fossem os deuses mas ele preferia acreditar que era algo puro. Natural. Uma única certeza naquela loucura.
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 4:32 pm

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A mão de Sarah permanecia gelada em contato com a sua, ele suava com o calor que fazia dentro daquele anfiteatro. O ar estava tão denso que tudo parecia girar em câmera lenta. Evan conseguia sentir cada batida de seu coração, conseguia ouvir o maldito som do pomo, a batida eletrônica que a prole de Apolo insistia em tocar. A carnificina rolava solta, o cheiro de cobre no ar era aterrador. Seu coração quase saltou do peito quando viu Tay, garota que apenas minutos atrás estava dançando com Sarah, enfiando sua adaga na jugular de Theodore, fazendo seu sangue jorrar e seu corpo cair. Em seguida Kitt atacá-la sem menor remorso. Eram irmãos!

A boca do filho de Eros estava seca, suas mãos tremiam e seus olhos estavam arregalados. Precisou afastar Sarah quando a filha de Hades girou e saltou em cima de Clair, a irmã de Calvin. Matando-a na frente dele. Evan olhou aquela cena e deu mais um passo para trás, encarnando a prole de Íris. Daniel estava morto, Tay, Theodore, Clair… Eram poucos os que restavam, ele precisava fazer isso.

— Sarah, se eu morrer, eu preciso que saiba que eu amo você. Desde o primeiro segundo em que te vi, na floresta. Desde a primeira missão, desde que pegou na minha mão pela primeira vez e desde que nos beijamos na praia, naquele luau. Você foi a mulher da minha vida. Pena que eu não vou viver muito para contar a história. — Sorriu e pegou o rosto da garota entre suas mãos, roubando-lhe um beijo rápido. — Juntos.

Segurou a mão dela e partiu na direção de Calvin e Aileen que estavam juntos próximo a eles dois. Dois contra dois. Evan foi na direção da prole de Hipnos que estava aterrorizada com a cena que presenciara a pouco. Finley esperava que esse tivesse sido um bom ponto fraco. Segurou a adaga de forma firme em seus dedos e a ergueu em direção ao pescoço de Sprouse.


ROUPA:


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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 4:45 pm

Only a Dream


O sangue de sua irmã estava banhando o chão daquele lugar tenebroso. Ele mordeu o próprio lábio em uma resposta de fúria aquela carnificina que estava acontecendo ali. Suas mãos tremiam, seu coração estava descompassado tal como se tivesse sofrendo uma parada respiratória. Qual o objetivo daquilo tudo afinal de contas? Por quê estavam fazendo aquilo? Valia a pena derramar tanto sangue? Não! Nunca valia! Eram vidas, vidas que estavam sendo jogadas fora. Atoa! Os deuses não ligavam, mas, eram seus amigos, irmãos… Companheiros!

Abby, sua amiga há tantos anos… A garota que entrara com ele naquele maldito acampamento! Ela matara sua irmã. A irmã que ele conhecera uma semana atrás apenas, a irmã que voltara da guerra e que carregava o peso da morte de todos os seus companheiros nas costas. Esse era o peso nos ombros dela, uma simples filha de Hipnos.

Soltou a mão de Aileen ficando sombrio, segurou o cabo da adaga com tanta força que os nós em seus dedos ficaram brancos e então olhou para frente. Evan corria em sua direção. Sabia o que o garoto queria, seu sangue. Assim como Abby queria o sangue de Clair. E o motivo? Nenhum, apenas fazerem os deuses rirem. Esse era o principal motivo. Ele nem podia acreditar!

Sarah ia na direção de Aileen, ele estava sozinho contra o filho de Eros. A namorada podia se defender, ele sabia muito bem disso. Aileen ficara muito forte enquanto estivera o esperando no Camp, e, ele? Um derrotado. Merecia mesmo morrer. Mas não se entregaria tão fácil. Quando percebeu que Evan mirava em seu pescoço ele se abaixou e estirou a perna, de forma que o filho de Eros Caísse. Se desse certo, iria desferir um golpe em arco com sua adaga no abdômen dele.


VESTINDO:

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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 4:52 pm

Rêves
Don't you dream impossible things?
Ele sabia muito bem que a união faria a força. Archie e Veronika eram a prova, literalmente, viva disso. Formavam uma boa dupla, lutando e um protegendo a retaguarda do outro. Conseguiram, desse jeito, acabar com um dos semideuses de Thanatos, o que foi demasiadamente surpreendente para ele. Visenya e ele caminhavam naquela mesma direção, precisavam se unir e permanecer juntos se quisessem alguma coisa daquela carnificina, como, hã, salvar a própria pele. Mas então Theon viu.

Seu irmão morto por Kitt. Seus dentes rangeram de raiva, o sangue lhe subiu a cabeça, deixando-o vermelho. A prole de Hécate parecia demasiadamente afetada com aquilo. A magia do local deveria estar mexendo com seus neurônios, mas, se mexera com os dele, também mexera com os de Theon. Seu sangue pulsava quente em suas veias, seus músculos pulsavam, tudo era um caleidoscópio de sangue e terror. Soltou a mão de Visenya e não olhou para trás, correu na direção de Kitt.

Calvin, prole de Hipnos, havia se agachado para dar uma rasteira em Evan, bem na frente de seu caminho. Bufando, Peletier apenas deu um chute nas costas do garoto e continuou a correr na direção de seu algo: a prole de Hécate.

Quando se viu próximo o suficiente, sacou a adaga que lhe fora concedida naquela noite, a lâmina reluzindo em meio a tantas luzes, o som das risadas lhe dando arrepios. E, com isso, desferiu um golpe em arco naquele que se mantinha com o olhar ferino observando a carnificina ao seu redor. Esperava que a prole de Poseidon chegasse até Veronika e Archie, caso contrário, Abby poderia atacá-la.

Roupa:


Aqui.


We hide our emotions, under the surface and tryin' to pretend// but it feels like there's oceans, between you and me
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 5:00 pm

ALL MY FEARS
ONLY MISTAKES
Calvin se abaixara bem na hora em que Evan iria lhe desferir o golpe, pelo que pôde compreender, Sprouse pretendia lhe dar uma rasteira e lhe derrubar para só então lhe atingir, no entanto, seus planos foram frustrados quando Theon passou correndo por ali, esbarrando brutamente nele. Péssima ideia se abaixar em meio a uma multidão. Sem querer, acabou atingindo o rosto da prole de Hipnos com o joelho, o que lhe fez desequilibrar e acabar caindo de cara no chão, machucando a testa ao bater na perna de uma cadeira quebrada.

A vista da prole de Eros ficou totalmente embasada, ouvindo os sons de metal se chocando contra metal, de gritos, de ordens e também de ameaças. O que a porra daquele baile havia se tornado? Ele não fazia a mínima ideia. Só queria que tudo aquilo acabasse logo, queria que as brigas e que a dor terminassem. Porém, uma coisa que chamou sua atenção foi que os casais permaneciam juntos, unidos. Daniel acabara deixando Clair e os dois morreram, agora Theon deixara Visenya, algo parecido iria acontecer, ele sentia. Era filho do deus do amor. Veronika e Archie permaneciam juntos assim como Sprouse e Aileen e ele mesmo e Gray. Fechou os olhos e fez força para se levantar, recebendo um golpe de Calvin mas logo o revidando sem pestanejar.

Com as duas mãos, segurou o cabo de sua adaga e desferiu um golpe de baixo para cima, tentando não só atingi-lo no abdômen como também destroçar a garganta e o rosto do semideus. Esperava que funcionasse. Caso contrário, ficaria honrado em morrer nas mãos de Calvin, sabia que ele não era assassino. Não como os outros que se matavam por aí e não como ele mesmo, afinal Evan que havia o atacado.

ROUPA:


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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 6:09 pm


Filha de Hefesto - Feiticeira de Circe

Aileen


Gregos realmente pensavam que sabiam lutar? Era o que o lado mais obscuro da filha de Hefesto pensava. A voz de Morrigan havia lhe dado forças para despertar e isso significava que a gentil garota estava adormecida por algum tempo novamente. Scathach havia ganhado vida mais uma vez no corpo de Aileen. Talvez aqueles que fossem mais próximos a ela notassem o olhar vazio e negro, cheio de fúria, ódio e guerra. Ela tomou a adaga nas mãos e girou rapidamente entre os dedos com habilidade e maestria: — Ok mãe. Gosto dos seus jogos de guerra. — Balbuciou para si mesma enquanto observava o pequeno caos que havia se tornado aquilo. Um suspiro enfadonho escapou por seus lábios e ela revirou os olhos, era a hora de voltar a brincar. Preferia muito mais sua lança, mas com certeza seria totalmente desleal, ninguém seria capaz de para-la. Ela afrouxou a mão do filho de Hipnos e o encarou observando de soslaio a dupla que se aproximava:  — Vou manter sua namorada viva. Tentarei manter você também, mas não prometo nada. — Deu de ombros e soltou a mão do garoto.

Por dividirem o mesmo corpo, ela detinha todas as memórias de Aileen e sabia que aquilo estaria matando ela aos poucos e talvez não durasse muito tempo. Ainda bem que era ela quem estava no controle. Suas pupilas dilataram e observou a garota loira cheia de tatuagens se aproximar. Esperou ela armar o ataque e o executar, a mão dela veio direto na direção de sua garganta, então ela só precisou segurar com firmeza e aproveitando-se do impulso dela a puxou com toda força fazendo-a passar a sua frente, o cotovelo esquerdo acertou o meio da coluna da garota em cheio, a adaga girou em sua mão:  — Vamos ver você sangrar até morrer. — A lâmina cravou na parte interna da coxa de Sarah e a morena puxou abrindo um enorme corte e rasgando a artéria que passava por ali. Poderia matá-la de forma mais rápida, mas que graça teria?


Roupa:



Aileen Ní Chonaill Feiticeiros de Circe
Aileen Ní Chonaill
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 6:29 pm

Sucker love, a box I choose. No other box I choose to use. Another love I would abuse. No circumstances could excuse
i'll Be worse, i fucking promise
Era sério que um bando de deus sem sexo a uma era ia estragar a festa? Aquilo já era motivo o suficiente para deixar a filha de Baco deverás mal-humorada. Pegou o brinquedinho que eles haviam dado a eles e sorriu com todo seu sarcasmo. Aquilo nem poderia ser considerado uma arma, as próprias mãos seriam mais efetivas já que com certeza ela era a que mais saberia lutar ali. Daniel até sabia alguma coisa, mas sua arrogância e prepotência o tornavam um guerreiro suscetível a falhas, tinha a plena certeza que internamente ele já estava se gabando e achando o campeão daquilo ali. A romana olhou ao seu redor e avaliou rapidamente os potenciais alvos, viu uma garota morena tentar rasgar a perna da tatuada, tinha uma outra loira próxima a ela que tinha um jeito de ser bem forte. Talvez devesse ela ser alvo, mas estava longe, havia alguns semideuses no caminho e era mais fácil elimina-los primeiro.

Com passos leves caminhou até se aproximar do garotinho que estava comandando o som, era um verdadeiro desperdício, mas precisava fazer aquilo. Aproveitou uma pequena e brecha e o agarrou por trás em um mata leão, perfeito! Ela deu um leve sorriso e aproximou a boca da orelha dele: — Nada contra você baby, mas essas são as regras. — Apertou ainda mais os braços sentindo ele se debater. Era bem óbvio que ele tentaria reagir, principalmente tentado medir forças com ela, o que tornava sua morte mais breve, quando mais ele se cansasse, menos ar teria. A loira contraiu o abdômen quando sentiu a primeira cotovelada e levou o corpo um pouco para trás, solta-lo, não era uma opção: — Vamos fazer as coisas do jeito mais fácil, por favor. — Disse ela apertando mais os braços e dando uma joelhada com muita força nas costas do loirinho, talvez assim ele ficasse mais calmo. Se havia uma coisa que os romanos eram infinitamente melhores que os gregos, era a capacidade de lidar com a dor durante uma batalha.


Vestindo:

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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 6:34 pm

Kitt parecia um alvo fácil para mim, mas alguma coisa estava dentro daquele garoto. Eu não tinha ideia do que havia se apoderado dele, mas a coisa havia me matado.

Acordei com Tay batendo na minha cara, e ainda meio tonto disse:

- Eu tô aqui! Acordei. Por Marte, esse é o inferno?

Demorei alguns segundos até que lentamente comecei a entender que tudo aquilo foi uma ilusão. A deusa da discórdia queria causar intrigas internas, dividir os campistas mas para que? Aquilo cheirava à invasão.

- Divide et impera. Tay, acho que vão invadir o acampamento. Precisamos nos organizar, agora. - Disse, com uma expressão séria.

Eu esperava estar estar errado em minha suposição, mas acreditava que aquilo era uma estratégia para dividir os campistas antes de um ataque fulminante, acabar com a confiança entre os guerreiros.
Daniel Olivieri Filhos de Zeus
Daniel Olivieri
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 8:21 pm



Voyageur, pourquoi ne repose-tu pas avec moi ici? Je chanterai une seule chanson spatialement pour vous.


Ataque certeiro, Thanatos receberia mais uma alma. Sorriu para si mesma antes de apoiar-se sobre a bancada, erguendo apenas os olhos para observar geral correndo e se matando pelo local, os olhos vermelhos procurando por seus amigos. Mantê-los seguros era seu papel, a única coisa que não a levou tacar fogo no Acampamento Meio-Sangue, já que aquele lugar os mantinha seguros. Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca.

Tinha que achar Aileen.

Correu os olhos e notou a amiga lutando contra uma outra garota. Não sabia quem era, afinal fazia anos que não pisava no Abobamento Meio-Sangue, então não conhecia as pessoas dali, mas quem se importa? Não deixaria sua amiga se ferir, não deixaria ninguém feri-la, nem mesmo se fosse a própria Abby. Aileen, Zoë, Calvin e Lux eram seus únicos amigos de verdade, que gostavam dela sem pedir nada em troca, que a viam como um ser humano e não como uma máquina de matar.

Viu quando uma garota partiu para cima da amiga, então ela não podia deixar barato. Com as íris ainda vermelhas, ela ajeitou a adaga, colocando-a rente ao antebraço novamente. Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca, saindo de detrás do bar ainda pelo chão, ficou em pé e pegou uma das cadeiras, arremessando na garota a fim de distraí-la e derrubá-la: Aileen estava estranha, e a filha de Hades tinha medo de que algo tivesse acontecido com ela. Depois jogou o corpo para cima da garota, pulando em cima dela antes que a filha de Hefesto tivesse tempo de fazer alguma coisa.

Girou a adaga nas mãos, deixando a lâmina para baixo e visou o coração da semideusa, pedindo as bênçãos de Érebo para acertar a semideusa. Aquilo seria um xeque-mate para ela caso acertasse.

Observações Importantes:
Abby não usou o Éter, mas mesmo lacrado a íris dela fica vermelha. Não significa que ela vai usar o poder, já que ela não pode :v
Pessoa atacada:
Sarah Gray
Vestindo:

NOTAS AQUI

— Ross
Abby Black Necromantes de Érebo
Abby Black
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Dom Nov 18, 2018 10:37 pm

Baile de Inverno


"Acho que ele ta pensando em algo mais do que sua amizade." -Harry Potter e o Cálice de Fogo


Se aquilo não fosse uma verdadeira virada de jogo, então Sarah não saberia explicar o que aquela expressão significava. Em um momento estava muito bem com Evan, na outra um verdadeiro banho de sangue estava rolando por todos os lados da festa. A filha de Íris tinha ficado em estado de choque, apenas seguia Evan, e, graças às palavras do filho de Eros, ela despertou. As lágrimas corriam timidamente por seu rosto, mais por estar com medo de perder o semideus, seu amado, do que de ceifarem sua vida.

Ela nem conseguiu responder o rapaz, também queria dizer tudo o que tinha para falar, mas sua garganta tinha dado um nó. Apenas limitou-se à secar o rosto (borrando a maquiagem) e seguir o que ele tinha falado. Então ser um semideus significava aquilo? Matar seus amigos dentro de um jogo criado por 3 entidades maquiavélicas? Sarah não concordava, eles precisavam provar que eram mais do que aquilo.

Estava tão fora de foco que, ao atacar Aileen, ela foi facilmente repelida. Ao perceber a intenção da menina de tentar acertar sua perna, Sarah tenta se afastar com um rolamento para trás.

— Isso não está certo... — Alguma coisa incomodava demais a garota, ela não queria atacar os outros assim, e seu coração pedia para voltar para Evan.

Mas, sem que ela percebesse, uma cadeira veio voando em sua direção. Por reflexo, a filha de Íris se abaixa tentando evitar ser atingida. Um movimento rápido, mas que deu tempo para que uma semideusa, filha de Hades, se aproximasse rapidamente.

Tentando evitar o ataque da segunda menina, Sarah rola por baixo de uma mesa, procurando deixar o objeto entre ela e as outras duas. O suor, que mal tinha secado devido à dança, estava voltando a incomodar.

De pé, do outro lado da mesa, a pequena Gray olha para as duas.

— Isso não está certo, vocês não veem que estamos fazendo exatamente o que eles querem que façamos? Tem alguma coisa errada... Eu não quero participar disso.

Sarah guarda sua adaga, um gesto ousado, mas que poderia ser visto como uma 'trégua' aos que fossem mais sensatos. Ela observa a reação daqueles à sua volta e se aproxima mais de Evan, buscando dar apoio ao amado com intenção de se afastar.

— Me escuta, isso não vai dar em nada... Não está certo, não podemos fazer o que eles querem, só vai dar em morte... Por favor, eu não quero mais isso.

Na cabeça da meninas, os corpos dos que estavam caídos no chão iam e vinham. Ela sentiu os olhos umidecerem. Nesse momento jurou para si mesma que iria até o Hades, se fosse preciso, para trazer cada um daqueles de volta, nem que tivesse que dar sua própria vida por eles.

Adendos:
- Não narrei certeza nas minhas ações. Se alguma delas falhar, fscor desconsiderar as seguintes.
- Referência ao vestido: Aqui!!
Sarah Gray Mentalistas de Psique
Sarah Gray
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Seg Nov 19, 2018 12:07 pm



The darkness inside... Is the greatest...

Daughter of Hades.


Tudo estava acontecendo rápido demais. Minhas mãos sujas de sangue ainda tremiam, quando senti Archie próximo de mim. Eu não podia expressar em palavras o quão grata estava por tê-lo encontrado. Por ele ter me escolhido, dentre todas as pessoas naquele Anfiteatro. Angustiada olhei ao longe para o pomo dourado que parecia brilhar ainda mais a cada nova vítima. Ninguém podia ouvir o riso e o cântico que emanava dele? Estávamos alimentando aquilo. Aflita, olhei em volta com medo do que pudesse estar mais próximo. Foi quando acompanhei o olhar de Theon até Kitt, e a fúria que ele parecia emanar quando atirou-se na direção do filho de Hécate. Aquilo não podia ser bom. Os corvos estavam todos próximos, e pareciam a única equipe realmente animada com aquilo. Abby, Aileen e Kitt, três almas sombrias. Três almas torturadas, profundamente influenciadas pelo pomo. Por Éris. Meus pensamentos em choque não impediam-me de continuar andando, mas a compreensão sim. Éris estava se alimentando de nós. Só podia ser aquilo. Éramos um holocausto para ela, e os outros dois. Um sacrifício em pleno território do Olimpo.

- Você está bem? - Archie indagou, preocupado. Fiz que sim com a cabeça, sem conseguir falar. Ele tirou a camisa e começou a limpar minhas mãos, puxando-me para longe. Ele era lindo. Sorrindo fraco, agradeci apertando as mãos dele de leve. Nosso toque pareceu aquecer, e por um momento eu esqueci do inferno ao meu redor. Um momento breve, que culminou em um ataque inesperado.

Era uma garota do Acampamento Romano. Ela era espetacular. Nunca tinha me considerado uma garota bissexual antes, mas Lucile parecia o tipo de menina que me faria reconsiderar minhas posições num contexto normal. Ali, ela era o inimigo. Não por causa de Éris, mas porque pusera a vida de Archie em risco. Eu entendia sua posição, ela também não parecia particularmente afim de matar. Mas eu tampouco deixaria que escolhesse justamente o meu único aliado. Busquei Visenya com o olhar e não a vi em parte alguma. Pensei que ela estivesse bem atrás de nós! Enquanto Archie tentava desvencilhar-se de Lucile e ela tentava dominá-lo, aguardei por seu momento de distração e realizei um movimento arriscado. Agarrando o cabo da minha adaga com o pomo dourado, girei meu corpo inteiro, lançando-a na direção da filha de Baco. Eu poderia errar e acertar Archie, matando-o e eliminando a mim mesma. Porém, se aquilo ocorresse eu não daria o gosto de que outra pessoa me matasse. Me recusaria a jogar o jogo estúpido de Morrigan, e morreria poupando um amigo de dor. Influenciada pelo pomo, as pessoas pareciam estar gostando daquilo. Bem, não achariam satisfação alguma na morte de Archie. Nem na minha. Eu podia jurar.

- Entuba essa, vadia! - Gritei, atirando a minha adaga. O insulto parecia direcionado à Lucile, mas eu estava falando com Éris. Não me importava nem um pouco em ser desrespeitosa com uma deusa. O que ela faria? Me deixaria mais morta? Se eu morreria, seria dizendo o que eu quisesse. Foda-se. Olhando para Archie, entendi o seu pedido de desculpas mudo. Nossas mãos haviam se separado. Mas, se havia um pós-vida ou alguma chance de eu acertar Lucile, então certamente elas se uniriam novamente.

Mergulhando naquele olhar, a escuridão já não me afetava, nem o medo. A noite parece apenas um território da saudade e da expectativa, quando você encontra o sol.

Look do Baile:

Veronika L. Snyder Filhos deHades
Veronika L. Snyder
Sadness Queen

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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Seg Nov 19, 2018 12:44 pm








Kitt Monroe
Son of Magic, son of the Mist...


EVENTO — BAILE DE INVERNO - Página 4 4soa3o




Medeia ainda estava rindo quando pegou a adaga com o símbolo de lobo do corpo de Daniel. Aquela mulher horrorosa estava, de alguma forma, em meu corpo. Não sabia muito sobre ela, apenas que era uma feiticeira da Cólquida que auxiliara Jasão e os Argonautas a conseguir o velocino de ouro. Depois, ela enlouqueceu de ciúmes do filho de Zeus, causando a morte dos dois filhos que tinha com ele. Perversa e manipuladora, ela era um legado de Hélio e feiticeira de Circe. Um monstro.

"Quem está chamando de monstro, queridinho? Agradeça por estar vivo!"

Nunca agradeceria por ter matado minha própria irmã. Nenhum instinto de autopreservação podia ser tão egoísta. Eu estava vivo, sim, mas aquilo não me alegrava nem um pouco. Em meu rosto, o mesmo sorriso maligno se mantinha, enquanto Medeia limpava nossa faca em minhas roupas. Ela tirou meu sobretudo roxo, jogando-o no chão quando viu que ao longe, um irmão de Daniel começava a olhar para nós. Lucile, membro de nossa equipe, correu na direção de sua vítima, e uma risada deixou meus lábios. Nós, corvos, venceríamos! Tive que convencer a mim mesmo de que era Medeia quem estava feliz, não eu. Mas era tão difícil resistir... Quanto mais alto o pomo cantava e mais tempo ela dominava meu corpo, menos eu podia ter consciência de mim mesmo. Temi deixar de existir completamente, e a emoção tomou conta de meus pensamentos. Lembrei de uma família disfuncional, lembrei do meu quarto no Chalé vinte. Lembrei do abraço de Tay, e do quanto aquilo havia significado para mim. Então senti meus braços se moverem ao meu desejo. Era eu! Quase. Com raiva, finquei uma adaga em meu abdômen, e Medeia gritou de dor. Puxou a arma imediatamente, apontando para Theon e cuspindo sangue no chão.

- HAHA! Semideuses tolos. Vou eliminar um por um. Venha bonitão, filhos de Zeus são os meus favoritos. Pergunte à Jasão! - Arqueando as pernas, ela circundou Theon, depois que ele tentou chutar Calvin e aproximou-se de mim. - Vamos dançar, delícia.

Medeia atirou-se como louca, as duas adagas em suas mãos girando e tentando encontrar alguma brecha nas defesas de Theon. Maldosa, ela estava torturando-o, tentando abrir pequenos cortes em seus antebraços, ou furá-lo de leve. Avançando, ela tentaria bloquear seu golpe forte, esticando uma perna para trazê-lo ao chão em seguida. Arfando de prazer e expectativa, ela continuaria tentando atingir um ponto especial embaixo do braço do ser humano, entre a axila e a omoplata. Um ponto que provocaria um sangramento impossível de ser estancado, causando uma morte lenta e fria. A única coisa que Medeia não considerou, foram as minhas próprias ações.

Porque eu não tinha furado a mim mesmo com a adaga que trazia o símbolo de nosso grupo, mas com a faca de Daniel. E, se usar a arma de outro time fosse o suficiente para burlar as regras de Éris, então logo eu não precisaria me preocupar mais em testemunhar aquela matança. O ferimento em meu ventre faria o trabalho por mim. E Medeia não teria aquilo que mais queria. Um corpo vivo.

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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Sab Nov 24, 2018 4:14 pm

Heroes of Olympus



O caos instaurado transformara o Anfiteatro em um açougue a céu aberto. A cúpula escarlate de Morrigan ainda brilhava, enquanto os semideuses lutavam desesperadamente por suas vidas. O ritmo acelerado e insano dos acontecimentos tornava os pensamentos cada vez menos racionais, e as ações cada vez mais cruéis. O pomo dourado cantava sua canção de morte e desespero, e sua voz infiltrava nas veias e nos ossos dos semideuses presentes. Dentro daquela grande alucinação coletiva, cada um lutava para vencer não só ao outro, mas também às partes deles mesmos que insistiam em resistir à barbárie.

Sobre aquilo, Sarah Gray podia dizer uma coisa ou duas. Ao lado de Veronica Snyder, eram as menos afetadas pelo poder de Éris. Contudo, a filha de Íris não podia ter escolhido um pior momento para ser bondosa. Quando Evan a deixou para atacar Calvin, em grande parte porque temia pela vida da garota, a jovem viu-se próxima de Aileen. A Feiticeira era filha de Hefesto, mas em seus olhos um brilho diferente ardia. Algo maligno, indiferente à vida humana. Algo imortal, algo inexplicavelmente poderoso. O golpe veio rápido, e a jovem mal teve tempo de tentar escapar. Com um ferimento grave em sua perna, viu o sangue esguichar como em um filme de terror. Agarrando o ferimento e afastando-se de sua adversária, Sarah desistiu de lutar. Em um gesto belo e melancólico, abandonou as armas e olhou para Evan. Seu amor, um filho de Eros, certamente seria capaz de sentir toda a energia radiante que emanou da jovem. Energia de amor e resignação. Ela negava-se a ser parte daquele jogo. Quando Abby caiu sobre si, a filha de Íris ainda tinha lágrimas nos olhos, chamando pelo seu amor… Ela morreu rapidamente, muito antes de Abby ter terminado o que desejava fazer… Despertou sem dor e sem qualquer sobressalto, em seguida. Podia sentir o ambiente ao redor mudar, notando que agora realmente estava no Acampamento Meio-Sangue.

Próximo daquele conflito, outro de mesma ordem se desenvolvia conforme Evan enfrentava o filho de Hipnos Calvin. Este trazia uma atitude mais defensiva, chocado com o que ocorria ao seu redor. Enquanto preparava-se para revidar Evan, foi acometido por um poderoso golpe pelas costas, desferido pelo filho de Zeus Theon. O golpe desestabilizou Calvin, atirando-o para a frente e provocando uma queda tão forte quanto inconveniente. Quando Evan o alcançou, os dois trocaram golpes, embora Calvin estivesse em terrível desvantagem pela interferência de um terceiro. Evan finalmente viu o fim do conflito quando sua adaga enterrou-se no peito do rapaz, que parecia ainda absorto na incredulidade do que via ao seu redor. Ele também não podia sentir tão profundamente a influência de Éris. Ele também, bem no fundo, não conseguira se comprometer completamente com a matança… Acordou em seguida no Anfiteatro, ainda sem fôlego ao sentir a dor do golpe fatal.

No centro, na pista de dança, Theon atirou-se contra Kitt Monroe. O filho de Hécate fora possuído pelo eidolon homicida de Medeia, a Princesa da Cólquida e Feiticeira de Circe, primeira esposa de Jasão. Os motivos de tal possessão ou de como ela se tornara possível ainda não estavam completamente esclarecidos, muito embora fossem irrelevantes. A questão era que a sacerdotisa corrompida transformara uma das almas mais bondosas do Acampamento em um completo assassino, um ser malévolo e sádico. Ainda rindo, o jovem bruxo respondeu aos golpes de Theon Stokes com uma precisão sobrenatural. Suas tentativas foram frutíferas em atingir um certo ponto sob a omoplata do filho de Zeus, fazendo o sangue escorrer em profusão. De imediato, a perda descontrolada trouxe tontura ao rapaz, que acabou caindo aos pés de Medeia, que lambeu a lâmina de sua faca com o sangue semelhante ao de seu amor odiado. Contudo, a sacerdotisa não dera-se conta de que seu hospedeiro a esfaqueara com uma arma de outro time. A faca do jovem Daniel, filho de Júpiter, cintilava no chão com o sangue de Kitt. Chocada, Medeia sentiu dor e tontura ao afastar-se de Theon, vendo os cantos de seus olhos escurecerem. Ela caiu de joelhos ao lado do rapaz, que ainda respirava e absorvia o que acontecia ao seu redor. Arrastando-se, Medeia chegou perto de Theon a tempo de falar com ele.

- Odeio morrer… É sempre insuportável. Vocês semideuses não sabem o que está a caminho. Os Doze Senhores deixam esses três patetas no chinelo. O Olimpo cairá, filho de Zeus. Aí, eu terei minha vingança final contra todos os heróis… - Tossindo sangue, a feiticeira desvaneceu, dando lugar a um olhar assustado e novamente bondoso. - Obrigado por isto, Theon. Você me deu tempo para detê-la. - Kitt Monroe morreu em seguida, vitimado por suas próprias mãos. Ele despertaria ao mesmo tempo que Theon, no Anfiteatro real. Em meio às batalhas que aconteciam, nenhum outro semideus dera-se conta de que uma saída rápida para aquele inferno, seria utilizar a arma de um outro grupo e tirar a própria vida. Ao mesmo tempo, o pomo de Éris vibrou e seu brilho diminuiu brevemente, parecendo grunhir de dor ao ser privado de um sacrifício.

Apenas a jovem filha de Poseidon percebeu. Visenya separara-se do grupo quando Theon a deixara para vingar seu irmão. Tentando aproximar-se de Veronica e Archie, teve seu caminho bloqueado pela luta entre os semideuses próximos ao bar. Temia correr para mais perto da barreira de energia e ser apanhada no meio de outra luta. Ou até, que lobos e corvos se unissem para matá-la. Por este motivo, ela viu quando o pomo dourado pareceu guinchar de dor, e percebeu que talvez aquele fosse o verdadeiro inimigo. Impelida a atacá-lo, a jovem afastou-se das batalhas, chegando perto da fruta dourada. Esfaqueou o pomo com sua adaga, quando uma energia poderosa cruzou o seu corpo. Gritando em agonia, Visenya sentiu a mão que segurava a adaga arder como se ácido brotasse a partir dos seus ossos. Atirada para longe com uma explosão de energia, ela bateu de costas na cúpula de Morrigan, morrendo imediatamente. Acordou em seguida no Anfiteatro real, sentindo profunda dor de cabeça e para sua surpresa, com uma longa tatuagem escarlate cobrindo toda sua mão direita e seu antebraço. Runas desconhecidas, que não eram grego ou latim. Símbolos secretos, que pareciam ecoar o grito de dor e ódio que o pomo emitiu ao ser ferido.

Não muito longe, mas bem afastados dos demais, Archie e Veronica foram surpreendidos com o ataque rápido de Lucile. Em um gesto rápido, ela subjugou e feriu Archie, que cuspiu sangue ao ser atingido nas costas pelos golpes da filha de Baco. A romana teria facilmente eliminado seu alvo, não fosse a reação rápida de Veronica. Com um arremesso de sucesso, a pomo dourado atingiu a última semideusa romana presente com sua adaga, que afundou-se no pescoço de Lucile. Ela ainda tentara reagir, pondo Archie na frente do golpe, mas não fora veloz o bastante. Parecia que as Moiras tinham feito sua decisão. Despertando rapidamente no Anfiteatro real, a jovem ainda podia sentir o desconforto em seu pescoço, massageando-o com o susto. No pesadelo compartilhado, a filha de Hades corria para acudir seu aliado, que parecia agora bastante fatigado. Observando do alto, o corvo de Morrigan grasnou. Faltavam apenas cinco semideuses. Apolo, Hefesto, Eros e Hades. Não surpreendia que as filhas do Senhor dos Mortos estivessem durando. Na dimensão do plano físico, contudo, a luta estava apenas começando…

Os primeiros a despertarem logo acompanharam a chegada dos outros. Teriam de lidar com as experiências do mundo dos pesadelos e com as ações tomadas. Mas teriam de interagir também com uma nova ameaça. Todos os jovens e instrutores do Acampamento gritaram quando do alto, uma enorme criatura surgiu. Feita de fumaça e algo que parecia nuvens de pó amarelo, logo o monstro de materializou. Preto e amarelo, com pelos macios, tinha também o tronco e as presas de um elefante, olhos de rinoceronte, a cauda de uma vaca, e as patas de um tigre. Vaporoso e decidido, olhou em volta para os semideuses e rugiu.

- Magnífico, não é? - A voz extremamente alta e bonita de Loki ecoou, com um divertimento mudo. - Que foi? Não acredito que pensaram que nós já tínhamos terminado! Vejam bem, vocês foram uma oferenda. Para nós, e para este lindo monstrinho aqui. Com nosso gesto, provamos para uma certa dama que somos dignos de tê-la em nosso grupo. Ao que tudo indica, a chegada do Baku aqui só demonstra que agora, temos mais aliados ainda. Esse devorador de sonhos e pesadelos também pode devorar carne, então, preparem-se para o jantar. Nosso amiguinho aqui foi corrompido pela própria Izanami. Sugiro que comecem a agir.

Com um rugido alto, o monstro tornou-se fumaça novamente, dividindo-se em vários exemplares pequenos de si mesmo. Agora, em tamanho como o de um cachorro grande, ele partia entre as mesas e escombros, cada um caçando o seu alvo. Havia um para cada desperto, que agora precisariam proteger os corpos dos adormecidos que os tinham matado. O tempo não deixava espaço para dúvidas, principalmente porque a partir daquele instante, não eram mais vítimas de uma alucinação. Se não sobrevivessem, despertariam no Submundo, apenas.


Observações (LEIAM TUDO) :
A sorte está guiando o desenhar do Evento, mas sua morte no plano de tortura não significa que sua participação acabou!

- Revendo a necessidade dos turnos e da narração, passo a limitar dois posts por turno; (Um post apenas, para os despertos)
- No seu post, deve ter no máximo três ações;
- Também pode proteger outro jogador, mas deve defender o ataque que este sofreu e contra atacar;
- Ferimentos fatais serão determinados pelos dados, para não arrastar a narração;
- A partir desta rodada, descontos de HP não serão feitos, contando apenas a morte ou sobrevivência dos semideuses. Para os acordados, serão feitos descontos normais de energia e vida;
- Membros inativos ou que não se defenderem em até 6 horas (ou antes que o turno virem), poderão ser considerados mortos. Podem também receber maldições ou ficar à mercê da narração;
- Quando um jogador é atacado, rola-se um dado de defesa automático, mesmo que este não tenha postado uma defesa. Para os acordados, isso já não vale;
- Quando eu achar necessário, irei interferir com alguma narração adm, ou lançamento de dados;
- Não adianta usar poderes, e suas armas não poderão ser invocadas. Nenhuma;
- Os acordados já possuem seus poderes de volta, mas não suas armas. A adaga do pesadelo tem uma cópia no mundo físico, contudo;
- Nenhuma atualização fora do evento (nível ou HP/MP) será considerada;
- Para fins de trama, todos estão equalizados com 100/100 de HP. Não precisarão de energia;
- Os níveis normais de HP/MP foram devolvidos, bem como os níveis diferentes;
- Cada semideus tem o seu próprio Baku para enfrentar, mas todos são uma só criatura, portanto a perda de HP será feita de forma única. 700HP;

Sobre o Baku:
Deuses Japoneses:
Rolagem dos Dados:

Grupos:

Pomos Dourados:
- Archie;
- Veronica;

Lobos Azuis:
- Evan;

Corvos Carmesins:
- Abby;
- Aileen;



_________________

Nyx Deuses Primordiais
Nyx
Mother Night

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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Seg Nov 26, 2018 7:33 am

ALL MY FEARS
ONLY MISTAKES
Quente. Pegajoso. Essa era a sensação do sangue de Calvin em contato com o corpo do jovem de Eros. Suor escorria por seu pescoço, da testa pequenas gotas eram projetadas. Ele estava ofegante, olhava com os olhos arregalados para o corpo abaixo de si, inerte. Ele havia matado Calvin, um simples semideus como ele mesmo. O corpo do outro estava perdendo o calor, ficando frio... Ele fechou os olhos e sentiu Anteros rindo dentro de si, perfurando sua alma e consciência com as próprias gargalhadas. Uma sensação de náusea e ânsia de vômito veio a si e ele quase colocou as próprias entranhas para fora mas foi então que viu. Aileen cortando a perna de Gray, ela afastando-se, olhando para ele com os olhos marejados. Evan começou a se levantar mas já era tarde. Abby foi para cima dela como um urubu atrás de carniça, e, no segundo seguinte, os olhos de Gray jaziam sem vida.

- Não... Não... NÃO!

Ele levou as mãos aos cabelos, sujando o rosto de sangue. Sua mão fechando com força ao redor da própria arma. Seus dentes trincaram, os olhos marejaram e uma onda de ódio preencheu o seu ínfimo. "Ah, sim... Finley... A sensação da perda... Eu o avisei... Eu sempre o avisei... Agora você é inteiramente meu!"

Anteros ria em sua mente, suas palavras repetindo-se seguidamente, como um disco arranhado: Agora você é inteiramente meu, agora você é inteiramente meu, agora você é inteiramente meu...

E então um grito gutural saiu de sua própria boca, quase sem ser reconhecido por ele mesmo. Não era mais Evan Finley, o garoto filho de Eros. Era agora Anteros, o anti amor, o amante da discórdia e violência e o semideus simplesmente se entregara. A razão de lutar havia partido. Com lágrimas nos olhos ele correu em direção aquela que havia tirado a vida de Gray, aquela que, sem pensar duas vezes, tirara toda a razão de seu viver. Com uma gargalhada brutal, chutou a cabeça de Abby, ainda sobre o corpo de Gray.

Com lágrimas nos olhos ele segurou sua adaga e mirou no pescoço da necromante de Érebo, em busca de atingir sua jugular. O máximo que poderia acontecer consigo era cair nas mãos da morte, ele não se importava nem um pouco. Caso desse certo, e, enfim, a vida da necromante chegasse ao fim, ele a soltaria e se voltaria contra Aileen, defendendo-se de um possível ataque que poderia partir dela para proteger a aliada.

ROUPA:


「R」
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Seg Nov 26, 2018 10:30 am


big jet plane
Hello, mister, pleased to meet you
I wanna hold her, i wanna kiss her, she smelled of daisies


O gosto de cobre era demasiadamente presente em sua boca, seu pescoço permanecia dormente devido a forte pressão a pouco sofrida e sua respiração estava fraca apesar de ofegante. Suor escorria por seu rosto, seus olhos encontravam-se avermelhados e lágrimas brotavam dali. O que estava acontecendo, afinal? Será que era para ser assim mesmo? Por que não poderia parar por ali? Tantos já estavam mortos, apenas cinco haviam sobrevivido. Para que mais sangue?

Ele olhou para Ronie e a puxou para um beijo. Era loucura beijá-la ali no meio mas ela lhe devia a vida e ele seria completamente grato. Mataria por ela, morreria por ela. Ele sabia que não passava de um fraco, um novato idiota e tosco, não tinha muitas habilidades e espera que os instintos de batalha, por fim, despertassem dentro de si. Não se importava se morreria ou não, se mantesse sua companheira viva, estava ótimo.

Segurou em sua mão e olhou profundamente em seus olhos.

- Ronie, não sei o que vai acontecer daqui para a frente mas vou tentar te proteger até o último segundo, sim? - Ele suspirou. - Temos que nos proteger, temos que lutar contra eles.

Segurou de forma firme na mão da garota e olhou em volta, percebendo que o garoto de Eros ia com bravura em direção a irmã de Ronie, Abby. Ele acabara de ver Sarah sendo morta e entendia completamente o que Evan estava sentindo. Ou melhor, não fazia a menor ideia do que ele estava sentindo mas compreendia sua frustração. Observou a outra semideusa, a que tirou a vida de Sarah e olhou para Ronie.

- Ela é perigosa, Ronie. Mas temos que derrotá-la para ficarmos vivos. Vamos? - Ele a olhou e assentindo com a cabeça segurou sua adaga de forma firme, partindo para cima de Aileen.

Quando chegou a uma distancia considerável ele atirou sua adaga nas costas da semideusa, era um tiro no escuro, ele bem sabia, mas era filho de Apolo e bom de mira e golpes a distancia, esperava que seus treinamentos o ajudassem.

*Baile de inverno
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Ter Nov 27, 2018 4:35 pm

Baile de Inverno


"Acho que ele ta pensando em algo mais do que sua amizade." -Harry Potter e o Cálice de Fogo


Então aquela era a sensação de morrer? Cair no eterno vazio, gelado e escuro? A última coisa que se lembrava era do rosto de Evan e de uma forte pontada no peito. Se estava morrendo, então significava que ela nunca mais veria o amado. O último vislumbre que teve do filho de Eros foram as lágrimas que se acumulavam naqueles olhos escuros e seduzentes.

— Não chore Evan. — Tentou dizer, mas o sangue estava acumulado em sua garganta. — Eu te amo.

A gravidade começou a fazer efeito naquele vórtex escuro e gelado, a filha de Íris agora estava caindo em meio ao vazio. Ou talvez estaria indo para cima? Não saberia dizer, pois a ausência de luz a deixava completamente desorientada. Mas sim, estava caindo. Começou a acelerar aos poucos e, olhando para baixo conseguiu ver um pequeno pontinho luminoso aumentando aos poucos.

"Nesse caso... Não tenho como não ir para a luz."

A garota apenas fechou os olhos, se entregando ao seu destino.

Sabe quando você acorda dando um pulo? Pois Sarah quase deu de cara no parapeito da varanda em que, minutos atrás, ela e Evan estavam... Aproveitando a fasta. Do seu lado, Evan dormia profundamente, até parecia um filho de Hipnos. A semideusa verificou sua pulsação, sua temperatura e chamou.

— Evan? — Sacudiu o amado. — Evan, acorde.

Não sabia o que fazer, nem porque ele estava dormindo. Aqueles três Deuses malucos não tinham invadido a festa e aprisionado todo mundo?

"Mental... Uma prisão mental!! É claro, que burra!!"

Sabia que tinha alguma coisa errada. Seu TDAH nunca falhava, por isso estava tão dispersa durante a festa, mas não conseguiu ser esperta o suficiente para perceber que a morte era a responsável por livrar os garotos daquele jogo sádico. Ainda assim a garota estremeceu com um pensamento que lhe veio à cabeça: Se apenas a morte poderia despertar os garotos e era impossível cometer suicídio, o que aconteceria com o último sobrevivente daqueles Jogos Vorazes?

Sarah se levantou e foi até o portal que dava para o salão principal. Lá conseguiu avistar alguns corpos no chão, adormecidos, e outros semideuses caminhando por entre seus colegas. Como tinha pensado, eram aqueles que tinham sido ceifados primeiro. De longe viu Tay e Daniel, o Romano. O sorriso de alívio que Sarah produziu durou apenas alguns segundos.

As aparições de Loki estavam começando a tirar Sarah do sério, agora tinham outro motivo para lutar e, dessa vez, no mundo real. Nada de truques, nada de sonhos, a tatuada conseguia sentir o poder de sua Mãe fluindo em suas venhas. Quando o monstro desapareceu e se transformou em várias versões pequenas de si mesmo, Sarah Gray olhou para Daniel e gritou.

(OPCIONAL: Toque para uma melhor imersão aos atos à seguir)


— HEI ROMANO — Queria que não só ele escutasse, mas todos ali presentes. — SE ACHA FORTE, MAS COMO LUTAVAM OS ANTIGOS ESPARTANOS? — Ela nem sequer esperou por uma resposta, apenas continuou. — COM ENORMES ESCUDOS DEFENDENDO SEUS IGUAIS! QUANTO MAIS GUERREIROS VIVOS, MAIS ERAM OS INIMIGOS CAÍDOS!!

Sarah virou uma das mesas de lado com estrema facilidade e a arrastou para perto dos garotos com uma das mãos enquanto puxava o corpo inerte de Evan com a outra. O que era estranho, pois aqueles móveis eram muito pesados e a pequena Gray não era nenhuma bombada para conseguir fazer aquilo sozinha. Olhos mais atentos perceberiam que as tatuagens em seus braços brilhavam como se uma áurea multicolorida os revestisse. Qualquer um com um mínimo treinamento em combate perceberia que a intensão da menina era criar uma espécie de barricada com os objetos.

— Usem as mesas como escudo, tragam os adormecidos para cá e protejam uns aos outros!! — O rosto suave da menina, a voz doce e a energia alegre de Sarah não tinham desaparecido. O que estava acontecendo era que, pela primeira vez, estavam vendo o lado Puto da Semideusa. — Eu vou distraí-los e, o mais importante: NÃO MORRAM!

Sarah bateu uma palma e abriu os braços. De seu movimento surgiu uma grande luz colorida e ofuscante que cresceu aos poucos, até envolver a filha de Íris por completo. De dentro dessa luz, falou.

— Me fazer de idiota, acabar com minha noite, invadir nossas mentes e brincar com a gente nos obrigando a matar uns aos outros. Sério, vocês mexeram com o acampamento errado!!

Quando essa luz se dissipou, Sarah reapareceu montando um belo e imponente Pégaso branco, corpulento e com asas nas cores do arco-íris. Aquele era Impetus, o mais rápido dentre todos os da sua espécie. O animal relinchou e bateu seu casco no chão, produzindo faíscas coloridas.

— Vamos garoto. — Sarah sacou a única arma que carregava, a adaga do pesadelo, e acariciou a crina de sua montaria. — Preciso da sua ajuda para derrotar esses monstros.

Impetus relinchou e começou a correr por entre as mesas, em um segundo já tinham levantado voo e estavam rodeando o local. Assim que Sarah avistasse o primeiro Baku, ela jogaria a adaga com a intenção de acertar seu rosto.

— Acho que isso é de vocês!! — Ela arremessa a arma. — Vê se engole essa merda!!


Adendos:
- Explicando minhas três ações: Primeiro virei a mesa e arrastei até os que estavam acordados, tentando os encorajar. Depois invoquei o Pégaso Impetus, tentando chamar a atenção das criaturas para mim. E, por último, arremessei minha adaga no primeiro Baku que vi, tentando chamar mais a atenção deles ainda.
Equipamentos:
Croma-Sparti - Uma caneta que muda de cor constantemente, brilhando nas cores do arco-iris. Ao ser pressionada se transforma em uma espada de prata que brilha nas cores do arco-íris, deixando o oponente levemente tonto pela mudança constante das cores. [Presente de reclamação]
Poderes Passivos Intencionais:
Nível 01
Perícia com Espadas - Os Filhos de Íris possuirão uma habilidade destacável na manipulação de espadas, fazendo movimentos incríveis sem ao menos ter tocado em alguma na vida.

Nível 05
Amistoso - O filho de Íris tem mais facilidade que os demais campistas para fazer amizades, se expressar e lidar com os outros.

Sincronia com Alados e Hermes - Íris era a deusa alada, assim seus filhos possuem certa sincronia diversos seres alados em batalha e tudo mais, inclusive naturalmente os filhos de Hermes.

Nível 10
Senhor dos Pégasos I - Serão peritos em montarias, em cavalgar com seres equinos, sendo cavalos e pégasos. Quando estão cavalgando ou sobrevoando com as criaturas da espécie, é como se elas fossem grudadas ao montador. Essa habilidade também faz com que possa ler suas expressões e deduzir o que sentem, com isso, as criaturas lhe considerarão um senhor e obedecerão as ordens, dependendo do nível. Mas como se é iniciante, apenas pode-se possuir uma boa montaria e entender o que os cavalos dizem.
Poderes Ativos:
Nível 05
Persistência de Íris - Faça com que sua força física aumente consideravelmente, enquanto seus braços brilham com as luzes de Íris.

Nível 14
Impetus - O filho de Íris pode invocar Impetus, um pégaso branco e corpulento com asas das cores do arco-íris que pode levá-lo a um raio de 10km. Este é mais rápido que os demais pégasos e por onde passa, deixa um breve rastro de arco-íris no céu.
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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Qua Nov 28, 2018 8:50 pm

JUST HELL

Mas que raios era aquilo naquele baile? Tudo bem, ela era uma semideusa e já havia visto qualquer porra que você possa imaginar. Desde mulheres galinha voadoras até homens altos o suficiente para usar um prédio como desodorante. Mas, cacete! Era para ser só a porcaria de um baile! Primeiro, três deuses psicóticos invadem a pista de dança, querendo roubar espaço. Típico dos deuses! Depois, jogam a merda de uma maçã dourada cantora de ópera, deve-se dizer: muito mal gosto para a tirania. E logo em seguida uma sessão de jogos vorazes começa em 4D, maravilhoso! Ingressos gratuitos, crianças! Mas morrer e voltar a vida num dormitório de semideuses é demais!

Kitt começava a acordar quando ela simplesmente virou um grande tapa no rosto do menino. Seus cinco dedos ficando marcados na pálida face do loiro, ainda era pouco para a série de facadas que ele havia deferido nela, like a estripador. Ridículo. Ela revirou os olhos pronta e preparada para descarregar uma série de palavrões bem selecionados para ele quando uma criatura com tromba e corpo de cachorro de rua surgiu boiando nos ares da porcaria daquele anfiteatro. Acontece que deuses vivem entediados, e, quando a droga de uma brincadeira da certo, logo eles querem fazer a parte dois. Deuses deveriam ser produtores de cinema, por que, definitivamente, são um fracasso de bilheteria e bom gosto. E os semideuses, pobres coitados com falta de amor próprio, simplesmente atuando na realidade sem nenhum cachê! Ou eles pensavam que os poderes eram uma ótima forma de retribuir? Puff, apenas genética!

Com a aparição do grande cachorro perneta, a loucura instalou-se em Gray. A menina doce e delicada, com um sorriso angelical e fã da bandeira LGBT (claro, por terem todas as benditas cores do arco íris) simplesmente estava puta! Se tem uma palavra para descrever... não, ela estava puta mesmo. Fula da vida, com certeza. Se não fossem deuses, ela certamente já teria dado uma voadora, e, claro, Tay teria ajudado com prazer! Acontece que a adrenalina instalou-se nela com uma presença muito marcante. Uma presença que a própria Tay já conhecia muito bem, Psiquê estava notando ela. Claro que a deusa simplesmente não ia fazer um convite em meio a uma redoma de sangue, Psiquê era fina e tinha classe. Mas a pequena Gray, obviamente, fisgara a atenção da deusa. Sarah parecia um tsunami, ela estava arrastando o corpo do seu namorado pelo anfiteatro ao mesmo tempo que puxava uma mesa para proteger-se. Mesmo daltônica, Baudry conseguia ver o caleidoscópio de cores rondando a semideusa, cada uma das cores se mesclando a outra, dando um jato de poder assim como o próprio Goku explode pura energia.

Em pouco tempo a aura de líder se instalara nela, era hora de agir. Quando Tay viu ela conjurar o pégasos, já sabia exatamente o que fazer. A garota respirou fundo, concentrou-se onde todos os semideuses estavam, graças a boa liderança de Sarah, esperava que os mesmos estivessem protegidos atrás das mesas. Ela sentiu a energia se formar em suas mãos, seus olhos adquiriram uma tonalidade cor de bronze e logo suas mãos se uniram, iluminando-se com aquele pequeno contato. Ela sabia que Sarah era perita em luzes, esperava que pudesse fazer proveito da pequena iluminação, mas, principalmente, do que ia fazer em seguida. Com sua mão acesa, ela colocou a palma no chão, de forma que pretendia criar um círculo de cor bronze, e, se tudo desse certo, criar um tremor de terra que desorientasse todos os monstros ali presentes. Dessa forma, os outros semideuses poderiam ganhar vantagem em seus ataques.

Poderes Utilizados:

Tremor III. (Nível 14 ) Ao direcionar a mão para a terra, um círculo mágico irá aparecer no solo e em uma luz bronzeada irá penetrar na terra e fará todo o chão tremer o suficiente causar um verdadeiro terremoto.

ROUPINHA:


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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Qua Nov 28, 2018 9:14 pm

Rêves
Don't you dream impossible things?
Então... Aquela era a sensação de, enfim, fechar os olhos para sempre? Quente e... reconfortante? Em um segundo a fúria dominava o rapaz, como nunca havia sentido antes, e, em um momento seguinte, encarando a prole de Hécate endemoniada e ouvindo o recado de Medeia, ele soube que estar vivo talvez não fosse grande coisa. A vida, simplesmente o fato de estar vivo e respirar, era algo insignificante. Ele engoliu em seco, engasgando-se com o próprio sangue que subia aos montes por sua traqueia, escorrendo pela boca. E então, naquele momento, naquele infame momento, ele sentiu paz. Viu as cenas ao seu redor como um vértice em uma mistura de câmera lenta e velocidade da luz, enquanto sentia a arma se desprendendo de seus dedos e seu corpo ficando pesado, desmoronando em direção ao piso do lugar, como um castelo de cartas em meio a ventania. E, por fim, fechou seus olhos sentindo os braços da morte o acolhendo e ninando sua alma como uma mãe faz com um recém nascido. Mas ele foi castigado novamente com a vida, ao sentir seu corpo formigando, um calor penetrando sua pele, sua garganta engasgando-o. Theon abriu os olhos e estava deitado ao lado de Visenya, tossiu e virou para o lado, vomitando a bebida que havia ingerido a pouco.

Um pouco recuperado, era hora de se levantar, mas, um pouco zonzo, viu a chegada de uns monstros estranhos. Cães com trombas de elefantes? Ele, definitivamente, não se lembrava de nenhum monstro desse tipo na mitologia grega. Passou o braço pela boca e engoliu em seco, foi a vez da prole de Íris convocar um pégasos e liderar os semideuses. Que ótimo filho de Zeus ele era, um fracassado que preferia ter morrido. Ela e Baudry pareciam em perfeita sincronia, protegendo todos os adormecidos e combinando seus poderes para manter os monstros longe o suficiente. Tay levara a mão ao chão, tentando convocar um terremoto. Aquilo certamente iria desestabilizar os monstros mas magias precisavam de cobertura, e, enquanto a bruxa preparava suas habilidades, ele resolveu dar cobertura. Como estava um pouco longe, não valeria a pena correr até ela, portanto, ele concentrou-se nas luzes do local, tentando sentir a estática e toda a energia elétrica que percorria os cabos. Fechou os olhos e soltou um grito gutural, que apenas representava o esforço que estava fazendo. Sua intenção era convocar um flash cegador, para que os monstros ficassem ofuscados pela luz e não atingissem a bruxa enquanto ela provocava o terremoto.

Poderes utilizados:

ϟ Flash cegador I [Nível 2]: Cega o adversário por alguns segundos com um pequeno flash de luz.


Roupa:


Aqui.


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Re: EVENTO — BAILE DE INVERNO publicado em em Qua Nov 28, 2018 9:44 pm

JUST HELL

Em um momento ele estava amaldiçoando Evan, no momento seguinte acordava ao lado de uma Aileen adormecida. Grogue, ele levou a mão ao rosto e tentou entender o que estava acontecendo. Como ele, logo ele, que possuía e entrava na mente das pessoas, pôde cair em um truque mental? Aquilo era praticamente impossível, Cavaleiros Oníricos tem muita resistência, suas mentes são treinadas para tal. Tinham de ser deuses, e, o pior: deuses muito além dos gregos. Ele suspirou e tentou levantar-se, ainda um pouco tonto. Sarah carregava o corpo do namorado, só não sabia se Evan estava dormindo ou... bom, ou morto. Mas ela parecia tão frustrada quando o próprio Calvin, tomando a dianteira da situação para conseguir acabar com os monstros, que haviam se multiplicado dentro daquele centro de carnificina. Sprouse levou as mãos até onde, supostamente, estariam suas armas mas foi ludibriado. Elas não estavam presentes. Também pensou que seus poderes talvez ainda não tivessem voltado mas seu sangue vibrava com a energia acumulada, e, ver Sarah invocando um cavalo com asas em meio a um baile de horrores, apenas fez ele perceber que realmente estava acordado. E, obviamente, os poderes estavam liberados.

Ele viu o pégasos subindo rapidamente, pôde reconhecer Tay, a prole de Hécate. Ela também havia morrido na ilusão e agora estava acordada ali, ao lado de vários semideuses adormecidos. Aileen ainda dormia, Sprouse não sabia o que estava rolando do outro lado da visão e temia, verdadeiramente, o que iria acontecer com ela. Engoliu em seco e logo viu a prole de Zeus, Theon, acordando, próximo ao bar. A morte do garoto parecia também ter sido um tanto violenta, tanto que o mesmo acordara vomitando. Foi então que os semideuses começaram a agir, tentando afastar os monstros dos amigos. Calvin precisava agir também. Tay preparava-se para um terremoto, Theon, na tentativa de cobri-la, invocou um flash cegante, Cal teve de fechar os próprios olhos na tentativa de evitar ser atingido pelo clarão.

Precisava proteger os amigos. Ainda não era um semideus tão poderoso quanto Sarah ou Tay, ou até mesmo como Evan. Mas tinha lá suas habilidades mágicas. O garoto fechou os olhos, levou as duas mãos a cabeça e começou a se concentrar. Seu foco era atingir os monstros, caso atingisse os amigos, todos estariam perdidos, e, definitivamente mortos. Mas precisava tentar. Imaginou os monstros e logo tentou induzi-los ao sono. Eram muitos, mas, se conseguisse fazer com que pelo menos metade adormecesse, já seria uma enorme vantagem.

Poderes utilizados:

— Os cavaleiros também podem induzir qualquer um ao sono, fazendo-os dormirem, poderão adentrar em suas mentes e serem meros observadores ou até mesmos conseguirem explorar o passado e encontrarem detalhes não percebidos anteriormente.
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