Heroes of Olympus RPG

[MvP ] Tay e Calvin vs A Bruxa

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[MvP ] Tay e Calvin vs A Bruxa publicado em em Dom Out 28, 2018 7:57 pm

Heroes of Olympus



A pequena prole de Hécate estava na floresta, imersa em seus pensamentos e treinamentos, alheia a tudo o que acontecia ao seu redor. Era um dia fresco e a floresta estava estranhamente calma, nada além do farfalhar das folhas era ouvido. Ao longe podia se ouvir o barulho das corredeiras de um pequeno riacho de águas tranquilas próximo ali. Com afinco, Tay praticava seus feitiços na esperança que sua mãe lhe agraciasse com sua presença. Contudo, Hécate era uma deusa exigente para com seus filhos e por mais que muito os amasse, sempre exigiria mais e mais deles, para seu próprio bem.

Calvin por sua vez perambulava pela floresta a esmo, ou pelo menos parecia ser. Rumores de um certo chalé fantasma se tornavam cada vez mais ouvidos pelo acampamento, principalmente depois dos relatos de uma prole de Poseidon. Por mais que andasse, por mais que procurasse nenhuma pista era encontrada e a prole de Hipnos ficava cada vez mais inquieto. Talvez fosse humor que andava tão inconstante devido aos constantes ataques do irmão ou até mesmo as noites mal dormidas desde que se desentendera com seu progenitor.

Tudo corria bem, até que a prole de Hipnos escutou uma voz familiar, que o fez ficar totalmente atento. Segurando sua arma, o semideus caminhou até uma pequena clareira, mas antes mesmo que ele se aproximasse, reconheceu a figura de sua noiva caída ao chão. Ao se aproximar notou que o braço direito dela, estava totalmente negro e o bracelete que a protegia quebrado ao chão do lado de seu corpo. A filha de Hefesto estava fria e não respirava, ao observar melhor notou que a maldição havia chegado ao coração dela e Calvin compreendia o significado disso.

Uma onda mágica acabou com a concentração da jovem mentalista, era possível senti-la e até mesmo quase toca-la de tão forte que era. Em um rompante se levantou, pegando suas coisas e saindo em disparada. Deparou-se com uma clareira, mas não havia ninguém lá. Como aquilo poderia ser possível? Mas a sensação de estar sendo vigiada nunca passava e seus olhos começaram a perceber os vultos que se moviam entre as árvores. Quem seria? Do meio da escuridão surgiu uma mulher trajando um vestido negro, sua pele era mais pálida que o comum. Em sus costas havia um manto e o mesmo possuía um capuz que ocultava sua face: — Eu não contava com a sua presença garota. Isso não vai ser nada bom. — Sussurrou ela. Em sua mão direita uma varinha negra apareceu, o que definitivamente não é um bom sinal.


Observações. :
- Tay e Cal. Bem-vindos a MvP de vocês!

- Calvin! Você está preso em uma ilusão. Quero que narre a busca pelo chalé fantasma e o momento que encontrou “Aileen” morta no chão. Ache uma maneira criativa de sair da prisão mental que a mulher te colocou.

- Tay, minha baby! Narre brevemente seu pequeno treino e forma brusca como foi interrompida por aquela magia tão poderosa. Você ainda não pode ver Calvin, somente quando ele se libertar da ilusão.

- Encerrem o post de vocês no momento que o combate direto com a bruxa ficar eminente.

- Pode usar os poderes, ok? Em spoiler no final, plis.

- E as armas ficam a escolha de vocês. Também em spolier no fim.

- Darei quinze dias para resposta.

- Duvidas? wpp, mp ou chat <3


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Re: [MvP ] Tay e Calvin vs A Bruxa publicado em em Seg Out 29, 2018 9:41 am

Only a Dream


Solução. Era a palavra que pairava na mente da prole de Hipnos. Após quatro anos, enfim, ele poderia ter uma solução para a maldição de Aileen. Visenya, uma prole de Poseidon, em uma de suas caminhadas pela floresta, acabou por encontrar uma cabana. Ela chegou a dizer que suas lembranças eram bem confusas em relação ao local mas que tinha um toque extremamente familiar com a história que havia ouvido entre ele e Aileen. O motivo de ter compartilhado? Era uma boa pergunta para a prole de Hipnos já que ele mesmo nunca nem havia visto ela pelo acampamento. Soube por Theon que ela era a novata de Poseidon mas se não fosse pelo filho de Zeus, Calvin continuaria às cegas.

Graças a Stokes, Sprouse conseguiu identificar a loira quando a viu, ela parecia intrigada e com certeza não estava lhe contando tudo o que sabia mas só o fato de querer compartilhar algo que pudesse ajudar, já estava de com tamanho.

— Olha, não sei de quem era ou quando foi construído mas o chalé estava lá, fica em uma clareira não muito longe da praia. — Ela contou quando ele foi encontrá-la. — Se eu fosse você, tentaria chegar pelo lado da orla, acho que vai ser mais fácil… — Ela fez uma pausa e o encarou com os olhos semicerrados. — E lembre de levar suas armas, as harpias gostam de perambular por lá.

Visenya parecia uma garota de poucas palavras e que estava fazendo aquilo mais por obrigação que por querer. Calvin pouco se importava com os motivos da semideusa, um chalé que poderia ajudar a descobrir a origem da maldição de All já era mais que o suficiente para ele. Se precisasse de mais informações? Faria uma nova visita ao chalé 03, mas, por hora, estava satisfeito.

[...

Suas pistolas estavam presas ao cinto e o sabre pendia atravessado em suas costas. Caminhando pela orla ele pôde sentir a maresia e os grãos de areia cedendo a cada passo que dava no solo. A praia do acampamento o enchia de lembranças, querendo ou não havia sido ali que tudo começara, ou melhor, ali era o lugar onde todas as suas melhores lembranças residiam. O sentimento que ele possuía pela prole de Hefesto crescera com o passar dos anos, agora Aileen não era mais aquela jovem de 17 anos que ele tinha medo de machucar, não era mais ingênua ou frágil. Ela se tornara uma mulher forte e determinada, aquela que ele queria que fosse sua por todos os dias, que pudesse acordar ao seu lado e sorrir apenas por ver seu rosto próximo ao seu.

E caminhando ali naquele lugar, ele sentiu uma onda de determinação se aprofundar em seu peito, assim como as próprias ondas desenham o mar. Suspirou profundamente e olhou para o sol, que começava a descer. Sabia que todas as coisas que viviam na floresta, fossem monstro ou chalés abandonados, só tinham uma chance maior de aparecer no fim da tarde. A escolha do horário fora estritamente proposital, mas, se o seu plano funcionaria ou não, era algo totalmente diferente.

Calvin suspirou e levou a mão ao coldre de uma de suas pistolas, pressionou-o com uma certa força de modo que os nós de seus dedos ficaram brancos. O semideus adentrou a floresta tomando cuidado para que seus passos não pudessem ser ouvidos, graças às habilidades de seu pai, ele conseguia ter os passos e o caminhar tão cuidadoso e silencioso como o de um deus alado, quase que como seu corpo pesasse apenas uma pluma.

[...]

Calvin já caminhava por cerca de meia hora quando uma voz bem baixa e distante chamou o seu nome. O semideus parou e prendeu a respiração, conhecia muito bem esse truque utilizado por monstros. Ciclopes, principalmente. Eles imitavam com perfeição a voz de conhecidos dos semideuses para atraí-los para armadilhas. O garoto engoliu em seco e aguçou os ouvidos novamente. E então ouviu.

— C-alvin… — Era Aileen. Ele podia ter certeza que era ela. Mas, mesmo assim, temia que pudesse ser um monstro tentando enganá-lo.

O semideus se virou na direção da voz e fechou os olhos, concentrando-se nos sons da natureza ao seu redor. Mas então conseguiu ouvi-la novamente. Era ela, tinha certeza. Quando conseguiu entender a direção da voz, Sprouse desatou a correr naquela direção. Agora já não se importava com sua presença ser notada ou não, só queria proteger Aileen. Certamente os boatos da cabana abandonada também havia chegado até ela e, conhecendo-a como ele conhecia, ela havia entrado na floresta sozinha para encontrar a fonte de toda aquela maldição. Por mais que ele a amassse, as vezes tinha vontade de socar o rosto da namorada.

Os galhos secos batiam em suas pernas e braços, marcando sua calça jeans e fazendo pequenos rasgos em sua pele mas em nenhum momento ele se importava. Seu coração começava a se apertar ao sentir que algo estava fora do lugar, que tinha algo errado ali e que Aileen poderia estar com problemas. O que viu no instante seguinte apenas confirmou tudo o que ele havia pensado.

Uma clareira se abriu a sua frente, parecia propositalmente feita para que desastres acontecessem ali. Uma sombra negra e escura se estendia pelo chão, onde a relva jazia morta. Havia uma casa ali, ou melhor, uma cabana. Calvin encontrara o lugar e com ele sua amada, largada no chão, me no meio de onde ficaria a cabana. O coração do semideus parou de bater naquele instante, ele sentiu uma pontada demasiadamente forte e correu para onde estava Aileen.

Seu rosto possuía um corte enorme acima do olho, no supercílio, da sua boca um filete de sangue também era destacado. O que mais chamou a atenção do garoto foi o tamanho da marca negra que se estendia pelo braço direito de Aileen, indo na direção de seu coração. Os olhos do semideus se arregalaram e lágrimas podiam ser vistas se formando em seus olhos. Os lábios dele estavam trêmulos assim como suas mãos que insistiam em vagar pelo rosto da namorada, contornando suas feições.

— Amor? Amor fala comigo, para de brincadeira… — Ele insistia, cutucando a barriga dela e puxando seu braço. — Vem amor, vamos voltar pro acampamento… Eles estão esperando a gente… — Calvin não queria acreditar, as lágrimas saíam de seu rosto de forma que borravam a sua visão e mesmo assim ele não queria acreditar no que estava vendo. — Aileen, por favor. Aileen acorda… Eu tenho a pista da cura, amor… Eu estou chegando perto.. — Ele segurou o rosto dela e sentou-se, puxando-o para seu colo. — Aileen nós vamos ser felizes, nós teremos filhos e vamos levar eles na escola. Vão ser dois: um garoto e uma garota. E eles vão brigar muito no início mas vão ser muito amigos. — As lágrimas rolavam enquanto o semideus se engasgava ao tentar falar. — E aí eles vão crescer e ser pessoas normais, longe dessas maldições… Longe dos deuses!

O semideus se curvou em direção a noiva e depositou um selinho demorado em seus lábios, desatando a chorar como uma criança no momento seguinte. A dor que dilacerava seu peito era tamanha que chegava a fulminá-lo, cada batida de seu coração era como uma facada dolorosa em direção a própria morte. Sua cabeça estava pesada e ele a sentia extremamente quente, seus olhos também estavam inchados. O semideus estava sem chão, tudo o que existia dentro de si havia morrido. Tudo o que ele era havia partido e só as lembranças haviam ficado, largadas no chão da floresta como o próprio corpo de Aileen.

— Levante-se Sprouse! — Uma voz familiar ressoou em sua mente. — Levante-se porra!

Mas Calvin ignorou, ele não queria mais nada, não tinha vontade de mais nada. Ficara em silêncio abraçado com o corpo de Aileen ali.

— Sprouse! Levante logo! Isso não é real! — A voz soou mais forte dentro de sua mente.

O semideus abriu os olhos e ergueu a cabeça, olhando ao redor e procurando algo mas tudo permanecia igual. A mesma sombra na grama, a mesma clareira e Aileen largada em seus braços.

— Calvin! Acorde! — E enfim ele reconhecera.

Morfeu. O semideus pôs o corpo de Aileen de lado e se levantou. Levou a mão ao coldre, sentindo suas armas. Olhou ao redor com um misto de atenção e defesa, para proteger o corpo da noiva. Não é real… Então significaria que… O jovem virou-se para Chonaill de forma rápida e analisou o corpo dela.

Que raios de roupa era aquela? Um vestido branco da década de 30, uma tiara em seus cabelos, unhas bem feitas, e uma aliança em seu dedo. Uma aliança que certamente não era a que ele forjara nas forjas do acampamento. O garoto engoliu em seco e toda a tristeza e morbidez que havia sentido começaram a se transformar em algo maior, mais quente e pior. Raiva e fúria começaram a se agigantar no interior do cavaleiro e ele levou as mãos a cabeça, puxando os próprios cabelos e soltando um grito estridente.

Conseguiu observar as camadas de sua mente, a ponta do iceberg e a profundidade dele. Calvin caminhou pelo bloco de gelo e logo saltou nas águas gélidas que o cercavam, nadando para as profundezas escuras e desconhecidas de sua mente, nadando na direção do próprio ID.
Então abriu os olhos e viu-se de pé, parado, em frente a uma mulher de pele cor de oliva e vestes pretas. A sua frente estava uma semideusa loira que ele já havia visto diversas vezes: Tay. Ele ergueu a sobrancelha e encarou a semideusa, vendo que ela olhava de forma intensa para a mulher a sua frente e já começou a entender o que havia acontecido. Ela havia colocado-o dentro daquela cena. Ódio e nojo começaram a crescer dentro do cavaleiro e uma sede pelo sangue daquela mulher logo começou a tomar conta dele.

PODERES:
— A mente dos cavaleiros é muito desenvolvida, podendo ir além do superego, chegando ao ego e ao próprio Id, que é a seção da mente que não se consegue acessar. Isso os torna extremamente inteligentes podendo ser comparados a proles de Athena, e, além de tal, muito observadores.

Passos de Anjos – Hipnos geralmente é descrito como um deus alado, por este motivo seus filhos ganham a capacidade de andarem de forma leve e graciosa podendo andarem sem produzir muitos ruídos e com uma grande furtividade.
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Custo de HP: Nenhum
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Re: [MvP ] Tay e Calvin vs A Bruxa publicado em em Seg Out 29, 2018 10:26 am

JUST HELL


O clima estava frio e Tay estava deitada em sua cama. Desde que voltara da casa de Alice, em uma de suas missões passadas por Quíron, não havia dormido direito. O que tinha passado naquela casa no Brooklyn, não sairia de sua cabeça nem tão cedo e Nymeria estava ali para lembrá-la que não era apenas um sonho.

A gata voltara bastante debilitada e, se não fosse por Lux, talvez até houvesse morrido, se é que isso é possível.

A pequena levantou-se e caminhou até o banheiro onde, ao despir-se, notou algumas manchas – agora claras – por seu corpo, marcas de seus treinos de corpo a corpo na arena. Tomou um breve banho e quando saiu do banheiro, decidiu que deixaria sua gata descansando.


Não era lá muito fã de treinos na arena mas, dessa vez faria algo diferente. Tinha de começar a treinar com armas de verdade e não apenas usando seus poderes afinal de contas, não iria se esconder para sempre atrás de feitiços.

Cada feiticeiro tinha suas próprias preferências e ela ainda não havia se identificado com nada. Surpreendeu-se por estar sozinha na arena àquele horário.

Caminhou até onde localizavam-se as armas reservas e decidiu escolher uma e combater alguns bonecos de palha. Escolheu uma lança de bronze que ali havia e caminhou em direção aos bonecos. Ao todo eram cinco e a garota posicionou-se bem no meio deles.

As criaturas de palha a fitavam com seus olhos inexpressivos, o que fez o sangue da garota gelar levemente. Passou a lança de uma mão para outra testando seu equilíbrio – que era muito bom por sinal – e logo correu para o primeiro boneco. Não sabia como conseguia fazer os golpes agilmente, da última vez que pegara uma arma fora totalmente desajeitada. Tentou estocadas laterais no boneco e algumas esquivas como se ele estivesse mexendo-se.

Virou-se de costas e logo desviou novamente desferindo golpes inferiores e superiores alternadamente acompanhados de alguns giros de um lado para outro. Nesse ritmo ela variou um pouco de bonecos indo alguns e em pouco tempo percorrendo a todos.

Um pouco ofegante, Tay decidiu testar seus novos poderes.

—Vamos lá… Acho que agora está bom. —A garota virou-se para o centro e concentrou-se lentamente suspirando tal como fazia antes de executar um feitiço novo. Havia visto o feitiço em seu livro e o nome estava flutuando em sua mente. — Bombarda! —Nesse momento um jato de ar saiu de dentro de Tay indo na direção dos cinco bonecos e fazendo-a girar instantaneamente.

O jato de ar fora tão forte que conseguiu arrancar algumas partes dos bonecos. A garota olhou abismada para o estrago que acabara de fazer.

—Uau, podemos testar outro feitiço novo... — Ela pôs a mão no queixo e começou a olhar dentro de sua mente em busca de um feitiço para executar naquele momento.

Após alguns segundos pensando, decidiu o que seguiria.

—... —Quando ia começar a falar sentiu uma nova presença na arena.

Virou-se rapidamente olhando ao redor quando percebeu uma presença. Era Nymeria. Ela havia a seguido até ali mas a olhava de forma diferente, parecia ter melhorado cinquenta por cento desde a última vez que a vira em seu dormitório.

—Está indo bem... —Nymeria falou para Tay fazendo-a arregalar os olhos.

—Co-como isso é possível? —Sussurrou mais para si que para a pantera a sua frente.

—O que? Falar comigo? —A gata tinha um olhar divertido para a garota.

—S-sim....

Foi então que a prole de Hécate sentiu uma presença mágica vinda da floresta. Nymeria também pareceu notar pois suas orelhas se viraram naquela direção e sua cauda logo ficou de pé. Seus pelos se eriçaram e ela nem precisou dizer nada, Tay já sabia que era magia negra.

A garota fez um sinal para que a gata logo lhe acompanhasse e esta assim o fez, correndo ao lado da dona conforme ela adentrava na floresta. A mata fechada fazia com que a semideusa perdesse um pouco de velocidade e por isso puxou a varinha de seu bolso, transformando-a em uma espada para que pudesse cortar os obstáculos à sua frente e conseguir correr um pouco mais.

As orelhas de Nymeria se moviam de um lado para outro, ouvindo atentamente os sons da floresta e também prestando atenção na presença mágica que estava por ali. Tay engoliu em seco quando adentrou na clareira. Era bem aberta para um local comum e com certeza tinha a presença de magia ali. Uma magia muito antiga e regida por uma maldição. Nymeria virou-se para trás e seus pelos logo se eriçaram por completo, a semideusa fez o mesmo e se deparou com uma mulher de pele azeitonada.

— Proles de Hécate! Sempre invadindo a porra do meu caminho! — Gritou ela, olhando furiosamente para Tay.

— Desculpe mas… que? — Ela ergueu uma sobrancelha e encarou a mulher.

— Não se faça de desentendida! — A mulher apontou o dedo para ela, sua unha estava pintada com um esmalte azul que certamente não era nem um pouco assustador, parecia algodão doce.
— Se você fosse mais bonita eu até te chamaria para sair, mas sabe, meu padrão é um pouco alto já que eu saio com as filhas de Afrodite. — Deu de ombros. — Talvez se você não usasse tanta magia negra essa sua boca fosse um pouco mais limpa também.

— Tay! — Nymeria bufou, indignada.

— Só verdades, Nymeria, só verdades.

A mulher olhou para a prole de Hécate e ergueu a mão conjurando uma esfera negra, mas, nesse instante um semideus se materializou atrás dela, seu olhar não parecia muito amigável. Provavelmente ela havia prendido-o dentro de uma ilusão.

— Olha só, uma festinha! — Tay sorriu olhando para a mulher.

ARMAS:

PALKA: Feita de carvalho, coração de dragão e possuindo 15cm, é uma varinha que adapta-se perfeitamente a mão da prole de Hécate, proporcionando-lhe liberdade para conduzir seus feitiços com êxito. Quando quer, a prole da deusa da magia pode transformá-la em uma espada de prata com cabo de carvalho e com suas iniciais gravadas na guarda. A espada é leve e tem equilíbrio perfeito, podendo ser altamente afiada e perfurante, movendo-se tal como magia, de uma forma que os olhos não acompanham. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

MANTIYA: Consiste em um manto de seda escuro e bordado, cheio de arabescos e desenhos não interpretados, como se inscrições de feitiços muito antigos. A capa é extremamente fina e praticamente transparente. Se vestida normalmente, parece um manto comum, porém, ao ser virada pelo avesso, deixará a prole de Hécate e quem a vestir, totalmente invisível. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

PODERES:


PODERES PASSIVOS:

•Aura do mistério: Por ser filha de Hécate, a deusa da magia e mistérios da noite, seus filhos tendem a ter uma personalidade bem próxima disso. Uma aura mágica influencia diretamente na personalidade deles, tornando-os um atraente mistério a ser desvendado pelos demais semideuses.

•Dimon: O Dimon é a personificação da alma de seu dono, no caso os filhos de Hécate, os Dimons tem forma animal ainda não definida, enquanto jovem(período de 1 semana depois da reclamação) ele pode se transformar em qualquer animal que ele quiser, mais quando o adultos eles ficam com uma forma fixa. Tem uma HP específica, que tomaria conta da energia do filho de Hécate. Quando a HP chegar ao fim, o filho de Hécate não pode mais usar energia, como se ela tivesse acabado. E depois de um descanso de duas ou três horas, ela recarregaria novamente, pronta pra ser usada. E quando esgotado, o espírito some, só voltando quando estiver completamente descansado dentro do semideus.

•Passos noturnos. A noite seus passos tornam-se silenciosos, sendo possível uma aproximação sutil e sem barulhos, possibilitando que se aproxime facilmente do seu oponente, sem que ele a (o) perceba.


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Re: [MvP ] Tay e Calvin vs A Bruxa publicado em em Seg Nov 05, 2018 6:36 pm

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A magia era uma potente arma, se usada de maneira sensata e para o bem, era capaz de fazer maravilhas e ajudar a quem precisasse. Contudo, se usada para o mal, as trevas causavam um dano irreparável. E definitivamente, a magia daquela mulher não havia nada de benéfica. Onde seus pés tocavam a pouca vida se dobrava e esvaia, como se um sopro de morte emanasse de seus pés. Não era como os filhos de Thânatos ou Nyx, era algo muito mais sombrio e aterrorizante.  Era uma magia muito poderosa e antiga, nem mesmo Tay já havia visto algo como aquilo.

Uma esfera negra e cintilante surgiu em uma de suas mãos, ela girava e era como se o ar ao redor também girasse se tornando negro. De acordo com a vontade da bruxa a esfera crescia e pequenos raios purpura podiam ser vistos.  Mas antes que pudesse usa-la contra a jovem prole de Hécate, o jovem saiu de sua prisão ilusória, voltando a realidade. Ela fechou as mãos e a esfera desapareceu, um sorriso pálido tomou seus lábios, mas esse ainda estava escondido pelo capuz negro. Os dedos esguios e pálidos escorregaram pelo tecido escuro o puxando para trás. Ela não era mais velha que a dupla, mas a palidez de sua pele era assustadora. Sua aparecia era mórbida, porém, bela.

De seus lábios, escapavam palavras estranhas, mas pareciam uma canção, era algo em um idioma em que eles não conseguiam compreender, mas a filha de Hécate podia com clareza sentir a forte magia que elas produziam. As sombras pareciam ganhar vida ao comando da bruxa, seguido até ela e envolvendo o trio cada vez mais, engolindo o dia: — Tenebris Sectas! — Murmurou a desconhecida em um tom que fazia qualquer um arrepiar. Das sombras emergiram garras negras que atacavam os semideuses. Em Tay buscavam rasgar seu pescoço e braços, enquanto Calvin era atacado em seu abdômen. Apesar de ter sido um ataque forte, algo dizia que ela ainda estava escondendo seu verdadeiro poder, aquilo ainda era apenas um teste para os dois.  


Observações. :
- Tay e Cal. Bem-vindos a MvP de vocês!

- Ok amores, o primeiro ataque foi feito. Se protejam, esquivem, usem contra magia, ou qualquer coisa, mas será apenas permitida uma ação por vez.

- Podem fazer seus ataques e encerrem o post após o fazê-lo.

- Pode usar os poderes, ok? Em spoiler no final, plis.

- E as armas ficam a escolha de vocês. Também em spolier no fim.

- Darei quinze dias para resposta.

- Duvidas? wpp, mp ou chat <3


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“Tenebris Sectas” - Garras das sombras. Energia negra desprende-se das sombras, atacando feito garras os seus inimigos. Dano físico elemental de escuridão em 25hp. Requer nível 10. Gasto de Energia: 25. Duração: duas rodadas.



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Re: [MvP ] Tay e Calvin vs A Bruxa publicado em em Ter Nov 06, 2018 9:07 am

JUST HELL


Que raios de palavras eram aquelas? Tay ergueu a sobrancelhas e antes que pudesse pensar em qualquer coisa, sentiu a aura densa das sombras cobrirem o seu corpo. Ela grunhiu mas garras advindas das sombras já lhe golpeavam. As unhas amareladas e grandes deixavam seus braços levemente arranhados e seu pescoço marcado, de forma que ela se sentisse sufocada e tossisse. Tay imaginou de onde aquelas mãos viriam e a primeira coisa que passou por sua cabeça foi: mundo inferior. Okay, pele pálida, rosto esbelto, magia das sombras... Uma filha da noite? Talvez sim, talvez não. A garota ainda estava confusa, ainda mais com mãos advindas do jardim de Satã cutucando o seu corpo.

Salém estava agitado ao seu lado, sua calda estava levemente grossa, seus pelos eriçados e os olhos azuis ferinos, observava as mãos surgirem ao redor de sua dona e ficava indo e vindo, de um lado para outro, sem saber o que fazer. Naquele momento o coração de gele da menina se derreteu, queria pegar seu gato nos braços, dar um chute no meio das bolas de Calvin, por ser tão inútil, e arrancar fora o manto daquela rapariga. Mas, ao invés disso, concentrou sua magia e tentou focar na mulher. Certamente ela não conseguiria desfazer o feitiço, ironicamente falando, com um passe de mágica. Tinha de atacar o alvo do próprio ataque. É como fechar uma fábrica de chocolates comendo a própria mercadoria.

Tay afastou suas pernas, pegando equilíbrio para se concentrar apesar das mãos esqueléticas advindas do cu do Hades. Fechou os olhos, juntou as mãos e concentrou sua energia ali. Ela sabia que tinha de poupá-la ao máximo, estava fodida e se gastasse energia desnecessária teria de apostar na luta corpo a corpo. O problema é: bruxas não lutam no corpo a corpo e a mulher a sua frente possuía energia para dar e vender. Tinha de contar com Calvin, porém, ah, é verdade: ele era completamente inútil ali.

— Lorem! — Falou, abrindo os olhos e fazendo com que três lâminas de magia surgissem em suas mãos, atirando-as contra a mulher: perna, abdômen e ombro. Se acertasse pelo menos uma, seria a distração perfeita para a magia se enfraquecer e ela correr para um lugar mais iluminado, onde as sombras não a atingiriam com tamanha intensidade, ou até mesmo ganhar proximidade e transformar Piko em espada, para cortar os cabelos daquela puta mau comida.

ARMAS:

PALKA: Feita de carvalho, coração de dragão e possuindo 15cm, é uma varinha que adapta-se perfeitamente a mão da prole de Hécate, proporcionando-lhe liberdade para conduzir seus feitiços com êxito. Quando quer, a prole da deusa da magia pode transformá-la em uma espada de prata com cabo de carvalho e com suas iniciais gravadas na guarda. A espada é leve e tem equilíbrio perfeito, podendo ser altamente afiada e perfurante, movendo-se tal como magia, de uma forma que os olhos não acompanham. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

MANTIYA: Consiste em um manto de seda escuro e bordado, cheio de arabescos e desenhos não interpretados, como se inscrições de feitiços muito antigos. A capa é extremamente fina e praticamente transparente. Se vestida normalmente, parece um manto comum, porém, ao ser virada pelo avesso, deixará a prole de Hécate e quem a vestir, totalmente invisível. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

PODERES:


PODERES PASSIVOS:

•Dimon: O Dimon é a personificação da alma de seu dono, no caso os filhos de Hécate, os Dimons tem forma animal ainda não definida, enquanto jovem(período de 1 semana depois da reclamação) ele pode se transformar em qualquer animal que ele quiser, mais quando o adultos eles ficam com uma forma fixa. Tem uma HP específica, que tomaria conta da energia do filho de Hécate. Quando a HP chegar ao fim, o filho de Hécate não pode mais usar energia, como se ela tivesse acabado. E depois de um descanso de duas ou três horas, ela recarregaria novamente, pronta pra ser usada. E quando esgotado, o espírito some, só voltando quando estiver completamente descansado dentro do semideus.

PODERES ATIVOS:

“Lorem” - Feitiço de dardos, que cristaliza na forma de projéteis a magia do usuário, lançando até três disparos como se facas de arremesso. Possuem aparência translúcida e textura de cristal. O dano provocado é de 10hp. O acerto dos disparos dependerá do narrador e da qualidade do post do mago; Requer: Nível 03. Gasto de Energia: 15. Destinado a: Feiticeiras de Circe e Filhos de Hécate. Duração: os três disparos ficam guardados até que o semideus decida usá-los, mas só pode usar esta magia novamente com um intervalo de duas rodadas.



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Re: [MvP ] Tay e Calvin vs A Bruxa publicado em em Ter Nov 06, 2018 9:29 am

Only a Dream


De repente o semideus sentia-se novamente em um de seus pesadelos arquitetado por seu detalhista irmão Phobetor. As árvores pareciam mais densas e sem cor, o céu parecia distante e profundo demais para ser observado, as sombras se alongavam no chão como que mortos erguendo-se das catacumbas. A mulher proferira algumas palavras, quase em tom melódico. O que queriam dizer? Ele não fazia a mínima ideia, apenas engolira em seco e observara o que poderia estar acontecendo ao seu redor. Foi aí que viu Tay ser engolida pelas sombras, mãos pareciam surgir atrás dela, puxando-a para dentro do próprio breu. Ele deu um passo para trás mas aquela magia parecia te-lo engalfinhado também. Logo sentia-se mais pesado, com as sombras ao seu redor, sufocando-o.

Mãos esqueléticas e gélidas surgiam atrás de si, rasgando sua camisa, deixando-a em frangalhos e logo em seguida rasgando sua própria pele, como sedentas por seu sangue. Calvin rangeu os dentes e tentou segurá-las, afastá-las mas não adiantava, eram feitas apenas de sombras ao toque, como se não passasse de uma ilusão. Será que poderia? Nesse momento ele percebeu uma movimentação a sua frente, a prole de Hécate havia unido as mãos e dito alguma palavra, no momento seguinte ele viu três lâminas prateadas surgirem de suas mãos e irem em direção a mulher. Perfeito.

O jovem concentrou-se e fechou os olhos. Mentalizou Phantasus, Morfeu e seu próprio pai. "Eu sou um cavaleiro, me deem força!" E tentou focar-se na bruxa a sua frente, ignorando a onda de dor que vinha acima de si. Tentou deixá-la sonolenta o suficiente para que pudesse adentrar em sua mente, descobrir algo sobre ela, conseguir destruí-la.

PODERES:
— Os cavaleiros também podem induzir qualquer um ao sono, fazendo-os dormirem, poderão adentrar em suas mentes e serem meros observadores ou até mesmos conseguirem explorar o passado e encontrarem detalhes não percebidos anteriormente.


Calvin Sprouse Filhos de Hipnos
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