Heroes of Olympus RPG

[BMO] Rachid I. Schmul - Thousand Enemies.

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[BMO] Rachid I. Schmul - Thousand Enemies. publicado em em Dom Out 21, 2018 4:34 pm


Mil inimigos.


Tópico destinado a BMO de Rachid Imtithal Schmul.




Rachid I. Schmul Filhos de Poseidon
Príncipe com Mil Inimigos

Mensagens : 17

Data de inscrição : 11/10/2018

Idade : 15

Localização : Acampamento - Chalé 3


Ficha do Semideus
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Re: [BMO] Rachid I. Schmul - Thousand Enemies. publicado em em Seg Out 22, 2018 10:47 am


[⅓] - Atenção indesejada.



Quarta noite com sonhos desconexos envolvendo um rádio amaldiçoado, dezoito mulheres vestindo camisetas com a estampa “Dionísio é D+”  e uma cigarra gigante que estava querendo me matar. Despertei me sentindo um lixo, não sabia o que aquilo significava e muito menos tinha vontade em tentar perguntar algo a mais sobre isso. Tomei café da manhã com os demais campistas e voltei para o chalé. Tudo estava tão tranquilo até receber a materialização de uma deusa e para surpresa de alguns era nada menos que Éôs: Deusa do amanhecer e do orvalho. O momento fora em um horário da manhã qualquer, embora fosse inoportuno para a grande maioria ela parecia ser simpática e inconsciente de como era encantadora, especificamente em tal horário. Cabelos dourados, sorriso brilhante e um “shape” difícil de ignorar ainda mais quando penas vermelhas de suas asas cintilavam em dourado. Sim, ela também tinha asas como um anjo.

— Então senhora… —

Tentei iniciar uma simples conversa mas ela me cortou rapidamente com sua voz angelical. Era extremamente difícil ficar calmo com aqueles olhos dourados e o sorriso brilhante voltados para você, sem contar a áurea pungente de poder que todo deus fazia questão de mostrar, mas diante da ideia que a mulher era uma deusa fiz o possível para expor um semblante neutro e desinteressado, seria um movimento tolo olhar tal deidade com a noção mortal.

— — Pode me chamar de Éôs pois tenho uma tarefa para você, filho de Poseidon. Em específico preciso que você vá até a Pensilvânia em busca de algo que se escapou. — —

Era a minha primeira vez recebendo um pedido de uma deusa, mas já podia sentir que nada de bom poderia vir de tais tarefas, sendo assim tentei mudar o alvo para alguém mais preparado.

— Ah, pode me chamar de Rachid, Deusa Éôs... Senhora... Creio que exista veteranos muito mais preparados. Posso chamar alguns deles para a senhora? Não vai levar muito tempo! —

Conversando com os demais campistas eu já podia perceber que nunca era só isso; pois eu já tinha noção que o meu “status” era de “O garoto novo dos deuses”. Sendo assim eu já tinha uma boa ideia que os mesmos costumavam fazer demandas pesadas para qualquer herói em potencial, ao menos até serem quebrados por algum evento traumático e nunca mais serem usados novamente.

— Rachid… —

Falou lentamente como se estivesse memorizando, no mesmo instante pude sentir que aquilo não poderia ser um bom sinal pois seu olhar havia mudado.

— Tenho plena ciência de você e eu quero você! Para esta busca, preciso de alguém como você. Tens doze horas para chegar até o estado da pensilvânia e auxiliar minha filha ou vou lhe visitar novamente, e, pode ter certeza que não será para lhe parabenizar. —

Ela passou ao meu lado pousando a mão em meu ombro, sua presença próxima e seu perfume era como uma manhã fria coberta de nuvens, sentir a umidade aumentar no entanto antes que eu pudesse definir ou até mesmo sentir algo sólido por sua aproximação a dor me sobreveio me movi por puro reflexo e onde sua mão encostou pude sentir que algo estava errado, mas antes de até mesmo conseguir reclamar ou até mesmo olhar para ela novamente já desaparecido do local.

Eu estava incomodado em ser arrastado para essas tarefas, uma vez que não havia muito tempo no acampamento deveria estar aprimorando minhas habilidade de sobrevivência e gradualmente me tornando um herói melhor, mas tudo se arrastava para os desejos egoísta de uma deusa que nem mesmo meu parente divino era.

Minha camisa estava marcada com três dedos finos, minha pele havia recebido uma breve marca de dedos como um sinal provável ameaça. Certamente eu já não estava muito a fim de encontrá-la, muito menos cumprir sua tarefa de espontânea vontade.

Após tal evento segui para a casa grande em busca Quíron e de sua orientação, explicando o ocorrido esperei esperançosamente pela sua recusa mas o que me surpreendeu é que ele apenas ponderou por um tempo… Aparentemente Senhor D estava fora do acampamento deixando total autoridade para o Centauro decidir.

— Êôs é uma deusa com uma maldição quando se envolve com mortais, temo por você que atraiu sua atenção tão jovem. Mas creio que ela só irá agir daqui a alguns anos, sendo assim não vejo motivos de proibir você de seguir com tal busca pois tenho confiança em você. Claro, você pode recusar este pedido; mas isso pode acarretar em ainda mais sofrimento em seu futuro Rachid. —

Quíron que se encontrava em sua forma de cadeira de rodas já estava me deixando um pouco intimidado, pois aquela história da deusa conter uma maldição quando se envolvia com mortais e que eu ainda seria visitado por ela futuramente estava me deixando cada vez mais irritado, mas ainda assim conseguir responder.

— Eu não queria ir para fora em tão pouco tempo, logo depois de ter perdido tantas coisas... Mas se é assim que vai ser, eu vou. —

Eu sabia que havia muito poucos heróis que conseguiram enfrentar seu destino sendo assim por mim tudo bem, estava seguindo até ele se era isso que me aguardava.

O centauro parecia ter compreendido muito bem o meu ponto de vista, tornando assim a comentar de um modo totalmente compreensivo ajudando-me a seguir em frente mesmo que eu alimentasse uma ideia errada.

— Quer que eu mande alguém com você? Você deve estar ciente dos perigos para alguém como você, não é fraqueza ter companheiros em uma busca. —


Eu sentir minhas insegurança tomando conta, pois havia uma boa proposta ali mas eu sabia seriamente não poderia aceitá-la. Pois havia também a ideia de perder ainda mais pessoas, me trazendo um estigma de não querer me envolver ainda mais com outras pessoas. Sendo assim mesmo que por agora eu teria de alimentar a pequena esperança em encontrar pessoas nas quais eu pudesse confiar, pessoas que eu não teria de me preocupar em perder e me culpa por ter atraído monstros por causa de minha herança herdada de Poseidon...

— Não… Eu não tenho companheiros, então fico melhor sozinho. Alguém em que não confio vai ser apenas um atraso. —

O centauro demonstrou certa preocupação com a resposta, ele mesmo reconhecia que alguém assim traria riscos a companheiros, mas apenas aceitou, deveria entregar um voto de confiança ao semideus.

— Entendo… Ao menos deixe que eu peça para argos lhe levar até a rodoviária, e este não é um pedido. Creio que precisa de algo a mais? —


— Não senhor. —

— Claro que precisa. Tome isto. —

Retirou da gaveta entregando-me um envelope de cor parda, um pouco gordo e ao abrir este continha cerca de 300 dólares.

— Certo, este é todo o suporte que as leis antigas me permitem com isso, irei pedir para o chalé de Poseidon tecer a sua mortalha, desejo boa sorte em sua busca semideus. —


Eu estranhei o modo como ele citou a mortalha, realmente? Realmente aquele pedido de Èos era uma busca tão perigosa? Eu havia sido um pouco inocente em ter levado isso em frente mas agora o meu desejo de sair e ser útil contrastava com o medo de não agir…

Reunir tudo que precisava em menos de meia hora; uma mochila, casaco, armadura e o tridente. Restando apenas esperar por Argos: o guarda de segurança do acampamento. Eu já havia visto ele apenas uma única vez, mas apenas agora eu reparava na quantidade de seus olhos, uma vez que havia até mesmo um globo ocular em sua língua… Decidi não tentar olhar muito para ele.

O trajeto até a rodoviária levou cerca de vinte e cinco minutos de carro, viagem tranquila e silenciosa. A despedida de Argo fora ainda mais silenciosa, apenas um aceno de cabeça retornando ao carro e partindo retornando para o acampamento. Sem pestanejar segui para o guichê comprando a passagem interestadual. O próximo ônibus para Pensilvânia estava previsto para chegar em uma hora e meia o que me deixava com uma hora de tempo livre, sendo assim teria algum tempo para matar e nada melhor que isso do que comer.

Segui para o MCdonald's mais próximo sem me importar com os boatos, este que quando um monstro morre uma dessas lojas era magicamente construída, certamente poderia ser um boato da concorrência.

Apenas decidir parar de pensar sobre o novo mundo em que estava e nas questões em que não poderia responder. Peguei um dos combo básico e me sentei inconsciente das pessoas a minha volta, restaria ainda quarenta minutos até o ônibus chegar.

Eu me deliciei com o lanche, fazia semanas que a comida do acampamento era o máximo que se conseguia comer, embora pudesse escolher o que mais gostava ainda era difícil encontrar o “Junk Food” tradicional.

Logo depois que esses pensamentos aparecem em minha cabeça já havia terminado o meu Mclanche feliz. Quando fui surpreendido por uma figura me roubando, esta que saiu correndo levando minha mochila. Me levantei no mesmo instante enquanto derrubava a bandeja chamando ainda mais atenção para a cena, mas pude ver que seguia para a direção do estacionamento. O que me surpreendeu que a pessoa era rápido, pois estava correndo mais rápido do que qualquer animal que eu já vira, desaparecendo num piscar de olhos entre os carros. Não havia tempo para pensar ou esperar, seguir cortando caminho pelo jardim lateral. Ativei meu tridente em forma de adaga. Em sua urgência, acabei pulando alguns metros sobre uma das cercas mas finalmente avistei a figura desaparecendo logo a frente virando a esquina então corri atrás dela.

O funcionário era estupidamente rápido, deixando até mesmo preocupado que que tal pessoa fosse atropelar alguns dos carros. Tentei alcançá-lo, mas provou-se impossível para chegar próximo a ele. Corri rápido o suficiente para que permanece-se vagamente à minha vista. Porém pelo contrário, houve várias vezes que fui quase atingido pelos carros, por quase três vezes tive de pular capuz. Não importava o quanto eu me esforçava não consegui me equiparar a velocidade dele, apenas conseguir chegar próximo fora quando ele entrou em um pátio abandonado, passou pelo jardim chegando em uma casa e inocentemente segui.

A pessoa era estupidamente rápida, deixando até mesmo preocupado que que tal pessoa fosse atropelar alguns dos carros. Tentei alcançá-la, mas provou-se impossível para chegar próximo a ela. Corri rápido o suficiente para que permanece-se vagamente à minha vista. Porém pelo contrário, houve várias vezes em que fui quase atingido pelos carros, por quase três vezes tive de pular capôs. Não importava o quanto eu me esforçava não consegui me equiparar a velocidade dela, apenas conseguir chegar próximo fora quando ela entrou em um pátio, passou pelo jardim chegando entrando em uma casa e inocentemente segui.

Assim que passei pelo pátio chegando no meio do jardim algo começou a se ergue na minha frente, areia e mais areia por fim se revelando um Golem… Eu não sabia muito sobre tais criaturas para dizer a realidade nem mesmo o acampamento havia avisado sobre tais seres, reconhecia apenas pela sua aparência atarracada e robusta.

Sem tempo a perder partir contra o monstro mudando a adaga para o tridente em um golpe em forma de varredura contra uma de suas pernas, de fato parecia uma boa ideia mas ao momento em que acertei sentir o choque reverberando pelo metal chegando em minhas mãos, por pouco não larguei o tridente. Recuei no exato momento em que ele se virou tentando um tapa esmagando o chão com tal força que os detritos voaram me acertando causando diversas pequenas lacerações. Com total ciência percebir que o golem não era feito de areia normal, provavelmente havia algum tipo de mágica embutida que o deixava tão duro como metal.

Com a confirmação de sua constituição anormal, desencadeia meu poder utilizando de uma das torneiras do jardim, enviei um jato contra o braços esquerdo forte o suficiente para acabar com tal membro, mas para minha surpresa ele logo regenerou tal parte rapidamente. No entanto em um movimento reflexivo percebir que ele ergueu o braço tentando defender sua garganta e alí, havia um cristal. Apenas pude compreender com um sorriso nervoso, aquele era o coração do golem o que mantinha toda sua composição em pé. Engoli em seco, definitivamente haveria lutas em que eu não poderia depender apenas de meu corpo.

O golem socou novamente, mas desta vez conseguir antecipar e aproveitar tal ato para subir em um de seus braços. O outro braço fora em minha direção quando gritei em plenos pulmões manipulando com a hidrocinese enviando água na tentativa de desfazer o outro braço transformando-o em areia molhada que se desfez ao chão, esta era a brecha que precisava. De forma estúpida saltei contra o pescoço do golem no mesmo instante em que minha arma mudava para uma lança na qual me contorcia para golpear a garganta do golem, mas finalmente atingindo e destruindo seu núcleo a luta havia acabado.

Quando o mesmo se desfez despenquei de quase dois metro e meio e por sorte a areia amorteceu o pior da queda. Tendo de seguir em frente coberto da cabeça aos pés com areia entrei na casa.

Encontrei a pessoa, mas para falar a verdade ela havia me encontrado primeiro, pois estava sentado no topo da escada.

— Devolva! —

Ergui o queixo e apontei sinalizando para mochila em sua mão, simplesmente era estranho ela ter corrido todo o caminho para estar parado no topo da escada, algo não me fazia bem naquele lugar. A mochila era mesmo importante; roupas, e 280 dólares e mais o guiché para o ônibus para a Pensilvânia.

— Ah, sim. Tome. —


E jogou a mochila do alto da escada até meus pés, conferi e estava tudo ali… Algo definitivamente não cheirava bem.

— Então não tomarei esse exercício como ofensa. —


Quando estava para sair percebir a porta trancada, sério de agora em diante estaria atento sempre à porta.

— Eu sou Prótoe uma das menádes. E você Semideus? —

— Eu sou Rachid, desprazer em conhecê-la… Mas o que é uma Menáde? —

Não apresentou nenhum tipo de aversão a minha pergunta apenas respondeu com um pequeno sorriso.

— Somos seguidoras de Dionísio, então… Qual o motivo de estar aqui jovem semideus? Nosso culto é apenas na semana que vem. —

— Ah? — Era estranho considerando que estava perseguindo a ladra alguns minutos atrás e estava alí por isto, apenas ignorei e tentei sair novamente.

— Então, estou me retirando com a sua licença. —


Fiz uma baita força tentando abrir a porta, mas ela não se mexia.

— Mas já que está aqui, minhas irmãs irão adorar-tê-lo aqui como um ilustre convidado para mais um culto. Podemos fazer um exceção excepcional para alguém como você. —

Eu não entendia o motivo daquela insistência. Sua lógica era completamente perturbada.

— Olha Prótoe tenho de entrar em um ônibus e não estou interessado em um culto do senhor D, pode me libertar dessa? —


— Eu ainda me lembro de nossos rituais sendo tão maravilhosos que mesmo depois da queda da última cidade grega, nossos ritos ainda foram introduzido em Roma 200 A.C, a grécia influenciou esse rituais os bacanais eram realizados em segredo e com a participação exclusiva de mulheres no bosque de Simila, perto de Aventino… —

Enquanto eu estava cagando para sua narrativa estava tentando destruir a porta, aparentemente não conseguir destruí-la parecia ser mais dura que o golem do lado de fora. Pela breve história a ninfa e suas irmãs na minha frente tinha mais de 2200 anos, considerando que eu me encontrei com uma deusa hoje de manhã a minha tolerância a seres poderosos e antigos estava bem forte por isso pouco me importei com suas palavras e continuei a golpear a porta.

— Posteriormente, os rituais foram estendidos aos homens mas fora denunciado por um jovem que se recusava a participar das celebrações… Um jovenzinho como você… Sabe o que aconteceu depois? —

O tom de voz dela começou a flutuar para algo levemente hostil, estava começando odiar ficar preso com tal pessoa que tinha uma lógica totalmente diferente da comum, dificilmente tudo que eu falasse levaria a um único caminho - participar do bacanal. Por isto fiquei em silêncio esperando ela terminar aquilo tudo.

 — O Senado, temendo que houvesse alguma conspiração política em meio ao nossa cerimônia, proibiu as festas e prometeu recompensas a quem desse informações sobre os rituais. Levando a punições severas… —

Ficou em silêncio, esperando algo, fechou os olhos por alguns segundos e fez uma careta de tristeza.

— Bem, seja lá o que vocês e suas irmãs estiverem fazendo, não é do meu interesse. Eu posso até jurar pelo Rio estige que não vou denuncia o culto de vocês se for do seu agrado, mas eu preciso pegar um ônibus. —

A mulher parecia ter sua própria lógica  ou até mesmo um problema de surdez crônico  pois logo pulou para suas próprias conclusões a respeito do que quer que houve dois mil e duzentos anos atrás e iria usá-lo contra mim.

  — Desta vez não vou deixar esta história se repetir, vou forçá-lo a participar da nossas cerimônia assim você não terá meios de nos denunciar! —

Bateu palmas e logo atrás dela duas figuras com pernas de bode e corpo de homem começaram a descer as escadas, apenas para complementar ambos estavam nus. Retirei o tridente tomando a forma de uma espada, enquanto encarava os dois , e pela ultima vez tentei apelar para alguma lógica.

— Eu nem mesmo queria estar aqui, mas você pegou minha mochila e tinha coisas essenciais de minha busca nela, então… Aqui estou. Vamos esquecer... —

Um dos sátiros começou a tocar um bela melodia enquanto o outro seguia em minha direção, erguendo a espada tentei mantê lo afastado até mesmo passar pelo mesmo para interromper a música, no entanto o sátiro se mostrava ter uma boa noção de combate e a sonolência extrema estava começando a tomar conta do meu corpo, sentir-me tão pesado e cansado que acabei adormecendo sendo capturado pelos capangas de Prótoe. Mas antes de dormir eu comentei em bom som.

— Eu vou matar vocês... —




Usados:


▬ Nível 3
Hidrocinese I: Os filhos de Poseidon agora além de controlar a água, podem manipulá-la. Não em grande quantidade.


▬ Nível 4
Ataque Líquido
Caso haja uma fonte de água perto de você, a água pode ser arremessada no adversário, mas gasta 15 Energia; O nível do ataque dependerá do seu nível de energia;


~Thousand Enemies (01/03) ~with Alone~In Menáde House.


Rachid I. Schmul Filhos de Poseidon
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Re: [BMO] Rachid I. Schmul - Thousand Enemies. publicado em em Seg Out 22, 2018 8:31 pm

Heroes of Olympus


Rachid! Gosto muito da maneira como escreve e desenvolve o teu personagem, me faz ficar preso a leitura e querer saber cada vez mais. Gostei bastante da menção a Éos e também ao Golen! Parabéns pelo texto, garoto!

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Re: [BMO] Rachid I. Schmul - Thousand Enemies. publicado em em Qui Nov 08, 2018 11:48 am


[2/3] - Pedaços por pedaço.



[ Pode conter cenas explicita.]

A primeira coisa que consigo me lembrar e ter dado um soco em alguém, então revidaram e me acertaram diversas vezes me desacordando, agora estava caído em um dos canto da cela. Depois de ter sido pego pelos sátiros minha consciência oscilou diversas vezes e apenas quando me sentir forte o suficiente soquei a primeira coisa que sentir próxima a mim… Foi uma péssima ideia.

A cela na qual estava aparentava-se muito em um bunker, mais precisamente um daqueles lugares que se usa para escapar de furacões e bombardeios. Embora mesmo com meu pouco conhecimento em estruturas ainda conseguia ver detalhes de “Gambiarras”, talvez tal lugar deveria ter sido uma adega mas ter certeza estava fora de minha área de conhecimento... As horas foram se passando enquanto eu ainda me ressentia em ter sido pego pelas mênades, mas agora eu deveria aguardar e recuperar minhas forças. Enquanto ainda descansava conferir que a única coisa que ainda permaneceu comigo fora minha armadura, provavelmente fora muito difícil retirarem e não quiseram levar outro golpe no processo. No entanto o restante de meus pertences que se resumia a minha mochila e o tridente havia sido levado.

Passou-se ainda mais horas e agora tinha plena certeza de que havia falhado na busca de Eos, mas a ideia de permanecer preso na cela por muito mais tempo estava me incomodando. Eu havia subestimado tais seres… E as horas se tornaram dias e assim passou dois dias de confinamento…

[...]

Ainda era difícil aceitar que morreria em tal lugar, não havia nenhum modo de escapar dali pois se havia fui incapaz de  achar. Passei duas horas tentando encontrar uma falha na grade depois passei para as paredes e no final desistir. Bebendo apenas água da torneira, tentava com todas as minhas forças encontrar um modo de sair, apenas depois de muitas horas finalmente consegui forçar o fluxo da água contra o encanamento. Foi trabalhoso mesmo com meus poderes, mas mesmo com o sucesso sentir que havia  algo a mais, havia alguma coisa bloqueando a interação ou até mesmo a tentativa de fuga. Por diversas vezes tive de descansar, controlar ou criar água dentro da cela estava exaurindo em uma velocidade incrível sendo assim presumir que deveria fazer um pouco a cada hora.

Apenas no segundo dia obtive sucesso. A rotina não fora as das piores, embora estivesse confinado não eram condições nas quais eu poderia reclamar, mesmo se pudesse a quem iria recorrer? Continuei me focando na tarefa imaginada, assim que estava preste a pôr o plano em prática alguém estava se aproximando e para o meu desgosto era Prótoe. O simples pensamento de destruir tal criatura se passou pela minha cabeça, olhei para seus guardas com muita atenção.

— Rachid! Finalmente minhas irmãs chegaram, estamos quase prontas para começar nosso culto… Nossa você está acabado. —

Seu olhar era um misto de alegria e zombaria, mudou para algo como pena mas logo voltou a sorrir. Um homem junto com um Sátiro estavam como guarda-costas, provavelmente o sátiro era um que me capturaram pois ficou em frente da cela olhando fixamente para mim, ignorei o homem bode encarando a mulher a xingando.

— Vaca, vagabun… —

O Sátiro usou o bastão contra a grade me fazendo calar a boca, simplesmente ele agora tinha a minha atenção de tal forma que sentir algo novo, sentimento destrutivos que nem sempre eram fáceis de alcançar.

— Hora! Não seja assim. —

Meu olhar de pleno ódio passou do Sátiro para a ninfa, mas ela parecia alheia a minha sede de sangue. Já o homem e até mesmo o Sátiro com o bastão mostraram um claro sinal corporal de se sentirem acuado, certamente os dois dias nessa cela me fizeram um pouco sanguinário. Ambos sentiram como se tivesse sido engolfados por uma pressão excedente. O fanatismo que a ninfa havia colocado em tais machos não chegava nem perto de ser suficiente para contrabalancear o sentimento que meus olhos lhe tinham dado! Ambos entenderam que aquele brilho agudo e feroz continha um poder incrível e indescritível dentro dele. Não parecia o olhar de um garoto; em vez disso, parecia o olhar de algo divino enfurecido. Havia um aviso nu naquele olhar: Todos vocês não são nada mais que cúmplices e serão julgados como inimigos.

— Prótoe é melhor acabar com ele, não é bom... —

O homem retirou um revólver da lombar apontando para mim, não recuei mas sentir um tremendo frio da espinha era assim que terminaria? Certamente que não.

— Não seja assim, logo, logo vocês irão se tornar bons companheiros. Sendo assim vamos dar um bom banho, cortar o cabelo dele! Elas irão gostar dele  —

Eu apenas me calei. Eu era algum tipo de bichinho de estimação? Naquele momento estava mais preocupado com a arma apontada para o meu peito, mas assim que o homem aceitou a proposta da ninfa me sentir um pouco mais aliviado.

De fato eu poderia ter usado meus poderes para tentar escapar naquele mesmo dia, mas eu estava resoluto em envolver todas a ninfas em minha vingança, provavelmente era suicídio uma vez que eles foram capazes de matar Orfeu deixando muita demanda no que eu deveria fazer para conseguir o que queria.. Não seria mentira dizer que passei aqueles poucos dias toda cerrando os dentes e criando planos para destruí las, embora fosse impossível efetivamente matá-las eu as deixaria tão precariamente sacudidas que elas com toda certa desejaria este fim, ao menos era isso que eu desejava.

No meu terceiro dia de cativeiro cortaram meu cabelo, mais precisamente rasparam a minha cabeça…

Me sentir indiferente pois era apenas cabelo. Meu corpo estava em boas condições, embora estivesse com fome eu não estava fraco o bastante para não poder me mover ou me defender, sendo assim comecei a me preparar para a fuga. Quando o sátiro e o humano chegou na cela abriram e finalmente pude dar seguimento ao plano, embora fosse muito melhor se a ninfa estivesse com eles, estava bom assim. Permaneci sentado encarando o sátiro com certo desdém, esperei até ele se aproximar ou se irritar, qualquer uma das duas estava dentro do plano.

— Então… Qual motivo ainda permanecer com essas loucas? —

Ele sorriu, embora o humano ainda permanecesse afastado observando não pareceu se incomodar, enquanto isso o sátiro respondeu algo trivial como elas tinham dado prazer a ele e um propósito e que logo, logo eu estaria implorando para servi-las assim que provasse uma delas.

— Quantos além de mim? Eu posso escutar vozes e já fazem dois dia que não ouço mais o homem da cela ao lado. —

Respondeu sem se importar muito que ele havia ido para o quarto da 2° e que isso era tudo que iria dizer.

— Você é uma vergonha para sua raça, mas creio que exista até mesmo sátiros que façam o papel de gado como você. —

Havia água pelo chão, esta que começou transitando rasteiramente em direção do sátiro, não durou muito tempo este movimento furtivo mas quando ele percebeu já tarde demais. Ele se assustou o suficiente para recuar alguns enquanto isso levantei e chutei seu peito em uma voadora, notavelmente havia segurado no batente de metal para apoiar o golpe enviando o sátiro até o outro lado do corredor, soltei estendendo a mão para a esquerda materializando um tridente aquático então lancei contra o humano. O sátiro havia batido a cabeça desmaiando no local, sendo assim segui até o humano. Aproximei a arma de sua garganta e perguntei com uma carranca  demoníaca.

— Minha arma e mochila... Onde elas estão. —

Sentir uma breve hesitação, então me lembrei que o mesmo tinha uma arma com ele. Atento a este detalhe espetei um pouco mais perto de sua garganta, de fato era incrível o quão denso e afiada a água poderia se tornar com os meus poderes.

— No segundo quarto na direita do segundo andar! —

Spoiler:
Sem o mínimo de clemência impalei o humano com a massa de água atravessando sua garganta, retorcendo o cabo acelerando ainda mais o fim de sua vida. Seu corpo se  contorceu por alguns minutos… Eu nunca parei para pensar na vida que tirei, embora fosse mais pela menção do mesmo ter apontado a arma para mim, sinceramente se não fosse pelo o interesse de Prótoe o morto seria eu. Finalizei o Sátiro desmaiado, este que se  desfez em uma dama da noite, apenas desprezei tal ser pois os meus melhores heróis seriam Harry e Robert os sátiros que me protegeram e se sacrificaram na luta contra o ciclope em minha chegada ao acampamento.

— Fui humilhado por elas, mas não é como se meu ego fosse inflado. No entanto eu realmente estou muito puto. —

Conferir cada uma das sete cela do local, abrir cada uma delas libertando os rapazes. Presumidamente parecia que eu era o único mais novo do grupo, mas eu não estava com meu bom e velho temperamento para supor coisas sobre os gosto das mênades. Já havia tido tempo suficiente para pensar, e sinceramente já não importava mais. Queria ao menos a cabeça de Prótoe, se isto era loucura, bem futuramente teria de arcar com a falha na busca de uma deusa que futuramente iria me perseguir ao menos a menáde teria de pagar por isso. Era um sentimento conflitante de conciliar eu sabia que teria de fugir do local, compreendia que deveria escapar  mas eu já não me importava mais.

Subir as escadas seguindo o grupo, mas assim que cheguei ao topo a porta estava fechada, mas logo alguém revistou o corpo e encontrou a chave. Abriram uma pequena fresta percebendo logo em seguida que aquela área estava desguarnecida, deixando toda a tensão de sermos descobertos cair pelo ralo, mas eu mantive o olhar atento. O local no qual eu estava se encontrava fora da casa principal o que tornava as coisas um pouco mais fáceis para os demais, mas complicadas para mim. De acordo com os demais a casa tinha algo que chamado Cortalim; um feitiço que impelia drasticamente a dificuldade e resistência para qualquer um que quisesse fugir. Com isso em mente orientei aos rapazes para fugirem e se possível criarem uma distração para mim…

[...]

Infelizmente tive de escalar uma coluna feita de madeira, mas devido a sua estrutura e meu pequeno peso conseguir subir sem problemas, olhei pela janela encontrando de primeira um quarto aparentemente vazio, mas antes mesmo de ter a coragem de levantar a janela encontrei um casal na cama , bem… Escolhi outro lugar para entrar. Minhas escolhas estavam ficando apertada, restava apenas duas janelas daquela área e realmente não queria ser pego.

A segunda e a terceira janela me deixaram frustrado, ambas estavam emperradas de tal forma que a única maneira seria quebrar o vidro, mas desistir da ideia. Restando-me  a única opção de descer e entrar pelo primeiro andar... Era algo tão ridículo que realmente tornava as coisas mais risíveis, soubesse teria ido pela porta da frente de uma vez. Segui para a janela debaixo conseguindo a abrir sem maiores dificuldade, finalmente havia entrado na casa. Passei pelo quarto abrindo lentamente a porta dando de cara com o closet, franzi a testa um pouco incomodado. Assim que consegui sair do quarto me deparei com algo irreal de se ver.

Spoiler:
Minha atenção estava completamente focada em uma mulher que estava sentada no chão. Ela estava tão magra que parecia não ter carne nos ossos; ela realmente não era nada mais que pele e ossos. A maior parte do cabelo caíra, revelando um grande número de espinhas no couro cabeludo. Meu estômago embrulhou quando olhei para seus braços, não… Aquilo não poderia ser real. Em seus braços, ela segurava uma criança envolta em farrapos. O mau cheiro de podridão e decadência emanava dos trapos. Claramente, o bebê havia morrido há muitos dias. O olhar em seus olhos me despedaçou em pedaços. Mesmo que eu nunca tinha visto esse olhar, instintivamente reconhecir como um olhar de desespero, dor e completa dormência, quase como se ela tivesse caído em um inferno de escuridão sem fim, para nunca mais ver uma lasca de luz. Seu corpo arruinado ainda estava lutando na porta da morte, mas ela mesma estava mentalmente morta. Minha destra foi até o meu rosto… Que merda estava acontecendo.

O segundo empecilho em minha frente fora uma mulher dançando de modo vulgar, pernas abertas seios à mostra poderia até ser excitante se ela não estivesse cortando um corpo de cabeça para baixo. O sangue escorria pelo furos do pescoço ao chão em pingos… Parecia em transe. Passei por ela tentando arquivar tal coisa no quesito fantasia bem longe da pasta realidade, mas devido a isso passei sem dar muito atenção, deixando assim ela segurar meu braço. Virei executando um soco em sua boca, doeu, mas para minha surpresa não fora minha mão. Ela havia me esfaqueado na bacia, um pouco acima do meu quadril bem abaixo da malha da armadura. Empurrei a mulher então corri subindo as escadas para o segundo andar.

— Merda… —

A mulher gritou de forma histérica, jamais deixando o lado de seu brinquedo. Não fiquei alí para ver no que ia dar apenas segui até o segundo quarto da direita. Minha mão pressionava o ferimento de modo que evitava o sangue escorrer de forma imprudente, embora ainda doesse eu ainda conseguia andar e me mover sem muita dificuldade aparente. Enquanto entrava no local finalmente encontrei o tridente junto com a mochila.

Usei o que pude para estancar o ferimento. Rasguei tecido, amarrei fortemente e até mesmo conseguir estourar um dos encanamento do local aproveitando para usar a água para curar meus ferimentos, respiração descompassada e um medo permeando meus ossos eu estava fodido.

— Eu deveria ter fugido… —

Com a breve pausa estava me sentindo um pouco melhor, sendo assim segui para a janela com a intenção de pular para fora quando lembrei do feitiço, provavelmente estava ativo impossibilitando minha fuga.

Sem outra opção retornei para o corredor do segundo andar. Assim que me dei conta algumas pessoas estavam subindo as escadas em passos pesados, sendo assim segui pelo corredor. Em determinado momento um dos quarto se abriu, sem muita paciência e sem muita opção de me recuperar dos ferimentos empunhei o tridente o transmutando em uma espada então perfurei a porta. Um grito fora ouvido do outro lado, desde que eu estava cativo a muito tempo eu já não tinha muita ciência em considerar se alguém poderia ser aliado, pois minha mentalidade estava direcionada a tratar todos daquela mansão como inimigos. Infelizmente meu golpe não acertou ninguém.

Me afastei seguindo pelo corredor, então lançaram um dardo que passou zunindo pela minha orelha. Uma outra ninfa de olhos amendoados estava me fitando com um sorriso nojento, precisei manter meu autocontrole para não voltar todo o caminho e ir contra ela esperei no fim do corredor por ela.

— Deve ser Rachid o bichinho de Prótoe. —

Havia questões a serem respondidas, havia mais alguém com ela? Infelizmente eu não consegui sentir ou ouvir mais ninguém, quem teria dado o grito parecia ter ficado dentro do quarto. Meus olhos notaram outro dardo em suas mãos ainda bem que o anterior de alguma forma ela havia errado.

— Venha, venha. Creio que já tenha encontrado com Mete e Enante, nem mesmo começamos o negócio para valer…  —

Não esperei para conversar mais apenas segui até ela erguendo a espada em uma estocada. Ela recuou escapando do meu curto alcance, no entanto uma vez que a arma poderia mudar de forma sempre que eu quisesse a fiz se tornar uma lança, o que a fez recuar ainda mais chegando próximo a uma parede, estoquei uma, duas vezes ela era estupidamente ágil. Na terceira acertei a blusa dela o que a fez ir contra mim prendendo minha arma em suas roupas, entrar em minha guarda e ainda tentando espetar o dardo contra o meu rosto. Me movi de acordo sentindo o ar do golpe passar pelo o meu rosto, fora um esforço tremendo para permanecer com os olhos abertos na tentativa de não perder mais nenhum movimento da ninfa. Infelizmente meu corpo não estava na melhor condição e nem era tão experiente em combate para continuar sendo um bom par, mas não fazia mal recuei sentindo a água do local convergindo até mim, e em curto momento de foco a água se reuniu em minha mão formando um chicote.

Era a primeira vez em que alguém se mostrava tão ágil e me empurrava rapidamente a tal opção, não havia um momento de descanso a tensão era esmagadora sem contar as esquisitices das ménades do local.

O chicote segurou o dardo pelo tempo suficiente para transmutar a lança para a adaga, sem perder tempo me aproximei. Sentir o ferimento “estancado” anteriormente abrir, mas cerrei os dentes e continue; apunhalando com toda força possível ela usou a própria mão parando a adaga, cortei a palma de sua mão recebendo um belo de um soco em consequência disso, mas rasguei com a arma para cima decepando alguns de seus dedos no processo.  O combate não parecia ter fim, assim como eu estava cada vez mais chegando a ficar sem opções, cortei, esquivei até mesmo soquei. O meu sangue empapava a minhas roupas, agradeci pelo ótimo equipamento, se não fosse por ele já estaria morto. Eu havia sido derrotado pela primeira ménade.

— Eu sou Egle… Não quer se tornar meu? jovem herói. Vai descobrir que estar com as menádes é muito prazeroso. —

Não considerei a proposta, mas hesitei em me defender ao ouvir sua voz. Em um movimento perfeito ela me derrubou no chão montando em cima, logo usou o dardo contra meu peito com tal força que sentir minhas costelas trincando com o impacto, cuspi um pouco de sangue enquanto ela forçava cada vez mais o dardo contra a armadura. Soltei um grunhido rouco, quase como um rosnado cheio de selvageria e raiva. Um poderoso desejo de permanecer vivo irrompeu em meu peito e, pareceu formar uma espécie de ligação com outra coisa instantaneamente, uma onda de força fria e determinação frenética encheu meu corpo inteiro, quase como se algum poder invisível estivesse se manifestando mas antes de poder fazer qualquer coisa alguém começou a gritar sobre fogo… A morte nem sempre foi aterrorizante. No entanto, esperar que a morte chegasse enquanto estava completamente incapaz de lutar era verdadeiramente insuportável. Com a mão direita formei uma esfera de água atraindo sua atenção enquanto que com a esquerda transmutei a adaga no tridente empalando o pescoço da ninfa.

Surpreendentemente ela não havia morrido, não seria tão fácil matar algo amaldiçoado pelos deuses a não morrer. Mas ao menos eu estava tentando. A casa realmente estava pegando fogo e para minha surpresa a janela ainda se mantinha emperrada, e, para minha maior surpresa ainda o meu corpo inteiro começava a ficar quente, era como se ele estivesse sendo queimado vivo. Usei um escudo de água. O fogo aparentemente havia começado pelos prisioneiros que eu havia pedido para criarem uma distração, felizmente isso havia salvado a minha vida mas agora já não estava tão certo disso. O lugar estava começando a virar um inferninho e agora acabara de alcançar a ala no qual eu estava, provavelmente se eu ainda estivesse em todo o meu potencial eu poderia destruir a parede mas ao momento ferido, cansado e esgotado era apenas um pensamento infrutífero se passando em minha cabeça.

O chão cedeu. Embora eu ainda conseguisse permanecer no segundo andar escolhi um bom lugar para cair, sinceramente era incrível o quanto o meu corpo poderia ainda permanecer em pé mesmo depois de tudo que passei, mas infelizmente não havia saída do local a fumaça começava a mostrar seus efeitos contra mim enquanto minha visão começava a ficar nublada sentir agua caindo. Alguém havia chegado ou era os deuses tomando providência para me salvar? Nada disso. Os corpos de bombeiro responderam o chamado controlando a situação, salvaram alguma das mulheres e encontraram mais de cinco corpos queimados, embora eu não estivesse bem melhor.

Minha chegada no hospital fora cheia de perguntas, coisas que eu não sabia a mínima ideia de como responder, embora estava agradecido por ter escapado da porta da morte, meu corpo estava com queimaduras de primeiro grau em alguns pontos.

O fato era que eu não saberia quando a próxima onda de monstro e  o se até mesmo uma das enfermeiras seria um monstro, logo quando se passou apenas um dia tomando soro fugir do local. Certo, de uma forma ou de outra eu acabei roubando uma motocicleta no meio do caminho seguindo assim para a Pensilvânia na esperança de ainda conseguir realizar a tarefa da deusa do amanhecer mas algo me dizia que eu traria apenas mais sofrimento.

Usados:

▬ Nível 1
Esferas de Água

Os filhos de Poseidon poderão fazer com que de suas mãos cinco esferas de água surjam, assim lançando-as contra o oponente. Possui um pouco poder impactante e serve para causar uma pequena distração.
▬ Nível 2
Cura:

Quando você tocar na água, irar recuperar 30 de HP; Essa habilidade funcionará com maior perfeição na água do mar; Mas, caso não haja água marítima por perto, você pode usar água doce comum, mas irá recuperar apenas 15 de HP;
▬ Nível 3
Escudo aquático:

Poderão fazer com que uma camada de água envolva seu corpo, dos pés até a cabeça. Assim repele qualquer ataque do elemento fogo.

Hidrocinese I: Os filhos de Poseidon agora além de controlar a água, podem manipulá-la. Não em grande quantidade.
▬ Nível 37
Chicote de Água:

O filho de Poseidon agora pode manipular a água e fazer uma espécie de chicote. O mesmo pode causar danos no alvo, não muitos danos, mas bastantes consideráveis.




~Thousand Enemies (02/03) ~with Alone~In Road To Pensilvânia.


Rachid I. Schmul Filhos de Poseidon
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Re: [BMO] Rachid I. Schmul - Thousand Enemies. publicado em em Sex Nov 09, 2018 8:04 am

Heroes of Olympus


Muito bom semideus! A forma como retratou as cenas, o uso de spoiler nas partes mais pesadas, tudo foi pensado com uma antecedência que fez a sua bmo ficar maravilhosamente bem construída! Meus parabéns! Aguardo ansiosamente para o terceiro capítulo dessa aventura!

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Coerência: 4/5
Ações realizadas: 5/5

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Re: [BMO] Rachid I. Schmul - Thousand Enemies. publicado em

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