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[MISSÃO TESTE | Tay Hooks Baudry] The Queen's Justice

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[MISSÃO TESTE | Tay Hooks Baudry] The Queen's Justice publicado em em Dom Out 21, 2018 1:50 pm

The Queen's Justice


Mary Stuart, a rainha dos escoceses, de 1547, até que foi forçada a abdicar em 1567, quando fugiu da Escócia, devido revoltas, foi uma exímia figura histórica e uma coisa que pouquíssimos sabiam, era que a rainha era uma semideusa, filha de Atena, um legado de Eros, e também, uma descendente direta de Psiquê. As irmãs mortais e os descendentes delas, se espalhavam pelo o mundo e a deusa da mente sempre mantinha um cuidado e vigilância sobre sua linhagem.

Sendo prima da rainha Elizabeth I, Mary tinha direito a reivindicar o trono inglês, e era era que muitos queriam por anos, uma rainha católica num país protestante. A escocesa foi presa, e mantida presa por 20 anos, quando foi executada, acusada de tramar o assassinato da rainha virgem, e Psiquê assistiu tudo aquilo pessoalmente, como uma das camareiras da rainha escocesa e isso enfureceu a deusa.

Por séculos , a deusa da mente tentava provar a inocência de sua descendente daqueles crimes, mas as provas eram difíceis de serem encontradas. O corpo de Mary se encontrava na Inglaterra, e a deusa queria encerrar aquilo. Chamou um de seus mensalistas, uma filha de Hécate, explicou toda a situação e deu a tarefa, ela deveria concluir o que Psiquê nunca conseguiu e assim, provar seu valor para a deusa, assumir se fosse bem sucedida, o posto de líder do grupo. Já que ninguém sabia daquilo. E ninguém deveria nunca  saber, afinal era uma prova de confiança da própria deusa.

Adendos


— Como a missão envolve um contexto histórico, você possui exatos 60 dias para postar.
— Você deve provar a inocência de  Mary Stuart de algum jeito, pesquise sobre ela, leia dos crimes e faça como achar melhor.
— Em um ponto da missão, você irá parar na Abadia de Westminster,  no local de descanso da antiga rainha e Psiquê lhe presenteara com duas visões, uma seguida da outra. A primeira visão, será dos dias do julgamento de Mary, a prisão, a execução e a notícia da execução, a segunda, você estará com a rainha, tendo uma conversa com ela.
— Assim que sair da Abadia, uma quimera te atacara. Você no final, encontrará Momo,  mas não terá luta. Você na conversa, descobrirá que ele armou para a rainha por pura diversão e ele te prenderá em uma sala escura e deverá escapar.
— No final, deverá de algum modo, provar as palavras de Momo para a deusa.
— Caso falte algum dos itens, ou seja incompreensível a presença, descontos ocorrerão.
— Armas e poderes usados sempre em spoiler, caso contrário serão anulados e penalizados.
— Sem cores berrantes ou template muito fino, ou letra pequena,  isso gera descontos E sem template com Barra de rolagem, obrigada.
— Dúvidas  MP, whatsapp  o que achar melhor, pode encher de dúvidas.

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Re: [MISSÃO TESTE | Tay Hooks Baudry] The Queen's Justice publicado em em Qui Nov 15, 2018 10:09 am

The Queen's Justice


Como a Adm saiu da staff, esta missão fica em aberto para aqueles que quiserem fazê-la.

Adendos


— Como a missão envolve um contexto histórico, você possui exatos 60 dias para postar.
— Você deve provar a inocência de  Mary Stuart de algum jeito, pesquise sobre ela, leia dos crimes e faça como achar melhor.
— Em um ponto da missão, você irá parar na Abadia de Westminster,  no local de descanso da antiga rainha e Psiquê lhe presenteara com duas visões, uma seguida da outra. A primeira visão, será dos dias do julgamento de Mary, a prisão, a execução e a notícia da execução, a segunda, você estará com a rainha, tendo uma conversa com ela.
— Assim que sair da Abadia, uma quimera te atacara. Você no final, encontrará Momo,  mas não terá luta. Você na conversa, descobrirá que ele armou para a rainha por pura diversão e ele te prenderá em uma sala escura e deverá escapar.
— No final, deverá de algum modo, provar as palavras de Momo para a deusa.
— Caso falte algum dos itens, ou seja incompreensível a presença, descontos ocorrerão.
— Armas e poderes usados sempre em spoiler, caso contrário serão anulados e penalizados.
— Sem cores berrantes ou template muito fino, ou letra pequena,  isso gera descontos E sem template com Barra de rolagem, obrigada.
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Re: [MISSÃO TESTE | Tay Hooks Baudry] The Queen's Justice publicado em em Dom Nov 18, 2018 7:00 pm

Eu farei.
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Re: [MISSÃO TESTE | Tay Hooks Baudry] The Queen's Justice publicado em em Ter Nov 20, 2018 7:49 pm

Eu estava sentado embaixo de uma árvore no Acampamento Meio-Sangue, lustrando meu escudo e minha lança de ouro imperial: manter os equipamentos limpos e apresentáveis é essencial para um bom legionário e eu estava representando Roma entre os gregos. Depois de acabar de lustrar o escudo, dormi e no meu sonho escutei uma bela voz feminina:

- Daniel, filho de Júpiter. Preciso que você cumpra uma missão para mim. Eu sou Psiquê, a deusa da mente e você deverá fazer justiça em nome de uma descendente minha: Mary Stuart foi injustamente acusada de tramar a morte da Rainha Elizabeth I e foi condenada à morte. Eu nunca consegui provar a inocência dela e preciso que você o faça.

- Com todo o respeito, por que eu devo fazer isso? - perguntei, imaginando qual seria a razão de a deusa não designar um de seus descendentes ou protegidos para executar tal missão, afinal, eu não tinha nenhuma conexão com ela.

- De fato, seu modo de pensar não está incorreto. Eu não designei você por qualquer conexão comigo, designei você porque seu pai é o deus da justiça. Até que eu possa provar que essa injustiça foi perpetrada por alguma divindade, e eu acho que de fato foi, seu pai não irá se envolver: desde Troia Zeus evita esse tipo de influência nas relações humanas. Como seu pai é inacessível, preciso que você que é um mero mortal prove que minha descendente é inocente e descubra se há alguma influência sobrenatural no que ocorreu para que eu possa pleitear junto ao seu pai a justiça que tanto desejo. Se você obtiver sucesso, eu serei grata. Se falhar, talvez sua mente comece  falhar também e você não iria querer isso. Boa sorte, romano.

Eu acordei com a respiração acelerada, me perguntando se aquele sonho era de fato um início de missão ou apenas um sonho muito vívido. Passei todo o meu tempo livre das últimas semanas estudando sobre essa rainha, buscando quaisquer informações úteis e embora as evidências históricas apontassem de fato várias dúvidas sobre a veracidade dos fatos alegados pela acusação, não existiam provas cabais daquilo, muito menos qualquer indício de influência divina no caso.

Certa noite após muito pesquisar, acabei dormindo no Chalé 01, onde eu ficava no Acampamento Meio-Sangue porque os gregos dividiam seus campistas de acordo com sua ascendência divina, o que eu achava inadequado já que a divisão romana em Coortes promove um engajamento e uma união muito maior entre os campistas a despeito de quem são seus pais. Apesar de ter dormido no Chalé 01, acordei bem longe dali: quando abri meus olhos, era cerca de quatro horas da manhã e não havia qualquer iluminação. Depois de meus olhos se acostumarem, pude notar que o local era parecido com uma igreja, só que era monumental.

- Daniel, que bom que acordou. Você teve tempo para se inteirar do assunto, eu suponho. Você está na Abadia de Westminster, eu vou te mostrar uma visão e depois permitirei que você converse com a Rainha Mary, isso pode te ajudar a provar a inocência dela. Depois você poderá investigar tudo como preferir. Ao fim do dia eu volto para te levar ao Acampamento Meio-Sangue. - Psiquê disse, sem se revelar fisicamente.

Eu tive uma visão detalhada de tudo o que aconteceu com a rainha: vi como ela foi presa, senti seu desespero e saudades por não ver mais seu filho, senti sua angústia por passar vinte anos presa para ao final morrer por um crime que não cometeu. Vi ainda o momento de sua morte, sua cabeça cortada em três tentativas e compreendi suas últimas palavras ditas em latim, porque sou fluente nessa língua graças ao meu sangue divino romano: "In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum" (Em suas mãos, ó Senhor, entrego meu espírito).

Ao fim da primeira visão, eu estava na abadia e sentada em um dos bancos estava a Rainha. Sem jeito, me aproximei e perguntei:

- Pode me ouvir?

- Posso. Escute, porque não temos muito tempo semideus. Sim, eu sei o que você é. Ouça: como deve saber, fui condenada à morte com base em cartas falsificadas, depois de passar vinte anos enclausurada. As cartas não foram assinadas e minha caligrafia é fácil de imitar, foi tudo uma armação para me manter sob custódia sem que eu fosse considerada culpada nem inocente a princípio. Eu juro, sou inocente. - A Rainha ficou translúcida e desapareceu, eu agora estava sozinho na Abadia.

Não havia como provar a veracidade ou a falsidade dos documentos, isso é até hoje fonte de debate entre os historiadores. Desde que Psiquê me abordou no acampamento, eu passei a estudar matérias de Direito lendo diversos livros sobre Direito Constitucional, Direito Penal, História do Direito e Introdução ao Estudo do Direito e consegui elaborar uma defesa na minha cabeça, mas se e se eu falhasse e a deusa da mente resolvesse me atacar?

Não havia espaço para falhas e eu decidi sair da Abadia para pensar um pouco, respirar ar fresco. O sol já estava nascendo e eu me aproximei de uma árvore, querendo descansar um pouco. Uma criatura surgiu entre duas outras árvores e sua aparência era assustadora e definitivamente sobreatural: ela era um leão, o que por si só já seria assustador, mas ao lado dessa cabeça de leão ela tinha duas outras anexas, uma de cabra e uma de dragão. Além disso, apesar de não ter me atacado por cima, a criatura tinha asas de dragão anexadas às costas também.

- Calma gatinho, calma - Disse, com a mão esquerda para frente, tentando acalmar o animal.

Com um rugido, um balido e um chiado, cada som vindo de uma cabeça, o animal mitológico lançou um enorme jato de fogo das narinas (de todas elas), e aquilo só não me matou porque eu transformei meu relógio em um escudo e o utilizei para me defender. O objeto ficou extremamente quente e eu quase o larguei, mas resisti ao impulso. A criatura avançou na minha direção e tentou me morder com a cabeça de leão, mas quando ela abriu a boca eu convoquei uma forte rajada de vento para fazê-la engasgar, me aproveitando do momento para transformar meu pingente em uma lança e estocá-la na cabeça de dragão, aproveitando a distância que a lança criava entre eu e o animal.

A cabeça de dragão tombou inconsciente, com sangue dourado escorrendo do ferimento e a a cabeça cabra pareceu irritadíssima com aquilo: o animal me golpeou com a pata esquerda com tanta força que meu escudo voou longe, e eu me vinguei convovando um raio direto do céu contra o animal. O raio atingiu em cheio a cabeça de cabra. mas o impacto percorreu todo o corpo da criatura e ela ficou extremamente desnorteada. Aproveitando o momento, ativei a benção de Ares na minha arma, o que me dobrou minha força, minha velocidade e também minha agilidade: veloz como um gato eu pulei e perfurei o pescoço da cabeça de cabra, mas a cabeça de leão segurou a minha lança com a boca.

Eu era naturalmente muito forte, por ser filho de Júpiter e minha força dobrada era muito para o animal que apesar de também possuir grande força física, tinha acabado de ser atingido por um raio logo depois de se engasgar com uma rajada de vento forte o bastante para arremessar um ser humano longe: com um impulso, pulei nas costas da Quimera e agarrei a outra parte do cabo que atravessava o pescoço da cabeça de cabra. A cabeça de leão continuava a morder o a haste da arma, então eu a puxei para trás, quebrando a mandíbula dela, o que a forçou a largar. O animal fraquejou e deitou, comigo em suas costas e começou a soltar rajadas de fogo no mato seco, então eu o finalizei cravando minh lança em sua nuca de leão e girando.

Rapidamente tirei minha camiseta e a utilizei para apagar o fogo, temendo que aquilo se espalhasse pelo mato e acabasse queimando a Igreja. Recuperei minhas armas e as transformei em um relógio e um pingente, respectivamente. Olhei ao redor procurando quem havia colocado aquela quimera ali, porque aquilo não podia ser uma simples coincidência. Depois de olhar ao redor por cerca de três minutos eu já ia desistir, até que uma mulher com uma máscara esquisita se materializou diante de mim.

- Olá, mortal. Chato como todos os filhos de Zeus. Ah, você prefere que eu chame de Júpiter eu suponho. Eu sei disso porque sei que os filhos romanos do deus dos deuses conseguem ser ainda mais chatos que os gregos. Meu nome é Momo, a deusa da reclamação e eu estou profundamente decepcionada com a sua performance. Você poderia ter atirado o raio antes, não te ocorreu isso? Chato demais ver você lutar, muito chato.

- Momo. E o que é que você quer afinal? - perguntei.

- Eu vou ser direta com você, semideus. Quando eu percebi que você veio até a abadia, meu plano inicial era soltar a quimera aqui para que ela te matasse, mas isso não funcionou. Porcaria de quimera. Existem coisas que eu fiz no passado que precisam continuar no passado e elas envolvem essa belíssima igreja, portanto, preciso garantir que você fique fora dos meus assuntos. Quer saber? Acho que vou te trancar em um cubículo por vinte anos e por fim, vou te matar. Mas eu não vou fazer como esses mortais insuportáveis que deram todos os mimos a essa rainhazinha irritante não, eu vou te trancar em um quarto escuro e você não poderá morrer de inanição lá dentro. Isso vai ser muito melhor, minhas ideias sempre são melhores, como a minha concepção de casa com rodas era muito melhor que essa porcaria de casa fixa de Atena.

- Você trancou a rainha por vinte anos e depois a matou? Você armou para ela? - Eu não pude conter a satisfação, eu finalmente teria uma solução.

- Eu NUNCA a trancaria por vinte anos. Eu sou muito melhor que esses mortais idiotas, eu a fiz ser morta influenciando as mentes ridículas dos mortaizinhos toscos. Eles eram incompetentes e faziam as coisas pela metade. Agora chega, você já me cansou. - Momo estalou os dedos e toda a minha visão sumiu.

Demorei um pouco para entender que aquilo deveria ser o cubículo onde Momo me deixaria por vinte anos. Fiz uma faísca de eletricidade com os dedos apenas para garantir que eu não estava cego e de fato não estava. Passei um tempo pensando em como sair dali, até que decidi fazer o óbvio:

"Psiquê, você é a deusa da mente. Pode me localizar por pensamentos, certo? Escute, eu estou preso em um cubículo e eu sei quem armou para a Rainha, então se você puder vir aqui me resgatar eu agradeço."

Dois minutos se passaram e eu já estava me lamentando: que ideia idiota, é óbvio que Momo garantiria que eu não pudesse me comunicar com a deusa. Foi quando com um clarão, eu estava novamente no jardim da abadia.

- Psiquê? - perguntei, inseguro.

- Sim, Daniel sou eu. Você conseguiu provar a inocência dela?

- Consegui. A princesa é inocente dos crimes porque seria impossível que fosse culpada: Mary era rainha da Escócia e não uma cidadã inglesa e era soberana em seu Estado assim como Elisabeth I era no dela. Ela não pode cometer crime por conspirar contra a rainha porque ela era sua própria rainha. Momo viu nisso uma oportunidade de se divertir e queria que Mary fosse morta, mas os ingleses a prenderam por vinte anos. Por manipulações da deusa da reclamação, depois de todo esse tempo Mary Stuart foi de fato executada. Júpiter poderá então punir a deusa, já que ela influenciou diretamente esse desenrolar da história humana. - Argumentei.

Psiquê estava feliz, e ela poderia muito bem entrar na minha cabeça e verificar minhas memórias, mas eu queria dar a mais absoluta certeza da culpa de Momo e por isso prossegui:

- Mas Momo não era tão competente no fim das contas: ela achou que havia manipulado as pessoas, mas atendeu aos interesses da monarquia inglesa já que os responsáveis pela execução foram punidos de maneira tão Branda. Momo achou que era melhor que a mortal Elisabeth I, mas foi apenas manipulada.

A provocação foi suficiente para que Momo se materializasse e me segurasse pelo pescoço. A deusa me tirou do chão apenas com uma mão.

- Mortal insolente! Todos os mortais são! Uma criação ridícula e imperfeita, eu teria feito muito melhor. Hora de você pagar por isso, semideus.

Um raio atingiu Momo e de repente ela não estava mais ali. Psiquê olhou para o céu, com uma expressão mista de felicidade e medo. Reuni forças para perguntar:

- Meu pai levou Momo. Ele vai julgá-la?  

- Sim. E eu vou deixar você no acampamento para poder acompanhar a pena de Momo. Vamos. - a deusa tocou minha mão e em um piscar de olhos eu estava no Chalé 01. Meu irmão Theon não estava lá.

- Psiquê, o que será que... - Eu percebi que falava sozinho, já que a deusa não estava mais ali.

Spoiler:


Poderes Passivos:

ϟ Força Taurina [Nível 6]: Um dos animais representantes de Zeus é o Touro. Seus filhos recebem uma força interna maior do que o normal, deixando seus golpes muito mais fortes do que seria comumente.

Poderes Ativos:

ϟ Controle Inicial de Eletricidade [Nível 1]: Os Filhos de Zeus conseguem controlar pouca energia.

ϟ Aerokinesis [Nível 6]: Pode agora controlar o vento, fazendo com que fortes rajadas de vento arremessem inimigos no ar

ϟ Invocação de Eletricidade [Nível 9]: Poderá invocar um raio de 500 volts direto do céu, mas não funciona em locais fechados, usando 50 Energia

Equipamentos:

AÉGIS: Um escudo retrátil que fica preso no pulso do semideus em forma de um relógio. Quando acionado, ganhará a forma redonda e protegerá todo o torso de seu  portador. Em seu centro, uma caricatura do rosto da medusa foi esculpida, e, mesmo sendo apenas uma caricatura, deixa os inimigos paralisados de medo ao observarem, ficando um tanto atordoados. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

— ARCHOR: Lança feita de ouro imperial, material muito apreciado pelos romanos. Apesar de grande e letal, nas mãos da prole de Júpiter, ela se mantém extremamente leve, encaixando-se perfeitamente em sua mão. Sua empunhadura é de couro, impedindo que a mesma escorregue das mãos do semideus. A lança é abençoada por Ares e contém as habilidades de Aquiles, quando acionada, dará a benção "god of war" e o garoto dobrará a força, velocidade e agilidade em batalha, gastando -20 de energia, porém, ficando extremamente perigoso e voraz. Quando não está sendo utilizado, torna-se um colar com pingente de ômega. Para ativá-la basta puxar o ômega e a lança se materializará em suas mãos, e, para desativar, basta tocar no símbolo no cabo.{Presente ganho por excelente execução em missão}

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Re: [MISSÃO TESTE | Tay Hooks Baudry] The Queen's Justice publicado em em Qua Nov 21, 2018 6:08 am

The Queen's Justice


Daniel, parabéns! Você executou a missão com tamanha maestria! Leu muito bem os adendos e vi que também andou lendo sobre o assunto, para conseguir se inteirar bastante. Gostei da forma como utilizou sua posição como filho de Júpiter para determinar a escolha de Psiquê, foi muito criativo. Também gostei muito de vê-lo usando a lança nova assim como a benção de Ares. Está se tornando praticamente um Kratos! Parabéns!

PERDAS:

- 70 de Energia
- 30 de Life

GANHOS:

+ 3200 xp
+ 1500 Drácmas

+ Missão concedida como primeira parte para teste de centurião.

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Re: [MISSÃO TESTE | Tay Hooks Baudry] The Queen's Justice publicado em

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