Heroes of Olympus RPG

[ MISSÂO TESTE - ERICK NIGHT - THE PHANTOM OF THE OPERA]

Ir em baixo

[ MISSÂO TESTE - ERICK NIGHT - THE PHANTOM OF THE OPERA] publicado em em Sab Out 20, 2018 11:43 am

HEROES OF OLYMPUS



Proles de Phobos nunca eram bem vistas no acampamento, assim como as de Deimos ou as de Thanatos. Sempre havia-se um certo receio em ficar próximo a elas, por medo e preservação da própria saúde mental. Erick era um semideus mais velho, e, além de prole de Phobos, sempre utilizava uma máscara branca por onde quer que fosse, ocultando a queimadura que havia em seu rosto. Isso mantinha as pessoas ainda mais longe dele. Não que o mesmo se importasse.

Gostava de manter-se sozinho, caminhando pela floresta, mas, como já dito, semideuses não gostavam de sua companhia. Portanto, em determinado dia, caminhando de forma distraída entre as sombras da noite, o semideus sentiu o chão abaixo de si ruir, levando o cenário negro da floresta até uma sala pálida e muito iluminada no subsolo.

Night se viu em meio a esta sala, rodeada de paredes de vidro e apenas com uma porta que levava para o cômodo seguinte, porém, estava trancada. Na sala em que estava o garoto viu dois ganchos pendurados em uma espécie de alavanca. Ganchos estes que mais se assemelhavam a anzóis. Em cima, ele conseguiu ver a chave para a porta pendurada. De alguma forma teria de prender os anzóis em seu corpo para poder ativar a alavanca e subir para pegar a chave. Como faria isso? Uma boa pergunta.

Caso conseguisse passar, a sala seguinte parecia vazia, só teria de atravessar. Porém, em determinados locais do piso, poderia encontrar-se armadilhas: flechas, zarabatanas, tiros... Era inesperado, tinha-se de estudar e passar por ali para poder chegar ao fim da sala, onde, enfim, encontraria uma adaga. Única arma que poderia utilizar ali.

A porta seguinte encontrava-se aberta, porém, continha duas dracaenas vigiando a saída, para passar, o garoto teria de derrotá-las.

REGRAS:

- Narre o passei pela floresta, a queda e descreva com riqueza de detalhes todos os três cômodos.
- A primeira sala é baseada em uma cena de jogos mortais, onde o personagem tem de prender os anzóis no corpo e escalar para chegar até a chave.
- Na segunda sala, a que tem pisos que ativam as armadilhas, você deve ser coerente e ativar, no mínimo, três armadilhas (ser atingido ou não fica por sua escolha)
- No fim da segunda sala encontrará esta adaga, é a única arma que pode utilizar na missão.
- Não pode utilizar os poderes, as salas repelem qualquer tipo de magia.
- Tens uma semana, boa sorte e qualquer dúvida: mp

_________________
Hipnos Deuses Menores
avatar

Mensagens : 150

Data de inscrição : 27/09/2018

Localização : Onírico

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [ MISSÂO TESTE - ERICK NIGHT - THE PHANTOM OF THE OPERA] publicado em em Sab Out 20, 2018 8:11 pm




The Phantom of the Opera
Uma queimadura em meu rosto do lado direto, junto a ela uma lembrança desagradável e ao mesmo tempo honrosa, proteger o presidente dos Estados Unidos era de extrema importância mesmo que para seus tios não significassem nada. Preferia fica com meus pensamentos em quanto caminhava pela floresta do acampamento, este era o único lugar que me deixava com um sorriso no rosto e minha máscara parecia assustar ainda mais os semideuses do lugar e a floresta a noite me dava um ar de mistério algo que poderia dizer que era o que mais amava.

Não me importava nem um pouco com que os semideuses achavam de mim eu preferia ficar na solidão depois do verdadeiro Erick morrer e eu ter tomado o lugar dele, meus pensamentos estavam de certa forma longe de onde estava já que pegava uma foto antiga que tinha em meu bolso, suspirava me lembrando de tudo o que eu e meu irmão gêmeo havíamos passado até que sem dizer uma palavra senti o chão começar a se desfazer, meu corpo começava a cair como se fosse o livro de Alice no pais das maravilhas. -Mas que merda é essa Alice no... - Antes mesmo que eu pudesse terminar de falar caia com a cara de encontro ao chão.

A sala era muito bem iluminada fazendo com que meus olhos ardessem um pouco, ao meu ver a sala parecia de certa forma bizarra cheia de vidros parecendo até um filme de terror, a porta parecia convidativa e mesmo que eu quisesse adentrá-la a mesma estava trancada sem sinal de ter alguma chave por perto, porém, assim olhava para cima poderia perceber dois tipos de anzóis pareciam de certa forma perto. Passava minha mão em meus olhos para tentar parar ver se minha visão voltava ao normal já que olhava diretamente para a luz, mas logo percebi que minha mascara havia caído e com certo desespero começava a procurá-la até que depois de alguns minutos eu a encontrava.

Reposicionava a máscara em meu rosto em quanto começava a pensar como poderia pegar a droga da chave. -Mais que merda! - Falava para mim mesmo assim que espirava fundo em quanto pegava os dois ganchos e logo em seguida perfurava meu peito com ambas, a dor era inimaginável seria como se uma espada chegasse a me matar o que por sorte não aconteceu de momento. Aquilo havia dado certo de algum jeito me fazendo subir até que eu ficasse pendurado em quanto poderia perceber uma corda há alguns metros, a dor parecia não querer me ajudar e sendo assim esperava um pouco em quanto meus olhos começavam a fechar um pouco para poder descansar.

Minha mente parecia querer lutar contra tudo aquilo até que uma voz parecia presente na sala. -Andrew, não morra irmão siga meu legado, não morra! - A voz parecia fraca e ao mesmo tempo decidida me fazendo acordar em quanto esticava minha mão para poder puxar a corta minha frente em quanto me balançava, não demorou muito para que ouvisse o barulho da chave cair no chão e determinado a sair dali usava meus braços para tirar os ganchos mais uma vez me chocando contra o chão.

Ficava no chão por longos trinta minutos em quanto respirava com dificuldade até que decido a continuar fecha meus olhos em quanto me virava para o lado esquerdo. -Me...r...da d...e lu...gar! - Falava em quanto tentava me levantar com cuidado mesmo sabendo que era impossível já que estava perdendo bastante sangue, de certa forma quase se matar era a única maneira de pegar a chave que logo estava em minha posse. -Eu vou matar o deus que criou essa porra de lugar! - Resmungava em quanto cambaleava um pouco fraco até a porta a minha frente, com certa dificuldade vendo a porta totalmente turva conseguia acertar a fechadura logo adentrando a próxima sala.

-Que droga de sala é essa, está muito normal pra um lugar desses. - Falava assim começava a andar passo por passo em quanto com um pano que tinha em minha roupa tentando parar o sangue, mas mesmo sendo o mais cauteloso que conseguia poderia ouvir algo como um mecanismo ser ativado assim que pisava com meu pé direito em quanto ele afundava devagar. -Eu sabia que tinha algo muito quieto! - Contestava assim que ouvia um som de lâmina sair da parede a minha direta, com uma certa rapidez corria escorrendo por de baixo da mesma em quanto meu nariz toca abaixo da mesma até que não houvesse perigo e eu conseguisse me levantar.

A adrenalina estava deixando a minha dor de lado em quanto com certa rapidez me movimentava para sair do local, porém, novamente um outro mecanismo era ativo o que para minha frustação me fazia observa todo o meu arredor. -Porra vão se ferrar com os jogos! - Gritava sem sucesso até ouvir um barulho parecido com facas de arremesso o que fez meu coração acelerar mais ainda, de certa forma conseguia prever o tempo em que as facas começavam a sair da parede.

Nas primeiras ela tinha um tempo de seis segundo cada, a segunda fileira tinha em média quatro segundos e a última fileira dois, meus olhos logo começavam a olhar atentamente em quanto respirava fundo. -Um, dois, três, quatro, cinco, seis! - Contava em voz em quanto atravessava a primeira fileira rapidamente até ver uma faca cortar meu rosto em quanto contava novamente. -Um, dois, três, quarto! - Dava um passo para frente em quanto observa a última fileira que era mais rápido do que as outras duas em que havia passado, meus olhos pareciam fartos já que não enxergava mais a faca passar e assim que engolia minha saliva me concentrava. -Um... Dois! - Gritava assim que rolava meu corpo conseguindo sair da última fileira me fazendo sentar em quanto respirava um pouco.

Começava a soltar uma risada assim que me sentava em quanto observava mais a frente uma porta e ao seu lado disposta em um pedestal uma adaga, aquilo estava me deixando nos nervos já que eu não fazia ideia de onde ir já que em qualquer lugar do chão só haviam armadilhas. -Vamos lá, só falta mais uma sala e eu saio desse inferno! - Dizia a mim mesmo assim que me levantava e começava a andar novamente, como tudo ali era uma armadilha acabava ativando outro mecanismo que logo fez com que as paredes do meu lado começassem a se mover para me esmagar, com rapidez começava a me mover em quanto a cada segundo o espaço ia ficando menor me fazendo ficar com a adrenalina no ápice.

Por uma sorte eu havia consegui sair daquele aperto a tempo já minha roupa não poderia dizer o mesmo, mas isso não importava no momento já que o que contava é que eu estava vivo naquela ocasião em quanto o sangue parecia ter parado. Me sentava um pouco me encostando na parede em que quase havia me matado há alguns segundos atrás em quanto observava a adaga. -Vamos Erick se levanta e vamos logo sair dessa porra. - Falava para mim mesmo assim que terminava de descansar um pouco até que as dores voltavam a me incomodar em demasiado.

-Porra de ferimento! - Dizia em agonia em quanto me levantava e pegava a adaga perto da porta até respirar fundo em quanto fechava os olhos devido a dor, mas mesmo assim não desistia e logo abria a porta em quanto me encontrava em uma outra sala um pouco iluminada e mais ao fundo da mesma uma porta aberta. -Está fácil, muito fácil! - Falava quando dava o primeiro passo até ver duas dracaenaes entrarem na frente da mesma em quanto se aproximavam de mim.

Com meus olhos observando seus movimentos encarei ambas até uma delas rapidamente usa suas pernas de cobra para me fazer cair de costas, dolorido não conseguia me levantar e nem mesmo respirar direito parecia que a ferida de antes estava se agravando ainda em quanto eu começava a ficar desacordado até ouvir uma voz que ecoava da sala. -Andrew viva. - Dizia a voz que logo me fazia voltar a mim em quanto via a “perna” de uma delas vir em meu rosto, em uma rápida reação girava para o lado direito em quanto me levantava sentindo novamente a adrenalina em meu sangue.

-Vão a merda suas vadias! - Gritava assim que uma delas me pegava com sua “perna” em quanto a mesma tentava me sufocar, as dores do ferimento voltavam novamente me fazendo fechar os olhos em quanto o ar começava a faltar, até que em um ato desesperava usava a adaga para perfurar a “perna” dela que em um urro de dor me soltava no chão me fazendo revirar de dor.

Em quanto me recuperava de queda e começava a me levantar de vagar percebia que a sua companheira logo vinha para cima de mim não tinha muito o que fazer já que a adaga havia ficado presa na outra, o sorriso se forma assim que a mesma tentou me acertar com suas “pernas” e com um salto conseguia usar a perna da mesma para me desviar do golpe em quanto me dava tempo de pegar a adaga na sua amiga.

Com certa rapidez usava a “perna” boa de uma delas para subir até seu pescoço logo passando adaga em seu pescoço até matá-la por completo. -Vocês e a porra do seu deus estão me irritando aproveite em quanto tá viva sua vadia. - Falava com raiva em quanto a mesma avançava para tentar me pegar e com um golpe de sua “perna” me jogava para longe conseguindo me desmaiar por alguns dez segundos.

Não demorou muito para que eu voltasse do meu subconsciente quanto a única dracaenae me pegasse como a outra havia feito, desta vez ela paralisava meu braço em quanto tentava me matar. Sentia meus ossos quebrarem em quanto ela dizia algumas coisas que eu não conseguia ouvir já que eu estava começando a desmaiar até a mesma se assustar quando a máscara havia caído, a queimadura parecia aterrorizar até mesmo uma criatura tão burra que logo me deixava livre.

-Um monstro como você assustada com minha queimadura? Bem agora vamos acabar com isso. - Falava em quanto pegava a adaga em mãos percebendo que a mesma iria dizer alguma coisa, mas com raiva de todo aquele lugar não prestava atenção e logo em seguida dava um salto e perfurava seu coração sem piedade. -Eu odeio toda essa merda de lugar! - Dizia a mim mesmo assim que soltava a adaga deixando a mesma no peito da dracaenae começando a andar com dificuldade até a porta, assim que saia daquele lugar meu corpo se viu pronto para poder parar e foi quando senti todo o meu peso cair no chão e minha visão ficar turva em quanto o breu tomava conta da paisagem.

valeu @ carol!

Erick Night Filhos de Phobos
avatar

Mensagens : 10

Data de inscrição : 19/10/2018


Ficha do Semideus
Vida Vida:
115/130  (115/130)
MP MP:
100/130  (100/130)
Nível Nível: 3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [ MISSÂO TESTE - ERICK NIGHT - THE PHANTOM OF THE OPERA] publicado em em Dom Out 21, 2018 10:33 am

HEROES OF OLYMPUS



Apesar de sua escrita ainda estar um pouco corrida, vejo que está trabalhando mais em descrever o local, suas ações e sentimentos. Aos poucos estou vendo que está se esforçando em escrever mais e melhor. Ainda encontrei vários erros de ortografia, mas, como já disse, vamos aprimorar isso com o tempo. Quero dar os parabéns pela missão, conseguiu fazer tudo direitinho.

Ortografia: 2/5
Criatividade: 3/5
Coerência: 4/5
Ações realizadas: 4/5


PERDAS:
- 50% de Vida.

_________________
Hipnos Deuses Menores
avatar

Mensagens : 150

Data de inscrição : 27/09/2018

Localização : Onírico

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [ MISSÂO TESTE - ERICK NIGHT - THE PHANTOM OF THE OPERA] publicado em

Conteúdo patrocinado
Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissoes deste sub-fórum
Você não pode responder aos tópicos neste fórum