Heroes of Olympus RPG

Reclamação para semideuses

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Reclamação para semideuses publicado em em Sab Maio 30, 2015 12:15 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Heroes of Olympus



Para que possa garantir sua reclamação por deuses menores e Olimpianos, se excluindo os três grandes ou orimoridais, é essencial que use o código a baixo e mude apenas o solicitado, e caso sua ficha se encontre fora do template padrão, será reprovado de imediato.

Código:
<center><br><div style="height: auto;background: url(https://i.servimg.com/u/f34/16/70/27/99/tumblr10.png);padding: 10px;padding-bottom: 30px;width: 520px;"><br><div style="font-size: 50px;font-family: arial narrow;font-weight: bold;text-align: center;text-transform: uppercase;text-shadow: #996731 1px 1px, #402505 2px 2px;color: #f4f4f4;letter-spacing: -3px;line-height: 38px;margin-top: -5PX;margin-bottom: 15px;">Nome Completo</div><div style="background-color: #fcfcfc;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px 2px 10px;text-transform: uppercase;"><strong><font color="black"><div align="center">frase bem aqui </div></font></strong></div><br><div style="background-image: url('imagem 500x200');height: 200px;width: 490px;"><br></div><br><div style="background: #fcfcfc;width: 470px;height: auto;margin:0 auto;margin-top: 5px;padding: 10px;text-align: justify;padding-bottom: 40px;"><center><br><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>DADOS BÁSICOS</strong></div>
<table><tbody><tr><td><img src="qualquer gif imagem quadrada" alt="" class="" style="display:inline;height: 156px;width: 150px;"></td><td><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Idade</strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Progenitor Mortal </strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Progenitor Divino </strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Nacionalidade </strong></div></td></tr></tbody></table></center>

<center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>Por que quer este deus?</strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Aqui</div></div>
<table><tbody><tr><td><center><div style="width: 170px;background-color: #212121;color: #fac f ;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;"><strong>Personalidade</strong></div></center><div style="width: 218px;height: 210px;border: none;background: #ececec;margin-left: 0px;padding: 5px;"><div style="width: 202px;height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Escreva, de forma detalhada, sobre o psicológico de sua personagem. A forma de pensar, os medos, e tudo aquilo que achar relevante sobre a personalidade da personagem. Uma coisa: vocês não são obrigados a agirem como tal, por exemplo: só por que são filhos de Hades, não significa que precisam, necessariamente, ser maus. Thalia era filha de Zeus e tinha medo de altura.<br></div></div></td><td><center><div style="width: 175px;margin-top: 18px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;"><strong>Físico</strong></div></center><div style="width: 223px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 5px;"><div style="width: 208px;height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Descreva detalhadamente como sua personagem é. Aparência, o que gosta de vestir. Novamente dizendo que vocês não precisam, necessariamente, ficar nas mesmices de, por exemplo, ser filho de Poseidon e ser bronzeado. São livres para criar seus personagens como bem entenderem. </div></div><br></td></tr></tbody></table>
<br><center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>HISTORIA</strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">A história da sua personagem. Desde o nascimento até o momento em que descobriu ser um semideus. É livre para criar a história que desejar para seu personagem. Não haverá limite de linhas, desde que seja bem escrito, coerente e detalhado. </div></div>

<center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>PRESENTE DE RECLAMAÇÃO </strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000">[url=http://heroesofolympus.forumeiros.com/t506-presentes-de-reclamacao]Verifique Aqui[/url] </div></div>

</div></div><div style="width: 530px;background: #000000;text-align: right;padding: 5px;text-transform: uppercase;font-style: none;font-size: 8px;color: #bdbdbd;">Agradecimientos a <a href="http://sourcecode.foroactivo.com/u3491" target="_blank" rel="nofollow" style="font-size: 9px;font-family: calibri;font-style: none;text-transform: uppercase;">Frappuccino</a></div></center>


Última edição por Afrodite em Seg Out 15, 2018 2:34 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Out 21, 2018 5:14 pm

Kaneki Ken



Hey Sadie! Gostei bastante da sua história! É bem simples mas você conseguiu preenchê-la com detalhes que deixaram-na fluída e atrativa, me prendendo do início ao fim. Muito temos a descobrir sobre sua personagem mas posso dizer que tem um pai muito atencioso e uma mãe muito carinhosa. Quero dar as boas vindas ao acampamento, prole de Éolo!

Ortografia: 4/5
Criatividade: 4/5
Coerência: 5/5
Ações realizadas: 3/5

Aprovada, até a próxima avaliação.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Seg Out 29, 2018 7:56 pm



hanna Chamberlain McCain
Love, let's talk about love, is it anything and everything you hoped for?




DADOS BÁSICOS

20 Anos
Emmanuelle Chamberlain McCain
Marte
Inglesa


Por que quer este deus?

Acho que esse deus é interessante, mesmo com o clichê dos filhos bravos, brigões e mal humorados, é algo que dá para ser trabalhado e variar já que todos geralmente fazem algo similar a isso e quero diferir.

Personalidade
Apesar de ser filha de uma militar, sua mãe a criou como uma verdadeira princesa, minando a jovem e tratando-a como seu tudo, em meio a disciplina militar. Hanna é geralmente risonha, sempre tenta ser a pessoa mais sensata possível, e tem um instinto maternal gigante com os amigos, sendo protetora. Apesar de ser filha de um deus guerreiro, não é brigona, fazendo-o apenas se provocada ou para proteger seus amigos. Quando está de mal humor, nunca chegue perto dela. Ela sempre terá uma resposta ácida e até mesmo grosseira para você. Ela nunca aceita que a respondam, principalmente se ela estiver de mal humor. De defeitos, podemos citar seu pavio curto, pois ela perde a paciência muito fácil, além de sua teimosia.
Físico
Os cabelos cacheados de Hanna, possuem um tom alaranjado, literalmente, que dependendo do desejo dela, se torna mais claro, os olhos esverdeados expressam sempre uma bondade. O corpo com 1,64 de altura e pesando 52 kg, é sempre bem cuidado com exercícios e o ponto forte para ela, é suas pernas. As vestes habituais dela, são sempre calças legging, blusa moletom e all star.


HISTORIA

Os olhos da criança se abriram pela primeira vez, no principal hospital da capital inglesa, no dia 31 de outubro de 1998, em pleno Halloween. Ah, o dia das bruxas. Uma comemoração que era fascinante. Nascida em uma família de militares, a criança foi criada com rigidez e disciplina, mas claro que também era mimada por sua mãe e avô, por ser sua única filha. Emmanuelle amava sua menina e desde cedo, a treinava com armas e em combates para que ela soubesse se defender. Estudou na mesma escola que a herdeira mais importante de empresa de seu país, tornando-se uma de suas amigas mais íntimas. Com o passar dos anos, às duas se tornavam inseparáveis assim como a prima da herdeira da empresa, Carinna, se em Harry Potter, Rony, Harry e Hermione eram o trio de ouro, elas eram o trio do caos. Coitados, aquelas 3 juntas era um sinal claro de que algo sairia errado e algum problema aconteceria.

De acordo com o crescimento de Hanna, ela se tornava uma linda mulher. Todos a desejavam, mas também temiam sofrer a ira do infame general que protegia seu tesouro com mãos de ferro, era assustador. Com o tempo, ela foi além de se tornar uma bela mulher, se tornou aprendiz de sua mãe, aprendendo estratégias de guerra, táticas militares que a matriarca passava quando ia em reuniões e até ela ia em algumas confraternizações e o brilhantismo da menina em relação à guerra, assustava todos. Como uma jovem de 15 anos poderia ter tamanha inteligência nesse assunto? Sua mãe sabia muito bem. Fruto do pai de sua criança Marte. Mas sua menina não sabia ainda. E se dependesse, nunca saberia.

Dois dias depois de uma reunião, a jovem voltava de uma aula de Jiu Jitsu que sua mãe tinha a matriculado, quando ela começou a ver um bicho estranho a seguir e logo ela correu até um beco próximo. Seus instintos de sobrevivência apitavam.

A garota correu e soltou um grito acertando os genitais da criatura, vendo que aquilo tinha surtido efeito, entrou no local mais próximo, um restaurante, procurando a maior faca que tivesse ali, uma grande faca de cozinha, que assim que o achou, começou a desferir ataques de estocada com a faca. E saiu do restaurante, passando entre as pernas do estranho, correndo mais ainda, gritando por sua mãe depois de passar perto da sede do exército. A garota se escondeu e esperou.

Porém, a única coisa que viu foi um homem qualquer se aproximar e gritar para ela se abaixar. Foi o que ela fez, Hanna se abaixou e viu uma flecha voar. Os olhos dela geravam pavor e ela correu para perto do homem, com medo.

— Quem é você? — Gritou, aasustada.

O homem se apresentou como Robert e ela respirou assustada. Concordou e ficou perto dele, lhe oferecendo uma espada. Com aquela espada, não perguntou o que deveria fazer. Apenas seguiu seus instintos. Saiu desferindo estocadas, cortes, chutes e pontapés contra a aberração, porém ela também levava alguns ataques. A ruiva respirou nervosa. Era aquilo que ela fazia mesmo? Ela somente urrou, e deu uma estocada no braço do monstro que novamente urrou e a acertou, fazendo-a desmaiar.

Quando ela acordou, viu o escritório da mãe. E questionou o que tinha acontecido. A mãe explicou das origens, quem ela era realmente e do pai. Então, Robert se intrometeu, dando a ordem que ela deveria partir para os Estados Unidos,  para começar seu treinamento como uma legionária. Três dias depois, a mãe a despachou para a Califórnia para a Casa do Lobo com uma carta à Lupa e outra ao que ela descobriria depois, ser para o Pretor do Acampamento Romano.

Por quarto anos, naquela casa horrível ela foi treinada arduamente, eu sei como é pois também estive lá, e é brutal, se um semideus falhasse, era devorado. Mas isso não é importante. Quando foi mandada para achar o Acampamento, a garota se sujou, se machucou, se cortou e ficou com fome, várias vezes, o que fez ela roubar. E ela se sentia mais culpada ainda. Três meses depois, ela achou o Acampamento Júpiter, sendo recebida pelas sentinelas do local. Foi levada para o áugure que desfiou um bichinho de pelúcia qualquer, dizendo que ela era apta a servir a legião. Após as devidas reuniões com os pretores, ela explicou tudo. Quem era sua mãe, o que ela fazia e mostrou a carta de Lupa para os pretores. E suspirou esperando que tudo desse certo.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

TERMIDOR: Par de machados gêmeos ligados por uma corrente. Estes machados conseguem ser utilizados no corpo a corpo ou a distância, se lançados. As proles do deus da guerra também podem manter um em cada mão e girar com os dois juntos, fazendo, desta forma, um círculo de destruição. Nas mãos dos semideuses filhos da guerra, são extremamente leves, porém, nas mãos de qualquer outro semideus, se tornam impossíveis de erguer. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

ANKO: Uma lança dourada e longa, sua lâmina é extremamente afiada e levemente curvada. Seu cabo é envolto em couro vermelho e existe a cabeça de um javali incrustado na guarda. Ela consegue ser alongada por até 300 metros, ganhando vida e deixando um rastro de destruição por onde passa, fazendo curvas ou em linha reta, dependerá da vontade de seu portador. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


Agradecimientos a Frappuccino
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 30, 2018 8:16 am

Heroes of Olympus



Hey Hanna, gostei da sua história apesar de tê-la achado um pouco corrida demais, parecia que estava apressada ou algo assim e talvez a falta de detalhes tenham prejudicado um pouco o ritmo, porém, gostei da forma com que escreveu. Atente-se apenas aos erros de ortografia e digitação.

Ortografia: 3/5
Criatividade: 4/5
Coerência: 5/5
Ações realizadas: 3/5

Aprovada, até a próxima avaliação.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 30, 2018 9:44 pm



Lucile Spencer Hookton
Prazeres Violentos, possuem finais violentos




DADOS BÁSICOS

18 anos
Kalie Hookton
Baco
Holandesa


Por que quer este deus?

Baco é um dos meus deuses prediletos, por ser o deus dos ciclos vitais, do vinho, da sexualidade e da ebriedade entre outros. Se encaixa perfeitamente com o enredo proposto para a personagem, abrindo um leque de possibilidades de criação, dando a oportunidade de usar mitos na construção do enredo da personagem. Será interessante mostrar o lado festivo do deus combinados com uma personalidade forte e geniosa.

Personalidade
A personalidade de Lucile é forte, é uma jovem decidida, independente que sabe o que quer e não tem problemas em lutar por isso. Quando tem um objetivo ou meta não desiste dela, faz de tudo até conseguir, mesmo que para isso ela tenha que usar de meios um tanto quanto duvidosos. Muitos se assustam apenas de olha-la, a visão de Lucile imediatamente surpreende qualquer um, pois logo percebem sua imponência.  A loira sempre está sorridente, gosta de se divertir ao extremo, principalmente boas festas, regadas com bastante álcool, como era de se esperar sua bebida favorita é o vinho.  Lucile tem um bom coração apesar de ser um pouco caótica e ter um comportamento excêntrico. Tem sérios problemas em seguir ordens e regras, apesar de esforçar muito para tal, sabe que seu pai fica furioso quando ela faz algo de grave. Lucile tem seus próprios princípios de moral e bons costumes o que na maioria das vezes chocam a todos, porém ela pouco se importa com comentários, opiniões e afins de quem não lhe interessa. É uma amiga fiel quando conseguem conquistar sua amizade, gosta de ajudar os amigos e organizar boas festas para se divertirem, porém deixa-la furiosa pode ser perigoso, pois a mesma se torna extremamente agressiva e vingativa, sendo capaz de fazer qualquer coisa para vingar-se de quem deseja.  Gosta de coisas caras e tem um gosto peculiar para roupas gostando de usar tudo que está na última moda, manias alimentadas por sua mãe que sempre a mimou muito e não foi muito boa em lhe dar limites. Adora cantar e tem uma voz muito bonita, provavelmente se não tivesse ido para o acampamento teria seguido carreira como cantora ou algo assim. A loira de personalidade apimentada adora um desafio e não importa qual seja desde o da conquista de algum rapaz ou até mesmo uma luta até a morte. Adora ter um jeito provocativo e ver os outros desconcertados por suas atitudes, o fazendo muitas vezes por mera provocação, mas o que Lucie a pena é realmente se divertir.
Físico
Lucile possui olhos verdes claros que muitas vezes se confundi com o azul, seu olhar e misterioso e sensual, seus olhos são grandes e arredondados evidenciando a íris de cor peculiar, seus cílios são longos e negros e seu rosto emoldurando por suas sobrancelhas negras muito bem desenhadas. Seus lábios são vermelhos e carnudos, possuem um traço delicado, sendo tentador a visão de qualquer um que os observe. Os cabelos dourados são ondulados e não muito longos, alcançando um pouco abaixo de seus ombros, tem por habito mudar a cor dos mesmos e geralmente para cores inusitadas como o azul, roxo. Sua personalidade reflete diretamente no modo de se vestir e aparência, não tem medo ou pudor de ousar, o que faz muitas pessoas se assustar com o seu jeito. Tem 1.65m de altura e 53 kg muito bem distribuídos em seu corpo, suas curvas são perigosas, um corpo escultural de dar inveja a qualquer um, suas medidas são fartas e mesmo assim harmoniosas criando um corpo belo de se admirar. É dona de uma grande vaidade, por isso sempre está com uma aparência bonita e sensual, até mesmo quando vai treinar, por mais que se vista de forma confortável para fazê-lo suas roupas acabam por chamar a atenção. Devido a sua origem Holandesa sua pele é muito branca e facilmente torna-se corada, mas nunca por vergonha ou timidez. Lucile possui uma tatuagem em seu pulso esquerdo com o nome de sua mãe, no pulso direito possui uma pequena flor de Lótus, ainda no braço direito possui os dizeres ‘’ deixe rolar’’ tatuado em sânscrito.  


HISTORIA

Amsterdã é conhecida como a cidade da liberdade onde tudo é permitido, uma das noites mais formosas do mudo, por seus pubs, boates e claro... "Red Light District". O proibido aqui tem outro sentido e aqueles que se afundam em seus segredos podem nunca mais regressar, um caminho sem volta. Logicamente a cidade também é muito conhecida e referenciada por sua arquitetura e outros pontos turísticos muito famosos, a cidade na primavera recebe vários visitantes que se deliciam com o clima ameno e passeios culturais, a pé e de bicicleta.  Os encantos da cidade podem prender a muitos e alguns até mesmo inusitados visitantes que a conhecem.

Lucile estava sentada na área VIP de uma das boates de sua mãe, naquela noite em especial trajava preto, um vestido que alcançavam a metade de suas coxas, muito colado deixando exibindo todas as suas belas formas. Na pequena mesa ao centro garrafas e mais garrafas de vinho estavam espalhadas, enquanto os olhos verdes fintava m o céu negro acima de sua cabeça, sua cabeça estava pendida para trás, seu olhar era perdido e tentava encontrar respostas para as suas dúvidas, mas sabia que seria inútil procura-las dentro de si, pois nenhuma se encontrava ali.  Respirou fundo e fechou os olhos à medida que jogava seu corpo para frente, suas mãos alcançaram a taça de vinho que estava a sua frente e sorveu todo o líquido ali existente, que para Lucile mais parecia água do que alguma bebida alcoólica.

Sua mente então foi tomada por lembranças de seu passado e um sorriso amarelo desenhou-se em seus lábios, sua expressão visivelmente demonstrava a melancolia que tinha ao ter a mente tomada por tais pensamentos, seus lábios estavam crispados à medida que seu olhar percorria o salão abaixo onde pessoas bebiam e dançavam despreocupadamente. ‘‘— Que inveja sinto deles...—’ pensou a loira ao constatar que estava longe de ter a liberdade daquelas pessoas que ali estavam, uma vez que seu destino havia sido selado no momento em que foi concebida, por um instante sentiu-se descontente e novamente as lembranças do passado flutuaram em sua mente.

Desde jovem Lucile notoriamente não era como as demais crianças, seu jeito ativo e esperto era impossível de se acompanhar, mas nada era mais marcante naquela garotinha de grandes olhos verdes que seu gênio forte e personalidade determinada. Talvez fosse um pouco mimada, uma vez que sua mãe lhe tratava como uma princesa fazendo todas as suas vontades e principalmente estava longe de impor limites a aquela menina. Lucile tinha atrelada as suas lembranças às inúmeras vezes que desejou e sua mãe ali estava prontamente para atender, porém houve apenas um único pedido que a pequena Lucile nunca teve atendido, conhecer seu pai. Sempre eram histórias e mais histórias, desculpas e mais desculpas e nunca obteve uma resposta verdadeira e sincera sobre o homem quem deveria chamar de pai. Obviamente a falta de uma referência masculina trouxe seus problemas para a criação da menina.

Enquanto perdia-se em suas lembranças do passado deu alguns passos para trás alcançando novamente o sofá e deixou que seu corpo caísse sobre ele uma vez mais, apoiou os cotovelos nós joelhos e suas mãos entrelaçaram os fios negros, que caíram sobre sua face à medida que sua cabeça pendeu para frente. Sentia seus lábios secos e a preensão correr por seu corpo, tinha um destino desconhecido a sua frente agora, não sabia para onde ia e que tipo de ‘’pessoas’’ encontraria nesse tal lugar. Sua mente naquele instante trabalhava para encontrar uma forma de evitar esse destino que tanto odiava. Pensava em como poderia viver fora de Amsterdã, longe de tudo aquilo de que gostava amava, longe das boates, das festas, das bebidas.

Por um instante passou a refletir o quanto gostava dos prazeres que a vida lhe proporcionava, Lucile não tinha nem um problema em mostrar isso, gosta de festas, gostava de beber e acha maravilhoso quando acordava nos braços de um belo rapaz que havia conquistado na noite anterior. Sua adolescência como era de se esperar havia sido conturbada, aprendeu ainda muito nova a conhecer a noite e sua mãe achou natural o interesse da menina por tais coisas. Sem pensar duas vezes Lucile abraçou a noite, aos quinze anos era capaz de conhecer mais vinhos do que o melhor Enólogo daquela região da Europa, seu paladar era extremamente apurado para degustar a bebida que de todas era a sua favorita.

Antes fosse esse o único problema da jovem que parecia mais ter saído do filme Juventude Transviada, a ânsia de sua adolescência combinada com a curiosidade foi uma mistura fatal para a loira que sem o conhecimento de sua mãe começou a se meter por caminhos que talvez não tivessem mais volta. Lucile, no entanto, sentia uma necessidade maior do que qualquer outra de se divertir e viver cada minuto de sua vida como se fosse o último e talvez em sua cabeça fosse. Com festas cada vez mais ousadas aos poucos a garota foi percebendo que por algum motivo desconhecido o álcool não lhe provocava as sensações que seu corpo necessitava e cada vez mais a jovem se afundou em um mundo sombrio que existia atrás do glamour de Amsterdã.

A música estava alta e os vidros da cabine estremeciam olhar perdido de Lucile recaíram pela pele branca de seu braço, onde ela podia ver com perfeição as pequenas perfurações, estavam ali para lembrar o motivo de sua saída da cidade. Um castigo? Talvez para ela, porém para sua mãe era mais uma tentativa desesperada de salvar sua filha daquele mundo torpe que ela havia se enterrado. Lucile deseja sentir-se livre novamente, abriu seus braços no macio sofá e respirou fundo, ainda não sabia para onde seria mandada, sua mãe havia apenas lhe avisado que partiria com seu pai. A loira riu ao se lembrar de tais palavras, nunca se quer havia visto o rosto dele e sua mãe agora simplesmente a comunicava que partiria com ele. Um sorriso cínico desenhou-se em seu rosto, seus lábios naquela noite estavam vermelhos como morangos suculentos e nem mesmo o segurança que estava ali para cuidar dela resistiu em olha-la.

Permaneceu jogada no sofá por aproximadamente meia hora até que repentinamente levantou-se ‘‘— Dane-se! Se vou deixar Amsterdã essa será uma noite inesquecível—’’ . Caminhou até a porta onde o brutamontes estava parado de braços cruzados, os cabelos negros caiam sobre seu ombro e ela sorriu para ele, o homem não moveu um centímetro se quer, apenas disse a jovem:

— Senhorita Lucile tenho ordens de não a deixar passar. — Disse sério o homem.

— Eu não estou pedindo nada, apenas saia da minha frente. — Disse a jovem incisivamente.

— Infelizmente não posso senhorita. — Retrucou o homem.

Lucile revirou os olhos verdes e depois olhou diretamente nos olhos do segurança, sua mão repousou no peito do grandão e a jovem aproximou-se dele, o vestido preto demarcava as curvas da loira perfeitamente. Obviamente ele foi pego de surpresa e aproveitando-se dessa pequena brecha o empurrou abrindo passagem, com um sorriso no rosto que a iluminava mais do que qualquer luminária daquele lugar. O segurança ainda tentou segurar seu braço, mas a mesma virou-se em uma velocidade impressionante e levou o indicador aos lábios indicando um sinal de silêncio.

— Não se preocupe eu vou voltar. Apenas vou buscar companhia. — Disse rindo.

A loira desceu estonteante pelas escadas que davam acesso a pista de dança da boate, notou todos os olhares em sua direção e a mesma sorriu ainda mais, sentia em sua pele aquela gostosa sensação de ser a dona da festa. Seu corpo instintivamente balançou-se ao ritmo da música e por toda a pista ouviu-se os aplausos a ela, Lucile tinha uma presença de espirito que contagiava qualquer um e logo todo mundo no lugar já estava como ela. Era isso que ela gostava, era disso que precisava e sentiu-se novamente com quinze anos de idade quando descobriu pela primeira vez como era bom estar ali dançando e bebendo, foi só então que notou que muito havia se perdido no caminhou tortuoso que trilhou a procura de algo que já tinha.

O cheiro do álcool era um dos aromas que Lucile mais apreciava e naquela noite ele estava mais evidente do que nunca, a loira já estava longe da sobriedade e não satisfeita subiu em cima do balcão da boate para dançar, o mesmo era de um granito negro e assim que subiu Lucile pôde ver seu reflexo no mesmo, gritos ecoaram por toda a casa noturna, pois a beleza de Lucile era de tirar o folego de qualquer um e a maneira como ela dançava era provocativa e sensual, não houve um só homem daquela boate que não se aproximou da loira que fazia questão de continuar com aquilo.

Naquele momento tinha certeza que sua última noite em Amsterdã estava valendo a pena, a loira dançava por todo balcão e já havia perdido as contas de quanto havia bebido, porém foi quando algo ao longe chamou sua atenção, havia um único homem observando tudo de longe. Ele era bonito parecia ser alto, naquela altura seria incapaz de precisar muita coisa, ele tinha em sua mão uma taça de vinha e quando notou o olhar de Lucile apenas a levantou como se quisesse brindar com ela e sorriu. Nunca havia visto um homem que tivesse resistido aos seus encantos ou charme e aquele em específico parecia pouco ligar para ela, o que despertou em Lucile sua vontade de tê-lo. Quando a jovem realmente desejava algo não media consequências e nem seus atos para consegui-lo.

Desceu do balcão com a ajuda de alguns outros rapazes que logicamente estavam aos seus pés naquele momento, porém a loira os ignorou e caminhou imponentemente até aquele homem que estava em um lugar mais afastado.  Ele apenas sorria e parecia pouco se importar com a aproximação da loira, apenas continuava a degustar sua bebida. No entanto os olhos verdes de Lucile estavam vidrados nele, como se nada mais existisse naquele local, seus lábios tinha um sorriso malicioso. Ao chegar até o rapaz o observou de cima abaixo, até que seus olhos se encontraram com os dele.

— Parece que você está um pouco deslocado. — Disse Lucile sorridente.

— Não, apenas não quis disputar sua atenção. Eu sabia que de onde estou eu chamaria mais sua atenção. — Respondeu o homem de forma pretensiosa.

— Apostou alto se pretendia falar comigo desde o começo. — Respondeu a loira.

—Eu sabia que você me daria atenção. — Argumentou o homem novamente. — Mas eu vim aqui apenas para falar com você. Algo que eu acredito que sua mãe não saiba muito bem sobre você.

A loira arqueou a sobrancelha agudamente diante das palavras do misterioso homem e nada respondeu apenas o segurou pela mão e começou a guia-lo para a sala VIP que naquela noite ela tinha apenas para ela. Caminharam entre as pessoas com facilidade e era notável que alguns rapazes não estavam satisfeitos em ver a bela mulher acompanhada, porém ela mesma nem se importava, as palavras do homem haviam despertado a curiosidade de Lucile e nada mais naquele momento tinha sua atenção a não ser aquele estranho. Rapidamente subiram pelas escadas até chegarem a porta que a loira foi abrindo e ordenando que o segurança saísse.

— O que você tem para me falar? — Perguntou de forma direta a jovem.

O homem sorriu e caminhou até uma pequena mesa onde se encontrava uma jarra com um pouco de água. Quando ele virou o líquido em seu copo era vinho, Lucile olhou abismada, como ele podia fazer aquilo, o estranho entanto continuava tranquilo e chegou a oferecer um pouco para ela que aceitou apenas por estar incrédula diante do que havia acabo de ver. Ele era Jesus? A loira não acreditava em seus sentidos, mas aquilo era vinho e o melhor que já havia bebido até hoje. O homem sentou-se no sofá e começou então a falar.

— Bem... Sua mãe lhe disse que você vai para uma espécie de colégio interno correto? Mas até onde eu sei você já cursa a faculdade. — Ele deu um sorriso sarcástico. — Ela já foi melhor para contar histórias.

— Você conhece a minha mãe? E como você sabe disso tudo? — Perguntou a loira espantada.

— Sei também que ela lhe disse que essa decisão foi tomada por que você estava se drogando, estou certo? — Apontava para o braço esquerdo de Lucile.

A jovem nada respondeu, procurava em sua mente uma resposta para aquilo tudo e a única que encontrou era que ele deveria ser amigo de sua mãe ou algo assim, mas o sorriso que ele tinha em seu rosto deixava a loira desconcertada.

— Na verdade, Lucile, mesmo que você não estivesse fazendo as burradas que você está fazendo e sim eu sei que está.  De toda a forma você deixaria Amsterdã, aliás passou da hora de você ter deixando esse lugar. — Disse pacientemente o homem.

— Como assim? Acho que esse vinho que você bebeu te deixou muito alterado meu caro. — Disse um pouco ríspida a loira.

— Não Lucile, não estou alterado. — Disse rindo o homem. — Sabe o porquê você se sente assim? Diferente de todo mundo? Sabe por que você teve que se meter com drogas para poder saciar isso que corre nas suas veias? — Ele fez uma pausa e levantou-se caminhado até Lucile. — Por que o que corre em suas veias minha querida é sangue de um Deus.

Lucile tentou dar um passo para trás, mas foi impedida pela mão daquele homem que a segurou pela nunca. Era a coisa mais absurda que já tinha ouvido em sua vida.

— Você é louco? Deus? Desde quando deuses existem? — Disse de forma debochada.

— Você sabe do que eu estou falando. Lucile, olhe ao seu redor, tudo que você viveu. O que corre em suas veias é um misto de sangue divino com sangue mortal, você é uma meio sangue e precisa aprender a lidar com isso. Aqui Lucile, não é lugar para você.  Por isso você vai partir. — Dizia ele olhando no fundo dos olhos dela.

— Isso é loucura! Realmente quer que eu acredite nessa história louca? — Disse indignada a jovem.

— Se você não acreditar agora, vai acreditar depois. Amanhã cedo esteja pronta, alguém virá busca-la para te levar até nova Roma. — Disse incisivo o homem.

— Roma? Como assim? Eu nem gosto da Itália. — Disse um pouco nervosa.

— Lá você ira conhecer outros como você, filhos de deuses e mortais. Nesse lugar você vai aprender tudo o que precisa e vai ver onde realmente é seu lugar. Com outros iguais a você.

A loira estava sem palavras tudo parecia uma grande loucura, mas de alguma forma parecia fazer sentido para ela, sentia algo dentro de si falar que ele tinha razão. O misterioso homem soltou a menina e foi até a mesa, onde encheu uma taça com água e colocou sobre a mesa, depois lentamente foi saindo do lugar. Mas antes deixar a sala ele olhou uma vez mais para Lucile.

— Transforme a água em vinho e tenha as respostas. Basta você querer. — Ele fez uma pausa. — E antes que você pergunte se sou seu pai... Sim eu sou. Sou Baco, acho que isso lhe explica muita coisa.

O homem então deixou a pequena sala, Lucile estava em choque, seus olhos verdes estavam arregalados e tudo que pôde fazer foi sentar-se diante da pequena mesa e fintar a taça cheia de água. Por um instante pensou que aquele homem era um louco e estava fazendo aquilo apenas para testa-la a mando de sua mãe, porém a curiosidade corroeu o âmago da menina que não resistindo levou a mão à taça, mas pela primeira vez a destemida Lucile teve medo e apenas recuou. Aquele era o fim da sua noite e só lhe restava esperar pelo outro


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

THYRSUS: Um tirso esculpido do carvalho sagrado de Dionísio. Apesar de ser completamente feito de madeira, é tão resistente quanto qualquer outro metal. Indestrutível e tão afiado que pode muito bem chegar a ser letal. Por estar ligado a Dionísio, aumenta o controle sobre as videiras e logo que o semideus queira, raízes podem envolver seu inimigo, deixando-o encoberto de uvas. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

FELINUS: O tigre é o animal que representa o deus do vinho. Portanto, ao ser reclamado por Dionísio, seu filho ganhará um filhote de tigre. Seu nome, gênero e pelagem podem ser de escolha do próprio semideus. Ele o acompanhará desde a reclamação até sua morte, crescendo e se fortalecendo junto com você. Suas garras são modificadas desde a infância, feitas de bronze celestial e altamente perfurantes. Ele consegue aparecer e desaparecer a escolha da prole de Dionísio mas sempre estará a seu dispor. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qui Nov 01, 2018 8:09 am

Heroes of Olympus



Lucile! Adorei a sua ficha, desde a personalidade até a própria história. Acho que você preparou um bom desenvolvimento para essa personagem e estou ansioso para ver o que vai aprontar por aí. Atente-se aos pequenos errinhos, com uma correção seriam eliminados facilmente.

Ortografia: 4/5
Criatividade: 4/5
Coerência: 5/5
Ações realizadas: 4/5

Aprovada, até a próxima avaliação.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sab Nov 03, 2018 4:03 pm



Malia Nohealani
keep your face to the sun and you will never see the shadows.




DADOS BÁSICOS

19
Leilani Nohealani
Apolo
Americana


Por que quer este deus?

Além de ser porque Apolo é um dos deuses mais versáteis e admiráveis, é também porque tanto a história e origem da minha personalidade quanto a sua personalidade e aparência se encaixam mais na personalidade de Apolo, visto que a Malia nasceu no Hawaii, uma ilha quase sempre ensolarada. Além disso, a mãe dela, como nativa hawaiana, sempre acreditou em deuses, mesmo que não fossem nos deuses gregos e eu acredito que Apolo sempre se interesse por pessoas que tenham certo ar de misticidade, como Leilani tem.  

Personalidade
Malia sempre foi um tanto quanto "incontrolável", a mãe dela diria. Alguns acreditam que não, mas ela tem absoluta certeza de que nasceu com essa rebeldia que a possui hoje. Ela é uma garota energética, sempre procura algo para fazer e o TDAH só piora esse traço intrínseco à ela. Ela sempre foi muito confiante, decidida e independente, principalmente quando precisava ajudar a sua mãe nos momentos em que ela começava a ter suas estranhas "visões". Muitos médicos diziam ser esquizofrenia, mas Malia sempre acreditou no místico, no que podia ser real, mas todos diziam que não era, por isso, ela sempre soube que não, não era nenhuma doença. Ainda muito nova, ela teve que aprender a cuidar de si mesma, por causa de sua mãe, que ela não culpava, afinal, Malia era muito indulgente, e também por causa das coisas estranhas que aconteciam com ela e que ela não sabia explicar. Isso era uma coisa que ela odiava... Não saber explicar as coisas. Malia era conhecida por ter uma respostas para tudo na ponta da língua, sempre sarcástica e agitada. Apesar disso, Malia sempre foi muito sorridente, mas também um pouco sentimental e se magoa facilmente. De qualquer forma, ela é uma garota muito divertida e é alma de qualquer festa.
Físico
Malia, nascida na ensolarada Honolulu, tem a típica feição de uma surfista. Ou de uma filha de Apolo, como preferir. Seus cabelos são naturalmente loiro-claros e casualmente desarrumados, como se ela passasse muito tempo sob a leve brisa da praia. Sua pele é bronzeada e ela é considerada magra, apesar de ter músculos e força o suficiente para dar uns bons socos em quem se atrever a deixá-la irritada. Malia tem olhos castanhos amendoados, lábios bem delineados e algumas sardas sobre seu nariz, coisa que, mesmo que muitos achem um charme, ela odeia. Como viveu pela maior parte da sua vida em uma cidade praiana, suas roupas de preferência são shorts jeans, biquínis, croppeds ou blusas mais leves e em tons claros, que contrastam com seu tom de pele. 


HISTORIA

Malia cresceu ouvindo histórias sobre deuses. Não os deuses gregos, que ela viria a descobrir que são reais e que ela é filha de um deles, mas os deuses hawaianos. Leilani, a mãe de Malia, cresceu em uma comunidade nativa hawaiana e ela nunca deu muitos detalhes de como acabou conhecendo o pai de Malia, apesar de a garota insistir e insistir. Tudo o que ela lhe dizia era que ele era insanamente bonito e que seu sorriso era caloroso como o sol. Ela não dava detalhes do porquê de ele não vivia com elas ou porque ele nunca sequer visitou Malia, mas Leilani dizia que, quando o dia estava ensolarado, como no dia em que a garota nasceu, era porque ele estava observando. Malia sempre achou que aquilo era lindo, mesmo que os médicos a repreendessem e dissessem que Leilani estava endoidando, já que ela e Malia foram expulsas da comunidade quando Leilani descobriu que estava grávida e, segundo eles, a culpa a estava deixando louca.
Apesar do que as pessoas diziam sobre Malia e sua mãe, sobre como elas eram profanas e impuras, as crianças pareciam não se importar. Ou talvez Malia fosse muito encantadora para que elas deixassem uma coisa simples como essa impedi-las de serem amigas. Malia era popular na sua escola, ela tinha muitos amigos, apesar, é claro, de algumas exceções, de garotas e garotos que diziam que ela estava ficando louca como sua mãe quando ela dizia que tinha visto um homem de um olho só ou alguma outra coisa desse tipo. Malia nunca foi de levar desaforo para casa, então normalmente alguém saía com um olho roxo ou um nariz quebrado. Quase nunca era ela, apesar do senso comum que as pessoas tinham de que Malia era apenas uma frágil e pobre garotinha que precisava cuidar da mãe enlouquecida. Malia odiava que sentissem pena dela, mesmo que às vezes ela fosse digna de que o sentissem.
Durante sua adolescência, ela continuou a ver coisas muito estranhas. Às vezes, ela chegava em casa com machucados em seu corpo após, sem saber como, fazer uma mulher cobra ou um homem escorpião evaporar. Ela não sabia como aquilo era possível, mas ela sabia que não podia contar para ninguém, afinal, mesmo que ela acreditasse, que outra pessoa acreditava no sobrenatural além da mãe dela, que já fora definitivamente diagnosticada como esquizofrênica? Era difícil, às vezes Malia nem sabia se poderia sair às ruas, ela tinha medo de que não voltaria e que sua mãe ficaria sozinha para sempre. Malia não gostava de admitir, mas nem sempre o místico era algo bom. Era só checar o seu histórico.
Pouco depois de Malia completar dezoito anos, sua mãe faleceu. Os médicos disseram que ela estava delirante quando deu seu último suspiro. Malia, sempre tão viva e espontânea, de repente não sabia mais o que seria de sua vida. Ela não receberia mais o auxílio do governo, já que sua mãe doente não estava mais lá. Ela não teria mais para quem contar sobre as coisas que aconteciam com ela, porque a única que a entendia era Leilani. Malia se viu sem chão, mas ela não podia desistir. Ela passou a trabalhar como guia turística e conseguiu guardar um bom dinheiro para talvez fazer uma faculdade. Ela tinha boa parte de sua vida encaminhada, até que conheceu um garoto chamado Kevin Stone, que lhe disse que ela já deveria ter saído de lá há muito tempo. Malia não entendeu nada, a princípio, mas quando ele se apresentou como um Sátiro, quando ele começou a citar cada pequeno detalhe esquisito da vida de Malia, tudo começou a fazer sentido. E então ela compreendeu: ela era uma semideusa, ela teria que ir para o Acampamento Meio-Sangue e a sua vida estava apenas começando.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

SOLARIS: Um arco longo e dourado, em seu centro, na parte de empunhadura, existe uma bandagem de couro escura para que a prole de Apolo tenha a pegada certa e para que a arma não deslize. O arco não possui cordel, porém, quando os dedos da cria de Apolo simulam a pegada, uma corda de fogo aparece, formando uma flecha formada de mesmo material. Esta, possui flechas infinitas que têm o alcance de até 300 metros. Quando não acionado, pode ser utilizado em forma de um relógio solar. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

LOUROS: Uma coroa ao estilo grego de folhas de louro douradas. Ao ser posta na cabeça da prole de Apolo, ela fica envolta de uma aura dourada luminosa e extremamente quente, como se a pele do semideus fosse feita de energia pura. Em combinação com o arco, o semideus poderá criar flechas de energia que, ao atingirem semideuses, os deixarão desnorteados e com os olhos queimando, ao atingir armas comuns as desintegrará. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Nov 04, 2018 9:32 am



Scott Karl Spellman
Ouvi dizer, que existe paraíso na terra...




DADOS BÁSICOS

Idade: 17 anos
Progenitor Mortal: Samantha Spellman
Progenitor Divino: Apolo
Nacionalidade: Americano


Por que quer este deus?

Apolo, deus do sol, poesia e música. Pode ser considerado mulherengo – e na verdade foi – assim como um tanto lerdo, mas, sua verdadeira essência é a que realmente importa. Os poemas, o calor do sol, a melodia, o esporte, tudo, absolutamente, tudo, é de tamanha perfeição. Uma criação e dedicação que atrairiam qualquer um. A forma como a história de Apolo é contada, suas aventuras amorosas e safadas, tudo com uma excitação e um toque de humor ao mesmo tempo, como não apaixonar-se como um deus assim? Como não querer ser filho de um deus como ele? Seguir com suas aventuras e com seus conceitos ao mesmo tempo que fazer com que essa história só siga mais e mais adiante com os poderes do mesmo e, claro, com suas tamanhas virtudes.

Personalidade
Sempre fora um garoto extrovertido e brincalhão, rindo de piadas sem graça e fazendo outras mais sem graça ainda. As vezes pode parecer um tanto certinho demais, porém, não tem medo de quebrar as regras para se divertir ou para fazer o que gosta. É um amante da música e gosta de tocar tanto violão quanto ukulele, gosta de cantar no chuveiro quando ninguém está vendo pois tem um pouco de vergonha. Seu lado artístico sempre entra em conflito com seu lado atleta pois o garoto adora correr, escalar e nadar, tudo menos ficar parado. Apesar de tímido também é um paquerador nato, logicamente tomando foras em várias vezes.
Físico
Apesar de Apolo ser um deus que é retradado como tendo cabelos dourados e olhos azuis, Scott sai um pouco do padrão. Possui os cabelos castanhos que ora vão ao cobre e ora vão ao castanho escuro, seus olhos também são escuros mas não chegam ao preto. Possui uma cicatriz entre as sobrancelhas de um dia, quando garoto, cabeceou uma bola de basquete. Seu corpo é bem definido pois é um amante do esporte e não gosta de ficar parado, tendo um tom de pele também levemente bronzeado.


HISTORIA



Uma vida sem luxo, sem amor e com muito sexo, drogas e rock'n roll. Muitos achariam uma história divertida, coisa que não era verdade. Scott e Cole, eram jovens e filhos de uma empresária muito poderosa, no ramo do sexo. Ela era mais conhecida como cafetona e seu principal negócio era com mulheres. Gerenciava uma boate onde as garotas podiam satisfazer homens e mulheres que procurassem sair da rotina.

A verdade, é que sua mãe nem sempre fora assim.

Quando conheceu o pai de ambos os garotos – gêmeos – ela era calma e simpática, trabalhava em um café como garçonete e achava todo aquele mundo extremamente fantástico. Eles namoraram por algum tempo mas não durou, o homem a engravidou e entregou a pobre mulher as duas crianças pouco antes de partir.

A pobre jovem – apaixonada como estava – começou a ficar louca aos poucos. Largou o café e conseguiu se erguer com o mercado sexual. Mas claro, os pobres filhos não sabiam de absolutamente nada sobre o pai.

Sempre que perguntavam, a mãe lhes xingava ou até mesmo violentava fisicamente. Nunca tiveram amor de verdade, apenas um ao outro, tendo que trabalhar em casa duramente para manter tudo limpo e organizado, além de estudar e manter notas altas, o que não era uma tarefa nada fácil levando em consideração que eles tinham deficit de atenção.

A vida – até aí – até que não ia tão ruim, pelo menos em comparação com o que estava por vir pouco depois. Sua mãe, havia trazido uma mulher para dentro de casa e pelo que os gêmeos puderam perceber, era uma de suas prostitutas. Porém, essa parecia especial para a mãe deles, mais como uma esposa e claro, não demorou para os irmãos descobrirem que estavam certos.

Sua mãe havia basicamente se apaixonado por uma de suas prostitutas e agora havia levado-a para dentro de casa. A mulher simplesmente não fazia nada a não ser aumentar as despesas da família, que não eram poucas já que a quantidade de membros vivendo sob o mesmo teto havia consideravelmente aumentado e sua mãe gastava tudo com bebidas.

Para piorar a situação, logo veio o primeiro bebê e acompanhado disso, a necessidade de obter mais dinheiro. Scott decidiu sair e procurar emprego enquanto seu irmão mantinha a ordem em casa, não durou muito. Logo, a mulher descobriu e começou a querer parte dos lucros, que não eram muitos. Os garotos não se sentiam a vontade com tal situação mas por sorte – ou azar – a mulher se separou de sua mãe, devido a gravidez mas acabou pedindo-lhe pensão.

Com os custos autos impostos pela mulher e com sua mãe os obrigando a trabalhar mais, os gêmeos decidiram ir até a boate para tirar satisfações sobre tudo aqui, claro que não iriam aceitar de boa vontade.

Mas a visão da casa noturna não foi a esperada. Aquilo já não era como anos atrás havia sido, dava-se mais para chamar de aglomerado de lixo humano. Os dois jovens eram absolutamente idênticos – a não ser pela cor dos olhos e cabelos – o garoto puxara mais ao pai já Scott, puxara a mãe.

Deixando toda a vida para trás, os dois garotos viveram pelas ruas durante algumas semanas, procurando um lugar para morar e quem sabe se estabilizar dando continuidade a tudo. Por algum motivo esquisito, que só depois foram perceber, caminhavam dia após dia em direção ao sul. Como se algum tipo de força invisível os chamasse para lá.

Até que em uma dessas caminhadas estranhas, uma aranha encontrou os garotos – menor do que pensavam ter visto na boate da mãe – mas terrivelmente assustadora da mesma forma. Scott percebeu o irmão se agachando e indo falar com a aranha, na mesma hora não achou uma boa ideia mas guardou as palavras pois Cole não gostava de ser contrariado.

— A senhora deve estar perdida. O bosque fica do outro lado do asfalto, olhe — O garoto falou docemente apontando para o outro lado da estrada.

— Não estou perdida, senhor. Estive procurando pelos dois. Venho em nome do pai de vocês, o grandioso Apolo, informar que vocês devem ir para o Camp Half Blood, um acampamento aqui perto. Vou levá-los até lá, apenas me sigam — A aranha respondeu fazendo não só com que Cole desse um pulo mas também Scott. A aranha não só havia falado mas queria que os jovens a seguissem.

Ficaram paralisados por alguns instantes, não era a primeira vez que isso acontecia, mas não deixava e ser estranho da mesma forma além de que, era a primeira vez que um respondia. Scott, que era muito mais destemido que o outro, seguiu a aranha, seu irmão ficando para trás. Foi aí que uma harpia apareceu pronta para atacar os dois. Cole engoliu em seco e pegou um paralelepípedo, jogando na galinha. A aranha olhou para trás e logo puxou o irmão para perto.

— Corram nessa direção, vou atrasá-la! — Gritou.

Os gêmeos se entreolharam e não pensaram duas vezes, correndo morro acima. Mas aparentemente a aranha não conseguira servir de distração por muito tempo e logo a harpia já estava na cola dos dois. Em um ataque, agarrou Cole pelos ombros e levantou voo com ele. Scott parou e observou a cena, sem saber o que fazer mas seu irmão gritava para continuar sem ele.

O garoto assim o fez, virando as costas para sua metade e adentrando as fronteiras do acampamento. Se chegaria a ver Cole de novo, era um completo mistério.



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SOLARIS: Um arco longo e dourado, em seu centro, na parte de empunhadura, existe uma bandagem de couro escura para que a prole de Apolo tenha a pegada certa e para que a arma não deslize. O arco não possui cordel, porém, quando os dedos da cria de Apolo simulam a pegada, uma corda de fogo aparece, formando uma flecha formada de mesmo material. Esta, possui flechas infinitas que têm o alcance de até 300 metros. Quando não acionado, pode ser utilizado em forma de um relógio solar. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

LOUROS: Uma coroa ao estilo grego de folhas de louro douradas. Ao ser posta na cabeça da prole de Apolo, ela fica envolta de uma aura dourada luminosa e extremamente quente, como se a pele do semideus fosse feita de energia pura. Em combinação com o arco, o semideus poderá criar flechas de energia que, ao atingirem semideuses, os deixarão desnorteados e com os olhos queimando, ao atingir armas comuns as desintegrará. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Nov 04, 2018 12:34 pm

Heroes of Olympus



Scott! Gostei bastante de sua ficha, mas confesso que fiquei aflita com este final! Pobre Cole. Estou ansiosa para ver o que vai acontecer daí por diante. Nenhum erro grave foi encontrado, apenas a parte da gravidez da madrasta que não ficou exatamente clara. Mas nada que fosse problemático.

Ortografia: 4/5
Criatividade: 5/5
Coerência: 4/5
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Aprovado, como Filho de Apolo.


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Nyx Deuses Primordiais
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qui Nov 22, 2018 11:08 pm



Ksenya Gauthier
frase bem aqui




DADOS BÁSICOS

18
Rodrick Gauthier
Nyx
Americana


Por que quer este deus?

Nyx é uma deidade que sempre me atraiu muito a atenção. Gosto da forma de como é relatada na mitologia em si; soberana e temida, assim como gostaria de poder explora-la dentro do RPG de modo que cativasse melhor minha imaginação. Quero experimentar algo diferente, e modificar o modo de como as pessoas apenas a veem, tornando-a maternal e de traços afáveis, se mencionada do ponto de vista de uma de suas proles.

Personalidade
A dubilidade de Nya tornar-se múltipla perante as diversificas situações de seu dia a dia. Às vezes transmuta uma carapaça repleta de felicitações e de cunho sonhador, atraindo olhares de admiração e colapsos de consentimento mútuo - o que é o mais corriqueiro de se vislumbrar, visto que inabalável, dificilmente deixa-se levar por caminhos que o tirem de seu sério. Por outrem, reveste uma faceta de cinismo e egocentrismo exacerbado - duro, frio, vingativo, impetuoso, amoral, compassivo, surrealista, imponente, inultrapassável. Embora protetora e fácil de se entrosar, dificilmente deixa-se levar por laços afetuosos demais e, por mais incrível que pareça, prefere apenas edificar sua postura na zona a si designada.

Físico
Dona de atributos belos e encantadores, Nya adquiriu com exímia clareza um aspecto físico único e imbatível; porte atlético e corpo escultural, resultado de horas de exercícios físicos a finco, tal como é adornado por uma vasta cabeleira cor de cobre e íris esverdeadas, quais realçam a pureza indolente na garota que vive apenas para se expressar por meio de um rosto singelo e apaziguador - robusto e roliço, com pele alva  o que a torna tão charmosa quanto óbvia. De estatura mediana, chegando ao 1,60 de altura, têm-se o peso distribuído milimetricamente por toda a parte. Narcisista, sempre é flagrada com vestimentas que privilegiem a visão abrasiva de seu físico, variando entre o vermelho ou o preto.


HISTORIA


— Acalme-se, criança! Estamos chegando! — murmurava o homem de pele pálida e rosto acentuado, apressando o passo ao atravessar um beco abandonado e deplorável onde latas e sacolas de lixos estavam reviradas pelo chão imundo. Os braços fortes e musculosos protegiam um pequeno embrulho; uma manta, onde repousava um bebê roliço e sereno, que transparecia dormir tranquilamente.

Em todo o instante, o homem olhava para os lados, semicerrando os olhos a fim de ter uma visão privilegiada do que ocorria ao seu redor. O sobretudo negro esvoaçava a cada passo e, como mantinha todo o seu corpo encoberto, ficaria difícil dizer sua estatura. Apenas era possível afirmar que este era robusto – o homem desconhecido – e, pelos traços másculos e a feição protetora, seria possível afirmar que deveria ser o pai da criança, não passando de seus trinta e poucos anos de idade.

O bebê se remexeu, incômodo, o que fez o homem suspirar. Não possuía condições suficientes de sustentar um recém-nascido, muito mais aquele. Era sua única saída. Ao menos ela estaria protegido e em bons cuidados e, esta linha de raciocínio o acalmava. Cruzou a calçada, deixando um sorriso jubiloso escapar de seus lábios ao perpassar por um poste de iluminação que ornamentava a fachada do edifício pitoresco; uma mulher de vestes longas e postura religiosa o aguardava.

— Rodrick. — o saudou, mantendo as mãos ocultas detrás de seu corpo. — Esta é a criança? — inquiriu com certa curiosidade, apressando-se para erguer seu queixo e observar o bebê que se mantinha insólito, acomodado no abraço paterno. — Como ela é linda. — admirou-se, os olhos brilhando de excitação.

— Sim, Cecil. Esta é o minha filha. — o homem de nome Rodrick, respondeu, o olhar em devoção voltado à sua prole. — Puxou a mãe, de fato. — debruçou-se sobre a pequenina, depositando um beijo na face imaculada. Àquela altura, não poderia mais voltar atrás. — Cuide bem dela, Cecil. — soergueu seus braços, deixando que a mulher tomasse o embrulho e o aninhasse contra o peito.

— Dou minha palavra. Cuidarei dela com a minha vida. — e ao dizer estas palavras, ele assentiu, deslizando os dedos pelos poucos fios de cabelos da criança. Sussurrou uma prece numa língua antiga e suspirou, outra vez. A partir daquele dia, já não seria mais seu responsável. O bebê, estaria entregue à proteção da noite. E claro, de sua mãe, onde quer que ela estivesse.



2014. 08. 13. Orphanage Wood’s of Nashville


O ruído do despertador se fez ouvir, trazendo consigo os acordes metálicos de Taylor Momsen, Going To Hell. Uma mão débil tateou o ar e após tantas insistências, conseguiu engatar o dispositivo e desligar o eletrônico. Com um gemido rouco, a garota afastou o lençol que o cobria, bufando.

— Volta aqui. — teve sua cintura enlaçada, impedido de se levantar. A cortina entreaberta deixava que os raios solares atrapalhassem sua visão.

— Cai fora, Jhonny. — grunhiu, desvencilhando-se dos braços robustos e empurrando o garoto repousado ao seu lado.

Afinal, onde diabos havia se metido aquele bebê? Quem diria; ela teria dado lugar a uma jovem de porte atlético, curvas assimétricas e músculos apetitosamente acentuados. De longe, a anjinha deixado sob os cuidados da superiora daquele colégio interno de grande renome. Nya, agora era seu nome e, para a triste realidade, por onde andava, a garota precedia a desordem e o caos.

Pulou do colchão, procurando por suas vestes esparramadas pelo piso do quarto. Não tardou a encontrar sua bermuda e assim que a avistou, vestiu-a ligeiramente. Às suas costas, ouviu-se um resmungo e encabulado, girou o corpo, observando o garoto que ocupava espaço em sua cama, erguendo uma sobrancelha.

— O que é agora? — perguntou ao passo que resgatava a inseparável jaqueta de couro.

— Já vai sair, Ksenya? Pensei que tivéssemos um acordo. — Jhonny soltou outro resmungo, amarrando a cara. Era um garoto atrativo, com beleza exótica; peitoral definido e uma fina camada de pêlos que cobria o queixo, tal como uma pele delgada. Como possuíam uma postura complacente e, em sua maioria, dificilmente eram vistos juntos, ninguém os julgaria como amantes; debaixo daquele teto, aquele tipo de relação era tida como anormal e, inconcebível.

— Sim, tínhamos. Mas agora tenho aula, e vou ouvir aos montes de Cecil se me der mal em mais alguma matéria. — rolou os glóbulos, andando de um lado para o outro à procura de seus sapatos. Céus, parecia que um furacão tinha passado por ali.

— Talvez se fosse um pouco mais normal que as outras, não teria a atenção chamada pela superiora a todo instante. — riu o loiro, permanecendo deitado, cruzando os braços atrás da nuca. Despido, tentava exibir seu corpo da melhor maneira a ela, como forma de atraí-la novamente para a cama.

Nya o fuzilou, cerrando o queixo. Odiava ser taxada como anormal e, de quebra, ainda tinha de aguentar todos os problemas psicológicos e comportamentais que advinham consigo desde que se entendia por gente; não conseguia realizar as tarefas com louvor e, no mais tardar, nem mesmo conseguia se comportar como as garotas de sua idade; era impossibilitada de permanecer quieta e odiava acima de tudo, o dia. Era uma garota problemática, e não tinha vergonha alguma em admitir.

Ergueu o braço direito e ostentou o dedo do meio enquanto saía do cômodo. Não se encontrava no menor clima para aguentar aquelas crises de Jhonny. E este, era seu humor corriqueiro, sempre que o sol surgia – mal humorada e estressada.



2014. 10. 14. Orphanage Wood’s of Nashville


— KSENYA GAUTHIER!!! O QUE É ISSO?! — Cecil gritou, histérica, atravessando o banheiro feminino a passos apressados e arrancando a garota da bancada de mármore. Sob a plataforma, próxima a pia, uma garrafa de vodka repousava intacta, assim como um maço de cigarros Marlboro.

Nya estalou a língua com desdém. Pouco fez da situação e de igual, continuou a tragar o filtro do tabaco, preenchendo os pulmões e liberando a nicotina por entre os lábios; estes, por sua vez, exibiam um riso cínico, repleto de deboche.

— O que parece pra você, Cecil? — mordiscou o interior da bochecha e, aproximando-se da freira, soprou o restante da nicotina contra seu rosto. Ouviu-se um estalar e Nya virou o rosto, atordoada. Na bochecha, a marca da palma da mulher ficara gravada; vermelha e dolorosa. — SUA CRETINA! — e outra bofetada marcou o lado inverso da face da menor.

— SEU PAI LHE DEIXOU SOB MINHA TUTELA! NÃO IREI ADMITIR ESSE TIPO DE COMPORTAMENTO DENTRO DESTE LUGAR. — ao olhar de terceiros, aquela nem mesmo parecia ser a superiora do orfanato; Cecil, em sua maioria, adquiria um semblante calmo e complacente. Nas raras ocasiões, sua cólera só era despertada em extremas circunstâncias – Nya era uma delas.

— MEU PAI ME DEIXOU SOB SUA PROTEÇÃO? E ONDE ELE ESTÁ AGORA? AAAAAH! CLARO. DEVE ESTAR COM UMA NOVA FAMÍLIA ENQUANTO EU TENHO QUE ATURAR ESTE INFERNO. — a voz elevava-se duas ou três escalas, tentando sobrepor-se à da mulher. Com supetão, a adolescente puxou o seu braço, livrando-se das garras de Cecil. Seus olhos a fulminavam, como se pudessem desintegrá-la instantaneamente.

— Eu não quero saber. — a superiora ergueu sua mão, como se desse um basta naquela conversa. — Estou cansada de suas atitudes infantis. Este é um ambiente de ensino e o lugar mais seguro para você; seu comportamento não seria tolerado lá fora, como eu o tolero aqui dentro. — surpreendentemente, a mulher retornou ao seu habitual tom calmo, como se estivesse convicta de que já teria ganhando a discussão. Voltou-se para Nya com um olhar maternal, suspirando. — Sei que sente falta de uma companhia familiar. E sei que está descont...

— CALA A BOCA! — gritou a garota com toda a autoridade juvenil, erguendo os palmos até os ouvidos, como se aquelas palavras o ferissem – e de fato, feriam. Seu semblante, de furiosa passou a ser bestial, irreconhecível. Ergueu um dedo para Cecil e cuspiu todo o seu ódio através de ameaças. — SE VOCÊ CONTINUAR, EU VOU FUGIR CECIL! — a mulher arregalou os olhos, horrorizada. — E VOCÊ SABE QUE EU TENHO CORAGEM, NÃO SABE? TÔ POUCO ME IMPORTANDO PRA ESSA MERDA DE ORFANATO OU SE NÃO TENHO IDADE PRA ME SUSTENTAR. QUALQUER LUGAR, É MELHOR QUE AQUI.

— Você não sabe o que está falando, Nya. — a garota franziu a sobrancelha, encarando a faceta sombria ostentada no rosto de Cecil. — Há coisas piores no mundo lá fora. — suspirou, exausta, colocando o palmo contra os lábios, impedindo-se de falar qualquer outra coisa a mais.

— O que você quer dizer com isso? — inquiriu Nya, aproximando-se da mulher, desconfiada. Mas não obteve respostas; ela se mantinha calada, apenas a olhando – um misto de pena e pavor. — O QUE VOCÊ ESTÁ ESCONDENDO DE MIM? — tornou a gritar, perdendo completamente a paciência. Cecil virou as costas e deixou o toalete, e uma Nya muito confusa. — EU IREI DESCOBRIR, CECIL, SEJA LÁ O QUE FOR! — gritou, furiosa e em um ato solene, arrebatou a garrafa de vodka do balcão de mármore e a atirou contra o espelho da pia, estilhaçando o vidro completamente. No reflexo dos cacos, nem ele mesmo se reconhecia.



2014. 11. 09. Exit Avenue, Long Island


O ronco do motor aumentava à medida em que o veículo adquiria velocidade. A autoestrada encontrava-se deserta e, excedendo-se pelos dois passageiros resguardados no interior do volvo prata, a viagem não poderia ser mais tranquila. Ao longe o sol crepitava, irradiando em tons de dourado; seus raios atravessam o para-brisas, deixando o moreno desconcertado. Jhonny sorriu, umedecendo os lábios e ocupando-se no volante; uma das mãos acariciando a coxa da amante.

Desde a fuga do internato, faziam-se cinco dias que estavam na estrada, vivendo de fast-food e dormindo em motéis de estrada, usufruindo do dinheiro que Nya havia furtado. Vez ou outra, as noites deleitosas eram regadas a sexo e álcool, porém, mal sabia o garoto que estava sendo usado pela menor, apenas como meio de conseguir desaparecer do mapa e do radar de Cecil. Entretanto, àquela altura, duvidava muito se ainda poderiam ser pegos.

— Bom dia, bela adormecida! — debochou o jovem motorista, e a morena abriu os olhos, fuzilando-o – o terrível mau-humor em seu ápice. O som do rock pesado munia o interior do transporte, e os vidros fechados apenas serviam para deixar a musica ainda mais alta, abafando qualquer tipo de conversa que os dois poderiam ter.

Pronto para dizer umas poucas e boas, Nya se reconfortou no banco do passageiro, aprumando a postura. Preparou-se para gritar com Jhonny para que ele abaixasse a música, mas um vulto enegrecido assolou o veículo em meio à pista deserta. A menor arregalou os olhos, perplexos, enquanto a massa sombria encobria o carro e o puxava pela sua traseira.

— JHONNY CUIDADO! — gritou em plenos pulmões, mas tudo o que se sucedeu foi um estrondo e o carro capotou no meio da avenida, refreando em inércia até bater contra um tronco de uma árvore robusta e explodir.


●●●


Outra vez o silêncio se fez presente. À beira da estrada, os escombros da cena aterradora que se desencadeara ali horas antes. O sol se punha e a lua agora comandava os céus tingidos de um cinza escuro; sem nuvens, sem estrelas. Do outro lado da pista, uma figura encapuzada andava, atravessando o asfalto com a mais plena elegância e paciência possível.

Ouviu-se um choramingo, e do lado oposto do capô, Nya despertou, sufocando. Ela havia sobrevivido? Sentou-se na grama, capturando o máximo de ar que podia; da beirada do automóvel, onde outrora deveria estar o motorista, filetes de sangue deslizavam pela lataria trucidada, empoçando no calçamento.

— Garota idiota! — a estranha sibilou, puxando a menina pelo braço e fazendo-a ficar de pé. Nya gemeu, apoiando-se na mulher desconhecida; seu rosto oculto pelo capuz da capa negra que vestia. — Poderia ter morrido, se não fosse filha de quem é.

Ela apenas a escutava, atordoada, enquanto tratava de acariciar a contusão no joelho. Mordeu a língua, impedindo a si mesmo de liberar uma série de insultos contra aquela criatura. Quem ela era afinal? E com que direito a tratava daquela maneira? Bufou, mancando até as proximidades da avenida, olhando de um lado a outro.

— Onde pensa que está indo? — guinchou a estranha, tomando-a novamente pelo braço e a arrastando até o lado oposto ao do acidente. — Você vem comigo, semideusa. E nem tente mais uma de suas gracinhas, estou farta de suas atitudes. — semicerrou os olhos, ainda mais confusa. Ela já a conhecia? Indagou em mente e com um ato muito ousado, arrancou o capuz da cabeça daquela mulher, boquiaberta quando sua identidade fora revelada.

— Cecil?! — em osso e pele; embora esta, mais esverdeada que o normal. A ninfa sorriu, protetora, e continuou a arrastá-la até um cercado, ao pé de uma colina. Árvores cresciam em abundância em sua base e no topo, um pinheiro reluzia com um ponto brilhante pendendo em um dos seus galhos. — I-isso é impossível!

— Nada é impossível em nosso mundo, Nya. — ironizou a ninfa, Cecil, segurando-a pelos ombros. — Você é uma semideusa, garota, entenda. Há sangue celestial em suas veias. — ela a encarava com tamanha intensidade e confessava com todo o alívio, como se aquelas palavras estivessem presas em sua garganta há anos, que era difícil deixar de acreditar. — Nunca se perguntou por que era tão diferente das outras jovens da sua idade? No orfanato, porque será que te perseguiam e sempre se metia em encrenca? — ela não soube responder.

— Você só pode estar louca! — murmurou, negando a verdade. Ela? Uma semideusa? Sim, sabia o significado do termo. Cecil, não era apenas a governanta, como também lecionava história da antiguidade; mitos e lendas, os assuntos preferidos da garota ministrados durante as aulas. — Deuses não existem! — retesou o rosto, perplexa. Não era crédula, não podia acreditar.

— Então veja por sua própria conta. — Cecil riu, e apontou com o queixo para a cabeça da garota. Instintivamente, Nya ergueu o rosto, bem a tempo de ver um enorme símbolo crepitar em tons roxos, enevoando-se sobre seus cabelos; uma estrela, maciça e palpável, quase parecia ser de verdade. — É um prazer ser sua protetora, Nya, filha de Nyx.

Muita informação! O cérebro dela gritava, sobrecarregado. Talvez fosse o excesso de conhecimento ou a fraqueza por ter se acidentado horas antes, mas fora inevitável um desmaio. A garota perdeu a consciência, arrancando suspiros exasperados da ninfa. No fundo, por mais trabalhoso que tivesse sido, tinha cumprido seu papel com excelência – protegera a semideusa a si designada; e por sua causa, Nya despertou dias depois, em segurança, no Acampamento Meio-Sangue.

OBS:
Peço desculpas pela história resumida e, principalmente, por ter desenvolvido poucos fatos; quero trabalhar melhor com o personagem no decorrer de sua trama, através de missões etc, e esclarecer muitos pontos que ficaram vagos aqui. Espero que possam compreender.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

CLOAK: Uma réplica do manto da deusa, este é tem a forma de uma jaqueta de couro negra com uma lua minguante e uma estrela estampados de um prateado lunar nas costas. Com o manto em contato com a noite, a prole da deusa conseguirá andar pelas sombras ocultando sua presença. O manto também serve como proteção, absorvendo ataques desferidos e conseguindo diminuir a intensidade de ataques mágicos em até 20%. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


Agradecimientos a Frappuccino
Ksenya Gauthier Filhos de Nyx
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Ficha do Semideus
Vida Vida:
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MP MP:
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Nível Nível: 1

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Nov 23, 2018 7:35 am

Heroes of Olympus



Ok, ok, pode me chamar de lerdo! Demorei um pouco para assimilar o fato de que 'Nya' era teu apelido, a priori eu fiquei um pouco confuso mas aprendi direitinho! Eu adoro escrita com detalhes, sabe? De forma que consiga imaginar, milimetricamente, tudo ao redor. Estás de parabéns pela ficha, de verdade. Nem encontrei erros nem nada demais. Apenas digo: escolheu um presente apenas, mas são dois hahah! Fora isso, impecável, parabéns!

Ortografia: 5/5
Criatividade: 5/5
Coerência: 4/5
Ações realizadas: 5/5

Aprovada,.

Mikhail, aguarde avaliação, o sistema de intercâmbio ainda não está pronto.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sab Dez 01, 2018 10:21 pm



Jasper Carstairs
Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.




DADOS BÁSICOS

19 anos
Aahron Carstairs
Hécate
Estadunidense


Por que quer este deus?

Hécate a deusa Tríplice, temida e amada. Deusa das terras selvagens e dos partos, das encruzilhadas, entradas, fogo, luz, lua, magia, bruxaria, conhecimento de ervas e plantas venenosa, fantasmas, necromancia e feitiçaria. Seu reinado se estende sobre a terra, os mares e o céu. A salvadora universal, mãe dos anjos e alma do mundo cósmico. Filha dos titãs Perses e Astéria é uma titã atribuída a uma função como deusa menor. Seu poder se estende por quase todos os lugares, sendo que seus filhos são bem-vindos em quase todos os lugares. Os poderes de seus filhos derivam principalmente da magia, já que é a aparentemente a função principal da deusa. Gosto dos poderes da deusa, gosto da deusa e acho que ser filho dela permite o desenvolvimento de uma boa trama, uma trama que possa ser remodelada podendo ter uma variação nos poderes que acentuariam essas mudanças de um modo narrativo

Personalidade
Problemático é uma palavra que certamente descreve de uma maneira precisa o psicológico de Jasper Carstairs. O garoto era alegre e sorridente quando criança, mas conforme o tempo se tornou um pouco amargo por dentro e a sua confiança nas pessoas acabou, então Jasper finge, representa um papel na maior parte do tempo quando está em público, apenas para manter as aparências, odeio lugares cheios e prefere ficar sozinho na companhia de um livro ou música.
Físico
Jasper é um garoto loiro, magro, de porte naturalmente atlético devido a um metabolismo acelerado. Gosta de manter cabelos longos o suficiente para lhe cobrirem o rosto. O cabelo loiro platinado costuma estar arrumado em um topete bem arrumado. Tem uma pele levemente bronzeada e altura mediana. Jasper possui olhos claros de um tom azul claro que às vezes lembram um lago no verão e às vezes lembram gelo tão frio que pode parece queimar. Seu rosto possui traços finos, delicados com uma beleza não muito chamativa, mas ainda assim belo o suficiente para chamar a atenção onde passa.


HISTORIA

Era uma noite fria em Falls Church, Virginia. Quando Aahron Carstairs conheceu Hécate, a deusa da magia, que se apresentou como Hécate Underwood, uma mortal que estava de visita à Falls Church, por trabalho. Aahron se apaixonou assim que a viu. Os dois ficaram juntos por cerca de um mês, até que Hécate foi embora, deixando um Aahron arrasado para trás. Após nove meses, Aahron recebeu a visita de Hécate, que lhe contou a verdade sobre si e entregou o menino para o pai cria-lo dando um aviso de que os onze anos o garoto deveria ser levado para Long Island que estariam esperando por ele.

Jasper cresceu tendo uma infância longe de ser normal. Por ser filho da deusa da magia, além de semideus, sua aura mágica era bastante influente em pequenos objetos, como livros, chaves, comida, etc. Sempre que se irritava com alguma coisa alguns desses objetivos voavam contra parede. Conforme foi crescendo, Jasper foi ficando com um temperamento mais calmo e controlado, de modo que ele se tornava quase um garoto normal, até completar 11 anos e ser quase morto por um lobo cego.  

Atrás da propriedade dos Carstairs, havia um bosque, onde Jasper costumava ir muito para andar sozinho. O dia em que as coisas mudaram, era apenas mais um dia normal e Jasper estava fazendo sua caminhada que se tornara quase diária pela floresta. Não estava muito longe de casa, quando um rosnado o fez congelar no local. Virando-se lentamente, ele viu um lobo parado, farejando o ar à frente.

Olhos de um branco leitoso, doentio, marcados por cicatrizes negras e cruéis, encaravam Jasper as orelhas se mexiam levemente a procura de quaisquer sinais sonoros de sua presa e, ficando em pé sobre as patas traseiras, ele farejou o ar a frente e ao sentir o cheiro do semideus se deixou cair novamente sobre as quatro patas e mostrou os dentes, sem fazer nem mesmo o menor dos barulhos.

Uma calma fria tomou o peito do garoto, que paralisado pelo susto e pelo medo havia congelado no lugar, mas agora as engrenagens em seu cérebro pareciam se alinhar e trabalhar rapidamente para salvá-lo daquela situação. Uma sensação inquietante começou a se acumular sob a pele de Jas, concentrando-se no coração, mas percorrendo todo o seu corpo, fazendo sua pele formigar.

O lobo rosnou e deu um passo à frente, e o que corria através das veias de Jasper se intensificou, cada vez mais e mais, até que parecesse que ia explodir. E um segundo mais tarde a escuridão tomou conta da vista de Jasper, fazendo-o mergulhar em um sono profundo e cheio de sonhos misteriosos com três mulheres.

Uma era jovem, bela, de pele clara, perfeita como porcelana, cabelos negros e lisos que balançavam lentamente com o vento de forma graciosa. A segunda era mais velha, carregava uma criança no colo, parecia na verdade com a primeira após algumas décadas e pôr fim a terceira era como as outras em aparência física, porém a pele já havia perdido mais elasticidade e caído um pouco, formando rugas encantadoras. O olhar de inocência na mais jovem, o olhar de proteção materna na do meio e um olhar de profunda sabedoria na anciã. E aqueles três olhares convergiam sobre o garoto, olhando-o analisando-o e chamando-o...

Um brilho dourado forte acordou o garoto, sua cabeça latejava de dor, fazendo-o levar as mãos ao rosto, protegendo os olhos da forte claridade do pôr do sol. “Pôr do sol...” Com um salto o garoto se pôs de pé, as memórias do dia anterior rapidamente preenchendo-lhe a cabeça, seu olhar correndo deum lado ao outro do bosque onde se encontravam, ele e o outro jovem, mas não seu pai, não alguém que ele conhecesse... O que havia acontecido?

- Calma Jasper – disse o outro jovem, atraindo toda a atenção do garoto para si. Cabelo cacheado, com pequenos chifres despontando entre os cachos negros, pele bronzeada e marcada por diversas cicatrizes, algumas quase imperceptíveis, outras já se destacavam na pele do jovem... “Sátiro” a palavra surgiu na mente de Jasper, assim como uma estranha sensação de familiaridade, de confiança. Por algum motivo confiava naquele ser de pernas de bode, percebeu o garoto mais tarde com um sobressalto.
Antes que Jasper pudesse perguntar qualquer coisa a mão do sátiro puxou a sua e ambos estavam logo correndo, o olhar do ser mítico disparava a cada sombra que crescia conforme a noite ia se assentando, arrastando Jasper cada vez mais fundo no bosque até que John foi atirado longe por algo, deixando cair uma espada longa e dourada, com um leve brilho que fez Jasper a pegar instantaneamente do chão, segurando-a com força.

Ali, em meio as árvores uma criatura perversa, ágil e faminta se empoleirou em meio aos galhos mais altos e com a visão aguçada observou o garoto antes de se lançar ao ar, descendo ao chão e pousando a alguns metros do garoto. Uma criatura metade ave, metade mulher, com um sorriso perverso no rosto.

A Harpia e seu sorriso, não foram bem recebidos pelo garoto, que jamais havia visto uma criatura como aquela antes e logo apontou a arma brilhante para ela, que não se intimidou, tanto pela aparente idade precoce do garoto, quanto pelo tremor que havia em suas mãos, ao segurar a espada.

-Abaixe isto – disse a criatura, com uma voz estridente, que poderia ser comparada ao barulho que faz o vidro ao ser arranhado, apontando para a arma nas mãos de Jasper – Isso não é coisa para crianças, querido.

O sorriso perverso continuava na face da criatura, enquanto ela se aproximava lentamente, com uma mão de garras cuidadosamente erguida, em direção à espada. Jasper, que não sabia o que fazer, brandiu a espada, sacudindo-a de um lado para o outro, fazendo a harpia se afastar, por precaução e ao ver ela se afastando, o garoto virou e saiu correndo, pela trilha, onde anteriormente o sátiro distraído caminhara tranquilamente.

Ele começou a correr o mais rápido que conseguia, mas a harpia era mais veloz e logo o alcançou e em um movimento desequilibrando-a enquanto o garoto imprudente, segurou-lhe o ombro, julgando mal a força do garoto, o que acabou se virava, tropeçando e com a espada fazendo um arco no ar. Tentando bloquear o golpe do garoto, a harpia ergueu as garras, que foram facilmente cortadas, e a espada continuou em seu trajeto, fazendo um corte profundo na altura do peito. Algo dourado começou a cair da ferida e guiado pelo instinto, o garoto descreveu outro arco com a espada, mirando mais para cima. A espada acertou a garganta da harpia, que havia ficado um instante paralisada, por ter sido ferido por uma criança. Se fosse um humano, ela teria sangue jorrando da jugular, mas tudo que aconteceu, foi uma grande explosão de pó dourada, enquanto a espada caia no chão.

Jasper Ficou ali parado, segurando a espada, por alguns minutos, quase em um estado de transe. Havia acabado de matar alguém. Tudo bem, ele estava apenas se defendendo, mesmo assim, não sabia o que aconteceria agora com ele. Ficava imaginando se seria punido ou expulso dali e teria que voltar a viver com seu pai... Onde ele estava?

Era algo um pouco demais para uma criança, e não conseguindo mais ficar ali, encarando o pequeno monte de pó dourado que havia se tornado aquilo que ele enfrentara, correu pela trilha, onde encontrou o sátiro que antes estava com ele, caído do lado de dentro de um portal de pedra, cercado por algumas pessoas que lhe apontaram armas iguais a que ele ainda carregava em suas mãos e antes que pudesse se dar conta, a escuridão envolveu novamente sua mente abalada, carregando sua consciência para longe, afundando em um sono conturbado, pesado e cheio de garras e asas e uma pergunta que lhe corroía por dentro... Onde estava seu pai?


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO


PALKA: Feita de carvalho, coração de dragão e possuindo 15cm, é uma varinha que adapta-se perfeitamente a mão da prole de Hécate, proporcionando-lhe liberdade para conduzir seus feitiços com êxito. Quando quer, a prole da deusa da magia pode transformá-la em uma espada de prata com cabo de carvalho e com suas iniciais gravadas na guarda. A espada é leve e tem equilíbrio perfeito, podendo ser altamente afiada e perfurante, movendo-se tal como magia, de uma forma que os olhos não acompanham. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

MANTIYA: Consiste em um manto de seda escuro e bordado, cheio de arabescos e desenhos não interpretados, como se inscrições de feitiços muito antigos. A capa é extremamente fina e praticamente transparente. Se vestida normalmente, parece um manto comum, porém, ao ser virada pelo avesso, deixará a prole de Hécate e quem a vestir, totalmente invisível. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


Agradecimientos a Frappuccino
Jasper Carstairs Filhos de Hécate
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Ficha do Semideus
Vida Vida:
100/100  (100/100)
MP MP:
100/100  (100/100)
Nível Nível: 1

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Dez 02, 2018 7:06 am

Heroes of Olympus



Jasper! Que escrita formidável! Você não só mostrou que conhece muito a respeito da deusa escolhida como também é apaixonado por todo o universo ao qual ela pertence, e, além disso, pretende desenvolver em sua trama. Com uma escrita fluída, leve e sensacional, com certeza você me prendeu do início ao fim do texto. Meus parabéns e seja muito bem vindo, filho de Hécate!

Ortografia: 5/5
Criatividade: 5/5
Coerência: 4/5
Ações realizadas: 5/5

Aprovado,.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Dez 04, 2018 11:09 pm



Gale Steiger
I hope they'll remember you




DADOS BÁSICOS

18 anos
Skylar Steiger
Apolo
Britânico


Por que quer este deus?

Apolo é o deus grego da juventude e da luz, sendo uma divindade solar. É extremamente eclético. Apolo e sua irmã gêmea Ártemis, deusa da caça, nasceram na ilha de Delos, onde sua mãe, Leto, se refugiou para se esconder de Hera. Assim como qualquer deus, também possuía seu lado obscuro. Sendo um grande arqueiro, matou a serpente Píton, inimiga de sua mãe, a flechadas quando tinha apenas um ano de idade. É um deus justo que ajudavo os enfermos. Seus filhos são descritos, na maioria das vezes, como calorosos e carismáticos. Ecléticos como o pai, gostam da arte em suas diversas formas. Gostaria de ver Gale desenvolvido como um filho de Apolo, explorando seus poderes a fundo, visto que o deus é um de meus favoritos.

Personalidade
A uma primeira vista, Gale Steiger pode ser descrito de forma errônea como quieto e astuto. O garoto não é quieto, prefere procurar os momentos corretos para falar e, por isso, suas palavras costumam ter algum efeito. É eclético em todas as áreas de sua vida. Vive uma metamorfose, sempre aberto a novas opiniões e conhecimentos. Gosta de ler e de repassar o que sabe, coisa que o classifica como um intelectual. É simpático e se dá bem com todos, dificilmente arruma inimigos. Porém também não tem muitos amigos próximos. O período da tarde é seu momento mais ativo, aproveita-o para treinar. Gale é ambicioso e tem o desejo de ser lembrado de forma positiva após sua morte. Sua generosidade e teimosia sempre fizeram parte de sua personalidade, sendo a teimosia um traço marcante. É desconfiado e tende a esconder seus sentimentos e seus pensamentos mais profundos, abrindo-se com raríssimas pessoas. Entre seus principais pontos negativos estão ser rancoroso, exagerado e impaciente, enquanto nas positivas estão ser intuitivo, tolerante e visionário. É um garoto emocionalmente complexo, mas mantém as aparências ao ser prestativo e entusiasmado, deixando a profundidade de lado.
Físico
Gale tem os olhos grandes e castanhos escuros, tão escuros que, de longe, poderiam ser confundidos com preto. Sua mandíbula é bem marcada no rosto branco, assim como os lábios finos e rosados. O cabelo é enrolado e sua cor se assemelha a um castanho avermelhado, penteado em um baixo topete que acaba caindo em seu rosto e cobrindo a teste do menino. Sua pele é claro e, portanto, facilmente queimada, mas jamais conseguiria adquirir uma cor muito mais escura, apenas um leve bronzeado — coisa que não possui. Não é muito alto, tendo 1,73 cm de altura, e, quando pequeno, chegou a receber piadinhas por tal característica. O corpo de Steiger é magro e os músculos pouco definidos, sempre cobertor por camisas acima do número correto para seu tamanho. Também gosta usar casacos abertos e xadrez, acompanhados de um par de tênis. Seu estilo é básico na maior parte do tempo.


HISTORIA

Skylar Steiger nasceu na Alemanha, em uma família pequena composta, basicamente, por seus pais e irmão caçula. Com 18 anos, se mudou para Inglaterra, com o objetivo claro de fazer faculdade de engenharia elétrica. É uma mulher inteligente e foi facilmente aceita no curso. Começou a trabalhar no mesmo ano, já que seus pais não poderiam pagar a despesa que era ter a filha em uma faculdade cara e morando em outro país. Após sua graduação, continuou trabalhando em uma farmácia de Londres, da qual se tornou gerente mais tarde. O verão de Londres nunca fez tão sol quanto este a que narro. Skylar era obrigada a cobrir a pele clara de protetor solar antes de ir trabalhar. Caminhava até o trabalho todos os dias e, em uma dessas caminhadas, esbarrou-se com um homem cujo sorriso radiante chamou a sua atenção — Apolo. Claro que no dia que o conhecera não soubera que esse era seu nome. O rapaz se apresentara rapidamente como Aspen. Sky não teve a chance de perguntar seu sobrenome naquela manhã, visto que o loiro rapidamente se distanciou. Felizmente — ou talvez nem tanto — encontrou o mesmo homem no mesmo local, dois dias depois. Porém, dessa vez, nenhum dos dois estava com pressa. Naquele nascer do sol de sábado, conversaram sobre as mais diversas coisas. Aspen fazia Skylar rir como não ria a muito tempo e este jeito engraçado do rapaz a encantava. Se viram mais algumas vezes depois do sábado. E então a mulher de cabelos castanhos resolveu chamá-lo para jantar consigo, recebendo um "sim" e um sorriso como resposta. Nesse jantar, Steiger e Apolo iniciaram um relacionamento que acarretaria no nascimento de Gale meses depois.

Quase dois meses se passaram quando a pílula do dia seguinte não fez efeito. A castanha não demorou em contar para Apolo, que se desesperou. Resolveu contar-lhe toda a verdade sobre si e avisar-lhe que não poderia mais ficar consigo. Sky acreditou nas palavras ditas pelo loiro. Os nove meses seguintes foram os mais difíceis para Steiger, que tinha que fazer tudo sozinha. E por isso que, quando o menino nasceu, o apelidou de Gale. O nome significa tempestade, coisa que define o que a mulher passou durante sua gravidez. Skyler se apaixonou pelo menino assim que os olhos curiosos do pequeno encontraram os seus.  A partir daquele dia viveram uma relação de parceria. Skylar esperou que o menino atingisse seus 10 anos para contar quem verdadeiramente era, na intenção de deixá-lo alarmado e preparado para o que pudesse vir. Gale percebeu, a partir desse dia, que suas "estranhezas" eram, na verdade, talentos herdados de seu pai Olimpiano.

Seu aniversário de 11 anos ocorreu em um espaço verde grande e repleto de árvores. Havia brincadeiras de arco e flecha — nas quais Steiger se descobriu particularmente bom — e outras tantas que compunham a gincana. Em determinado momento, foi chamado por John e Thomas, dois colegas de classe, para lhes acompanhar mais em uma "aventura" no lado mais denso da área. Não gostava dos garotos. Eram do tipo que preferia se afastar, então, de imediato, negou o pedido. Mas a insistência dos desses foi tamanha que acabou aceitando. Com a sensação de algo ruim poderia ocorrer — talvez devido sua intuição, talvez pela sua ansiedade — pegou o arco que usava para o tiro ao alvo, junto com algumas flechas e levou consigo. A cada passo que davam, as árvores pareciam fechar mais o caminho. Não demorou muito tempo para John e Thomas saírem correndo, mostrando que aquilo não passava de uma brincadeira mal-planejada. As risadas ecoaram, fazendo Steiger revirar os olhos diante de tanta estupidez.

— Idiotas — murmurou para si mesmo, pronto para virar o corpo pelos calcanhares e sair dali.

Um rugido alto entrou nos ouvidos de Gale e as duas mãos do garoto foram levadas aos citados, cobrindo-os devido a dor. Pôde visualizar uma silhueta. A palavra que usaria para descrevê-la seria monstruosa. O bicho que se escondia entre as folhas era enorme, os pelos claramente escuros e os olhos grandes expressando toda a fúria que lhe dominava. O aniversariante não o reconheceu de nenhum livro de biologia. Ou internet. Era impossível que o animal fosse do mundo em que vivia. Mas estava ali, brilhando e pronto para pular em cima de seu corpo e, possivelmente, quebrar-lhe por inteiro. A adrenalina percorreu cada canto do seu corpo, fazendo com que Steiger corresse em sua velocidade máxima, afastando-se o possível do bicho. O som que as patas faziam ao se chocarem com o chão eram tão altos que desconcentravam Gale e, em certo momento, esse acabou tropeçando nas raízes das árvores e caindo entre elas, a poucos metros do animal.

Sentia vontade de gritar, mas a voz entalava-se na gargante. O medo dominava-o, mas a adrenalina se sobressaía. Diversos nomes surgiam na sua cabeça que poderiam lhe ajudar a sair dali. Pedras, galhos soutos. Mas apenas um parecia brilhar. Arco. Pegou o arco e uma flecha, preparando e finalmente fitando o bicho frente a frente. Tentou ao máximo não focar na monstruosidade deste. Ouvia apenas a voz em sua cabeça ao procurar um alvo. "Olho, olho!", jurava que seus neurônios haviam ganhado voz própria. Mirou o arco e soltou-o, observando a flecha cair justamente no olho do animal, que urrou. Não demorou a levantar-se e voltar a correr, ao passo que a adrenalina baixava e os arranhões que cobriam suas pernas começavam a doer. Ao chegar no centro da festa, correu até sua mãe, Skylar, que lhe fitou preocupada.

— Precisamos seguir o plano B — disse.

Plano B. Ir ao Acampamento. O plano A era permanecer longe dos semideuses e criaturas o máximo possível. O medo atingiu Gale ao pensar que poderia se encontrar com um monstro daqueles novamente. Sentia vontade de sentar e chorar. Tinha apenas onze anos, ora. A vivência que acabara de ter passara tão rápido, era quase inacreditável. Abraçou o corpo da mulher a sua frente, as lágrimas de pura angústia acumulando-se nos cantos dos olhos. Porém Steiger engoliu o choro. Era preciso ser forte em um momento como aqueles.

Naquele mesmo dia, sua mãe arrumou a viagem ao local, que se deu sem muitos problemas.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

SOLARIS: Um arco longo e dourado, em seu centro, na parte de empunhadura, existe uma bandagem de couro escura para que a prole de Apolo tenha a pegada certa e para que a arma não deslize. O arco não possui cordel, porém, quando os dedos da cria de Apolo simulam a pegada, uma corda de fogo aparece, formando uma flecha formada de mesmo material. Esta, possui flechas infinitas que têm o alcance de até 300 metros. Quando não acionado, pode ser utilizado em forma de um relógio solar. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

LOUROS: Uma coroa ao estilo grego de folhas de louro douradas. Ao ser posta na cabeça da prole de Apolo, ela fica envolta de uma aura dourada luminosa e extremamente quente, como se a pele do semideus fosse feita de energia pura. Em combinação com o arco, o semideus poderá criar flechas de energia que, ao atingirem semideuses, os deixarão desnorteados e com os olhos queimando, ao atingir armas comuns as desintegrará. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


Agradecimientos a Frappuccino
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Dez 05, 2018 11:29 am

Heroes of Olympus



Olá Gale, boa tarde!

Bem, parece que teremos mais um filho de Apolo, não? Apesar de alguns errinhos bobos de ortografia - como "soutos" e não "soltos" -, não vejo motivos para recusar sua ficha. Foi um texto organizado e alinhado, e seu personagem me pareceu cativante. Espero ler mais textos seus, cria do sol.

Ortografia: 4/5
Criatividade: 5/5
Coerência: 4/5
Ações realizadas: 5/5

Aprovado


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Re: Reclamação para semideuses publicado em

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