Heroes of Olympus RPG

Reclamação para semideuses

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Reclamação para semideuses publicado em em Sab Maio 30, 2015 12:15 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Heroes of Olympus



Para que possa garantir sua reclamação por deuses menores e Olimpianos, se excluindo os três grandes ou orimoridais, é essencial que use o código a baixo e mude apenas o solicitado, e caso sua ficha se encontre fora do template padrão, será reprovado de imediato.

Código:
<center><br><div style="height: auto;background: url(https://i.servimg.com/u/f34/16/70/27/99/tumblr10.png);padding: 10px;padding-bottom: 30px;width: 520px;"><br><div style="font-size: 50px;font-family: arial narrow;font-weight: bold;text-align: center;text-transform: uppercase;text-shadow: #996731 1px 1px, #402505 2px 2px;color: #f4f4f4;letter-spacing: -3px;line-height: 38px;margin-top: -5PX;margin-bottom: 15px;">Nome Completo</div><div style="background-color: #fcfcfc;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px 2px 10px;text-transform: uppercase;"><strong><font color="black"><div align="center">frase bem aqui </div></font></strong></div><br><div style="background-image: url('imagem 500x200');height: 200px;width: 490px;"><br></div><br><div style="background: #fcfcfc;width: 470px;height: auto;margin:0 auto;margin-top: 5px;padding: 10px;text-align: justify;padding-bottom: 40px;"><center><br><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>DADOS BÁSICOS</strong></div>
<table><tbody><tr><td><img src="qualquer gif imagem quadrada" alt="" class="" style="display:inline;height: 156px;width: 150px;"></td><td><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Idade</strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Progenitor Mortal </strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Progenitor Divino </strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Nacionalidade </strong></div></td></tr></tbody></table></center>

<center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>Por que quer este deus?</strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Aqui</div></div>
<table><tbody><tr><td><center><div style="width: 170px;background-color: #212121;color: #fac f ;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;"><strong>Personalidade</strong></div></center><div style="width: 218px;height: 210px;border: none;background: #ececec;margin-left: 0px;padding: 5px;"><div style="width: 202px;height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Escreva, de forma detalhada, sobre o psicológico de sua personagem. A forma de pensar, os medos, e tudo aquilo que achar relevante sobre a personalidade da personagem. Uma coisa: vocês não são obrigados a agirem como tal, por exemplo: só por que são filhos de Hades, não significa que precisam, necessariamente, ser maus. Thalia era filha de Zeus e tinha medo de altura.<br></div></div></td><td><center><div style="width: 175px;margin-top: 18px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;"><strong>Físico</strong></div></center><div style="width: 223px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 5px;"><div style="width: 208px;height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Descreva detalhadamente como sua personagem é. Aparência, o que gosta de vestir. Novamente dizendo que vocês não precisam, necessariamente, ficar nas mesmices de, por exemplo, ser filho de Poseidon e ser bronzeado. São livres para criar seus personagens como bem entenderem. </div></div><br></td></tr></tbody></table>
<br><center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>HISTORIA</strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">A história da sua personagem. Desde o nascimento até o momento em que descobriu ser um semideus. É livre para criar a história que desejar para seu personagem. Não haverá limite de linhas, desde que seja bem escrito, coerente e detalhado. </div></div>

<center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>PRESENTE DE RECLAMAÇÃO </strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000">[url=http://heroesofolympus.forumeiros.com/t506-presentes-de-reclamacao]Verifique Aqui[/url] </div></div>

</div></div><div style="width: 530px;background: #000000;text-align: right;padding: 5px;text-transform: uppercase;font-style: none;font-size: 8px;color: #bdbdbd;">Agradecimientos a <a href="http://sourcecode.foroactivo.com/u3491" target="_blank" rel="nofollow" style="font-size: 9px;font-family: calibri;font-style: none;text-transform: uppercase;">Frappuccino</a></div></center>


Última edição por Afrodite em Seg Out 15, 2018 2:34 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Seg Out 08, 2018 7:30 am

Ira e Irenia



Pelos Deuses, que ficha Ira! Me deixou sem reação. Tens uma escrita boa meu jovem. Erros ortográficos? Não muitos. Alguns foram meio bobos, como troca de letras. Mas nada muito grotesco. Estou empolgado para ler mais sobre a história de Ira! Ademais, sua ficha está impecável.

Aprovado como filho de Ares.



Irenia! Eu gostei da sua ficha, descreveu de forma rápida a história de sua personagem, mas de um modo atrativo, fez-me ficar focado, sem aquele tom ‘’enjoativo’’. Notei alguns erros de ortografia, e a falta de acentos nas palavras, mas isto sem dúvida foi o único erro, e pode ser melhorado. Fiquei empolgado para ler mais sobre Irenia. Ademais, sua ficha estava impecável, parabéns!

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 09, 2018 12:03 am

Heroes of Olympus RPG

Progenitor Divino: Hécate

Por parceria

Lewis Haskett Bishop

PHOTOPLAYER: Corentin Huard
IDADE: 19 anos
NACIONALIDADE: Francês
PROGENITOR MORTAL: Stephen Haskett
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Hécate é a única deusa que consegue personificar todas as coisas que me interessam, desde a dualidade da magia ao caos da escuridão. Possui uma personalidade que é intensa como uma tempestade no mar, só um olhar da divindade é suficiente pra mergulhar qualquer um nos abismos do oceano; não pode ser definida como boa nem má, está sempre disposta a oferecer ajuda aos que clamam pelo seu socorro, mas suas mãos que curam também são capazes de trazer a dor e a morte aos que são injustos.

Físico

O jovem possui um físico comum, não é demasiadamente magro e muito menos musculoso - é um magro definido. Sua estatura se encontra acima da média e graças as caminhadas que fazia diariamente tem pernas longas e fortes. Sua pele é bronzeada e praticamente imaculada, exceto por uma cicatriz no joelho que conseguiu quando caiu de uma árvore. Seus cabelos não são fáceis de domar, possuem bastante volume e um tom castanho escuro, assim como seus olhos.

Mental

Lewis é reservado e apreciador do silêncio, cresceu em uma casa solitária e aprendeu a lidar com isso desde a mais tenra idade. Com a ausência da mãe teve que se virar sozinho em todos os momentos de necessidade, isso contribuiu para o seu amadurecimento, que foi precoce e forçado. Na maior parte do tempo é uma ótima companhia, não pensa muito sobre o que fala e valoriza seus amigos. Alguém que não o conheça talvez o ache frio ou apático, mas isso é meramente uma máscara, ele luta para manter seus sentimentos presos dentro de si, pois sabe que são conflituosos e intensos demais.

História

Stephen nasceu no seio de uma família que na sua opinião, era bastante incomum; sua antepassada Bridget Bishop havia sido uma das primeiras mulheres queimadas nas fogueiras da Salém do século XVII, mas seus pais eram dois fanáticos religiosos que enxergavam o diabo em pessoa em qualquer coisa que não se encaixasse nos seus padrões de normalidade. E a paranoia dos pais acabou fazendo com que ele abandonasse sua casa com apenas 16 anos, estava farto dos sermões bíblicos e das regras absurdas, embarcou no primeiro trem para fora da sua cidade e conseguiu um emprego como garçom, depois de alguns anos trabalhando em tempo integral e estudando durante suas folgas conseguiu entrar em uma universidade; cursou Antropologia e se viu apaixonado pelas culturas antigas, em especial a egípcia.

Viajou para a África para estudar o culto a deusa Sekhmet, a assassina do panteão egípcio e responsável por eliminar todos os inimigos de Rá. Impaciente que era, decidiu sair pelos desertos a fim de se aproximar mais das crenças dos povos antigos, não fazia o tipo religioso, mas tinha uma mente aberta. Contudo, seu ato de coragem se mostrou imprudente, ele acabou se perdendo em terras desconhecidas e sem nenhum ser humano por perto; ele vagou por dias e já era capaz de sentir sua vida sendo levada pelo vento, junta com os grãos de areia do deserto. Mas quando caiu de joelhos e contemplou o céu estrelado, aceitando a sua morte teve uma visão de uma mulher que vinha ao seu socorro; era iluminada pelor luar e com longos cabelos negros que pareciam flutuar, aquele ser com olhos de leoa o envolveu em um abraço e trouxe a escuridão consigo.

Stephen acordou dias depois no Cairo, os médicos disseram que havia sido resgatado inconsciente na frente de um hospital e já beirava a morte. A visão da mulher misteriosa ainda estava clara na sua mente e pensar nela o reconfortava, ele acreditava que a aparição era a deusa Sekhmet, entretanto, descobriu que estava errado.

[...]
Alguns meses depois, graças a um artigo que Stephen tinha escrito o antropólogo foi convidado a ir para Paris se especializar em uma universidade local. O homem não pensou duas vezes e viajou para a Europa, e enquanto contemplava o Atlântico teve uma visão semelhante a que tivera tempos antes. A mesma mulher do passado conversava com ele, sua presença inebriava os sentidos de Stephen, mas ele se mantinha firme para compreender o que ela queria dele. A história envolvia uma criança, um filho seu! E ela se revelou como Hécate, a deusa tríplice da magia que pertencia ao panteão grego.

Depois disso o mundo se tornou outro para o antropólogo, um bebê indefeso o esperava no seu quarto, no hotel em que ficaria hospedado.

[...]
Lewis cresceu na cidade luz, seu pai tinha conseguido uma vaga como pesquisador em uma renomada universidade e ambos viviam felizes. Stephen se esforçou ao máximo para poder criar o filho da melhor forma possível, no início foi perturbador e trabalhoso, mas o homem se apegou a criança e conseguia sentir a presença de Hécate naquele pequeno ser. O garoto cresceu como uma criança normal - talvez um pouco reclusa e calada, mas nada incomum. Os problemas vieram quando eventos estranhos passaram a rodear Lewis, os animais noturnos pareciam segui-lo por todas as partes e as pessoas se assustavam com ele. Stephen havia sido alertado pela deusa a respeito disso, "quando as mudanças chegarem, leve-o para perto de seus semelhantes", essas tinham sido suas palavras, ela também tinha alertado sobre os monstros.

Stephen amava demais o filho para ignorar os olhares esquisitos que ele recebia quando estava fora de casa, e o homem sempre tinha a impressão que estavam sendo seguidos pelas ruas. Ele decidiu largar a sua vida na França e voltar para os Estados Unidos, sabia que era o único lugar capaz de oferecer a proteção e ajuda que o seu filho precisava. Retornou para a sua cidade natal e reencontrou os pais, já idosos e precisando de cuidados. Foi difícil para Stephen entregar o filho nas mãos de criaturas desconhecidas, mas no fundo ele sabia que o que estava fazendo era o certo. Lewis estava tomado pela insegurança e pelo medo, dotado de um emocional instável e suscetível as influências exteriores se adaptou ao acampamento meio-sangue com muito custo, alguns semideuses o olhavam com desdém e até mesmo repulsa. Ele detestava as aulas que envolviam contato físico, já que sempre resultavam em sangue e hematomas pelo corpo, mas muitos o evitavam pela sua ascendência; Lewis percebeu que havia uma relutância dos outros para com a sua mãe, pois diziam que Hécate era muito presente na vida dos seus filhos, atenta ao que faziam. Mas aos poucos ele conseguiu construir sua vida naquele lugar, compreendia que não era fácil lidar com adolescentes com hormônios a flor da pele e egos inflamados.


Lewis H. Bishop Filhos de Hécate
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 09, 2018 9:59 am

Ira e Irenia



Lewis! Apesar de ter achado a sua ficha simples, ela foi demasiadamente cativante. Gostei bastante da introdução onde você fala sobre seu pai e como ele conheceu Hécate, pareceu-me muito interessante fazer com que ele fosse alguém interessado por história e antropologia! O que também é bem coerente com a sua trama. Achei que correu demais na história e acabou deixando ela com um ar de sinopse, mas acredito que vá desenvolver futuramente e não vejo este como um motivo de reprová-lo, já que no critérios avaliativos você conseguiu uma nota suficiente. Parabéns! Bem vindo, prole de Hécate!

Ortografia: 4/5
Criatividade: 5/5
Coerência: 4/5
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Out 10, 2018 7:07 pm

Heroes of Olympus RPG

Progenitor Divino: Afrodite

Como encontrou nosso fórum? Indicação ou google? MP em outro Forum  

NATASHA LEROUX ROMANOFF

PHOTOPLAYER: Candice Swanepoel
IDADE: 22 Anos
NACIONALIDADE: Russa
PROGENITOR MORTAL: Emmanuel LeRoux Romanoff
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Afrodite é uma deusa que eu sempre admirei e o amor é algo fascinante, e sendo a Natasha, bissexual, ela é aberta a tudo, desde que consentido e acho que o amor é uma das forças mais poderosas do mundo.
PRESENTE DE RECLAMAÇÃO: Afrodite
Rapideira do amor: um tipo de florete de bronze com detalhes em rosa e um coração de rubi na base da empunhadura. Uma arma leve e de fácil manuseio. [vira uma pulseira] [Presente de reclamação]

Físico

Dona de uma beleza exótica,  medindo 1,78 e pesando 55 kg, Natasha possui cabelos legitimamente loiros, herdados de sua mãe. Seu corpo é dotado de uma pele bronzeada, mas de modo saudável, ja que durante sua infância, viajou muito para as missões que era enviada.Os olhos intensos azulados de Natasha, transmitem sempre uma gentileza, junto com uma extrema paixão e sedução natural, escondendo sua frieza, descaso. Devido a ter se tornado uma modelo aos seus 10 anos, seu regime de dietas, sempre foi de modo saudável, acompanhado  por nutricionistas. Apaixonada por academia, ela sempre mantém seu corpo em forma, se vestindo com o que mais gosta, mas claro, sempre de grife.

Mental

A beleza de Natasha, é apenas uma superfície para esconder a verdadeida ela. Com uma personalidade sensata, ela sabe sempre o que quer, sempre correndo atrás. Apesar de ser neta de um militar, a figura paterna a criou como uma verdadeira princesa, minando a jovem e tratando-a como seu tudo, em meio a disciplina típica de tradicionais russos. Natasha é geralmente risonha, sempre tenta ser a pessoa mais sensata possível, e tem um instinto maternal gigante com os amigos, sendo protetora. Apesar de ser filha de um deus do amor , não é brigona, fazendo-o apenas se provocada ou para proteger seus amigos. Quando está de mal humor, nunca chegue perto dela. Ela sempre terá uma resposta ácida e até mesmo grosseira para você. Ela nunca aceita que a respondam, principalmente se ela estiver de mal humor. De defeitos, podemos citar seu pavio curto, pois ela perde a paciência muito fácil, além de sua teimosia.
História


Nasce a herdeira de Emmanuel Romanoff!

Hoje, na manhã do dia 09 de Fevereiro, nasceu a filha do famoso modelo e ator, Emmanuel Romanoff, conhecido pelos filmes The Widow e Ekaterina em plena Moscou, a 02:05, na neve e no frio! Será que a sucessora de sua figura paterna , terá tanto impacto, ou até mesmo mais? Que Natasha LeRoux Romanoff seja grandiosa!

Publicado pelo Le Monde, 1996.

•••

A história da família Romanoff se dá desde a época da revolução russa, e com a execução de alguns membros da linhagem restante se escondeu, pela Europa, mas poucos permaneceram na nação em segredo, e isso foi o que ocorreu com a descendência de onde Natasha era membro. Ela foi criada por seu pai na capital fria, como uma princesa. Sempre tendo do bom e do melhor graças a carreira de ator dele. E isso, desde sempre abriu portas para a menina que aos seus 2 anos, já estrelava comerciais de produtos russos, e de várias linhas de coisas para os públicos infantis e na medida que crescia, ela se tornava uma figura importante na moda. Porém, aos seus 5 anos devido à dificuldade do pai com a carreira no ambiente frio do país, mudaram-se para a cidade de Los Angeles, nos E.U.A.

Em Los Angeles, ainda tinha uma infância baseada no luxo, na atenção recebida de seu pai e seu afeto, porém, naquela cidade, viu a carreira do progenitor decolar, assim como a de Natasha. Desde pequena, ela sempre foi independente da figura paterna, mas algumas vezes se permitia ser uma criança comum, sempre querendo ficar perto do responsável que a dava carinho, brincava consigo e a amava. E o relacionamento de pai e filha, continuou ao longo dos anos, daquele modo, sempre unidos. Quando a menina não se encontrava em desfile, estudava em casa, com os melhores instrutores que o dinheiro do patriarca podia pagar.

Até que a garota fez seus 15 anos, decidida a dar uma pausa na carreira, decretou que iria frequentar o ensino médio em uma escola com outros adolescentes, foi isso que ela fez. Lá, tornou-se a capitã das líderes de torcida, e ganhou alguns campeonatos também na área e alguns títulos de rainha do baile, mas aquele período não serviu apenas para isso. Serviu para ela se descobrir, e naquele período de estudo com terceiras pessoas, sua opção sexual, o fato de ser bissexual, foi descoberto, depois de quase ter dormido com um casal de amigos dela.

Sua formação com o ensino médio, aos seus 18 anos, retomou sua carreira de modelo, indo para Nova York, onde participou para o casting da Victoria's Secret, conseguindo a vaga e desfilando no show. A medida que o ano passava, ela fotografava e fazia várias campanhas para a marca e no final do ano, foi anunciada oficialmente, a Angel mais jovem da marca. Em meio a sua participação na marca, se tornou um ícone mundial do mundo fashion, em pouco tempo e aos seus 20 anos, já tinha desfilado em 500 passarelas para as mais diversas grifes, Balmain, Versace, Givenchy, Gucci e outras mais.

Dois anos depois, ao seu aniversário de 22 anos, a russa se encontrava em um hotel, aos beijos com uma ruiva, onde estava posicionada sobre o colo. A situação estava para avançar, para que roupas fossem tiradas, quando a ruiva seguiu para o banheiro, e logo depois, retornou com a loira mais curiosa, que assim que prestou mais atenção, deu um berro e saiu correndo apavorada. Aquilo só podia ser mentira e efeito de alguma droga. Ela se abrigou em um restaurante qualquer, onde seguiu para o banheiro e só ai percebeu, os furos sobre o pescoço. Natasha queria vomitar. Porém, quando estava saindo e banheiro, viu a ruiva exibindo seu melhor sorriso malicioso.

Eu não acabei com você, cria de Afrodite. Não te fodi e nem tomei seu sangue, querida... — As palavras deram uma sensação de pavor.

Natasha se preparou ali para morrer, fechando os olhos, quando do nada, viu uma espada e soltou um outro grito. Seguidamente viu que a ruiva tinha sumido, e no lugar, tinha uma areia dourada na sua frente e uma garota morena, extremamente bonita. Apesar de ser bi, a modelo tinha certo fraco por mulheres mais que por homens. A garota parou em um ambiente vazio, onde explicou tudo para a modelo que em negação, saiu correndo em busca do pai. Na casa do patriarca, exigiu respostas explicando o ocorrido, e saber que aquilo era verdade, que sua mãe era a deusa grega do amor e da beleza, a fez desmaiar. Tudo aquilo tinha sido demais.

Na manhã seguinte, a loira acordou em seu quarto e o imenso silêncio da casa, a assustou, começou a andar e a primeira coisa que achou, foi seu pai inconsciente, correu até ele é o abraçou, chorando, chamou a ambulância e no caminho para o hospital, o patriarca a aconselhou, reencontrar a morena, ir para o Acampamento para semideuses e treinar. Que ela nunca estaria segura. Foi isso que ela fez.

Saindo do hospital, ela arrumou uma pequena mala, depois de fazer as devidas ligações, avisando que tiraria umas férias. Seguiu para o mesmo local onde tinha sido atacada e esperou, logo, viu uma criatura que parecia um homem com uma cabeça de touro surgir, e avançar contra ela, e com um passo, ela evitou sua morte, quando a aberração estava bem perto, e gritou com raiva. Pegou uma pedra do chão e começou a jogar no monstro, pegando sua mala e saiu correndo. Correu em disparada pelas ruas de Nova York, até parar em uma viela sem saída. Fechou seus olhos, esperando novamente, o momento em que morreria. Quando abriu seus olhos, a mesma morena estava lá, com a mesma espada e a poeira dourada.

Agora acredita? — Natasha apenas concordou, pegando sua malinha seguindo a garota.

A ida para o Acampamento, tinha sido difícil, ataques a monstros, apenas uma arma e Natasha não sabia lutar. Mas era inteligente e com a força da morena, ajudava-a pensar em meios de fuga, evitando combate, e usando a beleza da loira como meio de distração, e depois de quase horas de caminhada, até que conseguissem roubar um carro qualquer, a russa exausta, apenas jogou sua mala no bagageiro do veículo, se deitando no banco traseiro e dormiu.

O carro parou, e a loira ao ser acordada, viu uma colina. E com a morena, que descobriu chamar Rhaenna, seguiram para a Colina, e assim que chegou ao topo, viu um holograma de um pombo e um círculo Rosa, vendo um homem que ela jurava ser metade cavalo dizer.

Ave Natasha Romanoff, filha de Afrodite. — Ela apenas perguntou onde ela poderia dormir. E assim que chegou ao chalé de Afrodite, foi a única coisa que ela fez.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 12, 2018 2:43 pm

Heroes of Olympus RPG

Progenitor Divino: Ares

Como encontrou nosso fórum? Indicação ou google? Google

James Fraser

PHOTOPLAYER: Chris Zylka
IDADE: 17
NACIONALIDADE: Estados Unidos
PROGENITOR MORTAL: Mary Fraser
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: É a escolha perfeita para o personagem que tenho em mente. Sintetiza com perfeição a impulsividade feral e a determinação fora do comum que serão características de grande relevância em James.

Físico

James é um jovem de estatura alta, mensurando quase um metro e noventa. Sua pele caucasiana possui uma leve tonalidade bronzeada, as mechas de seu cabelo são de um louro escuro e característico, contrastando com o brilho de seus olhos azuis intensos e elétricos. Seu porte físico é naturalmente avantajado e bem definido, notável para alguém tão jovem.

Mental

James é um rapaz sociável e extrovertido, detentor de uma capacidade singular de fazer amigos. Sua imponência natural costuma colocá-lo sempre em situações onde é ele o tomador de decisões, o que o transformou em alguém maduro para a idade, ainda que sempre tenha apresentado certa impulsividade e imprudência com ações que não envolvessem outras pessoas. Hiperativo e destemido, praticou os mais diversos esportes por toda a vida, buscando o pulsar acelerado do coração, a adrenalina em fluxo constante por suas veias. Seu humor costuma ser um tanto ácido e irônico, como se não possuísse filtros para as palavras, embora na maioria das vezes não deseje ofender ninguém. É simplesmente honesto, sempre fora e vê a característica com indiferença. Embora se relacione com facilidade com as pessoas e quase sempre as compreenda muito bem, laços verdadeiros para ele são raros, e por isso muito prezados. Pode acabar sendo superprotetor com aqueles com quem se preocupa, sendo este o seu ponto fraco.

História

James ainda não conseguia compreender toda aquela história de deuses gregos. Sua mãe, Mary, lhe contara, em seu aniversário de dezessete anos, toda a verdade sobre a sua nada convencional origem. Descobrira de uma única vez que era o filho de um deus grego, Ares, para ser mais exato, e que seu melhor amigo, Matthew, era uma espécie de homem-bode conhecido como sátiro. Certamente era muito para que um jovem de apenas dezessete anos, ainda enfrentando os mais comuns problemas da puberdade, pudesse processar com facilidade. A personalidade impulsiva e teimosa de Jamie tornara toda a situação ainda mais complicada, tendo sua mãe obtido a aceitação do filho para toda aquela fantástica história apenas após muito esforço. Primeiramente o loiro acreditou que tudo não passava de uma brincadeira muito bem elaborada, mas sempre conseguira perceber a sinceridade que preenchia as orbes esverdeadas da mãe, assim como todo o receio e insegurança.

Matthew lhe contou tudo aquilo que precisava saber sobre o acampamento, além de lhe explicar certas curiosidades relacionadas ao novo mundo que acabara de sugá-lo sem sequer consultá-lo. Ao descobrir o perigo que sua mãe corria ao permanecer junto dele, decidiu de imediato que não permaneceria nem mais um segundo em sua casa. Para ele restava apenas uma única opção, o Acampamento Meio-Sangue. O amigo sátiro tentou fazê-lo ao menos despedir-se da mãe, mas o semideus sabia que a progenitora tentaria adiar a sua ida o máximo possível, o que era um risco que ele não estava disposto a correr. Juntou algumas coisas, apenas aquilo que acreditava ser o mais importante, roupas, comida e os antigos discos de heavy metal, saindo da casa na qual nascera sem olhar pra trás.

Por sorte Matthew possuía um carro, guiando a viagem que não demorou tanto quanto o adolescente imaginava. Ainda era noite quando já começavam a subir pela famosa Colina Meio-Sangue, um lugar que, pessoalmente, não lhe parecera tão surpreendente a primeira vista. A lua cheia tomava o centro do céu, uma brisa gélida soprava lentamente, farfalhando as árvores que se espalhavam por todo o terreno. Os olhos intensos do rapaz percorriam o perímetro com certa inquietação, como se sentisse algo que sua razão não fosse capaz de tocar, algo em um nível puramente instintivo e quase sobrenatural. Já estavam próximos da entrada do acampamento, o sátirou lhe gritou, dizendo para que se apressasse, parecia preocupado demais e James não gostou nada disso. Nunca antes havia visto o amigo com aquela expressão, com os olhos inquietos e o tom de voz vacilante, contrastando completamente com o Matthew brincalhão e pra cima que pegava no seu pé diariamente.

Finalmente avistaram a entrada, poucos minutos separavam ambos da segurança do acampamento. Foi quando um vulto negro rasgou o ar bem ao seu lado, acertando Matthew em cheio, arremessando-o longe. - MATTHEW! - O semideus gritou, sem saber como reagir com o que via a sua frente. Bem, era basicamente um cachorro, mas não era do tipo fofinho, longe disso. Era maior do que um lobo cinzento, seu pelo era negro como ébano, mesclando-se com a escuridão noturna, apenas revelado pela lua intensa. Os olhos da criatura, de um vermelho vivo, permaneciam fixos nos olhos do semideus. O garoto jamais estivera em uma situação como aquela, pela primeira vez em sua vida vislumbrou a sua própria morte, percebeu o desespero tomar-lhe conta de seu ser lentamente, parecia perdido. Não soube explicar o que aconteceu logo em seguida. Ele se acalmou, se acalmou quase que instantaneamente, parecia saber o que precisava fazer. Sem se mover, desviou os olhos do mar de sangue que eram as íris do cão negro, percorrendo o ambiente que o cercava. Com a mão direita, sentiu uma rocha quase da sua altura logo às suas costas, o plano lhe surgiu subitamente.

- Vem, seu desgraçado, vem! - Gritou, cerrando os punhos, mantendo-se firme, com uma coragem que nunca imaginou deter. A criatura correu veloz em suas quatro patas, avançando contra o semideus num pulo que poderia ser fatal caso acertasse. Mas não acertou. James jogou-se para o lado no momento exato do pulo da besta, desviando com dificuldade mas sem ferimentos. O cão negro chocou-se com tudo contra a pedra, emitindo um ganido estridente e nada natural. O bicho chacoalhou a cabeça, bambeou por um instante, mas logou parecia pronto para outra. Jamie já começava a ficar sem muitas opções, foi quando ouviu a voz do amigo. - Jamie, pega! Aperta!   - O sátiro lhe lançou algo que parecia ser uma espécie de caneta, porém era da cor do puro bronze. O garoto não sabia de quê lhe serviria uma caneta naquele momento, talvez fosse útil para escrever o seu epitáfio. No entanto, antes que pudesse questionar a utilidade do objeto, a fera voltou a correr em sua direção, com as garras rasgando a terra enquanto os dentes afiados pareciam como prata ao luar.

Lembrando do conselho do amigo e não tendo muitas opções, decidiu apertar a caneta, que surpreendentemente transformou-se em um machado de bronze, como em um passe de mágicas. - Uau. - Disse sem acreditar, permitindo-se rir naquela situação um tanto desesperadora. Assim que o animal pulou para atacá-lo, James lançou-se para baixo dela, aproveitando-se do espaço gerado pelo pulo. Com um movimento rústico, passou a lâmina pelo estômago do cão negro, que ao cair já havia se transformado inteiramente em pó. Nesse meio tempo Matthew já havia se levantado, e agora caminhava até o amigo. - Você acabou de matar um cão infernal. Logo vai descobrir o quão louco é isso. Vamos logo. - Disse sorrindo, não mostrando nenhum sinal de ter se ferido gravemente com a queda, felizmente. O garoto permaneceu sem reação por alguns instantes, esboçando uma expressão indecifrável. A arma em sua mão voltou à sua forma de caneta, e ele a devolveu ao sátiro, com medo de que ela virasse um machado em seu bolso e acabasse rasgando as suas calças. Matthew não usava calças, então não tinha o que temer.

Tendo vencido aquele interessante desafio inicial, James conseguiu passar pelos portões do acampamento, onde poderia descansar merecidamente após aquela surpresa nada agradável.




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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 12, 2018 4:11 pm

Nath e James



Nath, acho que sua trama tem uma ótima pegada, gostei de tê-la feito russa também, achei que utilizou o fato de Afrodite ser a deusa da beleza como uma boa justificativa para a personagem ser modelo. Achei um pouco clichê a forma em que você citou que ela era popular na escola, líder de torcida e tal, mas creio que em se tratando de Afrodite, tudo é meio clichê mesmo (não gosto muito da deusa, sorry qqq). Acho que ainda tem muito o que melhorar no uso das vírgulas, mas está fazendo um ótimo trabalho. Bem vinda, prole de Afrobitch <3

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James! Bem vindo, amigo! Queria parabenizar pela escrita! gostei muito da sua narrativa, conseguiu me prender do início ao fim, numa leitura fluída e sem erros ortográficos ou de concordância. Peguei a referência da sua ficha e devo dizer que gostei, apesar de ser baseada na história do Percy, até demais. Mas creio que você tenha um bom desenvolvimento para o personagem em mente e me deixa ansioso para saber mais sobre ele, seja bem vindo prole de Ares!

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Out 14, 2018 6:58 pm

Heroes of Olympus RPG

Progenitor Divino: Hécate

Como encontrou nosso fórum? Indicação ou google? Indicação

Kitt Duncan Monroe

PHOTOPLAYER:Matthew Daddario.
IDADE: 18 anos.
NACIONALIDADE: Americano.
PROGENITOR MORTAL: Adrian Monroe.
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Afinidade com a mitologia e os atributos de Hécate.

Físico

Kitt costuma usar paletas escuras em suas roupas, permanecendo entre o negro e o cinzento. Raramente utiliza roupas com cores mais vivas, embora as possua. Tem tatuagens e uma pele bastante pálida, porque não costuma sair muito ao ar livre. Tem cabelos lisos negros, e olhos claros, mantendo seu corpo levemente atlético com exercícios regulares. Possui braços fortes devido à prática do arco e flecha, um hobby desde a infância.

Mental

Embora seja filho de uma deusa sombria e misteriosa, a personalidade de Kitt é luminosa e tranquila. Ele sempre possui uma palavra de incentivo para seus irmãos ou amigos, e sempre foi alguém com um coração gentil. Embora tenha problemas com a escuridão dentro de si, que o leva para caminhos depressivos, ele ao mesmo tempo é capaz de aliviar a tristeza em qualquer ambiente. Aracnofóbico, tem medo também de alturas e espaços fechados.

História



   Às vezes eu podia ouvir os lobos na floresta. De maneira curiosa, eu nunca me senti inteiramente inseguro a respeito daquilo. Eram lobos, de fato. Animais selvagens e caçadores noturnos. Os uivos não deviam ser exatamente um som acolhedor, muito menos a única coisa na qual se concentrar antes de dormir. Mas eram. As vozes daquelas criaturas, embalavam as noites difíceis em nossa casa no distrito de Stika, no Alasca. Além do frio e da população relativamente pequena de nove mil habitantes, haviam ainda as dificuldades de locomoção. Quase a metade do distrito era coberta por água, e quando não estávamos no inverno, o gelo ficava fino demais e impossibilitava a utilização de snowboards. Minha escola era uma das melhores na região, mas eu não gostava de estudar lá. Meu pai e minha madrasta eram professores, e a vida como adolescente já é difícil o bastante sem ter que conviver com seus pais vinte e quatro horas por dia. Trabalhando na Stika High, eles sabiam de qualquer projeto, nota ou dupla na aula de ciências que eu tinha. Não havia muito espaço para respirar. Principalmente em casa, onde as brigas começavam em questão de minutos, todas as noites.

     Minha madrasta, Maryen Stroode, era a professora de Inglês, e naquele ano eu a tinha no terceiro período. Não tínhamos uma relação próxima como a de mãe e filho, mas éramos amigos. Ela e papai só estavam juntos há três anos na época, então ela havia me conhecido aos catorze. De modo que, embora gostássemos um do outro, cada um sabia bem qual era o seu lugar na vida do meu pai, e trabalhávamos para que todos vivêssemos bem. Mas as brigas eram constantes, especialmente depois que fiz dezessete anos. Naquela ocasião, tivemos uma festa de aniversário. Bolo, baldes de frango frito (meu favorito) e cool-aid verde-limão. Maryen ficava enojada com as minhas escolhas alimentares, mas ela comprara tudo o que eu gostava do mesmo jeito. Naquela noite, ela disse que como eu gostava tanto de jogos de vídeo game ou filmes envolvendo magia, eu poderia conhecer um clássico de suas aulas e escrever um trabalho sobre isso. Ela me deu um volume novo em folha de Macbeth, de Shakespeare. Semelhante ao Édipo Rei, Lord Macbeth também encontrou com as feiticeiras e à despeito das visões sobre seu futuro, tentou enganar o destino.

         Eu tinha amado o presente, mas meu pai ficou abalado. Ele fingiu que estava bem, mas naquela noite eu ouvi enquanto ele gritava com alguém do lado de fora. Não era Maryen, mas era uma mulher. Ela falava com ele numa voz calma, mas parecia muito magoada. Da minha janela, eu pude ouvir quando ele gesticulou que ela fosse embora, e quando ela o fez, os lobos começaram a uivar novamente. Depois do meu aniversário, papai sempre passava uma hora ou mais do lado de fora, como que esperando… Ele parecia obcecado. Maryen o pedia para entrar, ou então fazia algum comentário de descontentamento. E o inferno recomeçava. Na noite em que te encontrei, eles tinham brigado como nunca.

           Maryen acusou meu pai de tê-la feito entrar numa relação onde tudo que ele amava era a conveniência de ter alguém para ajudá-lo nas despesas. Ela estava indo embora. Lembro de ter encarado meu prato no jantar, sabendo que ela estava certa. Meu pai jamais poderia amá-la. Eu só não entendia como um simples livro podia ter causado aquilo. Sem entender bem, imaginei que a mulher naquela noite tivesse sido uma amante, ou algo do tipo. Até papai dizer que o amor de uma mulher nunca seria suficiente, quando alguém já conheceu o amor de uma deusa. Maryen jogou chá gelado no rosto de meu pai, e no minuto seguinte ela estava sobre ele. Ele a havia humilhado, sem direito algum. Chamar a mulher que o tinha deixado com um filho para criar de deusa? Eles xingaram um ao outro, os dois me mandando sair da cozinha, até que um insulto fez com que Maryen cuspisse no rosto de meu pai. Em toda a minha vida, eu nunca vira Adrian Monroe furioso daquele jeito. Com um movimento rígido, ele acertou o rosto dela, cortando o lábio inferior. Meu coração acelerou, porque eu sabia que aquilo seria uma tragédia. Eu gritei, e lembro de todas as bocas do fogão acendendo ao mesmo tempo. Lembro da pia com louça da comida que Maryen tinha preparado, da travessa de bolo de carne sobre a mesa. Tudo fendeu e quebrou ao mesmo tempo, o som dos cacos de vidro misturado ao barulho que a água fazia enquanto inundava a pia.

                Chocada, Maryen juntou suas coisas e foi embora. Ela beijou minha testa antes de sair, desejando que eu tivesse sucesso e que eu a procurasse, pois seríamos sempre amigos. Ela nunca mais voltou ao colégio. Soube que voltou para Forks, em Washington onde sua família vivia. Mas não sem antes prestar queixa contra meu pai. Acontece que aquela não tinha sido a primeira vez que ele batia nela, mas sim a primeira vez que eu presenciara. Eles esperavam que eu dormisse antes de brigar, e eu engolia cada história de queda da escada, uma após a outra.  Quando a polícia veio buscá-lo, eu o havia convencido a assinar um documento emancipando-me e me declarando responsável por mim mesmo. Eu não iria para um reformatório, de jeito nenhum. Era responsável e capaz, e podia cuidar da casa. Foi quando aquela coisa apareceu. Eu não sabia o que era uma mantícora até aquele dia. Já fazia uma semana desde que eu ficara sozinho em casa, mas hoje eu consigo entender. O cheiro de meu pai, o cheiro da mortalidade de Maryen… Eles me esconderam bem além do normal. Quando fiquei sozinho, não teve jeito. Eu teria morrido naquele dia se você não tivesse me encontrado, titia. Os lobos saíram da floresta como se todos pensassem com um só cérebro. Foram dilacerados e continuavam atacando. O que me deixou chocado, era a fumaça de pó dourado que deixavam para trás. Quando a criatura desistiu e saiu correndo, eles olharam para mim. Todos viraram a cabeça ao mesmo tempo.

           Com a minha casa destruída eu fui embora, na camionete do meu pai. Três dias depois você me encontrou naquele hotel de Juneau. E agora aqui estamos.

- E agora aqui estamos, numa caverna no meio de uma floresta sabem-se-os-deuses-lá-onde. - Tia Pousa resmungou, mancando até a entrada da caverna. - Não é seguro aqui, Kitt. Aqueles inúteis do Acampamento deviam ter aparecido há meses. Você não cansa de viver fugindo?

- Eu não sei se eu quero estar em um acampamento, tia. Sabe, eu nunca fui tão livre quanto no último ano. É uma droga não poder estudar nem ter a minha casa, mas eu descobri coisas ao meu respeito. Coisas que você se recusa a me explicar. O nome da minha mãe, por exemplo. E o porquê. Por que nos perseguem?

- Não é meu lugar dizer isso. Eu já expliquei a você. Também já adiamos demais essa despedida. Eu nunca deveria ter me afeiçoado a você, menino. Quando a próxima criatura vier, eu irei enfrentá-la. Sem mim, você será forçado a ir para o Acampamento Meio-Sangue. - Ela olhou-me nos olhos, e suas pupilas vermelhas brilharam.

- Você não vai se sacrificar por mim! Que inferno! Se você quer tanto que eu conheça esse lugar, eu vou! Mas não espere que eu fique por muito tempo. - Reclamei, sabendo que aquele tipo de lugar só seria mais cheio de gente fútil, incapaz de entender como eu me sentia sobre tudo. O vazio e a frustração... - Mas é bom que essas pessoas tenham respostas.

             A viagem ao Acampamento Meio-Sangue foi razoavelmente tranquila. Enfrentamos myrmekos em um McDonalds, um ciclope em Seattle e um escorpião das profundezas no ônibus de Connecticut até Manhattan. Foi apenas na Colina Meio-Sangue, que descobri a verdade. A criatura que me acompanhava por todo o caminho era uma empousai. Embora eu a visse como uma mulher manca de meia-idade, todos no Acampamento a viram como a criatura de cabelos flamejantes e perna de bronze que realmente era. Com seu odor monstruoso, protegera-me das criaturas mais poderosas, assim como os lobos enviados pela minha mãe. Quando atravessei a barreira, ela desvaneceu sorrindo, e três tochas acenderam-se sobre a minha cabeça. O símbolo de Hécate, minha progenitora divina. Titânide por nascimento, Senhora dos Caminhos, da Névoa que divide os mundos e da Magia. Eu era filho de uma deusa, era disso que se tratava. O entendimento acertou-me, lembrando-me que talvez meu pai estivesse sendo literal com Maryen. Ele merecia pagar pelos seus crimes, como o agressor que era, mas talvez fosse muito mais atormentado e deprimido, do que maligno. Melancólico, eu próprio não sabia como me sentir com relação à minha mãe. Afinal, Hécate era apenas um mito para mim, uma ideia distante. Nunca pensei que fosse uma herança genética a magia em meu sangue. A forma como as sombras moviam-se se eu pensasse. Ao que parecia, um novo e assustador mundo revelava-se para mim. Um mundo tão complicado, que fazia com que eu desejasse ter continuado em minha caverna no Alasca...



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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Out 14, 2018 7:50 pm

Kitt



Que escrita magnífica, meu jovem! Não encontrei nem um erro sequer! As descrições foram feitas na medida certa, as frustrações e lamentações de seu personagem, os acontecimentos, tudo! Gostei muito e espero que tenha um bom desenrolar para essa trama pois estou curioso para ler cada vez mais sobre você!

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Seg Out 15, 2018 5:09 pm



Luxanna C. Montgomery
The sun is shining - we should too.




DADOS BÁSICOS

16 Anos
Katharyna Montgomery
Apolo
Inglesa


Por que quer este deus?

Apolo sempre foi, de longe, meu deus preferido e em todos os fóruns eu acabou fazendo filhas dele. Trabalhar com opostos é uma coisa interessante, em meu ponto de vista,  afinal nem sempre a personalidade de uma criança se dá por influência genética, e sim por influência do meio em que ela vive. Logo, por que não ter uma filha de Apolo tímida ou antissocial?

Personalidade
Dona de uma incrível beleza e impiedade de mesma semelhança, Luxanna, ou simplesmente Lux, é uma garota fria e de poucas palavras que, embora tenha sido criada em meio social elevado por ser filha de um famoso empresário e senhor comandante do submundo de Londres, é antissocial e não se importa com pensamentos alheios. Possui pavio curto até mesmo com amigos e não hesita em xingar aqueles que acabam com sua pouca paciência - quando não resolve atirar nos mesmos. As únicas pessoas que respeita são seus pais e seu irmão mais velho, além dos membros de sua Família - apesar disso, é uma garota tímida, que não sabe conversar de maneira correta com as pessoas. É decidida e não costuma voltar atrás em nada, valendo até mesmo com pedidos de desculpas, afinal mesmo estando errada, ela está certa. Faz parte da máfia Inglesa, com sede em Londres, sendo uma incrível hacker e lutadora habilidosa, sabendo lidar com qualquer tipo de arma que necessite mira e precisão. Inteligente, a menina fez o teste de QI com 12 anos, obtendo 250 pontos, e isso apenas evoluiu com o passar dos anos. Profissional e eficiente, a garota não costuma falhar em serviço: boa de lábia, a loira ganhou a alcunha de Miss Fortune em função do infortúnio que causa àqueles que batem de frente com ela. Aqueles que a subestimam enfrentam uma oponente sedutora e imprevisível... E, possivelmente, uma bala ou duas nas entranhas.  
Físico
Luxanna não é muito alta, tendo cerca de 160cm de altura e pesando exatos 49kg. É adepta à vestes comuns, amando de todo o coração os jeans que comprou em um brechó junto a um par de botas pretas com salto fino. O visual é terminado com camisetas de bandas de rock antigas e uma jaqueta de couro. Possui madeixas loiras e longas, indo até metade de suas costas, e cuida das mesmas com uma obsessão quase doentia. Os olhos são heterocromáticos, um amarelo e um azul esverdeado, e parecem brilhar e carregar a paz do céu primaveril, mesmo que suas intenções nem sempre sejam acolhedoras como aparentam ser. O corpo é esbelto e as curvas notáveis, as pernas são delicadas mas fortes pelos treinos, a pele pálida dá a impressão de que a mesma é frágil e quabradiça.


HISTORIA

Aquele homem iria cansar alguma hora.

Lux tinha certeza de que, quando finalmente o cansaço batesse, Charles Maximoff finalmente cairia de exaustão e seria uma presa fácil. É claro que ela, simplesmente, poderia atirar no mesmo com sua HK MG4 MG43, já que a loira estava sobre um telhado de um alto prédio no centro antigo de Londres, apenas recebendo instruções pelo comunicador vermelho que tinha em seu ouvido e por isso sabia que o desgraçado estava indo em sua direção. Com a arma no tripé, a garota deitou-se ao chão e mirou em um ponto específico, esperando.

Seu padrasto, Logan Montgomery, havia dado a ordem de morte ao traidor do clã, e ela como a próxima líder da Família iria realizar a missão de dar fim à vida daquele que ousou tramar contra seu amado padrasto - sim, ela sabia que não era filha legítima daquele homem, embora ele a tratasse como se fosse. Lux sempre teve todos os mimos que Logan podia dar, desde coisas legais até mesmo ilegais, como armas e coisas do tipo.

E seu bichinho de estimação, a maravilha que estava à sua frente.

— Certo, Lilith. — sussurrou para sua arma, que carinhosamente levou o nome do primeiro demônio feminino da Bíblia. — Hora de acabar com ele.

E, quando finalmente Charles apareceu, ela atirou. Pela mira, Lux viu o corpo cair na calçada fria e levemente molhada, o barulho do tiro ainda zunia confortavelmente em sua cabeça, a visão do sangue escorrendo era linda. Ainda observando pela mira, a loira viu os homens que a acompanhavam recolherem o corpo já sem vida de Charles, embalando-o muito bem em um saco preto para levarem para a mansão Montgomery.

Logan iria gostar daquilo. Mais um serviço muito bem feito.

Lux abriu um sorriso, mostrando todos os dentes para a brilhante lua que estava no céu e riu, a risada maligna ecoando nas velhas construções exatamente como uma bruxa que aterroriza os pesadelos infantis.

— Senhorita, devemos voltar. — a voz de Erwin Smith atrás de si a fez sair de seu frenesi insano de segundos, fazendo a loira suspirar e voltar o corpo em direção ao homem loiro, acompanhado do jovem baixo e moreno chamado Levi Ackerman, ambos seus guarda-costas extremamente eficientes e letais, especialistas em ataque furtivo. — Devemos reportar o ocorrido para seu pai. — o homem mantinha a expressão séria, mesmo que o olhar demonstrasse certa preocupação com a criança que criou desde pequena.

Por mais que Logan amasse Lux como uma filha, como o homem ocupado que era ele não podia criá-la devidamente, principalmente depois que a mãe da garota morreu quando ela tinha apenas seis anos. Então, para não deixá-la sozinha, o líder da Família Montgomery designou dois de seus melhores agentes para criar a criança.

Coisa que, por sinal, eles haviam feito muito bem. Tanto Erwin quanto Levi eram extremamente inteligentes, além de muito habilidosos com armas de curto ou longo alcance, independente de serem facas, adagas ou armas de fogo. Os dois a fizeram estudar muitas coisas, desde línguas diferentes até coisas que se aprende na escola, já que ela nunca foi a uma e ambos agiam como seus professores particulares.

Lux deu de ombros e entregou sua arma para Erwin, enquanto Levi lhe entregava seu sobretudo preto, que foi jogado de qualquer jeito sobre os ombros quase desnudos, já que a garota estava de regata. E, após isso, os três saíram dali.

*************************

Depois de um bom banho quente em sua banheira luxuosa, Lux deixou-se cair em sua cama, pronta para dormir. Era quase uma hora da manhã e ela estava exausta, afinal teve uma reunião com Logan - ou Papa, como era chamado - assim que chegou e ela durou muito, das dez até quase meia noite, e tudo que a loira queria era dormir. Foi parabenizada pelo excelente trabalho e então foi dispensada e, após desejar boa noite para cada membro da Família que encontrava no corredor, a garota simplesmente entrou em seu quarto e fez o que queria.

Jogada em sua cama, a jovem Montgomery suspirou e começou a pensar o que era a Família para si. Basicamente, a Família era chamada assim pois os Montgomery's comandavam o submundo inglês, como uma máfia, desde o tempo da rainha Vitória e desde aquela época aqueles que entravam para o Clã viravam um membro da Família. Bem, todos eram importantes para si, na verdade eram as poucas pessoas com quem se importava, mesmo que seus subordinados a temessem de vez em quando, mas possuía o respeito de todos.

Assim como era apoiada a virar a próxima líder.

Deu um sorriso bobo e abraçou seu travesseiro, fechando os olhos e sentindo a maciez do pijama de seda em contato com sua pele pálida, percebendo o sono começar a atingi-la e permitindo que a embalasse em uma boa noite de descanso.

Que infelizmente não veio.

Um grito masculino soou no corredor, seguido de tiros, o que fez com que Luxanna se alarmasse e se jogasse embaixo de sua cama, procurando por sua Magnum dentro da caixinha de sapato onde guardava coisas para esse tipo de situação. Pegou a arma e a carregou com as balas que estavam junto, pronta para sair e descarregar em seja lá quem fosse que tivesse a ousadia de invadir sua casa.

Com estrondo a porta se abriu e fechou, e ela viu o tão conhecido sapato pertencente à Levi, o que a fez sair mais do que depressa e se deparar com o moreno manchado de sangue em sua camisa social de linho branco, a calça levemente rasgada e o olhar sério, muito mais do que o normal. O que raios estava acontecendo?

— Levi! — aproximou-se dele, vasculhando o corpo dele com o olhar e verificando um ferimento de bala próximo ao ombro. — O que está havendo?

— Eu sinto muito, Princesa. — ele falou, a voz rouca provavelmente pela dor. — Fomos surpreendidos pelos Arcana. Erwin e os demais estão impedindo que eles cheguem até esse andar.

Lux concordou com a cabeça. A mansão da Família era dividida em três andares: no primeiro ficavam os membros mais simples da Família, enquanto no segundo ficavam aqueles que eram chamados de Escolhidos, os mais fortes dentro do Clã. No terceiro ficavam os quartos de seu padrasto e o seu, o líder e sua amada enteada, e sabia que os homens os protegeriam com sua vida.

— Onde está o meu pai? — perguntou em preocupação. Era missão dela proteger Logan nem que fosse com sua vida, isso era uma coisa que jurou para si mesma. Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca com o silêncio do Ackerman e ficou de pé, abrindo a porta devagar e, empunhando de forma correta sua arma, saiu correndo para o final do corredor, chutando a porta do quarto de seu padrasto sem dó.

O aposento estava vazio.

— Merda. — sussurou, voltando os olhos para Levi, que estava parado à porta de seu quarto e vendo alguns de seus homens correrem até si. — Preciso chegar até meu pai. Alguém sabe onde ele está? — perguntou, escutando um tímido "eu o vi no escritório antes de ir deitar" de um deles. Respirou novamente: o escritório ficava no primeiro andar. — Certo, preciso de um favor. Abram caminho para mim. Irei até meu pai.

— Isso é loucura! — Levi falou, exasperado. O respirar dele estava pesado e embora sua face demonstrasse calmaria, seus olhos transbordavam o turbilhão. — Vou avisar a todos. Vamos limpar o caminho, Princesa, e quando fizermos isso corra o mais rápido que puder. Salve o Papa.

Lux concordou com a cabeça. Não precisava nem pedir.

*************************

Limpar o caminho era fácil para sua Família. Midorikawa Toriyu, um japonês completamente fora do padrão, segurava uma arma de repetição em cada mão e atirava sem parar, gritos soando pelos corredores da mansão e sangue manchando as paredes peroladas de escarlate. Erwin carregava um par de adagas e chegava na surdina para matar os invasores, enquanto Levi apenas estava ao fundo - seu ferimento estava causando mal estar no garoto.

Luxanna estava acostumada a correr de salto, mas nada se comparava a correr descalça: ela parecia mais rápida, talvez por que sua única preocupação é desviar dos corpos caídos e não das balas que não chegavam até si. Se jogou ao chão para escapar de uma mira e rolou até ficar atrás do pilar que ficava quase em frente ao escritório, ficando a poucos metros das portas de carvalho branco.

Respirou pelo nariz e soltou pela boca, apoiando o joelho esquerdo no chão e deixando o direito flexionado, lançando-se para cima e ficando de pé novamente, abrindo a porta devagar afinal não sabia que tipo de situação encontraria ali dentro. O escritório de Logan estava bem iluminado, o que contribuiu para a cena que estava à sua frente.

Ainda podia ver a fumaça que saía do cano da Desert Eagle de Jhonn Swanson, o chefe da Família Arcana e rivais da Família Montgomery, assim como o sangue que começava a manchar o peito de seu padrasto. Em choque, a Magnum que segurava foi ao chão enquanto lágrimas começavam a rolar a face pálida, ela só não sabia se de tristeza ou de ódio. Ela se recusava a acreditar, mas quando o corpo de Logan caiu no tapete indiano com um baque surdo foi que a ficha caiu.

E ela gritou.

E, depois disso, Lux não soube dizer muito bem o que aconteceu. Um intenso brilho surgiu no escritório, fazendo Jhonn recuar atordoado. Passos foram ouvidos e um par de braços tentou abraçá-la, mas recuou em seguida exclamando que ela estava muito quente. E, as únicas coisas que podiam ser vistas e ouvidas ali naquela noite, era o brilho que emanava da menina, os gritos dela e o escarlate do sangue de Logan manchando o tapete.

*************************

— Ele vai ficar bem. — Bruce Romanoff, um médico russo muito bom que fazia parte da Família, havia chego a tempo naquela noite pra salvar a vida de seu padrasto. Mesmo que tenha se passado mais de 24 horas depois do ataque da Família Arcana, eles ainda contavam as baixas.

Graças aos céus seu padrasto estava bem, mas se ele estivesse uns três centímetros para a direita a bala teria perfurado seu coração e Lux nunca agradeceu tanto por uma pessoa ser tão ruim de mira para errar um tiro a queima-roupa. Suspirou pesadamente e encarou Logan deitado em sua cama, repousando de forma pacífica, o peito subindo e descendo tranquilamente.

— Muito obrigada, doutor Romanoff. — ela sussurrou, fazendo o homem grisalho sorrir e acariciar sua cabeça. O viu suspirar e sentar-se na poltrona perto da cama, já que Lux estava sentava à beirada da cama.

— Não há de que, senhorita. — ele disse com um sorriso bondoso, e de repente sua expressão ficou séria. — Os homens me falaram sobre o que aconteceu no escritório do Papa. Pode me falar sobre?

Lux hesitou por alguns instantes. Nem ela mesma sabia o que havia acontecido, tudo que se lembra é que achou que Logan havia morrido e então um branco em sua mente e tudo que se lembra é de ter acordado cansada em sua cama, como se tivesse corrido uma maratona a noite inteira e ainda levado uma surra em combate.

— Nem eu mesma me lembro, doutor Romanoff. — comentou olhando para baixo. — Sinceramente, eu não sei o que houve. Eu pensei que meu pai estivesse morto, e então minha mente ficou em branco. Quando dei por mim, estava na minha cama.

— Entendo. Existe um motivo para terem vindo até aqui. — Bruce cruzou os dedos sob o queixo, encarando a jovem com intensidade, o que fez Luxanna engolir em seco e esperar pela resposta do homem. — Estavam atrás de você. Logan fez de tudo para protegê-la, até mesmo tomou um tiro por você. Quer saber por quê?

E, após concordar com a cabeça, a garota escutou de Bruce o que realmente era: uma semideusa, filha de Apolo, o deus grego do sol. Os Arcana, que conseguiram fugir com a confusão, sabiam desse fato e queriam o poder que Lux tinha dentro de si, e que ela não estava mais segura ali. Assim, ela descobriu que o doutor Bruce era um semideus também, um filho de Eros que virou seguidor de Asclépio pelo seu amor por medicina.

E, também, ela descobriu que teria que ir morar em um novo lugar: o Acampamento Meio-Sangue, nos Estados Unidos, até que finalmente tivesse idade e força o suficiente para assumir o cargo de "Papa" da Família, além de ficar mais poderosa para proteger o seu padrasto.

E ela topou.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO



SOLARIS: Um arco longo e dourado, em seu centro, na parte de empunhadura, existe uma bandagem de couro escura para que a prole de Apolo tenha a pegada certa e para que a arma não deslize. O arco não possui cordel, porém, quando os dedos da cria de Apolo simulam a pegada, uma corda de fogo aparece, formando uma flecha formada de mesmo material. Esta, possui flechas infinitas que têm o alcance de até 300 metros. Quando não acionado, pode ser utilizado em forma de um relógio solar. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

LOUROS: Uma coroa ao estilo grego de folhas de louro douradas. Ao ser posta na cabeça da prole de Apolo, ela fica envolta de uma aura dourada luminosa e extremamente quente, como se a pele do semideus fosse feita de energia pura. Em combinação com o arco, o semideus poderá criar flechas de energia que, ao atingirem semideuses, os deixarão desnorteados e com os olhos queimando, ao atingir armas comuns as desintegrará. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]



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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Seg Out 15, 2018 6:02 pm

Lux -q



Impossível não pegar a referência da sua ficha, assim que eu li a primeira frase já entendi onde queria chegar. Achei que teve muita criatividade e ousadia em criar esse crossover, gostei muito de ler. Sua escrita, como sempre, me cativou, me prendeu do início ao fim e me deixou querendo mais. Parabéns!

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Seg Out 15, 2018 10:00 pm



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Por que quer este deus?

Bem esta é a primeira vez que estou escolhendo Hipnos como meu progenitor, eu acho que por ter passado por muitos fórum ao qual so escolhias deuses mais "comuns" como Ares, Apolo entre outros decidi que já estava na hora de mudar um pouco a minha escolha, além do mais quero ser de certa forma diferente do que era em outros fóruns além de tentar o máximo para honrar meu pai.

Personalidade
Clair é uma garota animada e sempre está sorrindo, porém, pode até ser a pessoa mas brava que se tenha pensado quando ficaa irritada o que as vezes pode até ser muito comum para a mesma, memso sendo uma garota corajosa tem medo de morrer além de ter um terrível medo de cobras no geral.
Físico
Clair tem olhos castanhos herdados de seu pai, sua pele é branca e macia e seus cabelos vão na altura do ombro sendo estes são de coloraçãao castanho escuro, porém, seus cabelos ficam mais claros conforme o sol bate no mesmo.


HISTORIA


14 de junho de 1989 á 14 de junho de 1999

O que seria de mim sem a minha queria mãezinha? Era o que minha mente bebê se questionava já que no dia do meu nascimento eu tive uma grande festa, meus tios e avós estavam todos lá menos o meu pai que por algum motivo havia sumido de nossas vidas e mesmo assim não quis nem saber de meu nascimento, mas bem não foi pra isso que vieram fuxicar meu diário bem continuando.

Eu era uma garota muito feliz e bem animada desde criança era de certa forma bem briguenta mesmo quando era apenas um bebê querendo a atenção daquelas pessoas importantes, mas assim que fez 10 anos de certa forma se sentia diferente e nunca ia bem na escola a não ser quando o assunto se tratava de mitologia grega, sua mente parecia se desligara de tudo o que seria moderno.

14 de junho de 1999 á 23 de Julho de 2009

Virem a página por favor! Bem agora que estão em 2007 eu lhes peço que caso tenham algum tipo de aversão a mutilação ou sangue peço que virem a página mais vez, mas bem continuando assim que fiz 18 anos acabei me alistando para ir há guerra na Síria e logo depois de dois anos acabei me tornando Tenente General e logo era líder do 20° batalhão, porém, o que eu achava ser um bom cargo era algo pior do que qualquer coisa que eu já havia visto.

Meu batalhão metade deles teve a perna mutilada, outros o braço e cem deles tivemos de dar uma baixa já que eles morreram para tentar me salvar e mesmo que conseguissem não puderem me tirar o horror. Todas as noites os sonhos eram decorrentes ao qual a morte vinha me buscar e eu nunca mais iria ver a minha família, porém, nos dias que seguiram tentamos de tudo para reverter a nossa situação.

30 de Dezembro de 2013 á 14 de junho de 2018

Agora já não há mais sangue senhores então podem ficar e terminar de ouvir a minha história, mas antes de tudo eu quero que depois de leram devolvam esse diário de onde acharam muito obrigada! Quatro anos se passaram em quanto eu estava na Síria com 24 anos no dia de ano novo eu estava bem debilitada devido há alguns impactos de bombas, porém, ao invés de acordar em casa eu me via em uma maca no hospital de Nova York onde havia ficado desacordada por dois meses.

Minha mãe estava mais preocupada com minha segurança do que me contar a verdade, porém, nervosa que achava que eu nunca iria acordar começou a me contar que meu pai era um deus este se chamado Hipnos o deus do sono e que ele tinha que nos deixar para não perder seus poderes e deixar de ser um deus, mas antes que ela pudesse terminar de falar a minha fala fazia com que a mesma ficasse sem palavras até que em uma pergunta minha a fez confirmar meu parentesco.

Bem daí pra frente sabem o que aconteceu já que minha mãe morreu, eu acabei deixando minha família para protegê-los e acabei indo parar no acampamento e agora estou aqui vivendo protegida com meus irmãos, porém, não pensem que eu havia me esquecido de vocês que agora estão dormindo porque eu estou atrás dos senhores. A narração terminava de forma estranha e logo chegava atrás dos mesmos com um sorriso no rosto. -Bu! - Gritava assim que os garotos desmaiavam de susto em quanto eu pegava meu diário e o colocando de volta em seu lugar de origem.



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SÝMPAN: Trata-se de um sabre, fino como o próprio corte entre os sonhos e a realidade. Seu cabo é inteiramente negro como o próprio ébano e sua lâmina e de um tom de azul marinho que oscila para preto e para branco por vezes, difícil determinar a cor dela ao exato, ao fundo podem-se ver pontos cintilantes como estrelas mas não se sabe ao certo o que são, podem ser os próprios fios de prata. Sua guarda ganha vida absorvendo a mão da prole de Hipnos como se ambos fossem um e sem seu rosto, cresce uma máscara cadavérica, deixando no lugar dos olhos, apenas duas fendas luminosas, como o próprio pesadelo. No toque com a pele os adversários sentem-se cansados e lentos, como prestes a dormir.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Seg Out 15, 2018 10:23 pm

Clair Darkcastle



Seja bem-vinda ao fórum querida! Achei interessante a sua história e principalmente a narrativa em forma de diário, ganhou pontos comigo pela criatividade. Contudo, achei sua história um pouco vaga, há grandes passagens de tempo, deixando muitas pontas soltas. Gostaria de saber um pouco mais sobre você, de como foi parar no exército?! Achei isso muito legal, mas fiquei um pouco perdida, já que não há muitas explicações quanto a isso. Também há alguns errinhos de português, acredito que de digitação na verdade. Faça essas pequenas correções e estará tudo certo. Boa Sorte!

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Seg Out 15, 2018 10:50 pm



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Bem esta é a primeira vez que estou escolhendo Hipnos como meu progenitor, eu acho que por ter passado por muitos fórum ao qual so escolhias deuses mais "comuns" como Ares, Apolo entre outros decidi que já estava na hora de mudar um pouco a minha escolha, além do mais quero ser de certa forma diferente do que era em outros fóruns além de tentar o máximo para honrar meu pai.

Personalidade
Clair é uma garota animada e sempre está sorrindo, porém, pode até ser a pessoa mas brava que se tenha pensado quando ficaa irritada o que as vezes pode até ser muito comum para a mesma, memso sendo uma garota corajosa tem medo de morrer além de ter um terrível medo de cobras no geral.
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Clair tem olhos castanhos herdados de seu pai, sua pele é branca e macia e seus cabelos vão na altura do ombro sendo estes são de coloraçãao castanho escuro, porém, seus cabelos ficam mais claros conforme o sol bate no mesmo.


HISTORIA


14 de junho de 1989 á 14 de junho de 1999

O que seria de mim sem a minha queria mãezinha? Era o que minha mente bebê se questionava já que no dia do meu nascimento eu tive uma grande festa, meus tios e avós estavam todos lá menos o meu pai que por algum motivo havia sumido de nossas vidas e mesmo assim não quis nem saber de meu nascimento, mas bem não foi pra isso que vieram fuxicar meu diário bem continuando.

Eu era uma garota muito feliz e bem animada desde criança era de certa forma bem briguenta mesmo quando era apenas um bebê querendo a atenção daquelas pessoas importantes, mas assim que fez 10 anos de certa forma se sentia diferente e nunca ia bem na escola a não ser quando o assunto se tratava de mitologia grega, sua mente parecia se desligara de tudo o que seria moderno.

Desde muito cedo eu assistia filmes que falavam sobre a guerra um deles chamado de O Resgada do Soldado Ryan, ao qual fala sobre um soldado que havia ficado desaparecido e depois de algum tempo o Tenente sendo este interpretado por Tom Hanks acabou por encontrá-lo e salvou sua vida, porém, para isso teve de dar a sua própria vida para ter o mesmo de volta seguro em sua casa.

14 de junho de 1999 á 23 de Julho de 2009

Virem a página por favor! Bem agora que estão em 2007 eu lhes peço que caso tenham algum tipo de aversão a mutilação ou sangue peço que virem a página mais vez, mas bem continuando assim que fiz 18 anos acabei me alistando para o exército onde  pensava que iria gostar, mas alguns meses depois de me alistar acbei sendo designada para ir há Síria onde fui desiganada ao 20° pelotão como capitã e fazia parte da artilharia, mas logo depois de dois longos arduos anos onde presêncie morte de crianças e pessoas inocêntes acabei me tornando Tenente General e logo era líder do 20° batalhão, porém, o que eu achava ser um bom cargo era algo pior do que qualquer coisa que eu já havia visto.

Meu batalhão metade deles teve a perna mutilada, outros o braço e cem deles tivemos de dar uma baixa já que eles morreram para tentar me salvar e mesmo que conseguissem não puderem me tirar o horror. Todas as noites os sonhos eram decorrentes ao qual a morte vinha me buscar e eu nunca mais iria ver a minha família, porém, nos dias que seguiram tentamos de tudo para reverter a nossa situação perante tudo aquilo, porém, por um acaso do destido uma bomba acabou por estourar ao meu lado em fazendo ficar atordoda e ser jogada para uma parede onde acabei por ficar desacordada.

30 de Dezembro de 2013 á 14 de junho de 2018

Agora já não há mais sangue senhores então podem ficar e terminar de ouvir a minha história, mas antes de tudo eu quero que depois de leram devolvam esse diário de onde acharam muito obrigada! Longos arduos quatro anos se passaram depois de toda aquela guerra eu estava desacordada em um hospital de Nova York, porém, em minha mente pequenos flashes da guerra estavam passando como se fossem um filme antigo de Charles Chaplin as crinças chorando e gritando, os homens de meu pelotão morrendo em meus braços, os outros vivos, porém, multilados aquilo não saia de minha cabeça e a morte vindo em minha direção em quanto a voz de minha mãe o afastava.

Minha mãe estava mais preocupada com minha segurança do que me contar a verdade, porém, nervosa já que tinha em mente ao qual eu nunca iria acordar começou a me contar que meu pai era um deus este se chamado Hipnos o deus do sono e que ele tinha que nos deixar para não perder seus poderes e deixar de ser um deus, mas antes que ela pudesse terminar de falar a minha fala fazia com que a mesma ficasse sem palavras até que em uma pergunta minha a fez confirmar meu parentesco.

Bem daí pra frente sabem o que aconteceu já que minha mãe morreu, eu acabei deixando minha família para protegê-los e acabei indo parar no acampamento e agora estou aqui vivendo protegida com meus irmãos, porém, não pensem que eu havia me esquecido de vocês que agora estão dormindo porque eu estou atrás dos senhores. A narração terminava de forma estranha e logo chegava atrás dos mesmos com um sorriso no rosto. -Bu! - Gritava assim que os garotos desmaiavam de susto em quanto eu pegava meu diário e o colocando de volta em seu lugar de origem.



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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 16, 2018 7:09 am

Clair-Claire-Clary -qq



Meu neném <3
Gostei da forma que quis explorar a escrita, dando a ideia de ser um diário em primeira pessoa e também ser uma narrativa em terceira pessoa pois estaria explorando a metalinguagem: a história falando da história. Esse foi um dos pontos fortes na sua história mas também acabou te atrapalhando um pouquinho, faltou um pouco de organização do texto, daí ficou meio confuso, sabe? O que eu te recomendo: coloque a parte escrita (a parte do diário) em itálico, aí vai dar a ideia de que realmente foi escrito, e a parte que você narra o que está acontecendo enquanto eles leem, deixa com a letra normal mesmo.

Tente jogar seu texto no word ou docs e revise ele, os erros que eu encontrei, em sua maioria, foram erros de digitação. Creio que estava com sono quando digitou, é minha filha mesmo! nene

E tente desenvolver só um pouquinho mais sua história, dê uns detalhes a mais, ou algo assim. Acabou ficando bem corridinho. Eu posso te ajudar com isso se quiser, dar várias ideias e juntos podemos fazer uma trama muito interessante para tua personagem. Lembrando de colocar o ataque de pelo menos um monstrinho, por que mesmo que eu seja um deus menor, ainda sim é possível atrair um ou outro. Conte comigo para qualquer coisa ^^

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 16, 2018 2:18 pm



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Personalidade
Clair foi para a guerra muito nova, com 18 anos. Toda a visão sobre guerra de filmes acabou sendo desconstruída quando se deparou com as injustiças, com a maldade nas pessoas e com a crueldade humana. A visão sonhadora da garota acabou sendo prejudicada em demasia devido a isso, tornando-a fechada e um tanto pensativa, mas jamais inacessível. Os membros do seu pelotão sabiam que era uma excelente ouvinte e que estaria ali para tudo o que os mesmos precisassem. Porém, quando os viu morrerem ou serem mutilados, acabou criando certo receio das pessoas, ficando cada vez mais sozinha e próxima de seus pensamentos. Temia se apegar as pessoas e ver elas tiradas de sua vida novamente, da mesma forma cruel como havia presenciado na guerra.
Físico
Clair tem olhos verdes mas que, dependendo da iluminação podem alterar a cor, ficando acinzentados ou azuis. Seus cabelos são de um tom castanho amadeirado, porém, ganham fios levemente dourados e cor de cobre quando em contato com o sol. A garota, apesar da idade avançada, possui uma altura de 1,48 e rosto angelical, ocultando todo o seu passado e terror já vivido.


HISTORIA


14 de junho de 1989 á 14 de junho de 1999

O que seria de mim sem a minha queria mãezinha? Mas mesmo assim eu nunca iria enteder o porque de meu pai ter nós abandonado e minha mãe acabou por se casar com meu primo, mas mesmo vendo minha mãe sofrer comecei a me apagar a vida de militar já que meu padrasto não falava de outra coisa e sendo assim acabei por estudar toda a sua vida em uma escola militar e aos 18 acabei me formando como oficial, porém, ainda não chegamos nessa parte então vamos continuar em minha infância.

Eu era uma menina muito calma e desde cedo eu comecei a aprender defesa pessoal com meu padrasto, apredia todas a diciplinas que se podia imaginar e mesmo tendo dislexia e TDAH, minhas notas na escola eram medianas. Mas eu sempre presenciei aparições estranhas como um cachorro grande demais ou uma senhora com um casaco de penas esquisito ou até mesmo um homem que podia jurar que tinha pernas de bode, porém, mesmo achando aquilo estranho, eu decidi que nunca contaria a minha mãe, ela parecia ter preocupações demais..

Desde muito cedo eu assistia filmes que falavam sobre a guerra um deles chamado de O Resgada do Soldado Ryan. O filme falava sobre um soldado que havia desaparecido, e, depois de algum tempo, seu Tenente, interpretado por Tom Hanks, acabou por encontrá-lo, salvando sua vida. Porém, para isso, teve de dar a sua própria vida, para ter o mesmo seguro de de volta em sua casa.

14 de junho de 1999 á 23 de Julho de 2009

Virem a página por favor! Bem, agora que estão em 2007, eu peço que, caso tenham algum tipo de aversão, virem a página de vez..Bom, aos 18 anos, logo após minha formação como oficial, fui convocada pelo exército dos estados unidos para servir na guerra da Síria. Chegando lá, me aventurei como mensageira entre as tropas, tendo muita coragem por invadir constantemente o território inimigo para poder conseguir fazer com que as mensagens fossem entregues entre um pelotão e outro. Dois anos depois, minha tentente acabou sendo morta na explosão de uma granada, e, devido ao meu desempenho e medalhas ganhas pela bravura, acabei assumindo o posto, tendo vinte companheiros para comandar.

Mas acontece que a guerra é cruel e cheia de morte, após um ano e meio em combate, durante uma noite, um pelotão inimigo invadiu o território onde os americanos estavam utilizando como fortaleza e logo atacaram sem piedade. Nesse ataque o pelotão sírio lançou gás de mostarda e bombardeou com granadas o local, fazendo com que todos saíssem aos gritos e feridos. Outros foram atingidos por tiros pois os sírios ficaram na espreita apenas aguardando. Eu era uma das poucas sobreviventes, consegui escapar com um tiro no ombro e acabei ficando temporariamente cega devido o gás de mostarda, sendo assim decidiram me mendar de volta para a minha terra.

30 de Dezembro de 2013 á 14 de junho de 2018

Após o que pareceram três meses no hospital, eu voltei a enxergar, para a felicidade de todos, que pensavam que eu não conseguiria. Eu já estava pronta para voltar para meu posto quando minha mãe decide que tem algo sério para me contar. É aí que revela que meu pai seria o deus Hipnos, tendo ido embora por ser um deus e não poder viver muito entre os humanos. Logicamente que era muita baboseira para se acreditar, eu já tinha ido para a guerra, sabia que deuses não existiam. Se existissem, pessoas não teriam de morrer. Mas, minha mãe insistia em dizer aquilo, foi então que, quando comentou sobre as coisas estranhas que eu já havia visto e que já haviam acontecido, me dei conta que era real e comecei a acreditar. Foi então, que eu teve de ir para um lugar chamado Acampamento Meio Sangue, onde eu viveria entre iguais, aprendendo sobre meu lado divino, até então um mistério para mim.


Bom, daí pra frente sabem o que aconteceu. Minha mãe morreu, acabei deixando minha família para que ficassem seguros e fui parar no acampamento, onde estou vivendo protegida com meus meio irmãos. Porém, não pensem que eu havia me esquecido de vocês, que agora estão dormindo. Estou atrás dos senhores.

Os leitores param de ler e viram-se rapidamente para trás, vendo que a semideusa os espreitava com um sorriso no rosto de logo gritava um ''bu!'' divertido, fazendo-os correrem e deixarem seu diário largado ali no chão.



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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 16, 2018 2:35 pm

Clair Darkcastle



Meu docinho! Percebi a melhora significativa na forma como escreveu sua história, dando mais conteúdo e também explicando um pouco melhor os fatos que ocorreram na vida dela. Meus parabéns! Contudo, ainda percebi muitos errinhos de português, talvez de digitação ou um pouco de falta atenção. Vou descontar alguns pontinho por isso. Acredito que com o passar do tempo, tais erros deixaram de existir. Lhe darei esse voto de confiança acreditando na sua evolução conosco.

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Out 17, 2018 11:10 am



Klaus Rech Hoffmann
Na paz, preparar-se para a guerra; Na guerra, preparar-se para a paz.




DADOS BÁSICOS

Idade: 25 anos
Progenitor Mortal: Amélie Rech Hoffman
Progenitor Divino : Ares
Nacionalidade: Britanico


Por que quer este deus?

Ares é o filho de Hera com Zeus, herdou o pior lado de Hera (seu gênio) e a força do pai, tornando-se um deus amado por uns e temido por outros. A verdade é que Ares é apenas visto em meio a batalhas, como o glorioso ou o terrível e psicopata, mas as batalhas vão muito além dos campos com armas e lanças ou tiros e granadas, a batalha mais essêncial vive dentro do próprio ser humano, o testando dia após dia. A batalha pela sanidade. Klaus viveu a vida inteira em meio a esse campo de guerra, lidando com a personalidade dupla de sua mãe e segurando-a para não cometer erros, para não fazer mal a ninguém. Além de disso, manter sua própria mente no lugar.

Quando em meio a loucura, não é difícil enlouquecer.


Personalidade
Para Klaus, a mente e o corpo sempre deveriam estar em sintonia. Mesmo que o corpo pudesse estar definido e fisicamente forte, a mente era a chave para a sanidade. Ele sempre teve de manter os dois muito bem alinhados, sempre prezando manter sua sanidade acima de tudo. Filho de Amélie, uma britânica de mente muito frágil era preciso saber lidar com tudo o que ela passava e controlar seu comportamento no dia a dia. Amélie desenvolvera uma espécie de esquizofrenia após a gravidez, Klaus sempre pensou que a ligação com seu pai pudesse ter algo a ver com isso. Ela idolatrava o filho mas ao mesmo tempo parecia extremamente agressiva com todos que se aproximavam e cabia ao garoto, desde cedo, aprender a lidar com os surtos psicóticos de sua mãe, mantendo-a sempre na linha para que não cometesse nenhuma besteira.

Tal esforço acabava por desgastar, e muito, o psicológico do garoto mas ele nunca desistira de ver sua mãe bem e recuperada, acompanhando-a em todas as sessões que precisasse. Atleta e estudioso, acabou chamando a atenção da escola militar e acabou por adentrar na escola, que, mais tarde se tornaria sua válvula de escape.

Klaus sempre foi determinado e focado, sempre com um coração maior que o próprio peito e dedicado a manter seus objetivos sempre acima de qualquer coisa, sempre sendo a âncora que sua mãe precisava que fosse.

Físico
Dono de 1,85 de altura, Klaus possui a pele clara mas levemente dourada devido aos raios de sol que estão em constante contato com a sua pele. É dono de olhos verdes claros como os lagos, mas que, devido a iluminação, ficam de tons azuis, tão profundos quanto o próprio céu. Seus sorriso é alinhado e sempre muito alvo, entoado por uma barba castanha que vezes pode ser vista longa e vezes bem aparada ou simplesmente inexistente. Sua sobrancelha direita, de tons castanhos como a barba e o próprio cabelo possui uma falha devido a uma cicatriz de quando ainda era criança. Seus cabelos, como já dito, possuem tonalidades de castanho e sempre apararados nas laterais e mais alto em cima. Possui músculos bem acentuados e definidos de modo que suas veias sempre estão a mostra, inchadas.

Gosta de vestir-se ecleticamente, mas na maioria das vezes poderá ser visto com uma camisa neutra e uma calça jeans, a simplicidade é a alma do negócio.


HISTORIA

A verdade é que Amélie nem sempre fora uma mulher louca e transtornada. Pelo contrário. Nascida em 1965, ela pôde presenciar muito do mundo, incluindo, a grande mudança que a tecnologia e as armas proporcionaram. A segunda guerra havia terminado a pouco tempo quando nasceu e o mundo certamente estava passando por um momento extremamente delicado, afinal de contas, havia sido uma tragédia que matara milhares de pessoas.

Ela crescera com um pai que atuou firmemente na guerra e sempre disciplinou-a como uma mulher de família, que deveria seguir regras e que deveria arrumar um marido para que pudesse servir a ele como sua própria mãe servia ao seu pai.

Claro que ela odiava essa ideia, achava ultrapassada e ridícula, queria gritar para o mundo o seu desejo de ensinar, de estar perto das crianças e de ser professora, mas estudar era um sacrilégio, seu pai jamais a permitiria fazer tal coisa. Portanto, acabou acatando e, aos seus vinte anos, casou-se.

Em 1988, três anos após seu casamento, ela descobriu que estava grávida. A felicidade para o casal, que até então não possuía muita sintonia, foi enorme. Eles se aproximaram muito, pela primeira vez estavam vivendo um romance de verdade, mas, quando estava prestes a dar a luz, o homem sofreu um acidente de carro e acabou falecendo.

Aquele havia sido um choque enorme para ela, que, acabou dando a luz a pequena Marie um pouco mais cedo, no início de 1989, quando ainda estava aos sete meses. Esse parto antecipado, apesar do susto, não causou danos maiores a pequena, que, logo completou seu desenvolvimento básico e pôde ir para casa com a viúva, que cuidava e zelava da pequena como seu bem mais precioso. Amélie não precisava trabalhar devido a pensão que recebia do falecido marido e da ajuda de custos que seu pai mandava mensalmente.

A morte de Philip, seu marido, a deixara muito abatida, fazendo com que não quisesse sair nas ruas, que se encolhesse cada vez mais em casa, porém, o crescimento de sua filha, aos poucos, foi levando-a a melhora. Em 1992 a mulher já se via recuperada, conseguindo voltar a desbravar as ruas, passear, rir e brincar com sua filha e ter uma vida, até então, normal.

No ano novo de 92 Amélie conheceu um militar, sua pele bronzeada, músculos salientes, barba por fazer e cabelo bem aparado lhe chamaram a atenção e ela, sem dúvidas, a dele. Além da disciplina que ela mostrava ter, o homem que se dizia chamar Aaron, logo se encantou pela força que ela tinha, a luta constante que travava.

Não demorou muito para que descobrisse que estava grávida novamente. Tentou a todo custo abortar, Aaron havia sido homem de uma noite apenas, sumira na manhã seguinte. Era para ser apenas diversão. Mas era tarde. Quando percebeu, os meses já avançavam. Três, quatro, cinco. Ela evitava os pais a todo custo, o que os diria? Não poderia simplesmente dizer-se grávida de uma hora para outra.

Mas, chegou o momento em que eles descobriram. Foi uma briga tremenda a ponto do pai de Amélie ter um infarto e falecer. Sua mãe ficou arrasada com os acontecimentos e decidiu que não consideraria a mulher como sua filha. Aquilo havia sido demais para a jovem.

Ela começou a apresentar sinais de que não estava mentalmente saudável mas não tinha ninguém a quem recorrer, ninguém além de sua filha de cinco anos.

Klaus nasceu no início de 1995, ver o bebê que lembrava Aaron era algo formidável, capaz de mantê-la no lugar e realmente achou que pudesse sobreviver. Começou a trabalhar em uma padaria para ter uma renda maior já que a família aumentara, cuidava dos filhos como sua própria vida, não deixando faltar nada para eles.

E podia-se ousar dizer que era feliz. No entanto, quando Klaus completou seus sete anos, sua irmã foi dada como desaparecida. Sua mãe conseguiu perder o pouco de sanidade que, aos poucos, havia reconquistado. Um mês depois descobriram que Marie havia sido estuprada, morta e largada numa vala.

A partir daquele dia, sua mãe nunca mais fora a mesma. Perdera o emprego na padaria e só sabia ficar em casa, deitada em sua cama, lamentando-se e martirizando-se. Criara um vínculo profundo com Klaus, de forma que ele era o tudo na sua existência. O garoto não podia chegar tarde, não podia vestir-se de forma errada, com roupas amassadas, não poderia deixar de comer nem nada.

Rech, por sua vez, frequentava as aulas e logo voltava correndo para casa, temendo que sua mãe pudesse ter cometido alguma atrocidade contra si mesma. Fazia sempre os trabalhos em grupo sozinho, por não poder se comprometer em participar de nada. Cuidava da mulher dando-lhe comida, banho, conversando sempre com ela e tentando trazê-la para si. Mas era difícil. Amélie estava num estado muito profundo, era como se ele não conseguisse mais puxá-la para a superfície.

Com quinze anos o garoto foi aprovado para a escola militar devido ao seu comportamento e boas notas, e, por mais que passasse mais tempo fora, sempre dava um jeito de voltar para casa o mais rápido possível e ficar com sua mãe. Era uma guerra que enfrentava dentro de sua própria casa, os treinos pareciam uma válvula de escape, onde enfim podia se ver livre daquele tormento.

Aos dezoito sua mãe chegou a óbito e foi então que descobriu que era um semideus, tendo de ser mandado para o acampamento. Seu vizinho, Sr. Kolls, era uma espécie de híbrido entre humano e bode, sempre mantendo o local com um cheiro característico para não atrair criaturas, mas, agora que a mãe do garoto havia partido, não havia o porquê de mantê-lo longe do lugar que o faria ficar protegido de fato.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

TERMIDOR: Par de machados gêmeos ligados por uma corrente. Estes machados conseguem ser utilizados no corpo a corpo ou a distância, se lançados. As proles do deus da guerra também podem manter um em cada mão e girar com os dois juntos, fazendo, desta forma, um círculo de destruição. Nas mãos dos semideuses filhos da guerra, são extremamente leves, porém, nas mãos de qualquer outro semideus, se tornam impossíveis de erguer. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

ANKO: Uma lança dourada e longa, sua lâmina é extremamente afiada e levemente curvada. Seu cabo é envolto em couro vermelho e existe a cabeça de um javali incrustado na guarda. Ela consegue ser alongada por até 300 metros, ganhando vida e deixando um rastro de destruição por onde passa, fazendo curvas ou em linha reta, dependerá da vontade de seu portador. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Out 17, 2018 8:53 pm

Klaus Rech Hoffmann



Garoto! Que história! O texto foi direto e simples, mas sua escrita é formidável. Adorei ver que saiu do padrão dos filhos de Ares, mas sem perder a essência do Deus. Parabéns por isso! Adorei sua trama e fiquei realmente comovida com a sua história e da sua mãe. Espero ver mais dos seus textos por aqui. Não encontrei Erros que merecessem grandes descontos

Ortografia: 5/5
Criatividade: 5/5
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Aprovado, como filho de Ares.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 19, 2018 9:54 pm



ACÁCIO IGAPIRA NALINI
Nós paramos  de procurar monstros embaixo de nossas camas quando percebermos que eles estão dentro de nós.




DADOS BÁSICOS

21 anos
???
Héracles\Hercules
???


Por que quer este deus?

Por que quer este deus? A divindade Hercules/Heracles é considerada não somente o maior exemplo dos heróis da mitologia greco-romana, como o maior exemplo a ser seguido em termos de Heroísmo. Em suas aventuras ensinou lições de vidas importantes e protegeu os indefesos contra qualquer tipo de tirania ou crueldade, desejo que meu personagem seja filho dele, porque ele marcou a minha infância, eu li sobre ele nos livros, vi os filmes, séries e os desenhos, até a participação na Xena, então é isso.

Personalidade
A mente dele pode ser definida como a de uma pessoa privada da socialização humana, em outras palavras primitiva. Seus gostos sempre foram administrados pelos seus superiores através de experiências horríveis e treinamentos inimagináveis, então dá para entender-se que não existe algo fixo que ele propriamente diga que goste.  O único medo que ele sente é de desobedecer os seus donos, devido aos tratamentos de choque, ou seja, seu único medo é o elemento elétrico.
Físico
Tem 60 kg, mede aproximadamente 1,75 Cm de altura, a cor de sua pele é parda, a coloração do seu cabelo é preto, tem um porte físico modelado, nada exagerado, a cor dos seus olhos são da mesma cor do seu cabelo que é preto. Sempre que pode fica treinando arduamente o seu corpo, para ficar mais forte. Em termos de roupa, está vestido roupas sempre pretas e escura, como um ponto de curiosidade, seu corpo é cheio de cicatrizes, machucados, arranhões e perfurações, marcas registradas em seu corpo, dos experimentos e treinamentos que sofreu.


HISTORIA

Em uma antiga base secreta de operações governamentais, encontrava-se um jovem que viveu sendo submetido a experimentos e treinamentos tanto físicos como intelectuais. Mais isso tudo era para camuflar uma pesquisa secreta que o governo estava fazendo, sobre a misteriosa força física do rapaz que era fora do comum, o fizeram converter-se em uma arma biológica.
Mais aconteceu, tentativas de fugas e resistência por parte daquele jovem, mais sempre quando tentava isso, a coleira em volta do seu pescoço ativava e ondas de choque eram acionadas, tornando com isso impossível desobedecer aos comandos de seus superiores. Tudo acontecia dentro dos parâmetros, aprendeu tudo o que precisava aprender sobre a arte do assassinato e tornando-se uma perfeita arma biológica, sendo enviada para cumprir ordens de extermínio que foram bem executadas.
Mais como nada é perfeito, o tempo passou e Acácio começou a ficar mais volátil, perigoso e difícil de controlar, causando com isso em um belo dia, uma perturbação que levou a seus superiores decidirem que era hora de pararem com aquele projeto, todos os envolvidos misteriosamente desapareceram e a arma biológica deles, foi colocada dentro de uma câmara, que conservou o seu corpo, mais isso seria a sua tumba, pois logo todo o complexo explodiu levando o fim da base e aquela arma biológica, ou assim pensavam.
O tempo passou e pensava-se que a arma biológica daquela base, estivesse morta, mais tudo isso era uma grande mentira, em uma bela noite, saindo das profundezas da terra de um campo da cidade, dando um enorme grito surgiu o jovem assassino, completamente pelado e perdido naquela grande cidade, a única coisa que tinha era a coleira do seu pescoço e como tinha uma programação mental, acabou encontrando reportagem sobre uma estranha milícia, que estava tomando terreno, ele simplesmente foi na direção das informações mapeando o local, para cumprir o seu dever como um assassino que era.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 19, 2018 10:12 pm

Acácio Igapira Nalini



Acácio, nem sua ortografia e o fato de eu gostar da ideia de sua história, foram o bastante. Você não incluiu nada sobre como se descobriu um semideus, e seu resumo ficou muito resumido com muitas perguntas a se fazer. E também se vai ser buscado por Quíron e reclamado em on, não houve nenhuma menção da busca por si. Você pode ser um assassino, mas ainda, você é um semideus, então poderia ser atacado ou monstros sentirem seu cheiro e isso prejudicou sua história. Refaça com extrema atenção e cuidado, pois você tem potencial.

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 19, 2018 10:13 pm



Kaneki Ken
Fear is inevitable in our world




DADOS BÁSICOS

18 Anos
Nezumi Ken
Deimos
Coreano


Por que quer este deus?

Ele é um deus fantástico, na qual carrega o terror e personifica o pânico no campo de batalha ao lado de seu irmão gêmeo, Phobos. Ambos são incríveis, mais o terror é iminente, ele lhe congela, lhe causa arrepios e não lhe deixa dormir. Você tem que vence-lo muitas vezes, sendo em batalhas diárias ou não. Foda!

Personalidade
Ao contrário de muitos filhos de Deimos, eu era uma pessoa tímida e reservada. Geralmente, passando a maior parte do tempo lendo livros, principalmente romances. Extremamente gentil e otimista na maior parte do tempo; influenciado por minha mãe. Abaixo dessa natureza altruísta e gentil, possuía o medo subjacente de ficar sozinho, que foi agravado pela morte de minha mãe. Desprezando a ideia de solidão. Eu comecei a proteger aqueles queridos por mim, para que não tivesse que enfrentar o medo de estar sozinho no mundo novamente.

Com minha entrada para o acampamento, me tornei bem-humorado ao contrário de como antes era. Leal, dedicado e até com uma certa mania de abusar da minha linhagem composta de terror com os outros. Cooperativo, pois prefiro trabalhar em grupo em vez de trabalhar sozinho em certos casos. Retornei com o hábito de ler livros em meu tempo livre e de fazer trocadilhos devido a autoestima que adquiri. Eu sofro esquizofrenia, muitas vezes me atrapalhando em pensar, sentir e se comportar com clareza devido alucinações.
Físico
Possuo cabelos negros e uma pele branca, era um tanto magro pela pouca formação esportiva e a preferência pela leitura. Mas, quando me mudei para o acampamento, acabei desenvolvendo um corpo atlético e digno por ser filho de Deimos, cujo é filho de Ares. Utilizo roupas casuais, desde criança.


HISTORIA

Não existe uma boa forma de contar essa história. Sabe, eu poderia logo lhe contar sobre o trauma que passei na minha infância e o que me levou para aonde estou atualmente. Mas, você deve saber primeiramente, que a sanidade é como uma taça de cristal. Você possuindo um timbre bom, ela acabará quebrando, ou seja, aconteceu isso comigo. Os gritos de sofrimento acabaram me deixando louco, me afastando da sociedade e para ela, eu era apenas mais um que ela deveria virar as costas. Estou enrolando você, com certeza deve estar pensando isso. Eu acho que estou enrolando eu mesmo, talvez, minha sanidade esteja perdida de vez comigo falando sozinho.

Em 1972, o avião Fairchild F-227 caiu na Cordilheira dos Andes, aonde os sobrevives isolados no clima extremo viram-se obrigados a consumir as carnes daqueles que morreram na queda da aeronave. Na pré-história, diversos vestígios de corpos esquartejados e ossos quebrados. Em algumas civilizações, como os tupinambás e celtas, o consumo da carne de seus inimigos era visto como uma importante estratégia de sua cultura guerreira. Essa ingestão de partes do corpo de um oponente poderia oferecer habilidades. Aonde eu quero chegar nisso? Porque estou contando uma história para você? Saiba, que eu não tive escolha. O medo é uma coisa traiçoeira. Nunca deve se entregar para ele ou acabará sendo esmagado. Lembre-se disso.

Na véspera do natal, estamos acostumados em se preparar para o bom velhinho e receber um presente dele. Eu estava muito animado com aquela data e lembro perfeitamente do cheiro embriagante do bolo de chocolate que minha mãe tinha feito. Ela era uma cozinheira de mão cheia, acho que todas as mães devem ser, mas, ela era especial. Especial para mim e acabou sendo tirada nesse maldito dia, que marcou minha infância. Quando uma criatura obrigou minha mãe correr para aonde eu estava e ordenar que eu me escondesse. Eu acho que para ela era um jogo aquilo, um jogo diabólico para aquela ghoul.

Ele devorou minha mãe em minha frente, enquanto eu estava escondido no guarda-roupa e depois murmurou algo como outro semideus. Que diabos era isso? Descobri apenas quando acabei devorando minha mãe, amando daquela aberração. Eu tive escolha? Nenhuma, ou morreria também. Para mim, eu tinha quando mastiguei o coração de alguém que eu amava e vomitei depois, enjoado com o cheiro de sangue exalando. O terror que presenciei e a fúria que senti enquanto soltava tudo que tinha comido, fez de alguma forma a monstruosidade tremer. Minha cabeça deu um branco e quando me dei conta, estava atacando violentamente a ghoul e comendo ela assim como tinha feito com minha mãe. Naquele momento, aquilo tinha acabado despertar minha loucura.

Mas, acabei sendo interrompido com um homem me segurando com força e eu nem tinha percebido sua presença. Ele me fez olhar a ghoul morta e disse seu nome: Rize Kamishiro. Eu nem liguei de primeira, porém, me recordei que uma canibal tinha fugido de um sanatório. Ele me explicou o que eu era enquanto me acalmava, de primeira não entendendo. Aquele homem de aparência assustadora e diferente, era o meu pai, Deimos, o Deus do Terror. Não esperava que uma pessoa de tão importância choraria com o que tinha acontecido com seu filho e sua mãe; sua mulher. Aquela cena nunca mais saiu da minha cabeça.

Contudo, depois disso acabei sendo levado para o acampamento meio-sangue por um “monstrinho camarada”, vulgo sátiro, e agora possuo dezoito anos. Essa história continua me assombrando? Sempre quando fecho os olhos.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

PANIQUE: Trata-se de uma lança de cabo de couro com um "D" pintado numa caligrafia refinada em tons escarlate. Sua lâmina possui cerca de 90 centímetros, é levemente curvada e totalmente negra, como as próprias sombras da noite. Totalmente gélida ao toque, quando está em movimento da para ouvir-se os gritos de pânico e loucura aprisionados dentro dela assim como suas almas querendo sair. Ao toque passa uma sensação de solidão e de tristeza, infelicidade e puro medo.

GARDIEN: Tratam-se de guardas para os braços. Elas ficam na forma de braceletes na maior parte do tempo, porém, quando o filho de Deimos as ativa, elas se retraem e as lâminas aparecem na lateral de seus braços, fazendo com que, além de uma distância maior com a lança, os filhos do deus possam ter contato corporal com seus inimigos, atingindo-os mais de perto e dilacerando sua pele com mais facilidade. A lâmina possui o mesmo efeito da lança, causando solidão, tristeza, infelicidade e medo naqueles que receberem seu toque.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 19, 2018 10:48 pm

Kaneki Ken



Kaneki, apesar de resumida sua ficha e sua história contou o primordial para que pudesse ser aprovada. Só tome cuidado com alguns hifens esquecidos e erros que podia ser evitado com correção. E tente não resumir demais, pois isso pode deixar vago algumas coisas, não ocorreu, mas apenas um Conselho.

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 19, 2018 11:16 pm



ACÁCIO IGAPIRA NALINI
Nós paramos  de procurar monstros embaixo de nossas camas quando percebermos que eles estão dentro de nós.




DADOS BÁSICOS

21 anos
???
Héracles\Hercules
???


Por que quer este deus?

A divindade Hercules/Heracles é considerada não somente o maior exemplo dos heróis da mitologia greco-romana, como o maior exemplo a ser seguido em termos de Heroísmo. Em suas aventuras ensinou lições de vidas importantes e protegeu os indefesos contra qualquer tipo de tirania ou crueldade, desejo que meu personagem seja filho dele, porque ele marcou a minha infância, eu li sobre ele nos livros, vi os filmes, séries e os desenhos, até a participação na Xena, então é isso.

Personalidade
A mente dele pode ser definida como a de uma pessoa privada da socialização humana, em outras palavras primitiva. Seus gostos sempre foram administrados pelos seus superiores através de experiências horríveis e treinamentos inimagináveis, então dá para entender-se que não existe algo fixo que ele propriamente diga que goste. O único medo que ele sente é de desobedecer os seus donos, devido aos tratamentos de choque, ou seja, seu único medo é o elemento elétrico.
Físico
Tem 60 kg, mede aproximadamente 1,75 Cm de altura, a cor de sua pele é parda, a coloração do seu cabelo é preto, tem um porte físico modelado, nada exagerado, a cor dos seus olhos são da mesma cor do seu cabelo que é preto. Sempre que pode fica treinando arduamente o seu corpo, para ficar mais forte. Em termos de roupa, está vestido roupas sempre pretas e escura, como um ponto de curiosidade, seu corpo é cheio de cicatrizes, machucados, arranhões e perfurações, marcas registradas em seu corpo, dos experimentos e treinamentos que sofreu.


HISTORIA

Em uma antiga base secreta de operações governamentais, encontrava-se um jovem que viveu sendo submetido a experimentos e treinamentos tanto físicos como intelectuais. Mais isso tudo era para camuflar uma pesquisa secreta que o governo estava fazendo, sobre a misteriosa força física do rapaz que era fora do comum, o fizeram converter-se em uma arma biológica.

Mais aconteceu, tentativas de fugas e resistência por parte daquele jovem, mais sempre quando tentava isso, a coleira em volta do seu pescoço ativava e ondas de choque eram acionadas, tornando com isso impossível desobedecer aos comandos de seus superiores. Tudo acontecia dentro dos parâmetros, aprendeu tudo o que precisava aprender sobre a arte do assassinato e tornando-se uma perfeita arma biológica, sendo enviada para cumprir ordens de extermínio que foram bem executadas.

Mais como nada é perfeito, o tempo passou e Acácio começou a ficar mais volátil, perigoso e difícil de controlar, pois começou a se alto questionar, por que era diferente dos outros agentes daquela base, por que não era dotado de uma força latente e sobrenatural como ele? Só que nunca conseguia respostas, causando com isso em um belo dia, uma perturbação fora do comum, foi relatar que na sua última missão, quase foi pego por uma estranha criatura, mais infelizmente aquela organização não acreditaram nele, mais a sua persistência naquele fato da existência de criaturas desconhecidas e do fato de através de seu intelecto desenvolvido pela aquela organização secreta, fez secretamente pesquisas sobre a misteriosa criatura, isso levou a existência de seres chamados, semideuses ao pronunciar aquela palavra, ele imediatamente foi eletrocutado pela coleira do seu pescoço, pois isso levou a seus superiores decidirem que era hora de pararem com aquele projeto, todos os envolvidos misteriosamente desapareceram e a arma biológica deles, foi colocada dentro de uma câmara, que conservou o seu corpo, mais isso seria a sua tumba, pois logo todo o complexo explodiu levando o fim da base e aquela arma biológica, ou assim pensavam.

O tempo passou e pensava-se que a arma biológica daquela base, estivesse morta, mais tudo isso era uma grande mentira, em uma bela noite, saindo das profundezas da terra de um campo da cidade, dando um enorme grito surgiu o jovem assassino, completamente pelado e perdido naquela grande cidade, a única coisa que tinha era a coleira do seu pescoço e como tinha uma programação mental, acabou encontrando reportagem sobre uma estranha milícia, que estava tomando terreno, ele simplesmente foi na direção das informações mapeando o local, para cumprir o seu dever como um assassino que era, não demorou para acabar encontrando problemas pela cidade, sem saber, ele estava na Grã-Bretanha.

Mal sabia o jovem, que alguém lá longe, dentro do acampamento meio-sangue, que sabia sobre a sua existência, naquela mesma noite, que era o centauro Quiron, reuniu novamente os mesmos semideuses que uma vez enviou a muito tempo atrás, para irem atrás de um semideus, porem falharam em sua localização, só que desta vez, ele tinha certeza absoluta que estava localizado em algum lugar da Grã-Bretanha, mais por motivos desconhecidos, estava autorizado o uso da força, era muito importante traze-lo de todas as formas possíveis, desta vez não seria aceito falhas.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

GRIFFE: Trata-se de uma clava feita de prata. Entalhadas nela pode-se perceber as figuras de dois leões, um de cada lado. A clava é tão indestrutível quanto o próprio couro do leão de Neméia, além de ser tão leve quanto uma pena nas mãos da prole de Herácles. Os semideuses conseguem manuseá-la com habilidade inegável e nata. Quando utilizada pelo semideus, os leões adquirem um brilho intenso e dourado, levemente carregado de energia, podendo deixar os inimigos levemente cegos por dois turnos. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

MANTEAU: Replicando a pele do leão de Neméia, uma jaqueta de couro foi feita. Ela adapta-se de forma perfeita ao corpo da prole de Herácles e pode adquirir a aparência e a cor que o mesmo desejar, porém, seu efeito é sempre o mesmo: de proteger seu portador contra ataques físicos e absorver em até 20% os ataques de danos mágicos e ou elementais. Em suas costas existe um bordado de um leão rugindo, feito em dourado, e, independente do modelo escolhido pelo semideus, o bordado sempre permanece na jaqueta. [ PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sab Out 20, 2018 12:14 pm

Kaneki Ken



Acácio, a ideia da sua ficha é interessante. O desenvolvimento dela que não foi muito satisfatório. Creio que você não separou muito bem as informações, deixando o leitor um pouco perdido. Notei a ausência de muitas vírgulas, palavras escritas de forma errada e algumas frases sem sentido. Creio que possamos desenvolver uma melhoria nesse aspecto no decorrer do tempo.

Eu notei o seu esforço para ter uma melhoria na ficha, utilizando as dicas de Afrodite para causar tal melhoria. O final, a parte de seu resgate, me deixou muito confuso. Mas, mesmo assim, decidi que vou aprová-lo. A criatividade salvou sua ficha, quero deixar bem claro, que, por um fio, você não foi reprovado novamente. Atente-se aos pequenos detalhes e aos pequenos momentos, narre com mais calma para não avançar muito rápido na narrativa.

Ortografia: 2/5
Criatividade: 5/5
Coerência: 3/5
Ações realizadas: 2/5

Aprovado, até a próxima avaliação.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Out 21, 2018 4:13 pm



Sadie Gray Heckermann
Naquela brisa suave, eu nasci...




DADOS BÁSICOS

Idade: 15 anos
Progenitor Mortal: Thalia Gray Heckermann
Progenitor Divino: Éolo
Nacionalidade: Americana


Por que quer este deus?

Pensei bastante no que colocar aqui e então acabei optando pela verdade. Relutei bastante na escolha a respeito do deus de quem gostaria de ser filha. Mas ao imaginar Sadie, foi inevitável optar por Éolo. O deus dos ventos, chamaria por Sadie assim como ela chamaria por ele. É a primeira vez que escolho esse deus como progenitor o que me faz temer, mas também me faz ansiar pela forma com a qual poderei desenvolver a personagem.

Personalidade
Aos quinze anos, Sadie ainda é uma garota imatura. Recebeu todo amor da mãe, mas ainda assim se sente incompleta. A necessidade de ser aceita pelos avôs, interferiu em sua personalidade muito mais do que ela gostaria de imaginar. É uma garota inteligente, perspicaz, mas ainda assim um pouco tímida. Perdida em si mesma, Sadie tem todo um novo mundo a descobrir e a se descobrir. Sendo muito jovem, ainda tem muito a aprender.
Físico
Sadie possui uma beleza quase clássica. Com seus 1,58m não excede muito o tamanho das garotas de sua idade. Pele esbranquiçada, olhos de um verde profundo e lábios levemente avermelhados. Seus cabelos loiros entram em contraste com sua pele, dando a ela uma tez delicada. Sadie é acostumada a se vestir de maneira elegante, mas ainda assim simplória. Ao chegar ao acampamento meio-sangue, opta por usar blusas com poucos detalhes, calças jeans e tênis. Com a óbvia necessidade de aprender mais sobre o mundo recém descoberto, Sadie sabe no que precisa focar.


HISTORIA

22 de Setembro de 2003

A noite a muito tempo recaíra sob a cabeça dos habitantes da pequena ilha. Os ventos sopravam fortemente, fazendo com que as árvores se movessem de maneira pouco convencional. As previsões meteorológicas, indicavam que fortes chuvas se espalhariam pela região. O medo dos desastres que aquele fenômeno climático poderia causar, havia feito com que todas as atividades de lazer para o dia seguinte houvessem sido canceladas. Nenhum jatinho particular teria a permissão para decolar, nenhum iate teria a permissão de se locomover por entre as águas ao redor da ilha. Pelo adiantado da hora, poucas eram as luzes acessas pelos pequenos chalés que se espalhavam por aquele local.

-Thalia? Fui a todos os locais, não consegui encontrar nenhum médico- sussurrou Diana, seus olhos muito abertos se fixando na amiga de tantos anos. Coberta de suor, a dor evidente em sua bela face e ainda assim parecendo tão corajosa quanto sempre fora. –Não vai dar tempo Diana, o bebê quer sair. Eu vou precisar da sua ajuda- sussurrou a mulher em meio a suspiros de dor. As contrações vinham de cinco em cinco minutos, ela sabia que não conseguiriam encontrar um médico antes da criança fazer seu caminho em direção ao mundo. Não pensara que com o parto marcado para dali a poucos dias, o bebê resolveria ser teimoso e vir antes do tempo.

-Eu não sei como fazer isso, como eu vou poder te ajudar?- o nervosismo de Diana era praticamente palpável. Ela sabia que estaria ao lado de Thalia quando o bebê fosse nascer, mas pensara que isso ocorria enquanto elas estivessem em um dos melhores hospitais do país, acompanhadas pela melhor equipe que pudesse ser contratada pelo dinheiro. –Ferva água, pegue a maior quantidade de panos possíveis e então se posicione próxima a mim. Rápido Diana, eu não sei quanto mais eu conseguirei aguentar antes de começar a empurrar- sussurrou a moça apertando com firmeza o lençol em suas mãos. Os rápidos passos de Diana foi tudo que Thalia conseguiu ouvir antes que sua mente a levasse a um outro local.

25 de Dezembro de 2002

Thalia adorava tudo que indicava que o final do ano estava se aproximando, as árvores enfeitadas e os presentes embaixo dessas, não eram exceção. Trajando o vestido de noite que recebera como um presente de seu pai, sorria para os convidados que chegavam. O baile de gala não demoraria a ter seu início. Como todos os anos, sua família era responsável pela arrecadação de fundos para as entidades de caridade. O rapaz trajando um belo smoking se aproximou com sorriso nos lábios. Thalia não poderia negar que ele era atraente. Desde sua pele levemente bronzeada, até seus lábios avermelhados. Aceitou o drinque que foi estendido em sua direção, tocando sua taça a do rapaz em um cumprimento elegante, antes de dar o primeiro gole do líquido que conhecia tão bem. Seria loucura dizer que ela havia se apaixonado por ele, mas seria normal dizer que ela havia se deixado cair em sua lábia com uma facilidade impressionante.

Naquela noite, assim como nas demais noites, durante uma semana Thalia havia sido dele, assim como ele havia sido dela. Enzo. O belo rapaz de olhos claros e aura pura. Um tórrido e breve caso de amor. Que a levaria a diversos momentos dos quais ela não conseguiria nem se quer imaginar. Três meses mais tarde, ela se via em meio a uma difícil escolha. Contar aos pais sobre o bebê que carregava, ou se permitir fazer o aborto que tanto temia. Colocada entre a cruz e a espada, optara por se abrir. A notícia nem de longe foi aceita de bom grado pelos pais que esperavam tanto da nobre Thalia, mas certamente não a mandaram embora. Ela era sua herdeira e assim permaneceria. Muitas discussões e muitos sentimentos foram colocados em destaque, até que o bebê fosse aceitado, não com afeição, mas com responsabilidade. A moça que até então era uma filha, se transformaria em uma mãe.

22 de Setembro de 2003

O bebê berrava, enquanto a mãe o acariciava com lágrimas descendo por sua face. –Ela é tão linda Thalia- sussurrou Diana, sorrindo para mãe e filha. Elas haviam conseguido. O bebê parecia saudável e bem, independente da forma como viera ao mundo. –Sadie Gray Heckermann, esse será seu nome- murmurou a mulher tocando o rostinho rosado com seus dedos frágeis. O forte vento entreabriu a janela, fazendo com que as duas mulheres mais velhas movessem seus olhos para lá. –Será uma garota incrível- o sussurro trazido pelo vento, não parecia nada além da voz que Thalia queria ouvir, mas ela sabia que aquela voz não era produto de sua imaginação. Enzo se fizera presente da melhor forma que conseguira.

Apenas anos mais tarde, quando sua pequena completara onze anos foi que Enzo apareceu de fato a sua frente. Thalia agora já não era a mesma jovem sonhadora de antes, obtinha responsabilidades das quais não acreditara ser capaz anteriormente. O vento fazia com que o vestidinho azulado de Sadie se erguesse levemente, fazendo com que suas sobrancelhas se arqueavam de uma maneira que demonstravam que ela estava irritada. A pequena adorava brincar no jardim da casa familiar. –Ela vem crescendo rapidamente- sussurrou Enzo aproximando-se de Thalia. A aparência do homem não mudara nada no decorrer daqueles anos, era tão belo quanto no primeiro dia em que haviam se encontrado.

-Sim- murmurou Thalia. Ela não precisava encarar Enzo por muito tempo para saber que ele viera para dizer algo. –Antes de completar dezoito anos Sadie deve ir ao acampamento meio-sangue. Você consegue ver as coisas Thalia, sabe que ela não estará segura por muito mais tempo- mesmo querendo fingir que não sabia do que Enzo falava, Thalia não conseguiria. Desde sua infância podia notar coisas que ninguém mais conseguia. Mulheres metade humanas e metade animais, cachorros assustadores que pareciam aparecer com mais frequência desde o nascimento de Sadie. –Quem?- sussurrou Thalia. Depois de todos aqueles anos ela queria saber quem era aquele homem. Mesmo tendo suas suspeitas, não poderia dizer com certeza quem era o pai de sua filha. –Éolo, meu nome é Éolo. Esse é o endereço do acampamento, não espere que eles se aproximem demais, ou ela se perdera para sempre- sussurrou o deus entregando o cartão para a mulher antes de desaparecer.

Conforme os anos se passavam, Thalia sentia que Éolo estava a cada dia mais certo. Os monstros que apenas encaravam Sadie ao longe, começavam a se aproximar. Ela podia ver os olhos famintos em direção a sua criança. O sangue parecia falar mais alto que a criação e ela sabia que não poderia esperar muito mais tempo. Observando a garota de quinze anos ao piano, ela não pode deixar de sorrir. A personalidade gentil de Sadie fazia com que ela aceitasse a maioria das decisões tomadas pela mãe sem grandes discussões. O vínculo entre elas era tão forte que Thalia sentia seu coração doer apenas ao imaginar o quanto sofreria ao ver sua filha partir dali a poucas horas.

Como se um pressagio indicasse o quão perigoso poderia ser o caminho, o céu se fechara indicando que logo a chuva viria a cair sobre todo o condado. Manhattan tendia a ser uma cidade nublada, mas tudo que antecedia decisões importantes na vida de Sadie se transformavam em dias de fortes ventos.

20 de Outubro de 2018

Sadie Gray Heckermann adorava tudo que envolvia sua vida. As pessoas ao seu redor, a casa em que morava e os amigos que tinha. Mas claro, tudo aquilo não passava de uma ilusão. Não tinha amigos como desejara ter durante todos aqueles vivendo com sua mãe. Amava a mulher que a criara com todo carinho, mas odiava o fato de ser desprezada pelos avôs unicamente por não ter conhecido o pai, que abandonara sua mãe ainda grávida. Estranhara, no entanto quando sua bela e responsável mãe anunciara que ela partiria ainda naquela tarde para um acampamento. As aulas mal haviam começado e um acampamento no meio do ano letivo não era algo do qual ela esperava participar. Mas, podendo ver nos olhos da mãe que não havia brechas para palpitações seguira suas ordens.

Sentada em uma cama que ainda não sentia como sua, após eventos que ela nem mesmo acreditava ter vivenciado, ela pensava em sua real situação. Era uma meio-sangue. O pai que tanto queria conhecer havia reclamado seu nascimento minutos antes. A mãe que tanto amava, a deixara ali para aprender a se defender. Se sentindo perdida, Sadie deixou que seu corpo se afundasse na cama, cobrindo-se com o lençol esbranquiçado. O que sabia de sua história era tudo que existia, mas o que ela ainda não sabia, se enterneceria em seus olhos, que em pouco tempo deixariam se ser tão infantis.


PRESENTE DE RECLAMAÇÃO

NUAGE: De cor dourada, uma nuvem responde o chamado da prole de Éolo. Ela foi feita em tamanho especial para ele e vai servir para transportá-lo pelos céus. Com um chamado, não importando onde o semideus esteja, ela o alcançará, e, dessa forma, ele poderá utilizá-la. A nuvem só consegue transportar o semideus e aqueles que ele der a benção. Todos os outros cairão ao tentar subir na mesma. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]

CANNE: Bastão feito de madeira de carvalho, extremamente forte e resistente, ele auxiliará a prole de Éolo no controle dos ventos. Este bastão, também, pode alterar de tamanho a escolha da prole do deus dos ventos, conseguindo alcançar altas altitudes. Podendo ser comparado a metais, ele é uma ótima arma de combate, já que, independente da distância do inimigo, este conseguirá alcançá-lo. [PRESENTE DE RECLAMAÇÃO]


Agradecimientos a Frappuccino
Sadie Gray Heckermann Filhos de Éolo
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