Heroes of Olympus RPG

Reclamação para semideuses

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Reclamação para semideuses publicado em em Sab Maio 30, 2015 12:15 pm

Heroes of Olympus



Para que possa garantir sua reclamação por deuses menores e Olimpianos, se excluindo os três grandes ou orimoridais, é essencial que use o código a baixo e mude apenas o solicitado, e caso sua ficha se encontre fora do template padrão, será reprovado de imediato.

Código:
<center><br><div style="height: auto;background: url(https://i.servimg.com/u/f34/16/70/27/99/tumblr10.png);padding: 10px;padding-bottom: 30px;width: 520px;"><br><div style="font-size: 50px;font-family: arial narrow;font-weight: bold;text-align: center;text-transform: uppercase;text-shadow: #996731 1px 1px, #402505 2px 2px;color: #f4f4f4;letter-spacing: -3px;line-height: 38px;margin-top: -5PX;margin-bottom: 15px;">Nome Completo</div><div style="background-color: #fcfcfc;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px 2px 10px;text-transform: uppercase;"><strong><font color="black"><div align="center">frase bem aqui </div></font></strong></div><br><div style="background-image: url('imagem 500x200');height: 200px;width: 490px;"><br></div><br><div style="background: #fcfcfc;width: 470px;height: auto;margin:0 auto;margin-top: 5px;padding: 10px;text-align: justify;padding-bottom: 40px;"><center><br><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>DADOS BÁSICOS</strong></div>
<table><tbody><tr><td><img src="qualquer gif imagem quadrada" alt="" class="" style="display:inline;height: 156px;width: 150px;"></td><td><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Idade</strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Progenitor Mortal </strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Progenitor Divino </strong></div><div style="width: 258px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: calibri;font-size: 9px;letter-spacing: 1px;padding: 10px;text-transform: uppercase;margin-bottom: 1px;"><strong>Nacionalidade </strong></div></td></tr></tbody></table></center>

<center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>Por que quer este deus?</strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Aqui</div></div>
<table><tbody><tr><td><center><div style="width: 170px;background-color: #212121;color: #fac f ;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;"><strong>Personalidade</strong></div></center><div style="width: 218px;height: 210px;border: none;background: #ececec;margin-left: 0px;padding: 5px;"><div style="width: 202px;height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Escreva, de forma detalhada, sobre o psicológico de sua personagem. A forma de pensar, os medos, e tudo aquilo que achar relevante sobre a personalidade da personagem. Uma coisa: vocês não são obrigados a agirem como tal, por exemplo: só por que são filhos de Hades, não significa que precisam, necessariamente, ser maus. Thalia era filha de Zeus e tinha medo de altura.<br></div></div></td><td><center><div style="width: 175px;margin-top: 18px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;"><strong>Físico</strong></div></center><div style="width: 223px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 5px;"><div style="width: 208px;height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">Descreva detalhadamente como sua personagem é. Aparência, o que gosta de vestir. Novamente dizendo que vocês não precisam, necessariamente, ficar nas mesmices de, por exemplo, ser filho de Poseidon e ser bronzeado. São livres para criar seus personagens como bem entenderem. </div></div><br></td></tr></tbody></table>
<br><center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>HISTORIA</strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000;text-align: justify;">A história da sua personagem. Desde o nascimento até o momento em que descobriu ser um semideus. É livre para criar a história que desejar para seu personagem. Não haverá limite de linhas, desde que seja bem escrito, coerente e detalhado. </div></div>

<center><div style="width: 393px;background-color: #212121;color: #fcfcfc;text-align: center;font-family: trebuchet ms;font-size: 9px;letter-spacing: 2px;padding: 12px 29px 12px;text-transform: uppercase;margin-top: 0px;"><strong>PRESENTE DE RECLAMAÇÃO </strong></div></center>
<div style="margin-left: 10px;margin-top: -5px;width: 431px;height: 210px;border: none;background: #ececec;padding: 10px;"><div style="height: 188px;border: none;overflow: auto;margin-top: 5px;padding: 5px;color: #000">[url=http://heroesofolympus.forumeiros.com/t506-presentes-de-reclamacao]Verifique Aqui[/url] </div></div>

</div></div><div style="width: 530px;background: #000000;text-align: right;padding: 5px;text-transform: uppercase;font-style: none;font-size: 8px;color: #bdbdbd;">Agradecimientos a <a href="http://sourcecode.foroactivo.com/u3491" target="_blank" rel="nofollow" style="font-size: 9px;font-family: calibri;font-style: none;text-transform: uppercase;">Frappuccino</a></div></center>


Última edição por Afrodite em Seg Out 15, 2018 2:34 pm, editado 2 vez(es)

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Poseidon Deuses
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Set 16, 2018 6:00 pm

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Progenitor Divino:
Íris

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Sarah Gray

PHOTOPLAYER: Rose Mo
IDADE: 17
NACIONALIDADE: New York, USA
PROGENITOR MORTAL: Mark Gray
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?:
Me identifico um pouco com a Deusa e também acho que será mais fácil para narrar a personagem

Físico

Sarah é uma garota um tanto quanto diferente das outras crianças do colégio, principalmente pelos fatos de ser a mais esguia de seu grupo de amigas e seu pai ser um tatuador famoso de Manhattan. No que isso implica? Em seu aniversário de 15 anos ela recebeu uma rosa vermelha de presente... Nas Costas! Desde então cada mês parecia ter uma novidade na pele da menina, fazendo com que seu colo, braços e costas se encontrassem repletos de desenhos e símbolos gravados. O problema de Mark -seu pai- não era ser ruim no que fazia e sim o oposto, ser tão bom que além de referência no mercado ele também se dizia ser um Artista Moderno. E Sarah até que gostava, principalmente porque os desenhos combinavam com seus cabelos coloridos. Geralmente a garota usava uma cor diferente para cada época do ano, tanto que já chegou a ser branco, amarelo, vermelho, roxo e de diversas variações de azul, atualmente estava rosa. Seus olhos castanho-escuros talvez fossem as únicas coisas nela que não tivessem cor.

Mental

Sarah é daquele tipo de pessoa que parece quietinha, mas que costuma se soltar quando está entre amigos. O único problema que enfrentava era a pequena perseguição que sofria na escola. Seu pai era um homem que tinha boas condições financeiras permitindo que sua filha frequentasse colégios de qualidade, acontece que nessas instituições cursavam apenas crianças ricas, engomadinhas e filhinhos de papai. A educação que eles recebiam de suas famílias era a tradicionalista, logo qualquer anormalidade ao ponto de vista deles era tratada com ignorância, por isso Sarah era bastante retraída na hora de fazer novas amizades. Com seu pai, no entanto, a garota não tinha nenhum problema, pois, mesmo com a falta de uma figura materna, ele nunca deixou de a educar, dar carinho, amor, atenção e permitir que ela fizesse várias coisas malucas, como pintar o cabelo.

História

— Sarah... Querida... Acorde. Vamos, você não vai querer perder seu último dia de aula.

— Hmmmm........

As longas cortinas vermelho sangue se abriram permitindo que a luz do Sol inundasse o pequeno quarto colorido de Sarah. Seu carpete amarelo-bebê era o menos chamativo ali dentro, as 4 portas de seu guarda-roupa embutido eram de cores variadas: Azul, Laranja, Verde e Rosa, um mural abarrotado de fotos mostrava o passar dos anos da menina junto de suas amigas mais próximas, ao pé da cama uma variedade imensa de brinquedos de pelúcia de diferentes tipos e tamanhos pareciam sorrir para todos os lados, na escrivaninha livros se empilhavam no canto e, sobre um criado-mudo branco, um bonsai verdinho parecia ter acabado de ser plantado.

Mark se senta na cama observando o emaranhado de coberta e travesseiros se mexendo vagarosamente, embaixo daquela confusão estava sua filha.

— Sarah...

Já com os seus quarenta e tantos anos de experiência, incluindo os 17 de sabedoria paterna, ele põe uma das mãos geladas debaixo da coberta e segura o pé quentinho da filha.

— AAAAAAHHHH!!! — Sarah se senta de um pulo se afastando desesperadamente enquanto chuta as cobertas pra longe. — PAAAAI!!!

— Hahahaha... Está na hora, bom dia...

— Droga... Precisava me acordar assim?

— Vamos. Levante-se, ou vai perder a aula!

O pai de Sarah sai do quarto dando a privacidade de que ela precisava. Após alguns segundos deitada e de cara emburrada sem conseguir voltar para o sonho que estava tendo, Sarah enfim se levanta e fica sentada de frente para o mural de fotos. A garota esfrega o rosto e depois fica devaneando sobre as fotografias que pareciam sorrir para ela. Na grande maioria podiam-se ver o mesmo trio: Sarah, Lucia e Mila.

Lucia era aquele tipo de amiga que mais parecia uma mãe, a última a pular na piscina de roupa, quem primeiro perguntava se estava tudo bem e sempre estava disposta a dar um abraço apertado e consolador. Seu corpo rechonchudo contrastava com sua alimentação, vivia fazendo dietas tentando emagrecer e nunca aparentava fazer efeito. Mas se enganava quem achasse que sua amiga não tinha um braço pesado devido ao peso, um dia Lucia conseguiu levantar uma cama box sozinha procurando seus chinelos na casa de Sarah. Cabelos preto curtinho, olhos castanhos e uma pele bronzeada completavam a imagem da menina.

Já Mila era o posto. Alta, magra, com cabelos longos e loiros, olhos verdes e sardas no rosto. Era conhecida por ser a rebelde do grupo, mesmo que Sarah fosse a tatuada. Sua amiga era extremamente agitada, gostava muito de falar sobre bandas de Rock e ai de quem arrumasse encrenca com o trio. Mila tinha um histórico de bate-bocas com quase todas as alunas do colégio Dr. Dylan Tyrone. Amante dos animais exóticos, a garota sonhava em ter uma cobra de estimação um dia.

Sarah fica alguns segundos observando o mural. Algumas fotos mostravam o trio fazendo festas do pijama, comendo em lanchonetes, visitando parques de diversões e zoológicos, mas a grande maioria eram fotos completamente zoadas tiradas umas das outras. Memórias que Sarah desejava nunca esquecer.

• • •

Todo ano, no último dia de aula do ano letivo, a escola de Sarah se transformava em uma completa bagunça. Tamanha era a euforia que encontrar alunos assistindo aulas em outras turmas se tornava comum. Cartazes, pompons, balões e bilhetes coloridos enfeitavam todos os corredores, tudo isso convidando Mestres e Alunos para participarem do baile de fim de ano que sempre acontecia no sábado seguinte ao encerramento das aulas. Mas o que todos esperavam mesmo era a festa secreta pós baile. Já tinha se tornado tradição: Os alunos mais populares -e ricos- da escola se juntavam para organizar o maior evento comemorativo de fim de ano. Uma festa de tão alto nível que até o jornal local costumava noticiar no dia seguinte. Mas o truque desse festival era o fato de que pouquíssimas pessoas sabiam o local exato em que ele iria acontecer, já que todo ano os organizadores VIP's escolhiam um novo esconderijo. Algumas dicas ficavam espalhadas por todo o colégio e o assunto nas rodinhas de amigos era sempre o mesmo.

— Olá lá, mais um. — Mila acotovelava Sarah mostrando um jovem garoto de cabelos vermelhos entrando na sala delas enquanto o professor escrevia no quadro. — Eu não sei o que deu em todo mundo hoje pra virem tanto na nossa sala.

— Relaxa Mi, — Lucia sequer virou a cabeça, ela copiava severamente as informações que o professor colocava no quadro, mesmo sendo uma matéria totalmente irrelevante para elas. — Devem ter falado que alguém da nossa turma sabe aonde será a festa, ou alguma coisa parecida.

— Como se tivesse alguma dica ou coisa parecida na nossa turma. — Mila cruza os braços e fecha a cara. — Por que eles não vão procurar na turma dos Werneck?

— Óbvio demais. — Lucia respondeu quase de imediato. — Até mesmo eles sabem identificar um local óbvio demais para esconder alguma coisa.

— Ah... Eu gostaria de ir nessa festa. — Sarah fala baixinho tomando cuidado para que apenas as duas escutassem.

— Não. — Respondem as amigas uníssonas.

— Sarah, por favor, você não vai querer ir nesse tipo de festa, vai por mim. — Lucia para de escrever e olha na direção da garota.

— E, também, ninguém vai querer a gente por lá. — Mila completa concordando com a cabeça.

A garota se encolhe na cadeira um pouco desapontada, mas não podia negar o empecilho levantado por Mila.

— Olha! Mais duas. Será que esse pessoal não tem pelo menos o senso de espera a aula acabar?

Sarah olha na direção da porta rápido o suficiente para ver as duas novas intrusas, eram duas garotas que ela nunca tinha visto antes por ali. Uma usava um corte de cabelo bagunçado e curto, morena, tinha olhos profundos e usava uma roupa um tanto quanto desleixada, parecia até suja. A outra era loira, tinha um rabo de cavalo comprido, os olhos eram claros e o nariz grande e pontudo. Ambas eram magras e altas e pareiam procurar alguma coisa. A morena chegou a fazer contato visual com Sarah e logo em seguida fechou a cara. Isso para a menina era bastante comum em sua vida, principalmente por conta das tatuagens, por isso ignorou da mesma forma que sempre fez em sua vida.

As intrometidas seguiram para o fundo da sala e sentaram em duas carteiras vazias. A morena então fez questão de cutucar a loira e falar alguma coisa em seu ouvido. Provavelmente sobre Sarah porquê logo em seguida a nariguda também a ficou encarando.

• • •

O sinal liberando os alunos para o almoço tocou ao longe e instantaneamente um alvoroço de estudantes tomou os corredores.

— Vamos Lu, anda logo! Se não a gente vai perder as melhores sobremesas. — Mila fazia biquinho olhando por sobre o ombro da amiga.

— Ela tem razão. — Sarah parava na frente da carteira da amiga de propósito.

— Sai Saraaah. — Lucia balançava o corpo tentando enxergar o quadro. — O professor escreveu muito hoje!!

— Amiga, isso são letras de música. — Sarah segurava o riso. — Você sabe que a última aula foi de Física, né?

— Droga!!

As meninas riam enquanto os últimos colegas deixavam a sala.

— Ah, tá bom, vai. Vamos logo.

As duas amigas ajudavam Lucia a juntar suas coisas quando Sarah percebeu um movimento no fundo da sala: Eram as duas meninas que tinham entrado na sala no início o dia. Agora ambas encaravam Sarah com um olhar severo e raivoso.

— Hm... Meninas. — Sarah se abaixou para falar baixinho. — Será que a gente poderia ir logo?

Suas amigas entenderam de imediato que havia alguma coisa errada acontecendo e olharam para trás ao mesmo tempo. As duas desconhecidas pareciam ter tiques nervoso enquanto se movimentavam e só agora que ambas tentavam rasgar suas próprias roupas foi que Sarah percebeu o quão grande eram as unhas delas.

— Mas que m...

A menina nem teve tempo de terminar sua frase, a morena de cabelo curto saltou para cima de uma carteira na sua frente e soltou um grito agoniante, muito parecido com o gralhar de uma ave. Sarah, que já estava abaixada, sentou no chão assustada querendo se afastar. Aquilo deveria ser alguma doença, distúrbio mental ou qualquer coisa mais séria, então seria comum que as pessoas se afastassem das duas e corressem para procurar um responsável que soubesse o que fazer. Mas, por incrível que pareça, Mila e Lucia estavam tranquilas, imóveis e sérias.

— Mila, leva a Sarah daqui. — Lucia tinha a voz calma e firme, um tom que a garota nunca tinha usado antes.

— Sim senhora. Vamos Sarah.

"Senhora?"

Mila pegou a garota pelo braço e a ajudou a levantar, as duas rumavam em direção à porta quando a morena soltou mais um grito estranho e deu um salto na direção das duas. Sarah podia jurar ter visto asas na mulher.

— Aaah, você não vai não!! — Lucia, mesmo com todo o seu tamanho, deu um giro rápido para o lado e atacou a morena com uma espadada.

A mulher desviou do golpe, mas pousou em uma outra carteira ilesa.

"Uma... Espada?? E desde quando pessoas tem asas e sabem voar??"

Mesmo o movimento de Lucia sendo rápido, ela ainda assim não era duas. A loira também investiu na direção das meninas e, por sua vez, fez um movimento em arco escapando do alcance da espada.

— CUIDADO!! — Mila se jogou ao chão puxando Sarah que, por pouco, não teve as costas rasgadas por garras bastante afiadas.

Pousando diante da porta para impedir o caminho das meninas, a 'mulher-pássaro' loira e sua amiga grasnaram mais alto uma terceira vez. Nesse momento as duas pareceram explodir em uma mistura de pano esfarrapado, penas e plumagem. A visão que Sarah teve em seguida foi aterrorizante: No lugar das intrusas aviam duas aberrações monstruosas, eram metade aves de rapina e metade mulher, seus pés eram enormes garras, seus braços tinham azas e penas cobriam seus corpos. Uma tinha a plumagem escura enquanto a outra era amarelada.

Tudo aquilo era muito confuso na cabeça de Sarah, a menina não estava entendendo nada. A batalha que aconteceu em seguida parecia vindo de um filme de Hollywood. Lucia brandava uma espada de prata habilmente de uma inimiga para a outra enquanto Mila saraivava as duas com uma chuva de flechas de seu arco -Sarah não saberia dizer de onde vieram essas armas-. Suas duas amigas pareciam ser bastante entrosadas e experientes, mais até do que a menina esperava. As 'mulheres-pássaro' também eram fortes, mantinham distância da espada enquanto desferiam lufadas de vento contra as flechas. Contudo, Sarah percebeu que a todo momento as duas criaturas mantinham contato visual com ela, mesmo estando encolhida atrás da mesa do professor.

— CHEGA!! — Lucia levantou sua espada, tomou impulso em uma das carteiras e se lançou na direção da loira.

Sua espada cortou a 'mulher-pássaro' ao meio e, curiosamente, ela se desfez em uma espécie de pó brilhante. A outra aberração soltou um granido indignada, o que permitiu uma brecha para que Mila lhe acertasse uma flecha no meio da testa também a transformando em pó.

— Malditas Harpias. — Mila sacode seu arco transformando-o em uma régua de madeira. — Olha a bagunça que fizeram.

— Bom, isso significa que nós não podemos mais ficar aqui. — Lucia agora segurava uma caneta. — Temos que a levar ao acampamento.

As duas olham para Sarah. A garota levanta de trás da mesa do professor completamente perdida. Percebendo isso Lucia se aproxima.

— Pobre criança, venha cá. — E, da mesma maneira que faziam sempre, ela abraça Sarah. — Não se preocupe. Você vai entender tudo logo logo. Mas primeiro precisamos ir para um lugar seguro. Mila...

— Sim?

Lucia solta a garota e se volta para Mila.

— Avise às outras Caçadoras sobre o ocorrido, quero uma varredura na área e envie uma mensagem à Quiron. Eu mesma vou levar Sarah ao Acampamento e quando voltar vou querer saber como que duas Hárpias chegaram tão longe!?

— Sim senhora. — Mila sai assim que responde, deixando as duas sozinhas.

— Vamos? — Lucia sorri gentilmente.

Ainda em estado de choque, Sarah apenas concorda em segui-la, sem nem mesmo lembrar de seu pai ou, até mesmo, da própria escola. O que todos estariam pensando?

— Eu estou... Encrencada?

— Ahahahah... — Lucia ri despreocupada. — Não. Você não.

E elas partem deixando a sala de aula completamente zoneada.

• • •

A semana seguinte se mostrou ser uma enorme mudança da vida de Sarah: Além de descobrir que era uma semideusa, ela também conheceu um acampamento feito única e exclusivamente para abrigar adolescentes que eram assim como ela, filhos de Deuses do Olimpo. Era um lugar enorme e muito bonito que nunca tinha visto igual. Existiam estábulos, forjas, um pavilhão de jantar enorme, vários campos de treinamento e até mesmo uma parede para escaladas. Porém, de tudo o que lhe apresentaram, o que mais encantou a garota foram os Chalés. Cada Deus tinha o seu próprio chalé aonde seus respectivos filhos poderiam dormir. A grande maioria, inclusive, estava bem cheio.

Lucia também lhe contou sobre os jantares, aonde existe a tradição de que cada campista deve oferecer parte de sua própria comida aos Deuses.

— Normalmente as reclamações acontecem nessa hora.

— Reclamações? — Sarah perguntou curiosa.

— Sim, quando os novos campistas descobrem quem são os seus pais. Faz parte de um antigo trato feito conosco e eles nunca deixaram de cumprir tal acordo. Então, se tudo der certo, saberemos ainda hoje quem é a sua mãe.

Lucia dava um sorriso animador para Sarah que começava a se sentir um pouco mais tranquila.

O dia terminou com um enorme banquete em volta da fogueira e com um símbolo multicolorido em formato de Arco-Íris pairando sobre a cabeça de Sarah, significando que Íris era sua mãe. Depois de aplausos e saudações, Lucia a cumprimenta com um forte abraço.

— Agora eu entendi.

— O que? — Sarah ainda estava um pouco envergonhada, confusa e desacostumada.

— As Hárpias. — E, percebendo que a filha de Íris não tinha entendi, ela continua. — Bom, os antigos falam que as Hárpias são irmãs de Íris, por isso elas foram até você. Provavelmente sentiram o cheiro de sua mãe.

Sarah fica um pouco assustada. Lucia, por sua vez, dá uma sacudida na menina e completa sorridente.

— Não se preocupe filha de Íris, você está segura agora. E esse lugar irá te treinar para que você fique forte. Aqui você terá apoio, fará novos amigos, planejará seu futuro e trilhará o seu próprio caminho. Alegre-se!!

E, como nos velhos tempos, as duas terminam a noite dando boas gargalhadas juntas.




Sarah Gray Filhos de Íris
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Set 16, 2018 9:50 pm


Avaliação
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Sarah, sarinha.
Que divina a sua escrita. Exuberante!
Foi uma ou outra coisinha errada que pude notar, mas nada que afetasse tanto o seu texto.
Não foi algo monótomo, chato de se ler. Muito pelo contrário, me prendeu do começo ao fim.
Espero poder avaliar suas BMO's!
Aprovada



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Zeus Deuses
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Set 18, 2018 12:22 pm

Heroes of Olympus RPG

Progenitor Divino:

Quione
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Isabella Reyes Hernández

PHOTOPLAYER: Eiza Gonzalez
IDADE: 19 anos
NACIONALIDADE: Espanhola
PROGENITOR MORTAL: Daniel Reyes Hernández
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Geralmente a deusa da neve é desvalorizada e depreciada e sua representação na saga ajuda nisso, mas adoro essa deusa, pois o frio ou pode ser amigo ou cruel.

Físico

Com um porte magro e esguio, a princesa espanhola mede 1,73 e distribuídos nessa altura, são 56 kg. Seus cabelos castanhos possuem algumas ondulações, e ela sempre faz de tudo para manter o corpo em forma. Ela tem algumas tatuagens, sendo uma cruz em uma das laterais dos braços e na regiao da virilha, possui duas estrelas tatuadas, uma em cada lado e um coração em um dos dedos. Ela se veste sempre com o que acha confortável, e tende a manter seu corpo em forma com exercícios frequentemente, mas tende mais a correr.

Mental

Criada como uma princesa, ela sempre será educada com quem não conhece, diplomática. Mas para aqueles que a conhecem intimamente, a historia é outra. Intensa. Assim como a neve, ela é uma pessoa muito intensa e sente tudo ao extremo, ela é teimosa, cabeça dura, insistente. Sabe bem o que quer, mas além de tudo leal. Geralmente irônica e sarcástica, para disfarçar suas proprias inseguranças, ela nunca se permite desabar ou chorar na frente dos outros, nunca a verão chorar em público. Normalmente é uma pessoa doce, carinhosa e extremamente afetuosa, mas que guarda um lado mortal, um lado frio, decidido e focado a caça. É extremamente inteligente, esperta e gosta de sempre estar a passo a frente dos inimigos. Perfeccionista ao extremo, não tolera erros em seus objetivos e quando erra, ela se pune, queimando alguma roupa sua antiga. Ela tem uma mania de limpeza simplesmente bizarra, odeia sujeiras. Mas apesar disso, também é focada. Quando está em um relacionamento, é apaixonada e romântica, além de fiel, porém em contrapartida, é extremamente ciumenta, quase ao ponto obsessiva. E se é provocada, torna-se um demônio de salto alto, sendo completamente furiosa, vingativa e capaz de matar além de organizada, pois se matar não gostaria de sujar seus sapatos caros. Odeia que mexam com o que é seu.

História


Isabella.

Abriu-se para o mundo o par de olhos esverdeados da garotinha de origem espanhola, mais precisamente em Outubro de 1998, no hospital principal da cidade de Madri. Não se tratava de qualquer garota, sendo aquele bebê, o mais novo membro da realeza. O casal - composto pelo rei, o pai biológico da menina, diferente de sua rainha que não tinha laços sanguíneos com aquela criança - estava completamente feliz com o nascimento, o que gerava sobre a menininha o título de tesouro da família, que carregava consigo não somente o sangue real, como o nome de Isabella, avó paterna de Daniel.

A grandeza

Isabella era muito mimada por seu pai e o tio, durante sua infância. Recebia tudo o que pedia, mas não dava problemas. Era apesar de mimada, extremamente inteligente e desde cedo sua mãe lhe ensinava o senso de certo e errado, o que fez que a criança ainda mimada, não desse problema e ela fazia coisas cautelosas, além de não pedir nada extravagante. A única coisa extravagante que ela pediu, foi uma casa gigante de bonecas para seu pai, e que ganhou no Natal. O resto, ela ainda fazia pedidos de criança normais, como bonecas, animais de estimação. No entanto, o tio fazia a sobrinha aprender piano, balé, e vários idiomas, como alemão, inglês, italiano, latim, o que viria a ser útil em seu futuro, francês e russo, além de artes marciais, como Tae-kwon-do e caratê, além de jiu-jitsu com vários mestres chineses e japoneses, que também a ensinava a manusear armas brancas, ganhando no fim uma katana que batizou de Shurayuki. Já que ela sendo uma princesa, e membro da linhagem de sucessão ao trono espanhol, a herdeira, ela corria certos perigos.

A nevasca

Aos seus 18 anos, no inverno mais rigoroso da Espanha, ela voltava da aula de balé, com sua prima, Carinne, a quarta na linhagem de sucessão do trono espanhol, depois de muito trabalho do pai para incluir sua princesinha. Elas andavam pelos becos da cidade, já que era raro o tio as deixar sair sem segurancas. Quando do nada, algo atingiu sua prima, fazendo-a desmaiar. Isa gritou. Logo, ela viu uma criatura gigantesca que logo identificou, dos livros de história de mitologia, como uma empousa. Assim que sua prima acordou, saiu correndo com ela. Até que ficaram encurraladas em um monte de neve. E ali, ela pensou que fosse morrer. A criatura feia que as caçavam e a neve. Ela começou a chorar. Então, ela logo viu um homem qualquer chegar ali, com uma arma que ela não prestou atenção no que era, gritando "Corre, tira sua prima daqui!" E foi o que ela fez, depois de se recuperar do choque, sendo o maior da ajuda e alguém conseguir ver aquela aberração. Correu para o mais longe possível, para casa, com a prima.

A verdade?

Dois dias depois do ataque, Bella tinha várias perguntas sobre o que tinha acontecido. Principalmente como ela conseguiu ficar mais de meia hora em uma tempestade de neve sem morrer. Apesar de que ela sempre teve certa preferência de dias de neve ao calor. Agora, ela esperava seu pai no escritório dele, determinada a descoberir a verdade. Ela logo assim que o pai chegou, começou a questionar. Afinal, ela queria a verdade. Seu pai nunca tinha mentido ou a escondido algo. Mas claro, ela nunca perguntava da mãe, afinal ela não tinha interesse em saber da da mulher que não ligava para ela. Logo, a jovem descobriu a verdade do pai, de sua mãe ser a deusa da neve, ela ser uma semideusa. Porém, ficou furiosa. E brigou com o pai, por ter quebrado a promessa de nunca mentir um para o outro. Magoada, ela se escondeu em um quarto qualquer do palácio. Duas horas depois, seu pai a achou, pedindo desculpas.

O Acampamento

Com a jovem agora já sabendo a verdade,  dois dias depois, o homem que a salvou, a explicou tudo e pediu  permissão a seu pai para a enviar para os Estados Unidos, para que ela fosse para um lugar que semideuses treinassem. Ela partiu para o país na semana seguinte após os dois acharem uma desculpa convincente para o sumiço da herdeira de Daniel da mídia. Para o público seria divulgado que ela estaria em uma das faculdades de mais renome nos EUA, Harvard. E com contatos do mundo de semideuses de ambos, conseguiram preparar a documentação que precisasse para que a imprensa fosse enganada com facilidade. Na chegada ao país, um homem de confiança de seu novo protetor, a recebeu explicando que até que o acampamento fosse contactado, ficaria com ele. Três dias depois, um dos sátiros do acampamento meio sangue, segundo o homem era como o local se chamava, ela seguiu o mesmo para lá, mas no trajeto o carro foi destruído pela a mesma empousa que a caçou na Espanha, os atingiu e logo a morena começou a correr com o sátiro, enquanto o confiável de sua família tentava matar a empousa e com o sucesso, ela parou na enfermaria devido a enjoos que ela sentia, devido a diferença de altitude.

A Reclamação

Depois de dois dias, ela finalmente saiu da enfermaria. O funcionamento do local, o que ela era, foi melhor explicado por outros semideuses. Ela contou para o Centauro guardião do local, a experiência na Espanha com as empousas e de ela preferir neve ao calor. Ele tinha uma suspeita de quem era o progenitor dela. Mas não disse nada. Ela ficou no chalé de Hermes durante alguns dias. Até que em uma das atividades do Acampamento, que ela descobriu ser Caça a Bandeira, ela foi pega de surpresa, até que ela foi cercado por filhos de Hécate que fizeram magias sobre frio, neve, esperando que ela parasse. Logo, ela deixou que eles saíssem de sua vista, até tocar na neve, chutou o saco deles e saiu correndo. E logo, viu um símbolo de neve em um círculo holográfico. Ouviu um "Ave Isabella, filha de Quione." Ela se sentiu nervosa, mas sua nova vida ali começaria



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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Set 18, 2018 2:39 pm

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Isabella! Eu gostei da sua história. Você soube trabalhar encima dela, e da sua ideia. Porém, denotei alguns errinhos. A começar pelas vírgulas. Não foram tantos, mas algumas vírgulas fizeram da frase um outro sentido.
Alguns erros de português, um quanto que tosco. Como por exemplo: Seguranca (Sem o cedilha), Descoberir (Descobrir) entre outros. Também houve algumas frases que fiquei um tanto quanto perdido. Algumas partes, as coisas foram resolvidas muito rapidamente, não deu tempo de sentir um pouco da ‘emoção’ do momento.
Enfim, fora isso, seu texto foi bem construído, você possui uma boa trama, na qual eu vou querer acompanhar! Sua escrita é boa, você começou seu texto de uma forma que me cativou, dando um ar de ‘’quero mais’’, não foi enjoativo. Aprovada como filha de Quione!
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Set 18, 2018 9:51 pm

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Nyeere Böhm

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NACIONALIDADE: Canadense
PROGENITOR MORTAL: Criada por um casal de canadenses Henry e Flora Böhm, não sabia muito sobre onde vinha e quem eram seus verdadeiros pais mais um dia iria descobrir por conta própria.
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Não há fascínio maior que a beleza de uma noite de inverno, não há maior prazer que a mais pura sensação de frio, não há maior combinação entre beleza e destruição que uma furiosa nevasca, e não há melhor representação no majestoso poder da neve que Quione. Ser filho da princesa da neve significa ter o talento natural para não apenas possuir, mas fazer parte da essência mística de todo o poder invernal e os segredos que ele possui. São essas as razões para se desejar a honra de ser filha de Lady Quione.

Físico

Magra e com curvas de chamar atenção, mede 1,70 e distribuídos nessa altura, são 51 kg. Os cabelos castanhos possuem cachos, sempre esta correndo ou fazendo exercícios para manter o corpo. Sua vestimenta é o que lhe dá na telha e sempre algo confortável e na minoria algo arejado.

Mental

Apesar de ter sido criada num ambiante onde não sabia de onde vinha é extremamente romântica,calculista e não gosta de se sentir superior a todos à sua volta. Adora climas quentes e mais ainda o frio. Normalmente se preocupa mais com os sentimentos das pessoas do que com a utilidade. Apesar disso tudo, é extremamente confiante, focada, uma boa líder e tem boa capacidade de observação, podendo perceber o que muitas vezes pode parecer oculto às outras pessoas. Por mais que fosse magoada não é uma pessoa amarga pelo contrário procura não magoar e evitar que outros se magoem. Consegue esconder seus sentimentos sendo fria mais isso é só uma casca para quando ama alguém, é de verdade, e nunca se separa dessa pessoa, a não ser que essa não queira mais. É super protetora com quem ama. É bem educada e gentil além de prestativa.


História

Seu pai era um assassino, era extremamente frio e não se importava com suas vítimas nem mesmo em seu último suspiro, não tinha costume de ter amigos, isso era um empecilho em sua vida. Tudo o que importava, eram os seus contratos, e a guerra contra os Cavaleiros Templários. Em nenhum de seus contratos falhava, e foi em um deles que conheceu Quione. Foi numa taverna, na cidade de Boston, em 1925. Ele tinha ido até lá para um contrato. Tinha dispensado o mensageiro da Ordem, e foi pessoalmente pegar o contrato. A mulher era linda. Jovem, de cabelos escuros e pele clara, atraente, que havia pedido à ele para assassinar um político importante da cidade de Alamut, no Irão, que não é útil citá-lo aqui. Após assinar o contrato, a mulher o seduziu. Talvez por diversão, ou sei lá. Ambos tiveram uma única noite juntos, e depois do contrato, a mulher desapareceu. Os contratos feitos com ele eram certos de que seriam realizados, então não houve problemas em pagá-lo antes. Ele viajou para Alamut, em um navio, que demoraria um tempo até chegar no outro lado do mundo.

No navio, a mulher (Quione) estava lá. O observava de perto, mas disfarçada como uma das cozinheiras do navio. Sua comida não era das melhores, mas era tudo o que os marinheiros tinham. Ela estava e ele nunca soube disso, mas enfim. Ambos chegaram em Alamut, e demorou cerca de 8 meses para que ele conseguisse finalizar o contrato. Sim, um tempo maior que o de costume, mas era um alvo bem difícil. Ele fazia parte de um trio com Ezio, Altäir e os três conseguiram executar o golpe e fugir. Voltando para Boston, no mesmo navio, uma tempestade horrível ocorreu.

O navio não conseguiu aguentar, e nem a tripulação ali, inclusive ele morreu. Por mais que todo o esforço que os marinheiros fizeram tinha sido grande, não conseguiram sobreviver. A tempestade era realmente muito forte. Os trovões extremamente altos ali, os relâmpagos, tudo. Houve um momento, em que uma chuva de granizo começou, o que era estranho, já que aquela parte do Oceano não era fria. Todos morreram, no final das contas. Quione que também estava no navio, já com a recém-nascida, não fez nada, e nem podia. Ela deixou a recém-nascida no mar, e isso fez com que a correnteza o levasse para Islândia. Naquela época, não tinha tanta civilização ali. O bebê foi congelado, no exato meio de duas geleiras, por Quione. Era difícil para ela, ter que fazer isso com a filha, mas era o único jeito. Além da deusa ter deixado a sua filha ali, ela não queria que ela morresse. Era muito jovem para isso, nos seus pensamentos. Queria um jeito de preservá-la, até uma época em que as coisas melhorassem. Foi assim que ela fez. A deusa da neve criou uma fina camada de gelo sob o corpo dela, mas não era um gelo comum. Esse gelo não poderia ser derretido pelo mais poderoso fogo, quebrado pela marreta mais forte, e apenas poderia ser desfeito por Quione. Era um gelo mágico, no qual preservaria a aparência do bebê e também sua vida. Ela iria ficar congelada no tempo.

Décadas depois, a deusa retornou. Civilizações já tinham se formado, o avanço tecnológico de todo o mundo já era bem avançado, e com isso, trouxe a poluição. A poluição já tinha feito várias geleiras derreterem, e essa era a hora. A deusa voltou até o mesmo local onde havia deixado a criança, apesar de quase todo o gelo ali já ter sido derretido. Com um toque, Quione descongelou sua filha, a tirou da "prisão temporal" e a deixou ser levada pelo mar, isso era tudo o que ela podia fazer. Um casal de camponeses canadenses e pescadores a achou, e cuidaram da garota como se fosse realmente sua filha. Ela cresceu ali, acompanhando todo o crescimento e desenvolvimento da cidade e do seu país. Ela não entendia muito bem o que ocorria ali. Na escola, não ia muito bem. Tinha brigas constantes, apesar de ficar quieta e ter uma serenidade acima do normal.

Depois de um dia de brigas na escola e em sua casa, fugiu sem saber para onde ia. Roubou uma canoa de seus "pais", com um pouco de comida e deixou ser levada pela correnteza. Parou em uma das praias da Espanha. Ela não queria mais brigar com ninguém, queria viver sozinha agora, e foi isso que fez. Ela se afastou, e foi morar em locais isolados, sozinha. Fazia do seu próprio modo para sobreviver. Bebia água limpa de rios, até que numa noite fria, Quione apareceu. Ela era linda, seus cabelos negros caíam por seus ombros, e conforme ela andava, o chão congelava por alguns segundos. A deusa usava um vestido branco, não de noiva, mas era branco. Em volta dele, vários flocos de neve caíam, mas também iam sumindo ao ter contato com o chão.

A jovem se assustou, é claro. Ambos conversaram, uma conversa de mãe para filha um tanto quanto assustadora, mas era assim que tinha que ser. Ela explicou tudo para ela: Seu pai, o que ele fazia, seu envolvimento com a Ordem dos Assassinos, sua descendência, tudo, até mesmo sobre ela ser filha da deusa da neve, do gelo, do frio, do vento do norte. Ela não aceitou de primeira, é claro que não. Tinha que ter alguma prova disso, o que foi dada ao Quione congelar a água de um rio próximo e depois, moldá-lo. Explicou também sobre o acampamento, e a guiou para lá. Deu todas as informações possíveis, e sumiu novamente.
A garota caiu no chão, implorando para que ela aparecesse novamente e ficasse ali com ela por mais um tempo. Nunca tinha conhecido seus pais verdadeiros, e agora que havia conhecido a sua mãe, que era uma deusa, ela havia sumido. Sim, era isso, não tinha nada que ela pudesse fazer. Seu coração? Estava como gelo. O gelo que cai no chão, e se parte em milhares de pedacinhos minúsculos. A única coisa que ela podia fazer... Seria seguir para o tal do acampamento. Mas como? Não podia explicar isso pra ninguém, a chamariam de louca. Ela dormiu, preocupada, e acordou no dia seguinte com neve caindo de um galho de uma árvore. Ela ouviu vozes, não familiares. Se alarmou e pegou um galho grande que tinha caído da árvore, e ficou preparada para o que fosse. Inexplicavelmente, era um homem. Um homem meio bode, que dizia se chamar Grover, e estar lá pra ajudar.


Nyeere Böhm Filhos de Quione
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Set 19, 2018 2:04 pm

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Progenitor Divino: Thanatos

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Atsuya Ackermann

PHOTOPLAYER: Chris Wood
IDADE: 20 anos
NACIONALIDADE: Alemão
PROGENITOR MORTAL: Ingrid Ackermann
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: A resposta é simples, pois como filho do Deus da Morte caminharei lado a lado com a morte, e com isso experimentarei o doce sabor da agonia dos humanos em enfrentar todo dia a morte que lhes cerca.

Físico

Atsuya não tem muitas características que lhe definam como um filho de Thanatos, além de sua personalidade, porém seus olhos são capazes de mostrar a morte para quem lhe encarar, são tão negros que são capazes de refletir as almas pecaminosas que atravessam o Rio Estige. Possui os cabelos negros assim como os seus olhos e seu estilo de roupa não revela que ele é filho do Deus da Morte.  Atsuya possui cerca de 1,85 metro de altura, seu corpo não é definido nem musculoso, considerado um corpo atlético.

Mental

Atsuya é um jovem que sempre viveu lado a lado com a morte, mesmo antes de descobrir que era filho de Thanatos e por isso, sua personalidade é um tanto quanto fria, impiedosa e até mesmo sarcástica, tirando sarro de pessoas que morreram de forma estúpida ou se matando por amores perdidos dentre essas coisas banais que humanos fazem. O jovem de cabelos morenos também consegue manter a calma em qualquer momento, ele adora saborear o gosto de vitória, sempre que um inimigo ou obstáculo é superado, vencido, esse é o jovem filho de Thanatos.

História

Em 1998 nascia um dos poucos filhos de Thanatos, Atsuya Ackermann, um garoto em que já no seu nascimento, enfrentara a morte de perto, e não estou falando de sua mãe, pois essa ainda viveria bons anos com o seu filho, a primeira morte que o Filho de Thanatos presenciaria seria a de alguns médicos, o motivo ninguém nunca soube explicar mas talvez fosse Atsuya dizendo ao mundo, um Olá, e assim todos os médicos e enfermeiros que esttavam no parto, simplesmente morreram, mas esse incidente nunca vazou nas mídias, e assim nascia o jovem filho de Thanatos.

Durante 14 anos Atsuya e sua mãe viveram em Munique, cidade da Alemanha, onde também o garoto nascera, mas de alguma forma nunca conseguiram se estabelecer em um único bairro ou escola, Atsuya vivia se metendo em confusão, e por onde ele passava, a morte lhe perseguia, mas e alguma forma nunca foi algo relacionado à amizades ou amores, pelo contrário, sempre foi pessoas que faziam mau à Atsuya ou àqueles que ele tinha como amigos e amores, era como se ele controlasse a morte por instintos selvagens e impulsos sombrios que eram os sentimentos de raiva ou ódio, sua mãe sabia o do por que dessas coisas acontecerem, mas nunca revelou para seu filho a verdade, isso só seria feito, anos mais tarde.

Por mais 4 anos, Atsuya conseguiu viver em paz, sem ter a morte ao seu lado, isso por que ele havia encontrado um amor que lhe parecia ser o amor da sua vida, mas só parecia. Aos 18 anos, ele acabou descobrindo que, nos últimos 2 anos, sua namorada lhe traia com o seu melhor amigo, e isso fez os seus poderes virem à tona, parecia até mesmo que o Destino tinha brincado com o coração do garoto e que, quando ele atingisse a maioridade, sua humanidade seria perdida e por mais que isso parecesse ruim, Atsuya parecia aceitar muito bem a perda de seu amor e sua humanidade, mas apenas quando descobriu, de sua mãe, que estava prestes a morrer por uma doença rara, que ele era filho de Thanatos que foi quando ele aceitou aquele destino estúpido e que aceitou perder a humanidade, assim ele pôde matar pessoalmente sua namorada e melhor amigo, tendo o sangue deles em suas mãos, ele passou a bular o destino e a fazer o seu próprio caminho, o seu próprio destino.

Durante 2 anos, Atsuya passou a viver como um andarilho, presenciando a morte onde quer que ele fosse, e se tornando mais forte junto com as trevas que circundavam a morte, até que ele encontrou o Acampamento Meio- Sangue e ali ele começou a viver com outros seres que possuíam poderes assim como ele, claro que nunca encontrou um meio irmão, filho de Thanatos, mas parecia que ali, a morte não conseguia atingir os demais, o que deixava o garoto um pouco frustrado, mas também lhe deixava com uma excitação enorme para que assim ele descobrisse qual era o destino daqueles Semideuses, e assim passou a viver com eles.



Atsuya Ackermann Filhos de Thanatos
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Set 19, 2018 4:04 pm

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Nyeere! Achei interessante a forma em que contou os fatos que foram aparecendo na sua trama. Não deixou ela muito cortada, ou seja, não adiantou muito no tempo depois que aconteceu tal fato. Descreveu bem tudo, e com contexto, visto que é o mais importante.

Porém, mesmo que você esteja narrando no passado não use muito o '' era '' em alguns casos ele caiu muito bem, em outros não ficou nada agradável de se ler; use outras palavras que tenha o mesmo significado isso irá melhorar 90 % da fluidez. As vírgulas até que estão corretas, poucos erros sobre elas. Creio que seja isto!

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Set 19, 2018 6:40 pm

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Atsuya! Serei bem breve e tentarei de dar algumas pequenas dicas para melhorar a fluidez do seu texto.

1° Em alguns momentos você usou as vírgulas onde não precisava, outras deixou de coloca-las em pontos importantes. Igualmente para os pontos finais.

2° Verbos, a maioria dos que você utilizou não encaixaram muito bem no contexto no que você queria passar. Eu entendi perfeitamente, porém não foi aquilo de ler sem precisar corrigir mentalmente qual verbo iria ser melhor em tal ocasião.

3° A trama foi bem curta e principalmente com poucos detalhes, claro que não tem necessidades de ficar enrolando dois parágrafos de cada etapa da vida dele, porém, é bom explicar bem mesmo que seja num parágrafo grande como foi cada fase. Deixar a leitura mais envolvente.

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qui Set 20, 2018 5:50 pm

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Progenitor Divino: ATENA

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CHESTER STOLLMEIER

PHOTOPLAYER: Dylan O'Brien
IDADE: 17
NACIONALIDADE: Canadense
PROGENITOR MORTAL: Araújo
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Existe algo mais fascinante do que a inteligência?

Físico

Possui uma boca rosada, seguido de um queixo quase quadrado e orelhas um tanto grandes. Olhos castanhos que, geralmente, tornam-se uma cor mais clara na presença do Sol. Seu corpo, totalmente desenvolvido dentro dos padrões estipulados pela mídia: magro e musculoso. O cabelo, embora seja originalmente loiro, varia entre as cores: vermelho claro, loiro e castanho escuro a cada semestre. É, literalmente, baseado em seu humor. Geralmente, para não obter um contraste ruim da cor da pele com a da roupa, opta por roupas mais escuras, visando a discrição, ou seja, passar despercebido é o seu maior objetivo. Tem um relacionamento sério com as grandes tatuagens por todo o corpo, além de desejar ampliá-las num futuro próximo.

Mental

Embora a sua aparência seja de um menino completamente lívido, seguro do que faz, Chester é muito inseguro. Sempre abusa do grande cérebro que possui.  A forma mais comum é calculando cada possível falha de quaisquer situações iminentes. Isso, no entanto, acabara o deixando introspectivo, com medo de expor a sua insegurança e rirem disso, ele, a mascara com uma estupenda ironia. A sua maneira antissocial de ser, preferindo sempre a companhia de um bom livro e uma xícara de café, ocasionou, inevitavelmente, uma grande solidão.

História


Contaria da ausência da minha mãe, mas acredito que a maioria da população teve um pai/mãe que foi comprar cigarro. Morávamos nós três, em uma casa no subúrbio – eu, Marta – minha madrasta e o meu pai, Araújo, na zona oeste de Quebec. Fui criado pelo meu pai e por ser filho único, consequentemente, foi-me dado tudo o que pedi: os melhores videogames, celulares caros, tênis exorbitantes que pessoas do meu bairro teriam que dar quase todo o seu salário para comprar etc.

Ter pessoas ao seu redor, nem sempre significa não estar sozinho. Cresci cercado de pessoas, que me enalteciam e esperavam demais de mim, mesmo não sabendo absolutamente nada sobre como eu era por dentro.

Aos meus nove anos, tive a minha primeira experiência com a morte e eu espero realmente que ele não esteja vendo o que eu me tornei. Meu melhor amigo, Augusto, foi morto pelo irmão quando brincavam com fogo. Eu não soube como lidar com isso, a escola ficou em luto, mas depois de um mês, ninguém sequer lembrava o nome dele. Era como se ele nunca tivesse existido. De exímio, tornei-me um aluno completamente instável, grosseiro e vivia fazendo de tudo para chamar a atenção. E, consegui:

Acabei desenvolvendo um estado depressivo, além do meu TDAH(  Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) e Dislexia; felizmente, tive a ajuda de uma profissional, a Dr. Cintia. Até hoje não sei como um quebra-cabeças de cinco mil peças me ajudou a superar isso, mas, pouco tempo depois eu já estava voltando as minhas atividades escolares normalmente.

Infelizmente, toda essa ocorrência pesou nos próximos anos e me deixou com receio de criar um vínculo tão forte com alguém, afinal, a pessoa poderia simplesmente partir ou morrer a qualquer instante. Foi então que conheci os livros, apaixonei-me á primeira vista, afinal, eles me nutriam com conhecimento, companhia, intelecto e dezenas de coisas que se tornaria longo demais para ser citado.

Aos dezesseis anos, o meu Pai revelou o paradeiro da minha progenitora e entendi porque nunca havia a visto antes. A lei impetrada por Zeus, impedia os semideuses de verem as suas proles com os mortais. Logo, a inviabilidade era inevitável e no mínimo compreensível. Fui encaminhado para o acampamento meio-sangue, por instruções ocultas – o Sr. Araújo não me revela todos os segredos e de onde ele obteve tais informações, mas, disse que por lá, encontraria pessoas similares a mim, que seria mais fácil de fazer amizade com os meus meios-irmãos e afins.

Nesse corre-corre, esqueci de me apresentar. Sou Chester Stollmeier, filho de Atena e tenho dezessete anos, e simplesmente só isso. Nunca ganhei prêmios escolares ou em olímpiadas externas, por simplesmente, acreditar que quem sabe de algo não precisa demonstrar para todos que sabe, ele, simplesmente, sabe.





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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qui Set 20, 2018 6:42 pm

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Chester! Escrita muito boa à sua. Palavras bem usadas e com isso consegui entender perfeitamente cada momento da sua trama, legivelmente prazerosa de se ler. Fiquei até com vontade de ler mais, espero que produza conteúdos assim nas postagens seguintes. Estarei de olho com certeza.

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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Set 23, 2018 4:38 pm

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THANATOS

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AURELION SCHLUTER

PHOTOPLAYER: NATHANIEL BUZOLIC
IDADE: 27 ANOS
NACIONALIDADE: AMERICANO
PROGENITOR MORTAL: SAMANTHA SCHLÜTER
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: AURELION É UM PERSONAGEM QUE, APÓS TANTAS COISAS QUE SOFREU, ACABOU TORNANDO-SE FRIO E OCO, SEM SENTIR NADA, A PERSONALIDADE EM CONJUNTO COM A MORBIDEZ DE THANATOS O DARÃO UMA GRANDE TRAMA A SER DESENVOLVIDA, COM ESCOLHA ACERCA DESSA SENSAÇÃO DE SENTIR QUE ELE AINDA NÃO SABE SE QUER DE VOLTA.

Físico

Aurelion é um garoto de corpo torneado: nem deveras musculoso e nem magricela demais, sua pele é puxada ao tom azeitonado mas a palidez é evidente. Seus olhos são claros, um misto de verde e oliva, tornando-os misteriosos e profundos. Seus cabelos são negros como o céu em uma noite sem luar, contrastando de forma perfeita com sua barba, responsável por desenhar seu rosto. Algumas marcas, vez ou outra, aparecem em seu corpo, responsáveis pela escuridão que foi inserida em seu ser.

Mental

Aurelion antes sentia tudo e mantinha-se com a consciência pesada, após um tempo,essa sensação começou a morrer dentro de si até que não restou nada. A razão domina, por completo, o seu ser, e entre amigos e o certo, ele não tem nenhuma hesitação para tomar a decisão correta, por mais que possa perder alguém próximo.

História

Começo, meio e fim. Nascer, crescer e morrer. É hilário imaginar que os meros mortais possam pensar desta forma, na morte sendo algo como um ponto final ao fim de uma história, de uma lamentável perda, de algo que não existe mais, simplesmente desapareceu. A morte é muito mais que isso, é esperança, é renovação, pois tudo o que vai, um dia retorna. De outra forma, em outro corpo e com outra história. Morte não é maldição, e sim, purificação.

Aurelion nasceu em um lugar cheio de morte. Em um lugar pobre onde a fome e a praga espalhavam-se pelo mundo. Em um lugar onde só existia miséria. Sua mãe? Uma garota de programa que deitava-se com todos os tipos de homens: magros, gordos, bons, nojentos. Ela não podia escolher, nada além do dinheiro para manter uma vida digna. Digna que se diga ao ponto de vista de alguém muito cético, aquela não era uma vida primorosa para ninguém.

Schluter sabia que tinha irmãos e irmãs espalhados pelo mundo, sua mãe passava a chamá-los pelos meses que nasciam, talvez por falta de criatividade ou apenas para lembrar-se da desgraça que fora passar sua miséria ao mundo mais uma vez. May, April, November… Alguns dos que se recordava. Ele não era o filho mais velho, achava que talvez nunca soubesse onde sua história realmente começara, não era algo que insistia em descobrir. Mas, querendo ou não, a verdade vem à tona quando menos se espera.

A primeira descoberta foi a origem de seu nome. Aurelion Schluter. Aurelion vinha de um homem pelo qual sua mãe amara muito na adolescência. Fora um de seus verdadeiros amores verdadeiros, não aqueles homens que ela simplesmente se deitara. Schluter era originado de um de seus livros preferidos, além de ser uma marca de lasanha que ela gostava muito de comer e que lembrara-se enquanto estava chapada na hora de registrar o nome de seu filho. Aurelion Lasanha. Ótimo inicio.

A segunda grande descoberta na vida do garoto fora seu pai. Mas esta, bom, esta realmente demorou a acontecer. Digamos que Lion nunca fora um garoto muito sociável, era um dos motivos de sua mãe claramente odiá-lo. Seu temperamento frio o fazia quase nunca sorrir, sempre está tão quieto que era impossível ver se estava presente ou não, ele às vezes conseguia facilmente esconder-se em meio às sombras, impedindo que alguém o encontrasse. Conseguia manter-se tão quieto que era impossível até mesmo distingui-lo de uma estátua. Fora que ele não media seus atos, por ele, poderia fazer o que quiser quando quiser, sem punição.

Era comum encontrar animais feridos e ver Lion com as mãos sujas. Sua desculpa? Era o fim, era assim que deveria ser, ou um simples: ele estava sofrendo, eu fiz um favor.

Tais ocasiões faziam com que o garoto não tivesse amigos e passasse a gostar da própria companhia ou da companhia de, bom, da companhia de pessoas mortas. Ele tinha o dom de conseguir atrair espectros fantasmagóricos para perto de si, a maioria era inofensiva mas alguns conseguem ser extremamente persuasivos.

Certa vez, aos quinze anos, Lion deu de cara com o fantasma de um policial, depois desse dia ele passou meses atrás de mendigos e de bandidos fracassados, batia neles até que suas almas se esvaíssem. Não que ele não apanhasse de volta, era algo que acontecia sempre, mas ele parecia gostar da dor quando percebia as almas partindo de seus corpos. Era algo que o energizava, o deixando-o mais forte.

Cada morte em suas costas parecia deixá-lo com mais sede de sangue, aguardando ansiosamente por mais. Foi assim que, em determinado dia, encontrou-se com seu pai. Seu verdadeiro pai, não um dos homens que dormiam com sua mãe.

— Tornou-se um rapaz interessante, Aurelion. — A voz rasgada, tão baixa quanto um sussurro, o fizeram olhar para as sombras e encontrar uma presença que parecia tremeluzir nas sombras, como uma simples miragem, desafiando o cérebro a saber se era ou não real.

— Oi, pai. — Por algum motivo ele sabia quem era, não havia tempo para cerimônias tradicionais ou dramas familiares.

— Sabes, está na hora de seguir teu rumo. O tempo por aqui ao fim chegou. — Falou simplesmente. Nada de um “olá, filho, como andou nos últimos dezoito anos?”.

— Que te importa? Não se preocupasse comigo em dezoito anos, não finja falsa clemência.

— No coração de um ceifeiro não há espaço para amargura. Tenho planos para ti.

— Não preciso de um emprego, muito menos um que mate pessoas.

— A morte não é o fim, é o começo. Não é uma punição, é uma bênção. — Thanatos falou, agora sua pele ficando mais sólida.

— Não me importo com essas babaquices. Deixe-nos em paz. — Falou com a voz neutra, sem mostrar o mínimo de empatia.

— Deixar quem em paz? Não se faça de idiota, Schluter. Sabes tão bem quanto eu o cheiro que este lugar exala. cheiro de doença. O fim chegou aqui, meu filho. Precisas seguir teu caminho, como qualquer pássaro que abandona o ninho.

— Não vou abandoná-la, ela nunca me abandonou em todos esses anos, não o farei.

— Pense no que eu lhe disse. A morte é uma bênção.

Thanatos se desfez em puras sombras naquela tarde quente de outono, deixando um Aurelion frustrado para trás. O jovem sentou-se na cama e respirou fundo, sentindo o cheiro da doença, a dor que a mãe levava. Ela não o havia dito, também não precisava. Desde cedo Schluter aprendera a sentir o cheiro da morte, ela vinha por idade, por doença ou por merecimento. Ele sentia prazer em colocar o ponto final nas histórias de pessoas que estavam na beira do fim, mas nunca ousara colocar o ponto final em alguém tão próximo, alguém que o colocara no mundo.

[...]

Dois meses se passaram após o indesejado encontro com Thanatos. Lion não dormira sequer uma noite sem rever a conversa, frase por frase, em sua mente. Toda noite, sem exceção. Sua mãe parara de trabalhar já havia uma semana. As contas se amontoavam em cima do criado mudo em seu quarto. Ele sabia que não haveria dinheiro para arcar com as despesas, assim como sabia que ela não conseguiria trabalhar de mais nenhuma forma. Ela como garota de programa em fim de carreira, ele como um matador de aluguel. Essa não era uma vida para ninguém.

Naquela manhã de domingo os corvos piavam do lado de fora do pequeno apartamento. Aurelion levantara-se da cama, trajava apenas uma bermuda cinza e uma regata preta. Caminhou pelos curtos cômodos, ora esbarrando em uma garrafa de bebida vazia no chão, um amontoado de embalagens de comida ou um monte de roupas.

A porta do quarto de sua mãe estava entreaberta, a televisão de tubo ligada em um canal qualquer, a imagem branca com rabiscos negros praticamente não o permitia distinguir o que estava passando no momento. O garoto engoliu em seco e aproximou-se da cama. Sua mãe estava adormecida, havia sangue espalhado pelo travesseiro e um rastro vindo de sua boca. Ele fechou os olhos e uma única lágrima desceu quando pegou o travesseiro livre e o colocou sob o rosto dela. Pode sentir os espasmos vindos de seu corpo, tentando lutar contra a vida, os gritos abafados e suas unhas rasgando seus braços lutando pelo último suspiro de ar. Após isso seu corpo pendeu, ficando mole e desacordado, um cochilo para a eternidade.
Não era a primeira vez que matava, certamente não era a última, mas, naquele momento ele sentiu a dor da perda. Pela primeira vez na vida sentiu seu coração apertar-se contra o peito em um batimento tão lento que sentia-se exposto ao vácuo. Sentia o frio emanar de suas mãos, sentia a espinha querer quebrar-se em três partes. Sentia-se como um ser humano. E ele odiava isso.

Aurelion pegou uma mochila e jogou suas poucas roupas dentro, trocou as vestes de forma rápida e saiu do apartamento pela última vez, caminhando solitário pelas ruas de New York.

[...]

Traidor… Monstro… Seu louco!... Sanguinário!...

Três anos haviam se passado desde aquele dia. As coisas haviam mudado. Lion descobrira o Acampamento meio sangue, um lar para semideuses poderem se refugiar, poderem se abrigar dos perigos do mundo. Aquela, certamente, não era sua nova casa.

Ele até tentara ficar lá mas, um mês após sua chegada, Thanatos resolveu reconhecê-lo como filho, e, obviamente, as poucas pessoas que haviam se aproximado dele resolveram, como que por magia, se afastarem. Resolveram manter distância. A morte realmente causava essa impressão, não que ela o incomodasse, muito pelo contrário, após vinte e um anos convivendo diariamente com ela, poderia até dizer que ela era amigável.

Seu pai nunca mais fizera uma nova aparição e ele também não ansiava por isso. Todas as noites, no entanto, sua mãe aparecia em sonhos xingando-o, chamando-o de monstro e fazendo-o ter vergonha de quem realmente era. Ela e todas as outras pessoas que foram vítimas de sua foice. Grande parte por ser hora do fim, o restante por mero prazer. Sua foice fora um presente de seu pai, juntamente com um escudo. Algumas outras armas como arcos e flechas ele conseguira no acampamento, para conseguir se proteger e se tornar mais forte, no entanto, resolvera deixá-los lá mesmo, partindo solitário pelo mundo, seguindo as ordens que os comissários de seu pai ordenavam.

Este é o momento em que você se pergunta: por que? No lugar dele você odiaria Thanatos, certo? O homem que o fizera matar dezenas de pessoas, incluindo a própria mãe. O homem que transformara sua vida em um completo inferno recheado de pesadelos. Mas Schluter precisava de um propósito. Sua vida, apesar de tudo o que já passara, mantinha-se vazia. Sem nada. Sem nenhuma razão. Perguntava-se todos os dias o motivo de tirar tantas vidas e permanecer com a sua. Mas seguia em frente, sendo o ceifeiro de seu pai.

E a cada dia, mais nada passava em sua cabeça além de mortes, desastres e o fim simplesmente por ele mesmo. As vozes em sua cabeça aumentavam, o prazer em derramar sangue, com este, se tornava maior. Ele mesmo sentiu que estava perdendo o controle sob ele mesmo, mas, a solução pareceu vir do próprio vácuo. E ele sabia que assim realmente fora.


Lion havia montado um acampamento ao norte do canadá, sabia que as caçadoras de Ártemis estavam por perto pois conseguia ver alguns mínimos rastros de sua caçada. Fosse o que fosse que estivessem caçando, parecia algo grande, algo maligno e que ele se interessava. Uma voz no ínfimo de seu ser começou a conversar com ele, dizer que era o certo a fazer, que ele tinha de seguir. E ali, praticamente na fronteira onde os deuses tinham acesso, ele montou um acampamento, sentando-se escorado em uma árvore, observando o céu e as estrelas. Foi naquele momento que sentiu a névoa ao redor de seus pés se aproximar, cobrindo-o como um cobertor quente em dia de inverno e, junto com a névoa, uma voz.

A voz era tão baixa quanto um mero sussurro, mas, mesmo assim, fez com que suas lembranças fossem levadas a primeira vez que a ouvira. Anos atrás, quando tinha apenas cinco anos. Quando observava um pássaro caído no pátio da escola pois tinha perdido o equilíbrio em meio ao voo. Uma voz que o fizera quebrar o pescoço do pássaro mesmo sabendo que ainda estava em metade de sua vida, que fizera com que perdesse todas as chances de ser amigo de alguém.

A voz que, querendo ou não, fizera-o ser quem realmente era.
To be continued





Daniel A. Daskov Guardiões das Hespérides
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Qua Set 26, 2018 3:05 pm

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Ortografia –  3/5  Aurelion, você esqueceu vírgula em alguns casos precisos, além de que em uma frase específico, depois de um ponto final, deixou em minúsculo, além de que ainda por cima, repetiu alguns termos. Uma revisao nesse caso, poderia ter sido feito.

Criatividade – 4/5 Eu gostei da ideia de ser um assassino de alugel, só me incomodou que esse passado cheio de assassinato, é algo comum  em filhos de Thantatos, pois apesar dele ser o Deus da morte, eu gostaria de ver algo diferente.

Coerência – 4/5 Sua história teve sentido, coerência, porém o cliffhanger no final, alguns podem achar ruim, eu quero ver como segue!

Ações realizadas – 4/5 Eu achei curioso o fato de ter matado sua própria mãe, porém a única coisa que acho que faltou, foi um combate com um monstro, pois 27 anos escondido, você teria tido contato de alguma forma e em alguma hora.

Aprovado por pouco Aurelion, levando os pontos que eu mencionei, sei que tem um imenso potencial que pode ser explorado, expandir mais ainda sua trama. Eu quero ver o caminho que vai rumar, mas tome cuidado mesmo, com os pontos de ortografia, foi isso que quase lhe reprovou. Revise com cuidado seu texto na próxima.

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Afrodite Deuses
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sab Set 29, 2018 9:23 pm

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Progenitor Divino:Náiades

Como encontrou nosso fórum?  google

Eudora Manfred

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IDADE:19 anos (Na aparência), 700 anos (vida).
NACIONALIDADE:Italiana
PROGENITOR MORTAL: .....
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Pela beleza natural que as ninfas, lendariamente possuem, bem como seu contato com os elementos da natureza, dos quais elas também fazem parte.

Físico

Aparenta ser uma jovem recém saída da adolescência. Por ter nascido em uma margem de lago, séculos atrás, passou quase toda a sua vida reclusa em um bosque inóspito, tendo vinco a descobrir o mundo contemporâneo a apenas cinco anos. Por conta disso, e de sua mentalidade inocente, quase infante em certos momentos, constrói seu vestuário com o que lhe agrada momentaneamente. Está habituada a usar calças jeans, com botas e saltos, do mesmo modo que shorts e saias, vestidos, blusas de todos os estilos. Mas possui uma certa admiração que não entende por itens de couro preto, como jaquetas, luvas e botas, algo que em essência é muito divergente a condição a qual viveu a vida toda, livre de vestimentas na floresta e nas águas. É bela, jovem, magra. Diferente de outras Náiades, possui a pele clara, como mulheres brancas humanas, o que a ajudou a se passar bem entre os humanos. Suas curvas são atraentes, capazes de chamar a atenção mesmo quando escondidas em roupas mais conservadoras.

Não usa muita maquiagem, e raramente acessórios, tendo certa paixão por itens que representam a natureza. Seu cabelo é castanho claro, podendo falsamente parecer loiro dependendo da luz ambiente. Seus olhos, castanho claro também, mudando a cor da íris na luz também, a exemplo do cabelo. Uma herança que a incomoda, de sua espécie, são as veias salientes, que vez ou outra se destacam em sua pele branca, por se tornarem extremante azuis, isso quando ocorre alguma mudança em seu humor, normalmente quando se irrita. Isto acontece, por ela ser de origem Náiade, ninfas que normalmente tinham pele azulada ou esverdeada.


Mental

Meiga e generosa, como seu próprio nome diz, a jovem cresceu bela e livre, sendo um “presente honrado” a todos os que a conheceram. Curiosamente, o nome que recebera do próprio vazio no vento, definiu sua personalidade em cada aspecto. O que não a impedia de ter tido certo desgosto pelo nome em si, logo quando chegou aos Estados Unidos e percebeu que seu este não era popular entre os jovens de sua aparente idade. Adotando o apelido de Dora e ainda, assumindo um sobrenome que gostou, de uma modelo ruiva que viu em um pôster de lingerie, Valeria Manfred. Consequentemente, tornou-se Eudora Manfred. Gosta de ser confiável a qualquer um, e exige que as pessoas sejam também. Certas vezes tende a ser infantil, por sua pouca experiência em lidar com seres inteligentes, uma vez que viveu por séculos cercada por mata e animais. Confiante, mas prefere evitar conflitos sempre que possível. Aprendeu que a maldade pode estar em qualquer lugar, no entanto, sofre por não conseguir decifrar está maldade tão fácil nos mortais ou criaturas que conhece. Apenas os animais lhe parecem livros abertos para ler.

É curiosa, sempre tentando aprender mais, esforçando-se para ser melhor. Isso, a fez partir da lagoa onde morou sozinha por séculos, para descobrir o mundo, e encontrar algo que nunca viu, uma liberdade diferente da que possuía. Adora as águas, tendo certas habilidades referentes a ela. Por ser uma ninfa cuja vida está ligada a água naturalmente. Por conta disso, sempre carrega um pequeno frasco de vidro, com algumas gotas de água de sua lagoa, está por sua vez, tem poderes regenerativos, ou de cura, servindo a ela como um amuleto da sorte.


História

Nascida às margens de uma pequena lagoa, em um até então desolado bosque, Eudora viu a luz do mundo com seus pequenos olhinhos acerca de setecentos anos, ouvindo de uma distante voz no vazio, seu abençoado nome, bem como a mensagem de que seria bela e generosa com o planeta, uma filha da natureza, que um dia traria orgulho a sua mãe. Isso era tudo que se lembrava de sua origem, após isto, passou cerca de quinhentos anos vivendo no isolamento da mata, cuidando dos animais do entorno de sua lagoa, tratando-os com amizade, amor e carinho, geração após geração. Aprendeu sozinha, quase que como instintivamente a fazer rituais aos espíritos da natureza, como a própria mãe água. Se tornando boa em tratar ferimentos e doenças que seus amigos, vez ou outra vinham a ter. Certas vezes sentia-se só, e na imensidão do céu negro à noite, conversava sozinha com as estrelas cintilantes, e isso a bastava. Porém, foi nessa época que, um evento fez tremular as águas de sua lagoa e de sua vida. Enquanto caminhava pela mata, colhendo frutos para um grande banquete em honra ao nascimento de uma ninhada de pássaros, percebeu uma certa inquietação nos entornos, algo que não sabia o que, lhe desagradava. Resolvendo voltar para casa então.

Seguindo pelo mesmo caminho que sempre fazia, ouviu barulhos que nunca ouvira sons que pareciam iguais aos que produzia apenas em sua mente ou quando conversava com suas amigas estrelas. Assustada, escondeu-se e buscou descobrir do que se tratava. Ao se aproximar, por de trás de algumas rochas, seus olhos não acreditaram no que viram. Duas criaturas, de certa forma, semelhantes a ela, riam e brincavam nas suas águas. Em um primeiro momento, o susto e a falta de compreensão a deixaram quieta, para em seguida, movida por um desconhecido ciúme, pedir a água para atira-los para fora de sua lagoa, pois, não se sentiu bem ao vê-los, intrusos, no que era sua morada. Ao aborda-los, acabou por assusta-los, porém, sua natureza gentil aflorou com os desconhecidos, e uma incontável onda de saberes eclodiu em sua mente. Os dois eram um casal de humanos, uma espécie que ela desconhecia, e estavam em um tipo de “aventura”, um novo conceito também.

Ficaram uma semana em sua companhia, e lhe ensinaram muito sobre o mundo além do bosque. Sobre as cidades, os países, sobre comidas, lugares, pessoas, descobertas e invenções, coisas que a maravilharam. Mais no fim tiveram que partir de volta ao mundo moderno. Antes de irem, se comprometeram em não contar a ninguém sobre aquele lindo lugar, e ela, mesmo sem ela os ter pedido, pois, julgaram que seria melhor para preservar aquilo tudo. Após isso, quase duzentos anos se passaram, e a ninfa fomentou inúmeros afazeres em sua mente, a respeito das criaturas, humanos, e tudo que lhe contaram toda a promessa de um mundo novo, mágico e moderno, tantas coisas que jamais veria ou ouviria de novo. Isto era o que pensava, até começar a ter pequenos e frequentes sonhos, às vezes, acordada mesmo, em que tomava a mão de uma mulher loira e desaparecia saltando de um abismo. Imagem que ao invés de assunta-la, a deixava feliz.

Em um dia de verão, banhando-se, um som chamou sua atenção, um pequeno barulho feito pelos animais correndo perto dela. Olhou buscando saber o que era, e mais uma vez ficou abismada. Parada a observando, do outro lado da lagoa, um humano, do sexo feminino a encarava incrédula. Ao passo que ambas encontraram-se e uma amizade nasceu. Tamara Armstrong, esse era o nome da garota loira, que não devia ter mais que vinte e cinco anos, está por sua vez, revelou ter chegado ali, guiada por um antigo mapa, herança de família, e inspirada por antigas lendas deixadas por antepassados. Pelo casal mais renomado da família Armstrong, Eleonor e Edgar, dois visionários que tornaram criaram um verdadeiro império empresarial no século dezenove, mas que durante toda a vida, mencionavam um bosque mágico que conhecerem quando jovens.

A garota passou um mês com a ninfa, e como seus antepassados, lhe ensinou muito sobre o mundo humano, bem como falando sobre tudo que havia mudado. Tamanhas mudanças ecoaram como chamas em uma floresta no coração da Elemental que, sonhava com o mundo que lhe fora comentado anos antes, e agora descobrira que então “pouco tempo”, este sumira, e em seu lugar, um totalmente novo nascera, e ela nem mesmo conhecera seu antecessor de verdade.Tamara foi-se, mas diferente do casal, voltou mais algumas vezes, trazendo presentes, contando sobre o mundo para sua amiga isolada. Cinquenta anos se passaram, e a antes jovem, agora idosa mulher, voltou uma última vez para se despedir. Banhar-se com frequência na morada de Eudora, a fez ter uma vida longa e saudável, lhe permitindo manter a saúde até seus últimos dias, em que morreu dormindo.

Em seu último encontro, avisou a amiga sobre o fim que sentia estar próximo, e a própria ninfa confessou-lhe saber disto também. A Armstrong, no entanto, queria dar um último presente à mulher da lagoa, que por tantos anos lhe deu amizade. Convidou-a, a conhecer o mundo moderno, como uma convidada de sua família. O que após algum tempo foi aceito. Após poucos meses morando em Nova Iorque, eventos alheios a sua vontade, impulsionados inclusive pela morte da melhor amiga que já teve a fizeram enfrentar tanto o natural e desconhecido mundo dos homens, quanto o sobrenatural terra que ela também desconhecia. Isto culminou na descoberta de um estranho e secreto acampamento, lar de outros seres da conhecida “mitologia”, da qual ela, segundo Tamara fazia parte. Ali, ela foi aceita, e passou a habitar, onde atualmente vive, e onde explora o desconhecido em busca do novo.





Eudora Naiades
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sab Set 29, 2018 10:15 pm

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Ortografia –  4/5  Dora, eu adorei a sua ficha, ficou muito bem escrita e o enredo é magnífico. No entanto, encontrei alguns erros de digitação, suponho, que poderiam facilmente ser evitados.

Criatividade – 4/5 Desde o início já adorei a ideia de ser uma criatura da natureza, ainda mais pela enorme descrição da personagem: física e mental. O que me fez desenhá-la por inteiro e conhece-la de fato.

Coerência – 5/5 Gostei bastante da forma que você conduziu os fatos, apesar de ser um resumo, fiquei ansioso para ler mais.

Ações realizadas – 3/5 Não houveram muitas ações, por ser uma criatura da natureza. Você demonstrou por inteiro sua personalidade: sendo meiga e gentil, sempre próxima da natureza.

Aprovada Seja muito bem vida, espero poder acompanhar sua trama!

~aguardando atualização~
Hipnos Deuses Menores
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 02, 2018 3:55 pm

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Progenitor Divino: Afrodite

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Josephine rousteing hale

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IDADE: 23 Anos
NACIONALIDADE: Francesa
PROGENITOR MORTAL: Alexander Rousteing Hale
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Sendo Afrodite a deusa do amor e da beleza, todos esperam personagens futeis, mimados,  talvez essa seja Josephine, mas nem sempre, tudo é o que parece, e por isso combina tão bem com ela.

Físico

Dona de uma beleza exótica,  medindo 1,75 e pesando 55 kg, Josie possui cabelos castanhos que dependendo da Luz, parece mais claro ou mais escuro. Seu corpo é dotado de uma pele bronzeada, mas de modo saudável, ja que durante sua infância, viajou muito para as praias com seu pai. Os olhos intensos azulados de Jo, transmitem sempre uma gentileza, junto com uma extrema paixão e sedução natural. Devido a ter se tornado uma modelo aos seus 10 anos, seu regime de dietas, sempre foi de modo saudável, acompanhado  por nutricionistas.  Apaixonada por academia, ela sempre mantém seu corpo em forma, se vestindo com o que mais gosta, mas claro, sempre de grife.

Mental

Se julga as pessoas incapazes de mudar, para sua decepção, Josephine é um exemplo concreto disso. Em sua infância, uma garota mimada, extrema mente dependente de seu pai, assim que começou sua carreira de modelo, ela mudou. Tornou-se menos mimada, mais independente, responsável e completamente apaixonada ainda, pelo homem que a criou, mas também, agora, amante do mundo. Quando não está em desfiles e folgas prolongadas, ela frequentava escolas nova-iorquinas, no Upper East Side, onde se mudou com o seu responsável, aos seus 2 anos, mesmo sendo nativa francesa, o patriarca nunca a permite esquecer disso. Extremamente justa, paciente e racional, tem uma postura natural de abelha-rainha, mas não como uma vadia. Josie não seria como as outras abelhas-rainhas. Ela só é rude com quem merece e raramente fica brava. Apenas saiba. Se a rainha do Upper East Side ficar furiosa, fuja. Um demônio em Louboutin está a solta.
História


Nasce a herdeira de Alexander Hale!

Hoje, na manhã do dia 04 de Março, nasceu a filha do famoso ator, Alexander Hale, conhecido pelos filmes Dollhouse e West Coast em plena Paris, a 02:05, na neve e no frio! Será que a sucessora de seu pai, terá tanto impacto, ou até mesmo mais? Que Josephine Rousteing Hale seja grandiosa!

Publicado pelo Le Monde, 1998.

•••

Josephine Carolina Thèrése Rousteing Hale nascida em Paris, no ano de 98, sempre teve os flashes e luzes de câmera em sua frente. Sendo filha de um famoso ator, cresceu no luxo e na riqueza. Viveu dois anos exatos na capital francesa, e no seu aniversário de 2 anos, seu pai arrumou as malas de ambos, e se mudaram para a famosa cidade de Nova York, a Big Apple. Obvio que o patriarca a cada 06 meses, a levava para passar 02 semanas em seu lar de infância, onde ela se apaixonada com facilidade o local.

Durante seu crescimento, Josie tinha uma vida de riqueza, luxo, sendo a acompanhante oficial de seu pai em festivais, premières de filmes, desfiles, coisas o qual ela sempre adorou, já que ela ficava com a figura paterna. Ela dependia muito da figura paterna. Josephine não conseguia fazer muita coisa sem o progenitor. Se tornou uma garota mimada e fútil, que geralmente espantava as namoradas de seu progenitor, com alguma travessura. Apesar de ter certas implicâncias com alguns garotos, que eram as crianças dos amigos dos pais, ela preferia ficar mais brincando de boneca.

Quando tinha seus 10 anos, seu pai a encaminhou para os caminhos de se tornar uma modelo e com isso, ela se tornou bem sucedida a sua maneira, se tornando mais independente de seu patriarca. Suas descobertas, seus horizontes começavam a se expandir. Aos seus 13 anos, deu seu primeiro em um garoto, em plena Paris. Mas não sentiu borboletas no estômago. Até que dois dias depois, deu um beijo em uma amiga modelo, e assim, sentiu aquelas borboletas. Com vergonha daquilo, ela saiu correndo. Até a garota a achar de novo, e elas ficarem. Foi ali que Josephine percebeu que gostava de garotas.

Durante seu ensino médio, ela decidiu focar no estudo e não na carreira, e no Upper East Side, ela se tornou uma referência por ter se assumido homossexual desde o seu primeiro dia de aula e ainda assim conseguiu se tornar a líder da escola, sempre ficando com as garotas mais bonitas de toda a cidade. Ela ganhou a fama de destruidora de corações, já que ela não tinha paciência para relacionamentos longos e duradouros. Milagrosamente, depois de seu ensino médio, ela foi aceita em Harvard, onde começou a cursar medicina, aproveitando para fazer pequenos desfiles, editais pela cidade e o estado. Se formou aos seus 22 anos, se tornando uma neurocirurgiã.

Em uma noite qualquer, depois de sua reunião com os empresários e um encontro com uma bela ruiva, Josie sentiu que algo a seguia, quando ela começou a ver um bicho estranho a seguir e logo ela correu até um beco próximo. Seus instintos de sobrevivência apitavam. A garota correu e soltou um grito acertando os genitais da criatura, vendo que aquilo tinha surtido efeito, entrou no local mais próximo, um restaurante, procurando a maior faca que tivesse ali, uma grande faca de cozinha, que assim que o achou, começou a desferir ataques de estocada com o instrumento de cozinha. E saiu do restaurante, passando entre as pernas do estranho, correndo mais ainda, gritando por alguma ajuda. Chegou a um canto escuro e se escondeu. Até ver um homem ruim surgir. Analisando a figura, ela percebeu. Era Roman, seu segurança, contratado pelo pai.

O segurança da jovem logo surgiu com uma arma em mãos, algo que ela nunca tinha visto. Era algo de ouro. E ela se escondeu depois de ouvir um 'Se esconda!' O homem com a arma em mãos, começou a desferir ataques, enquanto também era atacado. O monstro socou a figura paterna que logo fez o homem desmaiar e largar a espada dourada. Josie gritou assustada, pegando a espada de seu segurança, enquanto ele ainda estava inconsciente e foi como se todos os instintos dela se aflorassem. Ela se tornou uma máquina de matar. Girou para a esquerda, chutando o monstro, cortando o joelho dele. Então, girou para a direita, acertando um chute no estômago do monstro, fazendo um corte, e pouco depois, escondida com seu protetor, esperou, então logo passou novamente a espada na ferida do monstro, enquanto o protetor acordava.

Roman que porra é essa? Que bicho é esse? — Gritou apavorada. Josie nunca sentia medo. Mas agora ela sentia, a adrenalina tinha passado ao menos um pouco.

Isso, é uma empousa. E não grite comigo. Eu quero salvar sua vida. — Seu "protetor" advertiu.

Como você também pode ver essa coisa feia? Como eu vejo? — Questionou. Ela estava tensa. Afinal não era todo dia que se via algo tão feio, certo?

Conversamos depois. Agora temos de sair vivos, Josephine. — Decretou, enquanto a menina pensava em como fariam isso.

Se houvesse uma hora daquelas músicas de filme de ação, tipo o tema de Os Vingadores ou Missão Impossível, ser apropriada, seria nesse momento, pois, Roman e a menina partiu pra cima com tudo contra o monstro, ela desferia chutes, socos, o loiro passava às vezes a espada para ela, para que ela fizesse mais cortes. E assim, a dupla continou, socando, batendo naquela criatura, até que quando enfraqueceram o bastante, a morena com a espada em mãos, enfiou no coração do monstro, o eliminando de vez. E logo foram para a casa dela.

No momento em que a criatura foi morta, seguiram rapidamente para a casa da morena, onde seu patriarca surgiu furioso, ao ver a garota suja e seu vestido Givenchy todo rasgado. Roman explicou tudo em uma simples frase. "Ela precisa ir pro Acampamento, agora." O segurança foi mandado esperar do lado de fora e o pai explicou tudo. A cabeça de Josephine explodia. Gritou com o pai, furiosa. E com a raiva passageira depois de explicado o motivo da mentira, preparou seus pertences, partindo com o segurança na mesma hora.

Depois de horas de viagem, ao chegar no Acampamento, ataques de criaturas feias que a traumatizariam em seus mais terríveis pesadelos, toda sua aparência mudou, um vestido de uma deusa grega, uma maquiagem perfeita e um penteado perfeito, junto de um holograma de uma pomba surgiu, e só viu um homem que era metade cavalo dizer "Ave Josephine, filha de Afrodite" desmaiou em seguida.


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 02, 2018 7:01 pm

Heroes of Olympus RPG

Progenitor Divino: Hécate

Como encontrou nosso fórum? Indicação ( Hécate me convidou )

Selesnya Taehyung O’Brien

PHOTOPLAYER: Lee chae-rin
IDADE: 21 anos
NACIONALIDADE: Coreana ( Coreia do sul)
PROGENITOR MORTAL: Alexander O’Brien
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: A aura mística de mistério que envolve toda a magia e o que me atrai, bem como a própria mãe da magia. Hécate e uma das poucas deusas que tem suas faces regidas pela lua, sendo este o lado que mais me atrai em tão bela mulher.  

Físico


Não é uma garota com um corpo de mulherão, ainda que tenha curvas sinuosas e atraentes, mas harmoniosas com seu corpo e tamanho. Suas pernas são bem torneadas, assim como todos seus músculos, sua cintura é bem delgada e seus seios aparentam ser fartos devido seu ombro ser mais estreito, porém não é exagerado para seu tamanho. Possui 1.72 de altura e 64 Kg muito bem distribuídos, não possui músculos exagerados, conserva a delicadeza feminina.  Sua pele é muito alva, sem cicatrizes ou imperfeições, sempre muito macia ao toque. Seus olhos são de um tom peculiar, remetendo a cor dourada, sempre tem um olhar inexpressivo e distante, confundindo qualquer um que tente desvenda-la pelo olhar.

Mental

Uma garota de poucas palavras, raramente a voz melodiosa  é ouvida, seu semblante transparece serenidade e parcimônia, um reflexo do que ela realmente é uma garota calma que gosta de muito de observar antes de tirar conclusão, raramente age por impulso ou pelo calor das emoções, a única exceção é quando está apaixonada por alguém ou com muita raiva.  Teve um passado difícil, até mesmo um pouco conflituoso e traumático para a garota, mas não se deixou abater pelas adversidades da vida, tonou sua experiência como um aprendizado e com isso conquistou uma força de vontade inabalável. Determinada vai até as últimas consequências para conseguir o que deseja, sendo capaz de enfrentar qualquer inimigo ou enfrentar qualquer situação sem hesitar. Seu jeito de discreto e fechado faz com que ela se isole um pouco mais dos seus companheiros, guardando para si seus maiores segredos bem como seu passado, alguns podem acha-la um pouco fria, mas na verdade é apenas uma máscara que ela usa para se proteger do convívio com os demais.

História

Assim que nasceu, Seles foi abandonada por sua mãe, ficando sobre a tutela apenas do pai. Nos primeiros momentos ele começou a entrar em desespero, tinha total certeza que fez uma besteira e condenou sua vida e da criança em seus braços. E como bebê, sem ter consciência de nada que acontecia, ela sorria para o pai. Sentia-se protegida naqueles braços fortes. E foi isso que deu motivação ao pai para seguir em frente.
“Você é apenas um bebê, não tem culpa de nada e é minha responsabilidade. Honrarei esse compromisso” Era o que ele pensava sempre que olhava para a filha.
Alexander era o nome de seu pai. Ele se despediu de um de seus dois empregos, assim podendo dedicar mais tempo a filha. Ela era um bebê lindo, saudável e forte. É claro que como pai de primeira viagem ele teve que pedir ajuda a outros parentes.  
Seles crescia como uma criança normal. Sua infância foi bem parada. Até as coisas piorarem quando ela embarcou no fundamental. As notas caíram drasticamente e ela foi diagnosticada com TDAH, tendo que trocar de escola vária vez por ser expulsa seja pelas notas baixas ou por arrumar encrencas. Mesmo assim ela não se deixava abalar, estava sempre sorrindo para todos o que fazia com que sua beleza apenas crescesse. Ela sempre pensou que atraia as pessoas por ser quem é.

- Não confie assim tão fácil nas pessoas Sel.– Seu pai sempre a avisava. – Você é uma filha muito bonita, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto de você para te usar. Tome cuidado.

Mesmo com as palavras do pai, a garota apreciava aquela atenção que recebia e dos olhares que lhe eram jogados. Era tímida, mas se sentia poderosa ao ser denominada a mais bonita. Ela gostava de mesmo sem fazer qualquer esforço estar arrumada. Enquanto as outras crianças se olhavam no espelho falando o quanto queriam ter outro cabelo, ser mais magra, mais alta, ela olhava no espelho achando tudo muito bom em si, não iria mudar nada.
Porém com o tempo toda aquela atenção e amizades falsas, assim como os olhares invejosos e desejosos começaram a irritá-la. Ela queria poder conversar com alguém, falar o que sentia e o que pensava. Tentou algumas vezes com seu pai, o único em quem ela realmente confiava, no entanto ele sempre mudava o assunto ou dava um conselho inútil. Ela desistiu.
“É meu destino ter uma vida assim? Eu aguento... Mais tarde tentarei mudá-lo” Ela pensava para se consolar sempre que a tristeza batia mais forte.
A pobre garotinha começou a ser criada e invejada pelas babás, nunca teve o amor verdadeiro de ninguém, nem dos avós, nem das próprias babás, que só cuidavam dela porque eram pagas para isso. Enquanto ia crescendo em meio aos livros, aos romances, era dali que conhecia o amor, somente dali. E apesar de tudo, acreditava no amor verdadeiro, acreditava que um dia encontraria seu amor verdadeiro, mesmo que ele não fosse um príncipe de verdade, e sim um homem que a amaria para sempre.
Seles, como gosta de ser chamada, por ser muito ingênua apaixonou-se muito cedo e muito fácil, mas também muito cedo sofreu sua primeira desilusão amorosa, o que causou parte de sua postura fria com as pessoas a seu redor.

Num primeiro momento passou a observá-las, entendê-las, e se deu conta de que elas não amavam, era essa a chave que precisava para trancar os cacos de seu coração e abrir a porta para sua felicidade.
Seles decidiu mudar, nunca mais seria a garotinha sonhadora, a garota ingênua que se apaixonava. Amor? Não conheci mais essa palavra, não existia em seu vocabulário, o único amor que ela conhecia era o amor próprio. Só amava a si mesma.
Passou a se cuidar mais, apesar de saber que era a mais linda da família, pois sabia que a invejavam.
Selesnya irritava-se à medida que o tempo prolongava. Seu pai, como sempre, não iria ao baile por motivos da nova namorada, que o arrastava para mais um dos jantares românticos em algum restaurante caro. Era tudo por dinheiro, a garota sabia muito disso, pois seu pai nunca deixara de amar sua mãe.
Terminava de passar o rímel nos cílios esquerdos. Lori, sua governanta, sentava-se um pouco atrás, com um sorriso por entre os lábios. Seles passou os dedos por entre o vestido branco de cetim, que caia um pouco acima do joelho, ressaltando suas pernas torneadas.
— Sua mãe deve estar muito orgulhosa, seja onde ela esteja—Disse Lori.
— Não fale de minha mãe—A garota aborreceu-se e buscou a pequena bolsa, da mesma cor que o vestido—Ela não morreu, ela me abandonou.
Saiu de seu quarto e fora em direção a sala, onde imediatamente a campainha tocou. Ela sabia que Yurei  lhe esperava do lado de fora, para leva-la a uma noite magica no baile.
Abriu a porta, esperando que o mais gato da escola estivesse vestido de terno e com uma caixa de bombons na mão, o que vira, por outro lado, não tinha nada ver com gatos ou bombom
Pulou para cima da garota com força, derrubando-a em cima de um vaso da Itália. Droga, seu pai lhe mataria por isso. As presas soltaram-se para fora e a criatura lhe empurrou para longe. Possuía asas rochas, assim como as pernas peludas que se acabavam em dois pés de galinhas. Era tremendamente feia, provavelmente a coisa mais estranha que já vira em sua vida.
Seles levantou-se confusa e jogou-se para perto de uma prateleira, onde uma escultura francesa de dois casais dançando formava uma pequena ponta por cima. Não era de muito valor, pois a mesma era um presente para a nova namorada de seu pai, resolveu então que poderia usa-lo:
— Ei— Gritou— Toma isso galinha.
Jogou em direção a criatura. Quando o objeto estilhaçou-se em seu corpo, a criatura pareceu incomodada. Abriram-se asas em seus braços e os dentes afiados puseram-se para fora. Neste momento, a garota sabia que só havia piorado a situação.
Correu em direção à primeira porta que encontrara; nem notara que Lori estava em sua frente, como uma grande protetora. A mulher segurava sobre as mãos uma faca de cozinha. Deles gritara assim que a mesma colocou-se a correr em direção a criatura, que lhe cortou a barriga com rapidez. A mesma caiu para trás, e o sangue inundou o tapete rosa de seu quarto. Os olhos então lacrimejaram.
A garota encolheu-se ao canto de seu armário, enquanto a “coisa” que lhe perseguia quebrava tudo até chegar a si. A sua sombra acobertou o corpo da garota, que tremia a cada instante. Fechou os olhos esperando para o momento final.
Mas então tudo se silenciou. Abriu os olhos confusos e vira milhares de pequenos pontos dourados, que caiam por cima de seus cabelos castanhos. Yurei estava a sua frente, com um artefato pontudo por suas mãos, uma espada. Ele ofereceu a mão para ela, que aceitou imediatamente.
O garoto lhe envolveu em um abraço, enquanto a mesma debruçou a chorar. Tudo havia acabado inclusive sua noite perfeita do baile da escola. Yurei a guiou para um carro, estacionado a sua frente, onde mais dois adolescentes estavam. Antes disso, deixou que a mesma fizesse uma mochila com tudo que queria levar e trocasse o vestido por uma roupa mais simples.
***.
Em meio à viagem, enquanto revivia os momentos e o corpo sem vida de Lori, que havia sido levado pelo o hospital um pouco antes de saírem, ela raciocinava as palavras de Yurei, que lhe explicaram o seu verdadeiro mundo. Soube que fora uma Harpia quem fizera tudo aquilo e que seu pai havia dedicado sua vida para construir uma casa onde encobrisse seu cheiro, casando-se com mulheres que pudessem dar a imagem de que era uma família normal.
Soube também que sua vida mudaria dali por diante, e que Yurei e os outros a levariam para um Acampamento, onde poderia aprender a sobreviver por si própria. Durante a viagem , Seles começou a sonhar com uma mulher de lindos cabelos negros e olhos da mesma coloração, e sabia ela que aquela seria a imagem de sua mãe que todos evitavam de falar. A única coisa que ela conseguia ouvir  era um nome, sendo sussurrado docemente em sua mente  - Hécate...- era tudo que ela conseguia ouvir. Talvez em algum lugar, bem no amago de sua alma sabia que aquela seria sua mãe lhe chamado de alguma forma para um lugar mais seguro.



Selesnya T. O'Brien Filhos de Hécate
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 02, 2018 7:07 pm

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Selesnya:

Ortografia – 4/5 Eu encontrei alguns erros como falta de assento e falta de letras em algumas palavras, em outros casos foi o excesso delas. Considerarei como erros de digitação já que tu fez tudo pelo celular.

Criatividade – 3/5 Gostei bastante da sua história, ela foi criativa mas não me pegou de jeito, achei que faltou algo e que você pode desenvolver futuramente.

Coerência – 4/5 Sua história foi bem coerente em termos de história, apenas me perdi uma vez quando você começou a frase de uma forma e ela rapidamente ficou de outra forma. Creio novamente que tenha sido culpa do celular.

Ações realizadas – 4/5 Creio que foi coerente pelo estádio e personalidade de seu personagem. Você agiu bem e foi bem condizente com a situação.

Aprovada! Bem vinda, prole de Hécate!



Última edição por Hipnos em Ter Out 02, 2018 8:02 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Ter Out 02, 2018 7:26 pm

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Josephine:

Ortografia – 3/5 Eu senti a falta de alguns acentos e vírgulas (tanto a falta dela quanto o excesso, vi que em alguns momentos elas foram colocadas sem necessidade).

Criatividade – 4/5 Gostei de como organizou a história e de como elaborou ela, creio que essa personagem vai ser bem interessante.

Coerência – ⅘ Achei que foi bem coerente, desde a parte que foi atacada até a forma como conduziu os fatos até o fim da história.

Ações realizadas – 5/5 Achei que foi bem dinâmica e que desenvolveu muito bem a personagem em conjunto com as ações.

Parabéns e bem vinda prole de Afrodite!!!


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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sex Out 05, 2018 11:40 pm

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Progenitor Divino:Apolo

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Yanko Marloff

PHOTOPLAYER:Nick Bateman
IDADE:18
NACIONALIDADE:Russo
PROGENITOR MORTAL: Natasha Marloff
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Pela dualidade que o narcisismo proporciona para a trama, o deus mostra-se ótimo tanto para um heróis quanto para um vilão, ainda melhor para um pouco dos dois.

Físico

Como sua mãe sempre disse, ''seu pai fez você como um pinto faz uma obra de arte'', os cabelos negros do rapaz sempre foram razão de desconfiança em meio aos seus conterrâneos, que em sua maioria eram loiros, tal como Natasha. Yanko possui cerca de 1.84 com um corpo bem desenvolvido, músculos aparentes e barba sempre rala. Olhos castanhos atraentes e pele morena, se tornando o que muitos queriam ser, mesmo que de forma involuntária. Possui uma beleza mais madura do que a maioria dos jovens, o motivo não é explicado, muitos dizem que é devido seu treinamento ministrado pela própria Natasha.

Mental

A palavra dualidade define o jovem semideus. Você deve se perguntar como assim não é mesmo? Em nosso mundo cotidiano existem dois Yanko. Yan, o galanteador e salvador das donzelas, que é capaz de entrar em frente à uma bala para salvar suas vidas. O outro, ah o outro... É uma mistura caótica de fofura e psicopatia, sem sentimentos, pensa somente em sua vitória e no caminho mais doloroso para seus inimigos. Você deve se perguntar, como esses dois pensamentos tão distintos coexistem um com o outro? A resposta é simples, os dois almejam o poder, colocar o nome no topo do Olimpo e serem conhecidos em todos os mundos, dimensões e afins.
As diferenças e alterações de uma personalidade para a outra são tão sutis que somente pessoas que o conhecem de verdade conseguem perceber o fato. Diariamente o semideus é focado e carinhoso com quem ama, sendo algo comum entre as duas personalidades, mas não se engane pois muitas vezes o veneno mais letal vem do lugar mais bonito.

Frio em batalha, ninfomaníaco no dia a dia, calculista, honesto até demais, não possui medo de ferir alguém, mas quando é necessário quem se mete na conversa é o Yanko pois o outro ficaria com certo remorso. Sadismo também faz parte do cardápio do semideus, muitas vezes controlando mulheres que estão a sua volta para que elas lhe entreguem o  que quer.

Arrojado quando necessário, abusado e sem limite na maior parte do tempo, usa de toda a influência que seu nome tem, sendo negativa ou não, sempre tentando facilitar seus caminhos antes de usar a força.




História

Natasha Marloff, ex-agente da inteligência russa, uma mulher dita por muitos como intocável, fundadora de uma organização mafiosa milionária.  Dotada de muitos talentos, como lutas, tiro, teatro e música é uma mulher extraordinária, além de ser filha de Eros, sim, uma semideusa. Durante um encontro de 'negócios' em Moscow, em um famoso teatro, Teatro Bolshoi, a semideusa teve um encontro inesperado com o deus sol. Apolo era um grande apreciador das artes e também de belas mulheres, naquela bela noite um enlace inesperado entre os arqueiros gerou uma vida semidivina, Yanko Marloff.

Desde os primeiros dias de sua infância fora tratado como o herdeiro de todo o ''império'' que sua mãe criara. Uma mudança repentina para os EUA quando o semideus tinha apenas 2 anos de idade foi o início de sua vida como semideus, uma mansão perto de Long Island era a base da máfia e também o lar dele. Em sua infância já demonstrava sinais de sua dupla personalidade, hora sorridente outra silencioso e fatal para qualquer barata que cruzasse seu caminho, um bebê violentíssimo!

Como sua única convivência era com os membros da grande família que sua mãe estabeleceu em solo americano. Mimado e adorado por todos os membros. Mesmo que uma desconfiança devido ao bronzeado natural dos filhos de Apolo, mas nada desfazia o sentimento de proteger o garoto nem que custasse a vida dos mesmos. Ele cativava a afeição de todos naturalmente.

Quanto mais ele crescia, mais ataques de monstros Natasha extinguia, com seu arco de bronze celestial a líder conseguia dar tiros em ângulos inimagináveis, extremamente estonteante.  Sempre sob as asas de sua mãe, filha de Eros que o protegia com unhas e dentes, teve uma educação rígida onde fora obrigado a aprender inglês e japonês, devido as ligações necessárias com outras ''instituições'' com fins lucrativos. Negócios. Com a educação rígida e afastada do mundo normal dos mortais os anos iam se passando enquanto Yanko se tornava alguém com quem todos os membros podiam confiar, suas habilidades de luta e inteligência começaram a se mostrar extremamente necessárias para o andamento da ''família'', até mesmo colocou alguns membros da Yakuza no bolso, na ocasião em que ficou noivo ( Fato que aconteceu somente em seus 18 anos).

Uma criança curiosa e destemida, sempre se envolvendo em muitos problemas e machucados incessantes, suas dificuldades de leitura fizeram que toda sua aprendizagem fosse feita de forma oral, isso foi realmente uma pedra no sapato do garoto.

Yan e Yanko, uma breve introdução:

Um costume não muito ''family friend'' que Natasha mantinha em sua organização era a corrida da vida. Onde um membro que por algum motivo traiu ou cometeu algum erro grotesco, a ocasião trazia um de seus ''mentores'', Yanko estava parado ao lado de sua mãe que tinha um arco em mãos, todos sabiam que aquela corrida era um caminho mais agonizante para a morte, afinal ela não errava, não importando a situação.

—Você cometeu um crime inaceitável, Erik, homens jamais devem abusar de mulheres, não importa se foi provocado ou não!— a semideusa e matriarca bradou para o repugnante ato do homem, olhou para Yanko que se mantinha em silêncio, com o despontamento evidente no olhar, a ausência de fúria era um dos fatores que o jovem tinha como marca — Quer concluir o julgamento, Yanko?— o semideus recusou o a cabeça e sibilou em voz baixa — Yan.

A semideusa entendeu qual das duas personalidades estava em atuação no momento. Com a recusa do garoto um murmurinho se fez presente, será que o herdeiro tinha medo de ceifar uma vida que não vale nada? Será que ele seria um líder de verdade? Natasha ignorou todo o som que pairava no local e autorizou que soltassem o homem quando foi interrompida por Yanko, sim agora era o Yanko que queria brincar.

—Mãe, deixe-me resolver isso — disse pegando o arco enquanto o homem corria desesperadamente com a boca e mãos envolvidas por fita adesiva.

A prole de Apolo retesou o arco, ajustando seu ângulo de disparo e sorriu como se tivesse sentindo prazer naquele momento. Soltou a flecha e olhou para sua mãe — Julgamento encerrado — soava satisfeito enquanto a ponteira viajava pelos ares a caminho do homem, quando finalmente o acertou na base da cabeça em um tiro perfeito.

—Agora eu posso comer alguns nuggets?— com um sorriso meigo, Yan já se fez presente mais uma vez, sempre com alterações rápidas, e nesse momento uma Lira brilhou para Natasha acima da cabeça de seu filho, era o momento de ir para o Acampamento onde ela foi treinada em sua infância, o real sentido de sua vinda para os EUA tinha se revelado.

Desde os 12 anos manteve-se indo e voltando do AMS, muitas vezes viajando por diversos países com sua mãe, preparando-se para assumir em breve sua família. Nos dias atuais, com 18 anos Marloff se encontra noivo de Chieko Himuro, herdeira por escolha da Yakuza, nomeada pelo próprio mestre da organização.






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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sab Out 06, 2018 2:40 pm

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Yanko:

Ortografia –  3/5  Gostei da sua escrita, jovem. Ela é envolvente e simples, consegue ser fluída. Mas alguns pontos em lugares errados e faltas de vírgula deixaram se texto por oras muito confuso. Mas deixe eu perguntar: ''seu pai fez você como um pinto faz uma obra de arte'' > Era para ser um trocadilho? q

Criatividade – 4/5 Gosto da ideia de um personagem russo, é interessante ver que uma nacionalidade totalmente diferente veio parar do outro lado do mundo para se refugiar e treinar. Assim como gostei da ideia de explorar uma família já com ligações divinas anteriormente, creio que pode utilizar muito isso aí.

Coerência –2/5 Ok, você mencionou que Natasha era um membro de uma organização mafiosa. Mas eu quero detalhes, garoto. Legados tem uma ficha muito mais rigorosa a ser avaliada, sua história não teve um bom desenvolvimento. Senti que você só mencionou as coisas, sabe? Como foi essa infância? Como você descobriu que sua mãe era prole de Eros? Como você aprendeu a manusear um arco? Como lidou com o meio mafioso? Como lidou com esse distúrbio entre as personalidades? Você precisa desenvolver mais essa parte, deixa a história mais completa.

Ações realizadas – 3/5 Você é um legado! Você atrai o dobro de monstros para si! Claro, vi que sua mãe sempre o protegia, mas, qual sua relação em meio a isso? Nunca lutou contra um monstro? Acertou o homem para puni-lo sem nunca ter usado um arco? Desenvolva mais, participe mais, não seja apenas um mero expectador. Sua ficha tem grande potencial.

Por ora, reprovado. Mas refaça a ficha com esses toques e certamente você verá ela sendo aprovada.
Seja bem vindo ao Heroes of Olympus, semideus!


Hipnos Deuses Menores
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Sab Out 06, 2018 4:34 pm

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Yanko Marloff

PHOTOPLAYER:Nick Bateman
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PROGENITOR MORTAL: Natasha Marloff
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Pela dualidade que o narcisismo proporciona para a trama, o deus mostra-se ótimo tanto para um heróis quanto para um vilão, ainda melhor para um pouco dos dois.

Físico

Como sua mãe sempre disse, ''seu pai fez você como um pintor faz uma obra de arte'', os cabelos negros do rapaz sempre foram razão de desconfiança em meio aos seus conterrâneos, que em sua maioria eram loiros, tal como Natasha. Yanko possui cerca de 1.84 com um corpo bem desenvolvido, músculos aparentes e barba sempre rala. Olhos castanhos atraentes e pele morena, se tornando o que muitos queriam ser, mesmo que de forma involuntária. Possui uma beleza mais madura do que a maioria dos jovens, o motivo não é explicado, muitos dizem que é devido seu treinamento ministrado pela própria Natasha.

Mental

A palavra dualidade define o jovem semideus. Você deve se perguntar como assim não é mesmo? Em nosso mundo cotidiano existem dois Yanko. Yan, o galanteador e salvador das donzelas, que é capaz de entrar em frente à uma bala para salvar suas vidas. O outro, ah o outro... É uma mistura caótica de fofura e psicopatia, sem sentimentos, pensa somente em sua vitória e no caminho mais doloroso para seus inimigos. Você deve se perguntar, como esses dois pensamentos tão distintos coexistem um com o outro? A resposta é simples, os dois almejam o poder, colocar o nome no topo do Olimpo e serem conhecidos em todos os mundos, dimensões e afins.
As diferenças e alterações de uma personalidade para a outra são tão sutis que somente pessoas que o conhecem de verdade conseguem perceber o fato. Diariamente o semideus é focado e carinhoso com quem ama, sendo algo comum entre as duas personalidades, mas não se engane pois muitas vezes o veneno mais letal vem do lugar mais bonito.

Frio em batalha, ninfomaníaco no dia a dia, calculista, honesto até demais, não possui medo de ferir alguém, mas quando é necessário quem se mete na conversa é o Yanko pois o outro ficaria com certo remorso. Sadismo também faz parte do cardápio do semideus, muitas vezes controlando mulheres que estão a sua volta para que elas lhe entreguem o  que quer.

Arrojado quando necessário, abusado e sem limite na maior parte do tempo, usa de toda a influência que seu nome tem, sendo negativa ou não, sempre tentando facilitar seus caminhos antes de usar a força.




História

Natasha Marloff, ex-agente da inteligência russa, uma mulher dita por muitos como intocável, fundadora de uma organização mafiosa milionária.  Dotada de muitos talentos, como lutas, tiro, teatro e música é uma mulher extraordinária, e uma grande artista, além de ser uma exímia arqueira. Durante um encontro de 'negócios' em Moscow, em um famoso teatro, Teatro Bolshoi, ela teve um encontro inesperado com o deus sol. Apolo era um grande apreciador das artes e também de belas mulheres, naquela bela noite um enlace inesperado entre os arqueiros gerou uma vida semidivina, Yanko Marloff.

Desde os primeiros dias de sua infância fora tratado como o herdeiro de todo o ''império'' que sua mãe criara. Uma mudança repentina para os EUA quando o semideus tinha apenas 2 anos de idade foi o início de sua vida como semideus, uma mansão perto de Long Island era a base da máfia e também o lar dele. Em sua infância já demonstrava sinais de sua dupla personalidade, hora sorridente outra silencioso e fatal para qualquer barata que cruzasse seu caminho, um bebê violentíssimo!

Com 4 anos de idade  Natasha já conseguia perceber que o filho dela possuía duas personalidades, provavelmente devido a sua experiência como agente especial, ou apenas sexto sentido de mãe. O incrível era que somente ela conseguia perceber a sutil mudança, ou o garoto era um bom ator, ou as duas facetas que ele carregava colaboravam entre si. Aos 6 anos finalmente as duas personalidades estavam consolidadas e conscientes, Yan e Yanko colaboravam entre si, vantagem que ocasionou que ele nunca fosse descoberto por ninguém além de SUA MÃE. A vantagem é que ele sempre teve um amigo para conversar internamente, desde planejar roubar um doce até de matar uma formiga, tudo se passava dentro de seu pequeno palácio mental.

Inventava sempre uma maneira de conseguir doces, ou a serventia das pessoas, fosse chorando ou  fazendo manha, o que  fazia que todos os membros entrassem em sua área de influência, se tornando alguém indispensável na vida deles, todos na palma de sua mão. Tudo isso acontecia naturalmente, era como se uma de suas personalidades não fosse uma criança e sim alguém que já fora vivo e adulto anteriormente, era uma criança fora da curva.

Como sua única convivência era com os membros da grande família que sua mãe estabeleceu em solo americano. Mimado e adorado por todos os membros. Mesmo que uma desconfiança devido ao bronzeado natural dos filhos de Apolo, mas nada desfazia o sentimento de proteger o garoto nem que custasse a vida dos mesmos. Ele cativava a afeição de todos naturalmente. Ele nunca ligou para a máfia, para quem fora criado em meio àquilo tudo o mundo exterior que era na verdade ''anormal''.

Quanto mais ele crescia, mais vezes Natasha sumia durante o dia, e muitas vezes noites, retornando para casa muitas vezes com ferimentos ou extremamente cansada, por viver isolado ele desconfiava de algo, mas não queria arriscar sair das fronteiras de sua mansão (Apenas uma medida de segurança).  Sempre sob as asas de sua mãe que o protegia com unhas e dentes, teve uma educação rígida onde fora obrigado a aprender inglês e japonês devido as ligações necessárias com outras ''instituições'' com fins lucrativos. Durante toda sua infância teve uma grande atração pela arte que sua mãe praticava, começando a treinar e praticar com arco e flecha logo aos 6 anos de idade, impulsionado pela destreza natural que apresentava, aos 10 anos conseguia atirar como um verdadeiro prodígio.




Negócios. Com a educação rígida e afastada do mundo normal dos mortais os anos iam se passando enquanto Yanko se tornava alguém com quem todos os membros podiam confiar, suas habilidades de luta e inteligência começaram a se mostrar extremamente necessárias para o andamento da ''família'', até mesmo colocou alguns membros da Yakuza no bolso, na ocasião em que ficou noivo ( Fato que aconteceu somente em seus 18 anos).

Yan e Yanko, uma breve introdução:

Um costume não muito ''family friend'' que Natasha mantinha em sua organização era a corrida da vida. Onde um membro que por algum motivo traiu ou cometeu algum erro grotesco, a ocasião trazia um de seus ''mentores'', Yanko estava parado ao lado de sua mãe que tinha um arco em mãos, todos sabiam que aquela corrida era um caminho mais agonizante para a morte, afinal ela não errava, não importando a situação.

—Você cometeu um crime inaceitável, Erik, homens jamais devem abusar de mulheres, não importa se foi provocado ou não!— Natasha bradou para o repugnante ato do homem, olhou para Yanko que se mantinha em silêncio, com o despontamento evidente no olhar, a ausência de fúria era um dos fatores que o jovem tinha como marca — Quer concluir o julgamento, Yanko?— o semideus recusou o a cabeça e sibilou em voz baixa — Yan.

A matriarca entendeu qual das duas personalidades estava em atuação no momento. Com a recusa do garoto um murmurinho se fez presente, será que o herdeiro tinha medo de ceifar uma vida que não vale nada? Será que ele seria um líder de verdade? Natasha ignorou todo o som que pairava no local e autorizou que soltassem o homem quando foi interrompida por Yanko, sim agora era o Yanko que queria brincar.

—Mãe, deixe-me resolver isso — disse pegando o arco enquanto o homem corria desesperadamente com a boca e mãos envolvidas por fita adesiva.

A prole de Apolo retesou o arco, ajustando seu ângulo de disparo e sorriu como se tivesse sentindo prazer naquele momento. Soltou a flecha e olhou para sua mãe — Julgamento encerrado — soava satisfeito enquanto a ponteira viajava pelos ares a caminho do homem, quando finalmente o acertou na base da cabeça em um tiro perfeito.

—Agora eu posso comer alguns nuggets?— com um sorriso meigo, Yan já se fez presente mais uma vez, sempre com alterações rápidas, e nesse momento uma Lira brilhou para Natasha acima da cabeça de seu filho, era o momento de ir para o Acampamento o qual ela fora instruída por Quíron, a levar Yanko quando o fato fosse consolidado.

Desde os 12 anos manteve-se indo e voltando do AMS, muitas vezes viajando por diversos países com sua mãe, preparando-se para assumir em breve sua família. Teve uma adaptação demorada, pois não compreendia que as pessoas lá dentro não eram suas subordinadas, nada que fosse preocupante para o garoto, afinal ele nunca deu muita bola para a vida dos outros, não queria ser um herói, apenas ser o melhor.

Nos dias atuais, com 18 anos Marloff se encontra noivo de Chieko Himuro, herdeira por escolha da Yakuza, nomeada pelo próprio mestre da organização. Dono de uma voz avelulada e um sorriso penetrante, o semideus sempre conseguiu mover as pessoas em direção a sua vontade, se não fosse por carisma ele não tinha medo de usar a força de sua família, ou cabeças rolam ou não rolam, sempre trabalhou com esses dois caminhos.





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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Out 07, 2018 12:32 am

Yanko

Eu tenho apenas uma pergunta para você: Você deu uma lida sobre Apolo?

Um personagem russo é algo que não vemos todos os dias e isso é notável, mas me fez pensar em algo: Se ele está na Rússia, não teria de ser prole de Febo? No entanto ignorei isso, os deuses podem assumir a personalidade que bem quiserem.

Apolo é o deus da música, poesia, medicina, arquearia... Gostei bastante da ideia da mafia e de como criou o ambiente perfeito para o nascimento de um psicopata, mas isso em nada condiz com Apolo. Eu estudei sua ficha e se você não mencionasse Apolo, eu diria que a ficha havia sido feita para Ares/Marte ou Thanatos. Acredito que o fator que me fez tomar minha decisão tenha sido essa, falta coerência quanto a escolha divina. Se deseja criar um personagem badass com essa base de história, sugiro que encontre um progenitor de acordo com tal.

Reprovado como filho de Apolo!


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Belona Deuses
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Out 07, 2018 2:14 am

Yanko



Hey, Yanko. Primeiramente, seja bem vindo ao Heroes of Olympus.

Vamos a tua avaliação.

Cara, sinceramente, eu fiquei com medo quando li o psicológico de teu personagem. Trabalhar com duas personalidades em um único semideus é bem complexo. Ainda mais quando são egos totalmente diferentes. Há uma certa incoerência em sua escrita nessa parte. Nada que de fato atrapalhou o entendimento, mas que me deixou ainda mais receoso em ver como irá aplicar essa ‘dupla personalidade’ em seu personagem. Você disse ‘’ [...] como esses dois pensamentos tão distintos coexistem um com o outro? [...] ‘’ Aqui, claramente dá a se entender, que essas duas personalidades são TOTALMENTES distintas. Além do mais, as descrições que citou, reforça este fato ( O Yanko, é o ‘’amor, galanteador’’, enquanto o Yan é o ‘’Psicopata’’. ) Um pouco mais abaixo, descreveu que apenas pessoas que conhecem Yanko consegue perceber sua mudança repentina de ego. Dá-se a entender, que é muito difícil para que outros possam reconhecer essas duas faces de sua personagem. Apenas um pouco de incoerência? Talvez. Mas é algo que quero ver como irá trabalhar encima, e como disse, é algo que também estou receoso.

Vamos a sua história companheiro.

A começar pela sua escrita. Deverás, escreves bem. Mas encontrei diversos erros gritantes, que podem facilmente ser corrigidos. Houve muitas repetições de palavras, que tornaram o texto muito enjoativo. Algumas palavras foram escritas de maneira errada, ou até mesmo houve um má uso de vírgula em certos pontos. Pode não parecer, mas a acentuação correta nas palavras fazem com que ocorra uma leitura fluída, com aquele gostinho de ‘quero mais’. Sugiro revisar algumas vezes no world o texto, para que não haja descontos em suas missões.

Acho que faltou algo em sua história. Os acontecimentos ocorreram de forma rápida, alguns até sem explicação alguma. Simplesmente aconteceu, e pah-puft. Isso torna a leitura enjoativa, sem aquela essência do ‘quero mais’. Mas algo notório, foi que conseguirás trabalhar com o ego duplo. Não de fato aquilo que esperava, mas você destacou bem esse ponto, diferente da parte ‘mental’ da ficha. Novamente, em sua história houve vários pontos de interrogação que poderia ajudar na leitura, diversas incoerência. E não foi somente um trecho. Houve vários.
‘’ Como sua única convivência era com os membros da grande família que sua mãe estabeleceu em solo americano. [...] ‘’ ???

Houve muitos outros momentos como esse que não fizeram sentido, ou houve uma aplicação errada de palavras, ou orações.

Novamente volto a repetir: Tente expandir seu vocabulário. Esse foi um dos erros que mais me incomodaram – Apesar de não ser ficha dos três grandes, foi perceptível – a repetição torna o texto muito enjoativo, chato de se ler. E gradualmente, perde-se recompensas, ou o personagem paga até mesmo com a própria vida.
A respeito do seu personagem ser prodígio, é uma coisa um tanto quanto fora da lógica. Devido as habilidade e maestria que o fórum está adotando, quando se diz prodígio... é particularmente algo que SOMENTE os filhos de ATHENA podem afirmar. Por mais que os filhos de Apolo possam possuir maestria e tal tal tal. Você praticamente afirmou que ele era um prodígio. Não que seu personagem não possa já saber como manusear, ou ter habilidade em arco.

A incoerência divina foi realmente notada neste texto. Não condiz exatamente com a personalidade do Deus, mas, essa é sua trama! Então, temos de por enquanto relevar este fato. Gostei como enquadrou o nascimento de um psicopata, tanto o ambiente como a máfia criada.

Enfim, se corrigir os erros já citados, poderá seguir como um personagem importante. Caso contrário, posso afirmar que terá complicações, ainda mais em missões que exigem muito da escrita. Estarei aprovando por apolo ser um deus menos criterioso quanto a escrita, coerência e gramática.

Aprovado.


Zeus Deuses
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Re: Reclamação para semideuses publicado em em Dom Out 07, 2018 3:56 pm

Heroes of Olympus RPG

Progenitor Divino: Ares.

Indicação.

Ira Hennig Loftus-Cheek.

PHOTOPLAYER: Chris John Millington
IDADE: 28 Anos
NACIONALIDADE: Norte-Irlandês
PROGENITOR MORTAL: Noelle Loftus-Cheek
POR QUE A ESCOLHA DESTE DEUS?: Simplesmente porque Ares e o deus da guerra, sede de sangue e matança, o que combina perfeitamente com a essência violenta e anseio por conflitos do meu personagem.


Físico

Loftus-Cheek e um homem de porte, alto e com um físico atletico, cuja face se mostra séria com os seus olhos azulados e a sua característica barba negra, mas o que chama a atenção mesmo e o seu corpo, que em algumas partes se mostra adornado por belas  tatuagens. Lembrando em muito um motoqueiro.

Mental

Ira apesar de filho de Ares e possuir em suas veias os mesmos aseios por conflitos que o seu pai, também se comporta como um indivíduo que na maioria das vezes se mostra ser estóico e com uma personalidade que é composta por uma abordagem lógica e pragmática. Muitas vezes considerado antisocial e indiferente, quando na verdade só usa esse comportamento para observar melhor as pessoas que o cerca. Possuí também uma frieza acima do comum, devido os traumas do seu passado, quando o assunto e concluir algum objetivo pessoal. Não se importando em sujar as suas mãos com sangue, caso seja necessário. Por vezes também pode ser considerado autoritário e controlador, vendo muitas das coisas com importância em sua vida como uma propriedade a se defendida de invasores. Todavia, apesar dessa personalidade difícil, ele pode encarnar papéis mais leves no seu comportamento, mas não passa de pura e cínica interpretação.

História

O jovem rapaz se locomovia velozmente como se a sua vida dependesse daquela ação, o que não deixava de ser uma verdade. Uma vez que naquele momento não conseguia se lembrar de como tinha se metido em tamanha confusão, entretanto, possuía a certeza de que não deveria ser alcançado por seus perseguidores. O sol brilhava imponente sob o céu, fazendo com que gotículas de suor surgissem sob a sua testa e costas. Ele se encontrava numa página em branco, sob o desconhecido, sendo guiado apenas pelo estranho corvo que começara a segui-lo há alguns dias. Os seus pés se moviam sobre o chão lamacento, afastando-o cada vez mais da morte iminente.

— Semi-deus! Você e minha presa! Vou abate-lo como um animalzinho! — Rugia de forma ignorante, a criatura de chifres que o seguia, trazendo consigo uma clava de pedra. — Abater semi-deuses! E o meu dever! — Insistia entre baforadas de ar seco.

O monstro havia o encontrado naquela manhã, enquanto o jovem dormia sob o casebre abandonado na floresta. Ele tinha cerca de dois metros de altura, com uma aparência bizarra e mista de homem e touro, se o jovem não tivesse tão assustado com a situação, diria que era um minotauro. Naquele instante, a criatura balançava a clava de pedra, cuja parecia pesar uma tonelada como se fosse um simples graveto, continuando a perseguir o jovem Loftus-Cheek incansavelmente. O corvo, por outro lado, parecia tentar distraí-lo, mas sem nenhum sucesso, arranhando-o com suas patas e bicando-o. Todavia se forma inútil, pois, nada disso parecia ter efeito.

O jovem e o pássaro continuavam a se mover lado a lado, rumo a uma pequena colina adornada com um enorme pinheiro. Ira previa que o seu fim estava próximo, não demoraria muito mais para que a besta o alcançasse e, consequentemente, o matasse. Apenas chegue até a colina, Ira! Rugia uma voz baixa sob a sua mente. Fazendo o rapaz que tentava ignora-la nos últimos dias, decidir escuta-la e seguir suas instruções. Como se uma incrível força de vontade e invisível que não era de sua propriedade, o empurrasse para a colina. Desmontando para ele que se passasse pelos limites do relevo à frente, tudo ficaria bem.

— Minotauro! — Um rugido autoritário ao longe se fez presente. — Arqueiros, preparar! Disparar flechas! — Acrescentou em seguida, fazendo ondas de flechas de surgirem e sobrevoarem na direção do monstro. Um adolescente vestindo uma armadura no melhor estilo grego surgiu momentos depois, sobre a colina com um arco e uma aljava de couro em mãos. O menino acenou para Ira, desesperado e o chamando. — Rápido, semi-deus! Venha falta pouco! Venha para o Acampamento Meio-Sangue!

“Ira Loftus-Cheek. 10/09/1990.
Mãe e pai desconhecidos. Norte-Irlandês.”

As palavras sob a sua ficha de adoção, sempre seguiam o Loftus-Cheek, não importa para onde fosse. A rapaz nasceu em algum lugar na Irlanda do Norte, durante uma fria noite de inverno. Não se sabe ao certo quem são os seus pais biológicos, ou como acabara indo parar nos Estados Unidos, apenas suas informações básicas, tais como o segundo nome e data de nascimento. Foram deixadas na porta de um orfanato no centro de New York com apenas um mês de vida, e tem vivido em lares adotivos desde então. Sua primeira família, os Clarke, apenas conseguiram mantê-lo por dois anos. Eles moravam no Alabama, em um subúrbio, porém, Ira não possui muitas memórias desse período, por sua pouca idade na época. A única coisa de que tem certeza é que eles foram os primeiros a abandoná-lo.

Cerca de um ano após ser devolvido ao orfanato, foi adotado por uma família que morava em Washington DC, os Mills. Atualmente, quando pensa sobre o seu passado, o rapaz percebe que a sua segunda casa fora a mais estável que já teve um dia. O pai, David, era um médico renomado e casado com Ellaine, uma jornalista que não conseguia ter filhos. O casal conseguiu ficar com Ira por longos quatro anos, até que uma notícia abalou o seu mundo: Ellaine ficou grávida. Empolgados com o novo bebê, e com medo de dar pouca atenção a ele, graças ao filho adotivo, devolveram-no para o orfanato mais próximo sem olhar para trás.

Com seis anos, fora adotado novamente por um pai solteiro, Dustin Caswell, um policial. Viveu com ele até seus treze anos, tendo que lidar com inúmeros problemas e abusos. Dustin, nos primeiros meses, se mostrou ser um pai incrivelmente carinhoso quando sóbrio, e um tremendo monstro sob o efeito dos narcóticos. Abusava do filho sempre que tinha drogas em ser organismo, e depois o ameaçava de morte, dizendo que o mataria se contasse a alguém. Com treze anos, Ira finalmente fugiu de casa e achou abrigo num orfanato de Chicago, onde moravam.

No mesmo ano, foi adotado pela família Loftus-Cheek, que o levou para Nova York. A família era desestruturada, imperfeita e pobre, entretanto, foi responsável pelo melhor período de sua vida. Passou a morar num ‘trailer’, dividindo espaço com a mãe solteira, Noelle, e outros quatro irmãos adotivos. Noelle não tinha dinheiro o suficiente para sustentar os cinco filhos, portanto, Ira passou a usar o seu dote natural, causar problemas, e roubar para oferecer ajuda financeira. Devido às mudanças constantes e o deficit de atenção, o rapaz nunca teve a educação necessária e, aos dezesseis anos, largou o colégio para aceitar um trabalho de período integral.

A felicidade momentânea do jovem meio-sangue, no entanto, logo foi destruída. Uma noite, quando voltava do trabalho, encontrou o ‘trailer’ vazio e cheio de sangue. No meio de toda aquela horrível situação havia um bilhete rabiscado com uma caligrafia apressada que dizia o seguinte: “A morte vem cedo para aqueles que escolhem a companhia das proles do Olimpo”. Assustado e com o coração partido em milhares de pedaços, além de tomado por uma fúria sem limites, Ira fugiu do local. Contando apenas com uma pequena mochila, fez o que havia prometido nunca mais fazer: roubou. Furtos aqui, ali e acolá mantiveram-no viva por tempo suficiente até que o pássaro o encontrasse. O corvo era um arauto da morte, não há outra maneira de descrevê-lo, mas naquela situação se tornou um protetor da vida, no caso a vida de Ira. Guiou o jovem até um refúgio nas ruas, e, depois, até o Acampamento Meio-Sangue. Era como se ambos tivessem uma conexão irrefutável.

Ao lado do animal, e os incríveis itens que haviam aparecido do nada na noite em que a luz acendeu sob a sua cabeça, o filho de Ares partiu na direção de Long Island. Mesmo com todos os motivos para ter sua alma corrompida, e o bom-humor destruído, permaneceu firme e forte, cheio de otimismo. O amanhã era incerto, e a incerteza é mil vezes melhor do que ficar presa ao passado.

No Acampamento ele cresceu e se desenvolveu como o semi-deus que nasceu destinado a ser, hoje em dia, tornou-se um adulto determinado que vive a sua vida para ajudar os seus semelhantes e combater as forças que os ameaçam. Um profissional famoso na área do MMA.


Ira Loftus-Cheek Filhos de Ares
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