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Coroa De Lótus - Missão OP - Félix La Blanch

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Coroa De Lótus - Missão OP - Félix La Blanch publicado em em Qui Abr 02, 2015 5:58 pm


Coroa de Lótus

Para a prole de Thanatos

Félix caminha pela floresta do acampamento, estava tudo calmo e normal, porém uma coisa começou a desconfortar a prole de Thanatos, ele começou a ouvir uma voz feminina em sua mente, ele tentou ignorar a voz, porém ela começou a entrar em desespero, falava sobre uma coroa de lótus roubada, e pedia para ele a recuperar. Félix continuo a tentar ignorar, porém a voz falou uma coisa que o chamou atenção, falou de uma recompensa, uma capa, digna de uma prole de Thanatos. Félix decidiu ajudar a voz, e aparentemente ela entendeu isso, explicou que a cora foi roubada por um espirito negro, que morava em uma caverna subterrânea, e também explicou que ao achar deveria levar a coroa de lótus ao lago do acampamento, onde ela o aguardaria.



OBSERVAÇÕES

-Você tem até dia 10/04 para postar.

-Narre sua caminhada na floresta e como foi a sensação daquela voz em sua cabeça.

-Bem, devera lutar contra o espirito, se quiser pode lutar contra outras criaturas, isso poderá dar mais experiência.

-Como one post o final fica a sua escolha, pode descrever a capa, mas nada de dar uma habilidade para ela.

-Armas e poderes no final do post.











Leveck @ CG
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Re: Coroa De Lótus - Missão OP - Félix La Blanch publicado em em Qui Abr 09, 2015 1:13 pm



Missão
 
Félix estava caminhando entediado pela floresta, o dia estava lindo, o céu limpo, meros detalhes que eram ignorados pela prole de Thanatos, que se encontrava agora, afiando a lâmina de sua foice, pensando no quanto o acampamento estava chato, algumas pessoas conspirando contra ele, nada demais, o de sempre, afinal.
Entretanto, um agudo som machucou o ouvido do garoto, e de repente, o som foi se transformando em palavras, uma voz feminina que dizia coisas confusas e embaraçadas, a única coisa que o garoto entendeu, era que ele tinha que recuperar uma coroa de lótus. Félix não deu a mínima, ficou com raiva, deveria ser apenas imaginação,  e voltou a amolar a sua foice, no entanto, a voz ofereceu uma capa digna de um filho de Thanatos, o que fez o garoto considerar, a indiferença acabou, e ele começou a prestar atenção, mas era só isso, recuperar uma coroa de lótus inútil, e receber uma capa toda poderosa, o garoto resolveu ajudar.
Mas Félix não tinha nem ideia de onde começar a procurar, o acampamento era gigantesco, e a voz estranha nem havia dito se estava no acampamento. Depois de muito pensar, Félix chegou a conclusão que a coroa estava no acampamento, senão a voz não pediria a ele, há outros semideuses que não vivem no local, filhos de thanatos, até mais apropriados para o serviço, então, logicamente aquilo estaria no acampamento, mas aonde? Esse era o problema
O garoto decidiu vagar pela floresta para ver se descobria algo, não é todo dia que você anda em uma floresta e se depara com uma coroa de lótus, mas também não se é todo dia que se anda pela flores e escuta uma voz do além, então o garoto resolveu tentar.
Depois de muito andar, estava quase escurecendo, o menino estava quase resolvendo tomar aquilo como loucura e voltar para casa, estava cansado, com fome e sede, e é claro, sem esperança. Quando o garoto virou o corpo para a direção do acampamento, uma harpia de penas negras saiu do mato e o atacou, voando com as garras indo em direção aos olhos do garoto. Félix se abaixou, deixando a harpia passar por cima dele, e depois saltou, girando com a afiada foice em punhos, aparando a harpia no meio.
Aquilo poderia ser uma dica, era complicado saber, mas o rapaz decidiu seguir em frente, seja o que for que aparecesse, uma capa poderia ser bem útil, e desvendar um mistério quebraria o tédio.  
O garoto caminhava em passos largos e silenciosos, como já havia escurecido,  ele sabia que precisava ser silencioso, seus instintos naturais avisavam que havia perigo por perto, o chacoalhar silencioso de membros, o arrastar de caldas, o sibilar de répteis. O coração de Félix disparava, tinha algum monstro por perto, outra luta chata, mas lutas poderiam serviam como pistas, ele achava, a última o incentivou a seguir em frente, a próxima poderia dizer algo parecido, ou não.  
De repente um grande grunhido surge atrás de Félix, a reptiliana de boca aberta para morde-lo, foi rápido, ela segurou os braços do garoto, e foi morde-lo no pescoço, porém o rapaz segurou o pescoço da Dracaenae com as duas mãos, e o empurrou para baixo, em seguida deu um salto para trás, e em um movimento rápido, fez um corte com a foice do ombro até a cintura da reptiliana, fazendo-a explodir em pó, mas o pó, antes de cair no chão, subiu para o céu, e se transformou em uma seta apontando para o solo, e depois caiu fazendo um montinho de pó no chão.
-Seja quem for que esteja controlando esses monstros, quer que eu chegue até ele, e a dica era clara, estava embaixo da terra - Cochichou Félix.
Porém o garoto percebeu outra coisa também, sobre o monte de areia, havia uma pequena pá, com um cabo de mais ou menos meio metro, e ficou óbvio que era para ele escavar.
A prole da morte pegou a pá com raiva de fazer um serviço tão braçal e sujo, mas decidiu seriamente escavar, e como era persistente, ele estava decidido.
Félix escavou, escavou tanto que quando percebeu, estava cheio de terra e de terra e de suor, ele estava tão determinado, que já havia escavado uns oito metros para baixo, e no momento, a escavação estava como um funil, no começo estava larga, e ao decorrer da escavação, quanto mais baixo, o buraco foi ficando mais estreito, até que em uma parte estava tão estreito que apenas cabia o corpo de Félix.  
De repente, um grande bloco retangular de terra caiu, ele tinha mais ou menos uns 2 metros e meio de espessura, e iria matar o garoto, se não fosse o formato do buraco, nas parte em que o garoto estava, era uma cratera circular, pouco menor do que um metro de espessura, o que significava que ele estava salvo, por pura sorte.
Logo a felicidade de ter sobrevivido acabou, pois o garoto tomou conhecimento que ele estava preso lá em baixo, e se tentasse cavar para cima, o bloco iria despencar e ele morrer, porém o garoto sabia que não tinha muito tempo, pois o oxigênio o local acabaria em alguns minutos.
Lá em baixo estava escuro, era apavorante, como uma cena de filme de terror, a única coisa que Félix escutava era a palpitação do próprio coração, enquanto o garoto tentava ficar calmo.
Ele decidiu cavar para baixo, foi devagar para não cansar muito, já que o oxigênio já estava rarefeito, e morrer não era uma escolha.
Ele já havia cavado mais dois metros, estava exausto, e tossindo como uma menina com asma, vez ou outra batia no pé sem querer, mau conseguindo encontrar o chão, pois estava tudo escuro lá dentro.
O garoto estava quase desistindo de sua própria vida, não havia como sobreviver a aquilo, o Félix ajoelhou-se, e colocou as mãos no chão. E quando as encostou, percebeu que tinha algum fluido lá, e não era a sua própria urina, era muito fluido, então o garota bebeu um pouco, e percebeu que era água, água salgada, como a da praia. Nesse momento, ele percebeu no que se metera, aquilo era uma armadilha. Aquele buraco era abaixo do nível do mar, e naquele ponto do acampamento, a água se infiltrava por baixo da terra, ele tinha terra sobre a cabeça, e uma camada de água que já chegava a sua cintura, ele iria morrer era certo.  
Félix estava totalmente sem oxigênio, iria morrer em cinco talvez seis minutos, se a água não acelerar o processo. Ele se lembrou de seu pai, de sua vida toda, de quando era um pequeno menino, até o momento, e decidiu que a sua hora havia chegado ao fim, a de todo mundo chega, e essa era a hora dele partir para o Hades. Mas ele não queria morrer sofrendo, então acelerou o processo, sacou sua foice que estava em suas costas, e com o movimento mais forte que podia, ele golpeou o bloco de terra. Só que havia um porém, a foice o atravessou, não da maneira comum, como as leis da física mostram, ele cortou o bloco como se fosse água. Ele subiu um pouco para cima do buraco e tocou o bloco de terra, e percebeu que o bloco não estava lá, era apenas uma ilusão criada para mata-lo.
Félix percebeu então que ainda havia chance de viver, ele esticou a foice, e pegou impulso subindo quase um metro para a cima, e assim o garoto foi, até chegar no topo, mas estava fechado por alguma coisa. Félix a empurrou, e ela foi para o lado, e finalmente, ele conseguiu chegar a superfície.
O garoto respirou fundo.
-Finalmente ar puro - Cochichou o rapaz, ofegante. -Eu não vou continuar com isso, pelo menos não por enquanto, eu terei sorte se eu conseguir voltar para o acampamento inteiro, mas assim que me recuperar, voltarei , e continuarei a resolver esse mistério.
O garoto se levantou, seus nervos todos caíam, ele estava todo molhado, de água e de suor. Félix olhou para baixo, e percebeu que o que tampava a saída, para não entrar oxigênio e nem luz do sol, era na verdade aquelas tampas de esgoto, essa era circular, de ferro fundido, e de repente, Blanch percebeu que tinha uma escritas em letras miúdas lá, semicerrando os olhos, o garoto conseguiu ler. Dizia o seguinte: Rua das catatumbas N°70 Manhattan.
-Isso é um endereço, deve ser outro truque para me matar... - Pensou Félix -Não, o último não tinha como intenção me matar, e sim me testar, se fosse para me matar, lá teria um bloco de verdade impedido a saída, não uma ilusão, na verdade eu acho que a missão de verdade começa agora. - Terminou Félix, saindo correndo para o acampamento, onde iria tomar banho, se alimentar e comer um pouco, para sua próxima aventura, indo em direção a Manhattan.  

Parte II

As estrelas  brilhavam sobre os cabelos sedosos de Félix, uma brisa passou, fazendo os se chacoalharem radicalmente, aquilo dizia ao garoto que estava na hora de partir.  
Já fazia quase 36 horas que uma voz falara com o garoto, já era noite do dia anterior, quando no acampamento, todos estavam dormindo, ele sairia de fininho, para ir até Manhattan fazer o que uma voz maluca falou em sua cabeça, para uma pessoa que não sabe muito da história do garoto, o ato poderia parecer idiotice, mas para uma pessoa que o conhece bem, sabe que para um filho de um deus grego da morte, obedecer vozes não chega a ser, nem de perto, uma maluquice se comparado as outras.
O garoto se armou com a sua foice (death) presa as costas, colocou o anel Sullem, e por fim colocando a espada de eras na bainha.
Félix se escondeu atrás de um arbusto, e ficou esperando todos saírem, e assim que o toque de recolher soou, e todos foram para os chalés, o garoto saiu sorrateiramente de lá, desceu a colina, e saiu do acampamento, sem sentir sentimento algum, ele analisou a situação, e decidiu que o melhor a fazer seria chegar até o asfalto para pedir carona.  
Depois de mais ou menos trinta minutos andando, eram mais ou menos onze horas da noite, não haviam tantos carros na rua, uns poucos apenas. Sem ter que ficar muito tempo esperando, uma Ferrari vermelha, que parecia a principio muito cara, parou para o garoto entrar, quando a porta se abriu, um homem de talvez 40 anos estava dentro dele, no banco de motorista, segurando uma 9 mm, logo, dava-se para ouvir a sirene da viatura policial, e quando o homem abriu a maldita boca para falar algo, Félix segurou o braço do ladrão, puxando o e o quebrando com uma velocidade surpreendente, logo, o meliante abriu a mão deixando o revólver cair no asfalto, e Félix o imobilizou, e logo ao jogou no chão, não se sentindo muito culpado pelo ato, afinal, ele havia roubado de um ladrão e contribuído para a policia.  
O garoto entrou dentro do carro, e o acelerou, despistando rapidamente a polícia, com quase o dobro da velocidade permitida, ele chegaria ao seu destino antes mesmo de duas horas de viagem.
Poucas horas após ter entrado na cidade, a gasolina acabou, o antigo "dono" deveria ter passado por uma grande perseguição. Félix foi chegar se ela tinha realmente acabado, e quando foi abrir o tanque, lembrou-se que carros esportivos não tinham o tanque no mesmo lugar, e ele tinha acabado de abrir o porta-malas, e para a surpresa do garoto, havia lá sacos cheios de dinheiro, agora então ele havia percebido, que aquele era um carro de fuga de um assalto a um grande banco, e lá também havia o corpo de uma pessoa morta, de muitas armas de guerra e munição, no acampamento não há televisão nem acesso a internet ou rádio, então ele não estava ciente, mas nesse momento, ele deveria estar sendo perseguido também pela Interpol e por toda a Policia dos Estados Unidos.  Assim que percebeu no que tinha se metido, Félix deu risada da situação, mas também ficou um pouco nervoso, "Será que outro semideus já fora preso por assaltar um banco".
O garoto precisava ser sorrateiro, chegar ao local sem que ninguém percebesse, sem cruzar com uma delegacia nem nada, mas pra chegar até lá, o meio de transporte mais viável era o metrô, então, era para lá que Félix decidiu ir para a estação de metrô.
O metrô esta lotado, pois era horário de pico, em que a maioria das pessoas saia do trabalho, suadas, estressadas, e totalmente desprovidas de bom senso, apenas pensando no momento em que chegariam em casa, e teriam seu merecido descanso, o típico de metrôs de cidades grandes. Havia só um detalhe que deixava Félix abismado, um homem encapuzado, com um macacão do estilo aviador, com um cachecol, ou seja um traje de quem não quer ser reconhecido, mas acaba chamando muito mais atenção, o que levou o garoto a crer, que a pessoa atrás dele, não era nenhum gênio.
O homem deveria ter um metro e meio, talvez dois metrôs, era muito alto, e parecia bastante forte, e lento também. Félix desceu do metrô um pouco antes de chegar ao seu destino, talvez quatro quarteirões, e quando estava para descer, olhou de canto cara trás, e como esperado, o encapuzado se levantara também. Assim que desceu o metrô, o seu perseguidor o alcançou com um salto, o garoto correu até  as escadas, subindo três degraus a cada passo, correndo o máximo que pode,  porém o grandalhão de o perseguia tinha decidido pegar o elevador, assim, chegara um pouco antes a superfície.  
O homem era mais rápido do que Félix imaginara, chegou até ele em poucos segundos, logo, a prole de Thanatos sacou a espada e atacou o perseguidor, tentando desferir um golpe no peito, porém, o oponente girou, sacando uma espada com uma lâmina gigantesca, de talvez 1,50 metros, e a girando como se a grande arma fosse de brinquedo. Nesse momento Félix percebeu que o homem não era só rápido e forte, era também muito ágil. O golpe do garoto fora interceptado, e a colisão das duas armas foi tão forte, que a mão de Blanch quase não pode segurar e espada, seu braço ardia como se todos os nervos estivessem se arrebentando.
Pouco tempo depois Félix havia com muito custo, levantado a espada em posição de guarda novamente,  mas já era tarde, a espada já vinha ao seu encontro novamente, e dessa vez a arma caiu da mão do Filho da morte, e foi jogado um metro e meio para o lado, e a lâmina passou fazendo um profundo corte na bochecha do semideus. Ele  estava soado, seus olhos vidrados, o braço direito parecia quebrado, dado ao esforço dele nos últimos dois dias. Antes mesmo do semideus olhar para trás para ver para onde fora a sua arma, ele sentiu o impacto da arma de seu perseguidor em seu rosto, foi tão rápido e tão violento, que a visão de Félix ficou embaçada, e depois foi se escurecendo, o garoto caiu de joelhos. Ele não teve nem o privilégio de desmaiar em paz, recebendo um enorme chute no lado direito do rosto, tão forte que fez seu pescoço girar para trás com violência, fazendo o pescoço de Félix girar em um ângulo de 85°, o garoto sentiu langue escorrendo de sua boca e rosto, e logo depois desmaiou.
Logo que a visão do garoto clareou, ele percebeu que em sua frente, estava o seu perseguidor. Os olhos  de Félix não podiam se abrir totalmente, mas quando recuperou parcialmente a visão, ele pode perceber que estava acorrentado pelos braços no teto, e duas correntes prendiam suas pernas ao chão.
-Nossa, cara, onde você consegue esses sapatos de cinquenta centímetros - Falou provocando seu perseguidor.
-Espero que não no mesmo lugar que você consegue tanta arrogância.
-Calma, calma, você está muito nervosinho, eu simpatizei com você, qual é o seu nome mesmo? é que normalmente me contam o nome antes de me espancar, mas você deve ser meio tímido, certo?  
O brutamontes grunhiu de raiva.  
-Meu nome é Lie, foi esse nome que meu mestre me deu - Falou Lie em tom sério.
-Sério? seu nome é Lie mesmo? você está mentindo não é? - Riu ironicamente de sua piada infame.
Mas pareceu que Lie não entendeu a piada, pois encarou o garoto de forma confusa.
-Esquece. Bem, porque você não me solta aqui e temos uma revanche, claro, da última vez eu me deixei ser capturado para você me trazer até seu esconderijo, eu sei que aquele endereço era falso, mas agora eu cheguei aqui, e podemos lutar se quiser.  
Lie riu.
- Meu mestre disse que você deveria estar vivo, mas não falou em quais condições de saúde, acho que uns fios de costela a menos não vão fazer diferença - Disse o brutamontes cortando as correntes que seguravam Félix como se elas fossem feitas de manteiga. E se afastando.
Nesse momento, Lie tirou o capuz, o cachecol, e todo o pano que cobria seu sua roupa.
Félix encarou ele por um momento, e percebeu que ele não era uma pessoa comum, era um monstro, e não apenas no sentido figurado.  
-Então quer dizer que você é um ciclope? Meio baixinho comparado aos outros que conheci, mas tão forte quanto.
-Eu nasci menor do que meus irmãos, por isso meu pai tentou me matar.  
-Só porque você é baixinho, que dó.
-Eu era de uma família pobre, e se você não servisse para caçar, era morto, e como eu nasci bem menor que meus irmãos, eu seria apenas um cargo, e não poderia ajudar a alimentar a família, por isso, meu pai tentou me matar como se eu fosse uma aberração, mais a minha mãe teve dó, e me escondeu, até que o meu mestre me encontrou e me protegeu. Eu posso ser menor, mais sou mais forte e habilidoso do que os outros ciclopes.
Félix não apenas entendeu, como se identificou com a história do monstro, mais sem mais delongas, o garoto sacou a foice.
Lie estava tendo flashbacks, e não pode prestar atenção nos movimentos de Félix, e o garoto aproveitou essa vantagem, desferindo um golpe no olho do ciclope, cegando-o, e logo após o atacando nas pernas, o fazendo cair de costas no chão, com um estrondo gigantesco.
A prole da morte subiu sobre ele, ergueu a foice o máximo que podia, e decapitou o ciclope, fazendo-o se transformar em apenas mais uma pilha de pó.

Parte III

Assim que o ciclope morrera, uma voz malévola e assustadora chegou as ouvidos de Félix.
-Quem diria que você chegaria tão longe, pequeno semideus.
Um vento forte joga Félix para a parece, e o nariz do garoto começa a jorrar sangue, e a cabeça do garoto parece explodir de dor, constante e latejante. De repente, tudo para, o vento cria forma,  um garoto de mais ou menos a idade de Félix, vestindo uma toga romana, parece muito com um fantasma.
-Um grego, eu odeio gregos, quero matar todos.  
Félix sentiu uma onda de frustração.
-Obrigado, senhor, e porque motivo mesmo? - Falou Félix com raiva
-Os gregos são aberrações, a parte desgraçada do mundo, eu fui morto por gregos, e agora revivido, só por um motivo, destruir os gregos. - Falou formalmente.
-Entendi, um fantasma irritado que quer matar semideuses gregos, e começar por mim, é isso?  
-Primeiramente não sou um fantasma, sou um lêmure, e já fui um forte comandante romano. Meu objetivo não é te matar, é matar todos vocês, por isso roubei um item místico, para iniciar uma guerra, então, te mandaram para cá, para recupera-lo - Falou o lêmure com tédio.
-Entendi, e caso eu não te derrote, você vai chamar todos os outros de Madagascar e então vão nos destruir? - Falou Félix sarcasticamente.  
O legionário não pareceu entender a piada.
-Vamos lutar logo, já que você é igual o seu amigo ciclope, não entendem o meu humor.
Félix sacou a foice e atacou o legionario, e em um ataque mais rápido do que o comum, o garoto pulou girando com a foice em mãos, indo com ela em direção ao pescoço do fantasma, este abaixou e socou a barriga do garoto, fazendo a arma de Félix cair.  
O lêmure correu e direção ao semideus, sacando um báculo e indo com ele em direção ao pescoço do garoto, mas Félix girou para o lado, desviando do báculo e pegando a sua foice, chutando a perna do fantasma, o fazendo cair, dando uma mortal para trás, ficando de pé a um metro de distância do fantasma.
Logo o lêmure se levantou, e Félix lançou a sua foice na direção do rosto do romano, porém este desviou com um pouco de dificuldade, a foice acertou a luz do local, a apagando.
Tudo ficou Félix podia ouvir seu próprio coração, e sentir a presença de seu inimigo. Félix usou seu poder se filho de Thanatos para absorver a escuridão e criar uma arma. Uma pequena lança. O garoto sentiu o movimento do legionário, atrás dele, é lá que ele estava. A prole da morte deu um salto para frente e lançou a pequena foice para trás, a acertando em cheio no legionário, que caiu de joelhos.  
Ao lado de Félix, havia uma tocha, o garoto a pegou, iluminando um pouco do local, ele se aproximou do fantasma, e percebeu que ele estava se desfazendo.
-Parabéns, semideus, você foi capaz de me derrotar, mesmo sendo um grego, você é nobre como um romano, essa é a sua recompensa - Falou o lêmure fazendo aparecer a coroa de lótus em sua mão, e a entregando para  Félix, logo após, implodindo e sumindo como uma fumaça negra.
Félix a segurou e saiu do recinto. Estava no começo da noite, o garoto estava cansado, então comprou a passagem do voo que chegaria mais próximo do acampamento.

Parte IIII (Final)

Quando chegou no acampamento, já estava amanhecendo, ele foi até o lago, e colocou a coroa de lótus na margem do lago, e logo um vento veio e a pegou, e também lançou uma capa vermelha na direção do filho de thanatos, a capa era deslumbrante, vermelha escura e ia da nuca até o calcanhar de Félix, o único porém, era que ele não sabia como usa-la.
-O que será que essa coisinha faz?.. Bem, acho que vou descobrir com o tempo - Félix, indo de volta ao chalé, para ter seu merecido descanso, depois de dia de trabalho duro.
armas:
Espada de Eras e Death
poderes:
Alma Fria - Os filhos de thanatos assim como seu pai são frios com as outras pessoas, sempre procurando evita-la. Maestria com foices I - Os filhos de thanatos podem manusear uma foice sem mesmo nunca tela tocado. Absorver escuridão - A prole de thanatos pode absorver escuridão e formar uma arma que ira durar 1 turno, a arma não possuirá nenhum efeito.
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Re: Coroa De Lótus - Missão OP - Félix La Blanch publicado em em Sex Abr 10, 2015 7:08 pm

Félix, gostei muito do desenvolvimento do texto, achei muito interessante e admito que eu não teria capacidade de fazer um texto tão original desse modo.

Recompensas-

2 níveis
100 dracmas
{Dark} [Capa feita de veludo negro com detalhes de ferro negro Quando vestida ira deixar o semideus invisível por 3 turnos, podendo ser usado uma vez por missão]invisibilidade}

Perdas-

40 vida
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