Heroes of Olympus RPG

Who? - Missão OP para Aaron Von Spark

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Who? - Missão OP para Aaron Von Spark publicado em em Seg Set 22, 2014 8:28 pm



Who?

Uma caça à bandeira comum acontecia no Acampamento Meio-Sangue. Aaron - um filho de Nyx, novato - fora escolhido para ser protetor da bandeira do seu time, que tinha sido posta nos arredores do Punho de Zeus. Ao ouvir um estranho barulho, o garoto foi checar, para garantir que não pertesse a competição. Andou um pouco, olhou de um lado para o outro e voltou. Estranhou uma pichação e observou-a de perto. Não sabia exatamente o que estava escrito, mas a maravilhosa escultura fora - claramente - desrespeitada por alguém - ou algo. Distraiu-se com aquilo e esqueceu completamente da bandeira, que rapidamente foi capturada.

***
Horas depois, todos acusavam a prole da Noite. O semideus que pegara a bandeira, falou à Quíron que vira ele muito próximo ao punho de Zeus, o que fez o centauro achar que a culpa era dele.

Diretrizes:
- Você terá que descobrir, capturar e dedurar o culpado, fazendo assim sua inocência ficar clara;
- Você terá 48 horas para postar, com certeza, as justificativas plasíveis serão aceitas;
- Só poderá usar uma arma e, no máximo, três poderes;
- Boa missão.
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Re: Who? - Missão OP para Aaron Von Spark publicado em em Seg Set 22, 2014 10:21 pm



Who?
† ### words for someone at somewhere

Caça a bandeira. Um jogo em que dividem-se os campistas em dois grupos e dessa forma um tem de tomar a bandeira do outro. O time vermelho estava representando os Olimpianos, o azul, os primordiais. Como filho de Nyx, Aaron acabou ficando do grupo azul.

Mesmo sendo um novato, decidiram pôr o garoto para tomar conta da bandeira do time, um erro visto que ele não possuía experiência nenhuma no jogo e traria a derrota certa.

A bandeira do time azul estava guardada próxima ao Punho de Zeus, um belo monumento que ficava no meio da floresta. Aaron estava de pé apenas com sua corrente entrelaçada pelo peitoral, tal como a havia posto da última vez que fora treinar na arena, não muito antes da caça a bandeira.

Enquanto ficava ali sozinho, decidiu acender um cigarro e pensar um pouco nas coisas que lhe haviam acontecido. Uma semana no Acampamento e nenhum amigo fora “ois” e “tchals” com sua meio irmã e algumas pessoas com quem cruzava, ninguém queria aproximar-se dele e não havia a mínima ideia do porquê daquilo. Será que havia alguma coisa de errado que não sabia? Ou será que estava fazendo esse algo, errado? Aaron parou instantaneamente de pensar naquilo.

—Que droga está acontecendo comigo?! —Falou para si mesmo em voz alta.

O garoto nunca havia ligado para o que os outros achavam antes, mas, após chegar no maldito Acampamento, algo dentro dele havia mudado e passara a ter mais espírito de equipe, muito embora ainda preferisse ficar sozinho com seus pensamentos e poesias. Quando pensou em escrever uma nova poesia mentalmente e depois anotar em seu caderninho preto, ouviu o barulho de um galho quebrando-se um pouco atrás de si, por entre as árvores.

O garoto ergueu a sobrancelha e foi na direção do barulho deixando a bandeira sozinha. Quando começou a adentrar a mata mais fechada encontrou um pedaço de papel meio amassado. Desamassou um pouco mas o suficiente para conseguir ler o que estava escrito.

—Cupom fiscal de compra? Pensei que campistas não pudessem sair do Acamp...

Lembrou-se subitamente da bandeira e pôs o papel no bolso indo de encontro a sua protegida. Por mera sorte a bandeira ainda estava a salvo, mas, pouco depois dele a encontrar, alguns membros de seu time – eufóricos com a suposta vitória – vieram ao seu encontro com a bandeira vermelha em mãos e seus sorrisos morreram quando olharam para o Punho de Zeus.

—O que diabos você fez?! —O garoto que estava a frete – uma prole de Melinoe – indagou com a expressão de espanto.  

Só então Aaron virou-se e fitou o ponto onde todos estavam olhando. Tratava-se do desenho de um pentagrama vermelho e a lata de tinta spray ainda estava jogada na base, destampada. Todos os sinais ali evidentes indicavam apenas um suspeito: ele.

A prole de Melinoe acompanhado de uma prole de Hipnos o pegaram – um de cada lado – e arrastaram-no dali indo em direção a casa grande. No início Aaron tentou se soltar e falou diversas vezes que não havia sido culpado, não houve perdão.

***

Quíron já o estava esperando sentado em sua cadeira de rodas do lado de fora quando jogaram – isso mesmo, jogaram – a prole de Nyx ali em sua frente. O centauro ergueu a sobrancelha em reprovação para oos semideuses que foram embora os deixando a sós.

—Novato no Acampamento e já me vem aprontando uma dessas, Aaron? —A voz de Quíron era dura como um espinho e fria como gelo.

—Não fui eu! —O garoto falou indignado. —Por quê eu o faria? Para me odiarem mais que odeiam? Para se afastarem de mim pois vou rogar uma praga? Não há sentido, veja isso!

—E quem seria então?

—Por quê eu tenho de saber?!

—Por que você era o único no local.

Aaron revirou os olhos nas órbitas. Percebeu que quanto mais replicasse, mas o centauro teria argumentos. Tudo estava contra ele, teria de aceitar.

—Tudo bem, o que quer que eu faça, então? —Aaron perguntou.

Quíron pensou por um momento e então fitou o garoto: olhos nos olhos.

—Primeiro quero que limpe a sujeira que você, ou seja, lá quem for tenha feito. Depois quero que prove, se ainda estiver disposto, que não foi você a pichar o Punho de Zeus. Não adianta chegar aqui com alguém e confessar, quero provas. Seja justo. Fora isso, não quero o ver mais por hoje.

Aaron revirou os olhos e ia descendo as escadas quando o centauro o chamou de novo.

—O que foi dessa vez?! —Falou o garoto irritado.

—A corrente. —Quíron falou apontando para sua arma.

—O que tem ela?

—Vai ficar comigo.

Aaron não poderia acreditar. Ele não poderia fazer isso, poderia? Isso era totalmente injusto! Aaron nunca havia feito nada com ninguém, ao contrário, preocupava-se em não sair zangando ninguém com o seu jeito mas parece que os campistas queriam ver sua outra face. Era isso que ele mostraria.

***

Havia demorado cerca de três horas para conseguir limpar as marcas da tinta vermelha apenas com água e sabão, já que estavam impregnadas na rocha. Alguns campistas fizeram questão de ir ali apenas para xingá-lo ou simplesmente zombar, o que o deixava ainda mais furioso com toda a situação que se passava.

Recolheu o balde e a esponja e quando ia saindo do local viu que a lata de tinta spray ainda estava ali. Erguendo a sobrancelha ele a apanhou e pôs no bolso da jaqueta saindo definitivamente do local rumo aos fundos do refeitório – onde depositaria o material de limpeza – e então seu chalé.


Quando deitou-se em sua cama aquela noite, percebeu o quanto seus músculos e suas costas estavam doloridas de tanto esfregar a rocha. Pegou seu caderninho preto e o abriu retirando uma caneta dali também e então começou a rabiscar algumas palavras que depois chamaria de poema...

Eu não sei o que fiz
   Não sei o que farei
   Não sei o que perdi
   Nem sei onde estarei....

  Nada nasce com justiça
  Cabe a nós buscar liberdade
  Sem enganar ou mentir
  Nada que deixe saudade.... “


Continuaria a escrever o poema, porém, algo chamou sua atenção. Um pequeno papel meio amassado caiu de dentro de seu caderninho preto fazendo com que sua atenção fosse desviada. Quando olhou novamente percebeu que era o papel que havia encontrado no chão da floresta.

Observando o papel atentamente, Aaron viu algo que antes não havia percebido. Era uma série de números, doze. Quase como um código de barras... O garoto teve uma ideia louca e então pegou a lata de tinta spray e começou a procurar o código de barras nela. Quando o encontrou o garoto começou a verificar se os números seriam equivalentes.

— 1, 5, 7, 8, 2, 6, 7, 7, 9, 8, 7, 4... —Ergueu a sobrancelha e fitou o vazio por um tempo antes de cair em si novamente. —Os mesmos números.

Ele ficou pensando por um momento até que só então deu-se conta do que havia acontecido. Não era só uma pessoa que estava lá na floresta, e sim, duas. Uma para distrair sua atenção e outra para pichar enquanto ele encontrava a pista amassada propositalmente ali. O que eles não esperavam era que o semideus fizesse a ligação da lata com o papel, ou pelo menos Aaron achava que não.

O garoto – que agora sentia seu corpo renovado – levantou-se e começou a andar de um lado para outro do chalé tentando arrumar uma pista que aqueles dois objetos poderiam o trazer. Pensou durante horas, soluções óbvias demais, malucas e até mesmos bizarros e impossíveis.

Levantou-se zangado e percebeu que eram três horas da manhã.

—Não posso ficar aqui sentado.

Saiu do chalé apenas com sua jaqueta, sentindo falta que o peso da corrente o fazia quando estava presa ao peito. Caminhou para a floresta rápido como um raio sabendo que se alguma harpia o encontrasse, estaria ferrado pois não havia levado arma alguma. Tentou ser veloz, ágil e silencioso, usando principalmente as habilidades que havia aprendido em treinos.

Quando chegou ao Punho de Zeus, dirigiu-se até onde horas antes havia ouvido o barulho do galho partindo-se. Quando chegou no local, usando sua visão noturna que o possibilitava enxergar melhor, foi vendo os detalhes que ali haviam e então encontrou a pegadas. Pequenas e não muito profundas.

—Uma pessoa pequena e de pouco peso, ou simplesmente, uma garota.

Ergueu-se e então seguiu os passos do suposto ser até que desapareceram dentro da floresta. Não havia sido ela ou ele a pichar, tinha de ser outra pessoa, mas, como a pessoa que deixara o papel ali havia movido-se tão depress... Aaron parou de súbito e lembrou-se de quando estava na arena, no primeiro treino contra o boneco guardião da linha vermelha em que viu alguns campistas rirem e uma das campistas era uma filha de Hades, que, havia ficado invisível logo após isso para lutar contra um monstro que o Acampamento disponibilizava.

Simplesmente uma garota, sabia o nome dela... Abby.

***

No dia seguinte, após ter comido pouca coisa no café da manhã, Aaron ficou atento a mesa do chalé de Hades onde avistava os dois campistas residentes: Johnny e sua irmã, Abby. Fingiu demorar a comer mais que o normal apenas para estar lá no momento em que ela saísse do refeitório e dessa maneira a pudesse seguir.

Abby era uma garota bem eclética, passou cerca de metade do dia na arena treinando de diversas formas diferentes e auxiliando alguns outros campistas, quando saiu dali foi em direção ao chalé e Aaron não pôde entrar, mas, ficou escondido aguardando que ela saísse. Pela demora e por sua aparência, deveria apenas ter tomado um banho.

Ele a seguiu novamente, a garota primeiro foi em direção a floresta mas desviou o caminho após um tempo – deixando Aaron bem confuso a princípio, não conhecia o Acampamento tão bem – e indo em direção aos estábulos.

Quando chegou perto dos cavalos, Abby começou a escová-los com uma escova que estava ali depositada e como se fosse a coisa mais normal do mundo. Aaron teve de se esconder atrás de uns arbustos cheios de espinhos para só depois de quarenta minutos ver a chegada de um outro elemento. Por sua aparência sorridente e descontraída como se fosse pregar uma peça a qualquer momento, Aaron supôs que seria uma prole de Hermes.

—Pelo que me parece o garoto está tentando descobrir quem é realmente o culpado. —O garoto falou com um sorriso.

—Acha que ele vai conseguir? Me poupe, nós somos profissionais.

O garoto bagunçou o cabelo dela e em seguida falou.

—O plano foi tão perfeito que até parece que foi meu.

—Não exagera, ok, Thom? —A garota riu e em seguida falou. —Agora me deixe, já fiz demais por vocês.

Vocês...  A palavra ecoou na cabeça de Aaron por tanto tempo que quase perdeu a prole de Hermes de vista. Teria de investigá-lo a partir dali.  

***

Seguir uma prole de Hermes definitivamente não era fácil. Eles eram extremamente rápidos, ativos e atentos. Aaron teve de tomar muito cuidado para não ser visto e mesmo assim quase foi pego uma vez ou outra quando o garoto – Thom – olhava para trás desconfiado. Se soubesse que era ele estaria ferrado.


Demoraram quatro dias – de pura perseguição – até que o filho de Hermes saiu com o rosto suspeito e um envelope debaixo do braço. Aaron quase já havia desistido de segui-lo mas aquele último movimento o havia deixado com a pulga atrás da orelha. Thom seguiu firmemente sem desviar nenhum momento até que chegou no lago perto das Rochas Altas, onde quase nenhum campista vai.

—Thom, Thom, está atrasado. —Uma voz feminina saiu de dentro das árvores quase ao lado de Aaron, o que o fez gelar profundamente.

—Sem exageros, vim o mais rápido que pude. Acha que é fácil despistar aquele pé no saco com quem você decidiu aprontar?

O sangue da prole de Nyx fugiu de seu corpo. Então eles sabiam?

—Hora, me entregue logo o envelope.

—Tem certeza?

—Acha que confio em você? Quero eu mesma queimar. Se alguém além de nós vir isso, vão saber que fui eu que mandei.

O semideus deu de ombros e tentou bagunçar o cabelo da jovem, mas ela lhe enviou um olhar de advertência e ele recuou dando um acendo de cabeça e saindo do local. A garota esperou uns dez minutos antes de se mover novamente, olhando fixamente para as árvores onde a prole de Nyx estava escondendo-se.

—Quer sair daí agora ou mais tarde? —Ela falou.

O garoto caminhou olhando fixamente nos olhos dela.

—Por quê?

—Já ouviu falar em festas de boas vindas? É assim que faço as minhas, e, no meu chalé, claro. Mas só para os íntimos. —Ela sorriu de lado.

Aaron olhou para o envelope nas mãos dela imperceptivelmente e tentou achar alguma maneira de tomar das mãos dela.

—O que você quer, então? —Ele falou aproximando-se dela, que, não recuou nem um pouco.

—Eu? Por quê quereria algo de alguém como você? —Ela riu e já se preparava para sair quando Aaron a empurrou em direção as rochas, levemente a pondo de costas. —Não acha que as coisas estão indo rápidas demais?

Aaron percebeu que ela estava cedendo a situação, desarmada e sem ninguém por perto. Levou sua boca ao pescoço dela desferindo pequenas mordidas ali onde sentiu-a arquejar e quando ela pensou que ele fosse beijar seus lábios, o garoto simplesmente tomou a pasta das mãos dela e afastou-se.

—Eu fico com isso.

Valentina empalideceu e avançou em direção a ele. Ela era muito mais forte que pensava, mas, conseguiu mantê-la longe o suficiente.

—Não pode, não vão acreditar em você.

—Não me importo. Não fui eu de qualquer forma.

O garoto a deixou para trás e caminhou dali até a casa grande, não importava o que aconteceria.

***

—Então, você descobriu quem foi o autor da pichação?

Quíron acabara de fazer a pergunta a ele. Alguns muitos campistas estavam ao redor dele em um círculo mas foi ela quem ele queria que estivesse ali quando falasse. Valentina havia ido ao encontro dele ali no centro e de duas opções ela faria uma: entregar-se pedindo que ele não contasse nada, ou, esperar calada e colaborar.

—Sim, descobri.

Pelo canto do olho Aaron percebeu ela hesitar e no momento em que ela se pronunciaria ele adiantou-se.

—Fui eu. Não há para que mentir, podem me julgar, não ligo.

Os campistas começaram a resmungar e desfizeram o círculo, Quíron o olhava com expressão de suspeita, como se algo estivesse errado, mas simplesmente aproximou-se e devolveu a corrente de Aaron, que, prendeu novamente em seu peito.

—Grato. —Falou e ia preparar-se para sair quando Quíron o impediu.

—Se tiver algo a mais para me contar, não tema.

O garoto assentiu e começou a caminhar de volta para seu chalé quando Valentina apareceu de súbito em sua frente.

—Que droga foi aquela? Por quê não disse que fui eu?

—Errado, eu ainda não disse que foi você. —Ele falou com um sorriso.

—Tá, ok. Mas, por quê não?

—Por quê você vai fazer tudo o que eu quero, agora.

—Acha mesmo que eu faria isso? —Ela perguntou com desdém.

—É bom que faça, ou o Acampamento não vai mais gostar da filhinha de Dionísio, afinal de contas, mandar pichar o Punho de Zeus não é algo que se passe despercebido.

Ele tocou o nariz dela e simplesmente saiu rumo ao seu chalé. Pela primeira vez desde que chegara ao Acampamento, sentia as coisas voltarem a ser como eram.

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Re: Who? - Missão OP para Aaron Von Spark publicado em em Ter Set 23, 2014 2:04 pm

Me responda: de onde que você tira tanta criatividade assim? Você merece aplausos. Além do mais, sua narração é muito boa. Teve penas dois erros gramaticais em todo esse texto, além de que você sempre dá detalhes precisos. Esperava uma batalha, não veio mas mesmo assim eu não vou descontar nisso, até porque foi um ótimo post. Enfim, vou apenas recompensá-lo:
+ 100xp
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Re: Who? - Missão OP para Aaron Von Spark publicado em em Ter Set 23, 2014 2:06 pm

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