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Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena

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Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Qua Ago 27, 2014 6:02 pm

Fantasmas do Carvalho
tagged: here; clotes: link; place: chb; words: ###; listening: primeiros erros; post: ###;
O chalé de Melinoe estava frio e escuro. Apenas sua prole recém reclamada estava presente quando foram ouvidas leves batidas na porta. A garota – antes deitada – sentou-se em sua cama passando a mão nos olhos para que retirasse a fadiga.

Levantou-se arrastando os pés e abriu a porta no intuito de ver quem havia a incomodado porém não havia ninguém ali, apenas uma garoa caindo de leve.

Olhou a sua volta e o que viu fora apenas um papel de tom azulado dobrado ali, bem na entrada. A primeira reação da garota foi pegá-lo e começar a ler, ali mesmo.

Não são apenas palavras ao acaso no papel,
São minhas palavras ao acaso...

Você está solitária... Talvez eu também...

Que achas de me encontrar na floresta?

… Está com medo? … Eu rio na cara do medo... Não seja a filhinha do papai mais uma vez....


Uma onda de raiva percorreu o corpo da garota a fazendo amassar o bilhete, pegar suas armas e ir em direção a floresta, pouco importando-se com a chuva.

Regras:


- Narre o que estava fazendo em seu chalé.
- O que sentiu quando leu o bilhete? Quero que diga.
- Me fale, também, o que a fez aceitar a proposta.
- Narre até a chegada na floresta e então, minha vez.
- Boa sorte.´
jabo @ ice
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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Qua Ago 27, 2014 6:19 pm




Explosions

NOTES: Lalala Where: Lalala Who: Lalala Clothes: Lalala


A noite era exatamente como as que gostava de ter. Silenciosa, exceto pela chuva que batia no telhado do chalé. Uma prisão e nunca me sentira mais em casa do que aqui. Os fantasmas rodeavam o lugar mais do que de costume, mas me sentia viva com eles por perto. Não, não poderia dizer que me sentia viva, mas me sentia solitária e reconfortada, ao mesmo tempo. Difícil dizer o que mais queria fazer agora. Um livro de poemas que pegara, em grego antigo, muito mais fácil de ler do que o inglês, gostava da poesia que via. Sequer sabia quem era o autor, mas me sentia envolvida pelo ritmo fácil que ela tomava em minhas mãos e boca. As palavras, apenas sussurradas, saíam de meus lábios com lentidão quase exagerada.

Há um prazer nas florestas desconhecidas;
Um entusiasmo na costa solitária;
Uma sociedade onde ninguém penetra;
Pelo mar profundo e música em seu rugir;
Amo não menos o homem, mas mais a natureza...
Irônico talvez que lesse poesias em um chalé de fantasmas renegados, mas este era realmente a melhor parte de meus dias e de meu tempo. Era algo que sempre quisera ter por perto, mas agora, que tinha a chance de estudar, ter amigos talvez... Não queria amigos vivos. Queria apenas o respeito deles. E talvez distância de todos mais. Era divertido pensar que ninguém poderia saber o que se passava em minha mente. Os fantasmas me rodeavam para ouvir a leitura quando os sons na porta me atraíram até ela.

Ninguém no exterior. Nada de estranho nisso, afinal. Este Chalé era assustador para todos os outros campistas, não os culpava por se afastarem dos fantasmas que viam no chalé e em sua ocupante atual. Eu mesma tinha os meus, embora fossem de vivos. Meu pai sempre fora um de meus pesadelos. Mas um bilhete... Quem deixaria um bilhete para mim ali, na porta do Chalé Prisão?

Ler as palavras foi intrigante. Eu sentia o ritmo da poesia ainda em minhas veias, ao mesmo tempo que a raiva me consumia. Não teria me importado com o poema e talvez tivesse ido apenas pela curiosidade de saber quem enfrentara os fantasmas ao redor do Chalé, mas me chamar de Filhinha do papai... Bem, meu pai me abandonara quando tinha 8 anos e vira que não poderia me prostituir. Eu nunca fora uma filhinha do papai. Jamais. Respirando fundo, desamassei o bilhete, o guardando no meio do livro e lendo o nome do autor.

Armada, saí do Chalé, sorrindo de canto ao me aproximar das árvores cerradas da floresta do acampamento. Lorde Byron talvez tivesse razão em seu poema, mas ainda mais tinha o outro poeta que conhecia. Este, por sua vez, me fizera ir até a floresta onde chegava.

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar
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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Qua Ago 27, 2014 6:37 pm

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A escuridão da floresta parecia atrair cada vez mais a garota para dentro de si. Olhos vermelhos a olhavam por trás das árvores, barulhos de galhos se quebrando a faziam olhar de um lado para outro mas nada daquilo fora capaz de fazê-la parar, exceto...

Quando ergueu a visão, a garota deu de cara com uma mulher toda e completamente vestida de braco. Ela possuía os cabelos negros e os olhos profundos e de tom doentio. Sua pele era pálida – quase transparente – e sua boca estava completamente vermelha mas não era batom... Era sangue e ela sorria.

A garota parou observando a mulher que estava a fitando com os olhos doentios sem parar por um segundo qualquer. Engolindo em seco, a garota decidiu dar o primeiro passo...

—Quem é você?

—Você não vai querer saber...

—Por que me trouxe aqui?

—Eu não a trouxe, você simplesmente veio...

—O que quer de mim?

—Matar...

Os olhos da mulher se transformaram em um negro profundo e então as raízes das árvores começaram a crescer e se enroscar nos pés da filha de Melinoe. O que ela iria fazer agora?
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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Qua Ago 27, 2014 7:10 pm



Sparks fly, oh baby smile, sparks fly


Segui com os olhos o movimentos, sabendo o que queria também sentir e ver. A pessoa que me encarava era uma mulher bonita até. Não fosse o sangue em sua boca e o cheiro de morte que via a sua volta, poderia entender o encanto que poderia exercer sobre suas vítimas e ela parecia desejar que eu fosse a próxima. Ao menos com suas palavras e sua voz era a impressão que me dava. Eu não pretendia morrer hoje, então me restava apenas aceitar que ela falava a verdade e me afastar. Não fugir, mas sim a vencer e matar.

-Queria uma presa, mas conseguiu um predador.

Sentindo as raízes em meus pés, me endireitei, segurando em minhas mãos a minha corrente e depois a estalando a meus pés, utilizando o dom que tinha, criei uma chama em minhas mãos, a soltando nas árvores e raízes a meus pés. Eu não ia recuar, mas queria sobreviver. O modo mais fácil? Atacando a criatura.

-Quem é você? Como a chamam?

Depois de afastar as raízes com o fogo, queimando as que não saíram de perto rápido o bastante. Com a corrente, acenei a mão, tentando atingir a criatura com as correntes. O tempo frio era bom para mim. Assim como a escuridão. Sempre me sentia melhor com isso. O frio era parte de mim desde sempre. E me escondia nas sombras a tanto tempo quanto estava viva. Confortável, era assim que me sentia por perto dos mortos e também dos monstros. Eles vinham do mesmo lugar que eu, o Mundo Inferior.

Seus olhos são escuros também. Eles me lembravam as sombras que sempre conhecera. Eu queria agora conhecer ainda melhor este ser e saber o que ele estava fazendo aqui. O que poderia querer comigo uma criatura como aquela? Qual seria seu motivo para desejar a companhia de uma filha dos Fantasmas? Descobriria logo o que ela desejava, assim como conseguiria a vencer com facilidade. Era mais fácil assim, vencer rapidamente, prender. Talvez torturar?

-Me diga o que é. Quem te mandou? Quem permitiu que entrasse no Acampamento?

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Poderes:
Level 1:

Aparência Fantasmagórica: Meus filhos podem ter uma aparência de morto, os olhos fundos, a pele pálida e fria, e os cabelos negros.

Perícia com Açoite: Meus filhos tem perícia com Açoites, podendo fazer ataques precisos.

Dominio das Chamas 1: O filho de Melinoe tem o controle do fogo negro e fogo grego, podendo manipulá-lo e criá-lo a partir do nada.

Meduinidade: Por ser meu filho podem ver fantasmas e podem conversar com eles.

Intangibilidade 1: Pode deixar uma parte do seu corpo intangível por 2 turnos.

Cura Fantasma: Meus filhos podem curar parcialmente suas forças e sua vida se ficar em local escuro ou com presença espiritual.
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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Qua Ago 27, 2014 8:00 pm

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A mulher apenas riu com as dúvidas da garota. Ela até que se saíra bem contra as árvores mas não iria ser assim tão fácil afinal, aquela mulher queria era diversão.

Rápida como a luz, ela começou a rodear a pequena Helena que estava ficando irritada por tanta enrolação e enjoada devido a mulher a circular de forma tão rápida.

—Responda-me!—Esbravejou a garota.

—Já que insiste... Sou Pandora, uma filha de Perséfone. Entrei da mesma forma que você, querida.

Não, aquilo não estava certo. Se ela era realmente uma semideusa comum o que faria sozinha na floresta e com um súbito desejo de matar?

A garota ergueu uma sobrancelha e ficou encarando a mulher que estava a sua frente.

—O que é você?

—Apenas mais uma das coisas que você vê, um fantasma...

Agora tudo estava começando a se encaixar e fazia sentido a presença da prole de Melinoe ali afinal, de fantasmas ela entendia.

Mas então, o chão começou a tremer e a semideusa fantasma rir melancólica mente. Mãos ossudas saíram da terra e começaram a puxar as pernas de Helena para a terra como se quisessem a enterrar viva. O que ela faria?

Os olhos da mulher se transformaram em um negro profundo e então as raízes das árvores começaram a crescer e se enroscar nos pés da filha de Melinoe. O que ela iria fazer agora?
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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Sab Ago 30, 2014 12:34 pm

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Pandora não era realmente um fantasma, mais parecia uma criatura viva aos olhos de Helena. Sua corrente enroscou-se na cintura da mesma fazendo-a gritar de dor e frustração mas, não demorou para que se soltasse.

As raízes agora eram mais resistentes mas a prole de Melinoe parecia ter tudo sobre controle pois, não hesitou um só momento perante a mulher esquisita.

—E porque acha que eu iria querer ir? —Ela riu sombriamente e então Helena percebeu que estava mentindo.

As raízes que iam crescendo e fortificando-se acabaram por desenterrar uma caixa de madeira que fez a prole de Perséfone afastar-se dali. Helena arqueou a sobrancelha e aproximou-se com dificuldade da caixa que ali estava. Quando abriu, viu que continha uma espécie de cruz negra.

—Maldita seja, prole de Melinoe!

A fantasma berrou e nesse momento, as árvores começaram a envergar e lhe lançar espinhos venenosos. Helena tinha de proteger a cruz, mas como?
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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Dom Ago 31, 2014 1:46 pm




Salvo e Seguro


Eu tinha o gosto de sangue e

chocolate em minha boca, um tão odioso quanto o outro.”






Notei a criatura recuar, agora já sabendo que não era um fantasma como falara. Devia ser algum monstro. Não era como se eu conhecesse muito sobre os monstros ainda, mas se ela era tão poderosa assim não era uma boa notícia nunca. Eu não queria ter problemas deste tipo, afinal. Mas cá estava eu, olhando uma cruz negra e tentando cuidar para que nada a destruísse. Que pesadelo...

Me abaixando e cobrindo as mãos com o tecido de minha roupa, segurei a cruz em minhas mãos, a amarrando em minhas roupas e a deixando presa a mim, mas sem tocar na pele. Não sabia o que ela poderia fazer caso a tocasse, embora não sentisse nada negativo vindo dela. Preferia não me arriscar, também. Era bem melhor me manter inteira e segura até saber o que aquela cruz fazia.

Recuei vendo os espinhos vindo, movendo minhas correntes em espirais, cobertas por fogo grego, formando um escudo de chamas a minha frente. Era algo que eu poderia manter por algum tempo, de um modo recuando rapidamente até que as árvores estivessem apenas a minha frente, com as costas voltadas para o campo aberto. Eu gostava deste lugar, então apenas tinha de me entender com as pessoas a minha volta. Eu não tinha medo dele, nunca tivera. Ela era apenas uma criatura patética, e começava a me fazer perder a paciência.

-Seja lá quem for, desista. Você pode ser mais poderosa, mas eu sou viva e tenho mais astúcia.

Ri para a criatura, sem me importar com o que ela faria ou falaria agora. Estava furiosa com este ser idiota que queria me vencer. Nunca seria mais forte que eu, então apenas tinha de aproveitar este tempo ao lado de alguém que parecia me matar. Eu treinaria, não mais me sentiria mal também. Era apenas uma garota, mas também era uma pessoa mais do que a média. Estava ligada a morte. Não a temia.


Thanks Ross & Tiago @ CG

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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Qua Set 03, 2014 11:25 am

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Pandora berrou com o insulto da prole de Melinoe, afinal, aquela "batalha" estava demasiadamente parada para ambas as garotas. A mulher então fez o chão tremer, fazendo com que Helena se segurasse a árvore para não cair na cratera que se abrira diante de seus pés fazendo com que cinco caveiras portando armaduras romanas saíssem dali e caminhassem para junto de sua mestre que, também estava equipada com uma armadura na qual insignias brilhavam em um tom rosa segredando algo que a prole de Melinoe não compreendia.

—Vamos ver o quão patética eu posso ser! —O monstro gritou, sua voz era gélida como o Alasca.

A prole de Melinoe ajeitou suas correntes e se preparava para sair detrás da árvore quando sentiu a cruz muito quente em contato com a sua pele. Quando a retirou dali, percebeu que estava com um brilho opaco negro.

—Não pode ser! A cruz de lótus! — O monstro falou, de olhos arregalados para o objeto. —O que estão esperando?! Tirem-no dela!

As caveiras começaram a marchar em direção a prole de Melinoe mas parecia ser tarde. A aura aumentou e então envolveu a semideusa com uma capa negra que foi se materializando e logo transformou-se em uma armadura. Além disso, deixou a prole de Melinoe mais forte e dois marchados surgiram em suas mãos. A cruz ficou estampada em seu peito e já não haviam pontos cegos da armadura, apenas uma viseira que deixava os olhos dela - agora completamente cinza - a vista.

—Vamos agitar as coisas por aqui...

Ela disse, mas a voz também não era dela, muito embora pudesse controlar tudo aquilo como se estivesse normal. Tudo era inteiramente leve, como andar em nuvens.

—Não! Não pode ser! É o espirito da guerreira de lótus! Destruam-na, agora!

Regras:


Bom, parece que algo a surpreendeu! Se vencer esta luta, contra as cinco caveiras, poderá ficar com a cruz que aprisiona o espirito de lótus. Essa armadura amplia seu poder em cinco leveis, mas só pode ser utilizada durante dois turnos, ou seja, assim que vencer as caveiras - a sua maneira - irá lutar contra Pandora sem ela. Boa sorte.

jabo @ ice
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Re: Fantasmas do Carvalho - Missão para Helena publicado em em Seg Set 15, 2014 3:53 pm

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Helena, me desculpe, mas, não pude estender teu prazo por mais tempo, tenho sido extremamente flexível e isso passou dos limites, não posso ser injusto também. Bom, queria decretar a missão cancelada.

Helena:

Morta por WO, ou seja, Pandora venceu a batalha matando-a.
jabo @ ice
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